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Livros para entender Rondônia – TV Cultura de Porto Velho, Crônicas de uma época

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19/12/2012 · 08:36

Livros imprescindíveis para entender Rondônia – Nas Selvas Amazônicas

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“ Nas Selvas Amazônicas” é o relato vivo e colorido de uma viagem que Manoel Rodrigues Ferreira realizou ao Território de Rondônia (ex-Guaporé). Percorrendo os Rios Madeira, Mamoré e Guaporé, a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e os seringais da floresta amazônica, o autor descreve a natureza e o homem que nela vive. É também a história fascinante da conquista, povoamento e civilização daquela distante região do Centro-Oeste do Brasil. Este livro é, pois, a impressionante narrativa de uma viagem e é também Geografia física, humana, econômica e História. Na parte final o autor dedica um capítulo especial aos trabalhos da Comissão Rondon e á BR-29, Rodovia Brasília-Rondônia-Acre, que acabava de ser inaugurada. Pela primeira vez é descrita amplamente uma região amazônica que ao ser ligada diretamente a São Paulo pela moderna rodovia BR-29, oferece imensas possibilidades de desenvolvimento econômico e progresso social.”

NR : Mais um livro fantástico do saudoso e querido amigo MRF.

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Público lota Teatro Banzeiros, em Porto Velho, para conhecer os vencedores do 10º Festcineamazônia

Os músicos Eliakin Rufino e Princezito encerraram a 10ª edição do Festcineamazônia com um show que contagiou o público com músicas dançantes, regionais, africanas e um duelo de poesias.

Princezito, natural de Cabo Verde, é compositor, estudioso das várias vertentes do batuku (gênero musical cabo verdiano) em que aborda a canções tiradas das histórias, contos e provérbios populares. Já Rufino é poeta, cantor, escritor, professor de filosofia, produtor cultural e jornalista. Faz shows de música e poesia, com os quais já vem percorrendo o Brasil e diversos países há mais de 20 anos.

Os jurados da mostra competitiva foram a comunicóloga e produtora Samira Pereira, o cineasta Joel Zito Araújo, o ator e roteirista Thoamas Stravos, o produtor cultural Celso Brandão e produtor de cinema Wilsson Austurizag. Os jurados da categoria vídeo reportagem ambiental foram os jornalistas Solano Ferreira, Fred Perillo e o diretor de Cinema, Marcelo Cordeiro Quiroga.

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Poesia domina o último dia do Festcineamazônia, em Porto Velho

“Artista que tem de início a pretensão de ser artista já me causa desconfiança”. A provocação feita pela escritora e compositora Alice Ruiz abriu o debate ‘É de poesia que o mundo precisa’. Ao lado do escritor Marcos Quinan, do poeta Thiago de Melo e do músico africano Princezito, Alice Ruiz conversou durante cerca de duas horas com estudantes do ensino médio de escolas públicas de Porto Velho, nesta sexta pela manhã, no Teatro Banzeiros, centro da capital rondoniense.  O debate fez parte da programação paralela da décima edição do Festcineamazônia e foi mediado pelo poeta e professor Carlos Moreira. A discussão foi baseada ‘no fazer da poesia’ e a importância da arte e cultura para o mundo contemporâneo hoje. Vindo de Cabo Verde, o cantor Princezito explanou sobre as dificuldades em se produzir arte num país financeiramente pobre, além de contar a relação que teve a origem humilde dele próprio com a visão que possui hoje de cultura. “Isso está presente na minha música”, disse.   O cantor faz show de encerramento do festival ao lado do músico de Roraima Eliakin Rufino. No último dia da mostra competitiva foram exibidos 18 filmes. Entre eles, o paraense ‘Matinta’, de Fernando Segtowick, com Dira Paes no papel principal.  Este ano o Festicineamazônia trouxe como novidade a mostra Cinema e Samba, como filmes com temática sambista exibidos em uma escola de samba. o cineasta Aurélio Michilis, diretor de “O cineasta da selva” foi o homenageado da noite. O festival encerra no sábado, com a premiação dos vencedores do troféu Mapinguari e o show musical de Eliakin Rufino e Princezito.

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Miss Bumbum : em Rondônia, mulher de verdade desafia até o Photoshop. Viva !

Clique na foto e vá ao link do Yahoo para entender a polêmica da "gordurinha" que sobreviveu ao Photoshop

Clique na foto e vá ao link do Yahoo para entender a polêmica da “gordurinha” que sobreviveu ao Photoshop

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Comitê "Juntos pelo Direito à Paisagem" faz abaixo-assinado em prol do Parque dos Beradeiros, em Porto Velho

foto : B.Bertagna

foto : B.Bertagna

Na recente convenção Rio+20, os prefeitos das principais cidades do mundo apresentaram propostas, pactuaram investimentos e um cronograma de ações que vão contribuir com a melhoria da qualidade de vida em suas cidades e com a sustentabilidade do planeta. O fizeram por entenderem que o Homem mora nas cidades, nos municípios, e é ali que tem o dever de interferir em favor da construção de um ambiente melhor, para viver hoje e no futuro.
Confiantes de que este é o caminho, e aproveitando o ano do centenário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré que, junto com o Forte Príncipe da Beira, constituem os símbolos mais importantes da Nação Rondoniense, convidamos você para vir e trazer quantos puder, para salvar e preservar um outro grande símbolo da nossa identidade: a mata ciliar da margem esquerda do Rio Madeira que, de agora em diante, chamaremos de Parque dos Beradeiros.
Nova Iorque se orgulha do Central Park, Paris dos Campos Elísios, Rio de Janeiro do Jardim Botânico, da Mata da Tijuca e da Cinelândia, Belo Horizonte do Parque Municipal encravado no coração da cidade e Boa Vista do Parque Anuá com lago e praia. E nós? Que ambiente natural estamos deixando para lembrar nossa origem e para orgulhar nossos descendentes? Por estes exemplos e razões, queremos você, que ama por nascimento ou adoção esta terra, fazendo parte deste abaixo assinado em favor da criação e preservação do Parque dos Beradeiros na margem esquerda do Rio Madeira. Essa iniciativa é fundamental para garantir que aquela área de proteção permanente, de fato, permaneça lá, visto que com a construção da ponte na região da balsa, o acesso à margem esquerda do Rio Madeira ficará fácil. Por conta disso, já se anuncia e já se inicia uma grande especulação imobiliária. E a floresta, que teima em existir, está ameaçada de sucumbir. A ocupação daquela mata ciliar já existe. Mas esse processo tende a ser muito mais acelerado agora. O que se vislumbra é um prejuízo para esse patrimônio natural e para a cultura e a história de um povo. O pôr-do-sol mais lindo do mundo deixará de existir com a supressão da mata. A identidade cultural beradeira está ameaçada.Corremos o risco de não deixarmos esse legado aos nossos filhos.
O que se busca é mostrar a necessidade de garantir que o patrimônio paisagístico, que pertence a todos, não desapareça. Cabe às autoridades municipais, estaduais e federais tomarem as iniciativas legais para que isso aconteça. E a nós provocar, manifestar nossa vontade. O Parque dos Beradeiros será, portanto, uma reserva horizontal, do trecho que faz frente com o complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré até, pelo menos, 2 km abaixo do local da ponte. O parque é um instrumento para valer como Área de Preservação Permanente (APP). Essa área seria dotada de infraestrutura para fiscalização e visitação por parte da população, com pistas de caminhada, academias ao ar livre, etc. O mais importante é que o Parque dos Beradeiros garantiria a não supressão da mata, o não desaparecimento desse patrimônio paisagístico, que tanto nos orgulha e que a todos encanta. Por todo o exposto, o convidamos para assinar o presente abaixo assinado.

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Deu no tablóide britânico The Sun: anfíbio raro apelidado de cobra-pênis é descoberto no Rio Madeira, em RO

Atretochoana eiselti foi descoberta no Rio Madeira (Foto: Juliano Tupan/Divulgação)

Atretochoana eiselti é um um anfíbio, que não tem olhos, que não tem pulmões e absorve oxigênio através da pele Foto: Juliano Tupan/Divulgação

O trabalho de um grupo de biólogos no canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira, em Porto Velho, resultou na descoberta de um anfíbio de formato parecido com uma cobra. Atretochoana eiselti é o nome científico do animal raro descoberto em Rondônia. Até então, só havia registro do anfíbio no Museu de História Natural de Viena e na Universidade de Brasília. Nenhum deles têm a descrição exata de localidade, apenas ‘América do Sul’.

O site R7 diz que ” Para você ter uma vaga ideia do quanto esse bicho é raro, havia um deles no Museu de História Natural de Viena, na Áustria, desde 1920 e só recentemente ele pode ser dissecado por cientistas de diversas partes do mundo.  Ele só pode ser dissecado porque deixou de ser o único exemplar desta espécie quando, em 1996, outro Atretochoana eiselti foi encontrado, em Brasília.

Dos seis exemplares encontrados pelo biólogo brasileiro, um morreu, três foram libertados novamente no meio ambiente e os outros dois foram levados para mais estudos porque o que se sabe a respeito deste tipo esquisito de animal é muito pouco.

Sabe-se que ele é um anfíbio, que não tem olhos, que não tem pulmões e absorve oxigênio através da pele. Medindo até 75 cm de comprimento, o Atretochoana eiselti é um mistério para os cientistas: como é que um animal deste tamanho consegue sobreviver sem ter pulmões? Rãs e sapos respiram através da pele também, mas possuem pulmões. Só animais muito pequenos, como insetos, conseguem levar a vida sem pulmões.”

Leia matéria completa no G1 e no tablóide britânico The Sun

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