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Livros para entender Rondônia – TV Cultura de Porto Velho, Crônicas de uma época

capa livro TV Cultura 001

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19/12/2012 · 08:36

Livros imprescindíveis para entender Rondônia – Nas Selvas Amazônicas

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“ Nas Selvas Amazônicas” é o relato vivo e colorido de uma viagem que Manoel Rodrigues Ferreira realizou ao Território de Rondônia (ex-Guaporé). Percorrendo os Rios Madeira, Mamoré e Guaporé, a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e os seringais da floresta amazônica, o autor descreve a natureza e o homem que nela vive. É também a história fascinante da conquista, povoamento e civilização daquela distante região do Centro-Oeste do Brasil. Este livro é, pois, a impressionante narrativa de uma viagem e é também Geografia física, humana, econômica e História. Na parte final o autor dedica um capítulo especial aos trabalhos da Comissão Rondon e á BR-29, Rodovia Brasília-Rondônia-Acre, que acabava de ser inaugurada. Pela primeira vez é descrita amplamente uma região amazônica que ao ser ligada diretamente a São Paulo pela moderna rodovia BR-29, oferece imensas possibilidades de desenvolvimento econômico e progresso social.”

NR : Mais um livro fantástico do saudoso e querido amigo MRF.

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Público lota Teatro Banzeiros, em Porto Velho, para conhecer os vencedores do 10º Festcineamazônia

Os músicos Eliakin Rufino e Princezito encerraram a 10ª edição do Festcineamazônia com um show que contagiou o público com músicas dançantes, regionais, africanas e um duelo de poesias.

Princezito, natural de Cabo Verde, é compositor, estudioso das várias vertentes do batuku (gênero musical cabo verdiano) em que aborda a canções tiradas das histórias, contos e provérbios populares. Já Rufino é poeta, cantor, escritor, professor de filosofia, produtor cultural e jornalista. Faz shows de música e poesia, com os quais já vem percorrendo o Brasil e diversos países há mais de 20 anos.

Os jurados da mostra competitiva foram a comunicóloga e produtora Samira Pereira, o cineasta Joel Zito Araújo, o ator e roteirista Thoamas Stravos, o produtor cultural Celso Brandão e produtor de cinema Wilsson Austurizag. Os jurados da categoria vídeo reportagem ambiental foram os jornalistas Solano Ferreira, Fred Perillo e o diretor de Cinema, Marcelo Cordeiro Quiroga.

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Poesia domina o último dia do Festcineamazônia, em Porto Velho

“Artista que tem de início a pretensão de ser artista já me causa desconfiança”. A provocação feita pela escritora e compositora Alice Ruiz abriu o debate ‘É de poesia que o mundo precisa’. Ao lado do escritor Marcos Quinan, do poeta Thiago de Melo e do músico africano Princezito, Alice Ruiz conversou durante cerca de duas horas com estudantes do ensino médio de escolas públicas de Porto Velho, nesta sexta pela manhã, no Teatro Banzeiros, centro da capital rondoniense.  O debate fez parte da programação paralela da décima edição do Festcineamazônia e foi mediado pelo poeta e professor Carlos Moreira. A discussão foi baseada ‘no fazer da poesia’ e a importância da arte e cultura para o mundo contemporâneo hoje. Vindo de Cabo Verde, o cantor Princezito explanou sobre as dificuldades em se produzir arte num país financeiramente pobre, além de contar a relação que teve a origem humilde dele próprio com a visão que possui hoje de cultura. “Isso está presente na minha música”, disse.   O cantor faz show de encerramento do festival ao lado do músico de Roraima Eliakin Rufino. No último dia da mostra competitiva foram exibidos 18 filmes. Entre eles, o paraense ‘Matinta’, de Fernando Segtowick, com Dira Paes no papel principal.  Este ano o Festicineamazônia trouxe como novidade a mostra Cinema e Samba, como filmes com temática sambista exibidos em uma escola de samba. o cineasta Aurélio Michilis, diretor de “O cineasta da selva” foi o homenageado da noite. O festival encerra no sábado, com a premiação dos vencedores do troféu Mapinguari e o show musical de Eliakin Rufino e Princezito.

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Miss Bumbum : em Rondônia, mulher de verdade desafia até o Photoshop. Viva !

Clique na foto e vá ao link do Yahoo para entender a polêmica da "gordurinha" que sobreviveu ao Photoshop

Clique na foto e vá ao link do Yahoo para entender a polêmica da “gordurinha” que sobreviveu ao Photoshop

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Comitê "Juntos pelo Direito à Paisagem" faz abaixo-assinado em prol do Parque dos Beradeiros, em Porto Velho

foto : B.Bertagna

foto : B.Bertagna

Na recente convenção Rio+20, os prefeitos das principais cidades do mundo apresentaram propostas, pactuaram investimentos e um cronograma de ações que vão contribuir com a melhoria da qualidade de vida em suas cidades e com a sustentabilidade do planeta. O fizeram por entenderem que o Homem mora nas cidades, nos municípios, e é ali que tem o dever de interferir em favor da construção de um ambiente melhor, para viver hoje e no futuro.
Confiantes de que este é o caminho, e aproveitando o ano do centenário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré que, junto com o Forte Príncipe da Beira, constituem os símbolos mais importantes da Nação Rondoniense, convidamos você para vir e trazer quantos puder, para salvar e preservar um outro grande símbolo da nossa identidade: a mata ciliar da margem esquerda do Rio Madeira que, de agora em diante, chamaremos de Parque dos Beradeiros.
Nova Iorque se orgulha do Central Park, Paris dos Campos Elísios, Rio de Janeiro do Jardim Botânico, da Mata da Tijuca e da Cinelândia, Belo Horizonte do Parque Municipal encravado no coração da cidade e Boa Vista do Parque Anuá com lago e praia. E nós? Que ambiente natural estamos deixando para lembrar nossa origem e para orgulhar nossos descendentes? Por estes exemplos e razões, queremos você, que ama por nascimento ou adoção esta terra, fazendo parte deste abaixo assinado em favor da criação e preservação do Parque dos Beradeiros na margem esquerda do Rio Madeira. Essa iniciativa é fundamental para garantir que aquela área de proteção permanente, de fato, permaneça lá, visto que com a construção da ponte na região da balsa, o acesso à margem esquerda do Rio Madeira ficará fácil. Por conta disso, já se anuncia e já se inicia uma grande especulação imobiliária. E a floresta, que teima em existir, está ameaçada de sucumbir. A ocupação daquela mata ciliar já existe. Mas esse processo tende a ser muito mais acelerado agora. O que se vislumbra é um prejuízo para esse patrimônio natural e para a cultura e a história de um povo. O pôr-do-sol mais lindo do mundo deixará de existir com a supressão da mata. A identidade cultural beradeira está ameaçada.Corremos o risco de não deixarmos esse legado aos nossos filhos.
O que se busca é mostrar a necessidade de garantir que o patrimônio paisagístico, que pertence a todos, não desapareça. Cabe às autoridades municipais, estaduais e federais tomarem as iniciativas legais para que isso aconteça. E a nós provocar, manifestar nossa vontade. O Parque dos Beradeiros será, portanto, uma reserva horizontal, do trecho que faz frente com o complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré até, pelo menos, 2 km abaixo do local da ponte. O parque é um instrumento para valer como Área de Preservação Permanente (APP). Essa área seria dotada de infraestrutura para fiscalização e visitação por parte da população, com pistas de caminhada, academias ao ar livre, etc. O mais importante é que o Parque dos Beradeiros garantiria a não supressão da mata, o não desaparecimento desse patrimônio paisagístico, que tanto nos orgulha e que a todos encanta. Por todo o exposto, o convidamos para assinar o presente abaixo assinado.

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Deu no tablóide britânico The Sun: anfíbio raro apelidado de cobra-pênis é descoberto no Rio Madeira, em RO

Atretochoana eiselti foi descoberta no Rio Madeira (Foto: Juliano Tupan/Divulgação)

Atretochoana eiselti é um um anfíbio, que não tem olhos, que não tem pulmões e absorve oxigênio através da pele Foto: Juliano Tupan/Divulgação

O trabalho de um grupo de biólogos no canteiro de obras da Usina Hidrelétrica Santo Antônio, no Rio Madeira, em Porto Velho, resultou na descoberta de um anfíbio de formato parecido com uma cobra. Atretochoana eiselti é o nome científico do animal raro descoberto em Rondônia. Até então, só havia registro do anfíbio no Museu de História Natural de Viena e na Universidade de Brasília. Nenhum deles têm a descrição exata de localidade, apenas ‘América do Sul’.

O site R7 diz que ” Para você ter uma vaga ideia do quanto esse bicho é raro, havia um deles no Museu de História Natural de Viena, na Áustria, desde 1920 e só recentemente ele pode ser dissecado por cientistas de diversas partes do mundo.  Ele só pode ser dissecado porque deixou de ser o único exemplar desta espécie quando, em 1996, outro Atretochoana eiselti foi encontrado, em Brasília.

Dos seis exemplares encontrados pelo biólogo brasileiro, um morreu, três foram libertados novamente no meio ambiente e os outros dois foram levados para mais estudos porque o que se sabe a respeito deste tipo esquisito de animal é muito pouco.

Sabe-se que ele é um anfíbio, que não tem olhos, que não tem pulmões e absorve oxigênio através da pele. Medindo até 75 cm de comprimento, o Atretochoana eiselti é um mistério para os cientistas: como é que um animal deste tamanho consegue sobreviver sem ter pulmões? Rãs e sapos respiram através da pele também, mas possuem pulmões. Só animais muito pequenos, como insetos, conseguem levar a vida sem pulmões.”

Leia matéria completa no G1 e no tablóide britânico The Sun

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Túnel do Tempo : BR 429

Cena rural na BR 429, entre Seringueiras e São Francisco do Guaporé, Rondônia

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Deu no site Defender.org : IPHAN tomba os postos telegráficos da Comissão Rondon em Ji-Paraná e Vilhena, em Rondônia

Clique na foto para ir ao site Defender.org

Clique na foto para ir ao site Defender.org

Leia também em PDF, “Trazias na mão o fio que fala… Rondon:O desbravador dos sertões, por Adler Homero Fonseca de Castro, na Revista Cultura”

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Mototaxistas de Rondônia e Acre poderão estar fora da lei a partir do dia 4 de agosto

foto : Wikipédia

foto : Wikipédia

Por Beto Bertagna

Grande parcela dos motociclistas profissionais de Rondônia e Acre, dentre eles os mototaxistas e motofretistas, poderá estar fora da lei a partir do dia 4 de agosto

Neste dia, termina o prazo de adequação à resolução 350 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran).

Um mototaxista de Porto Velho que preferiu não se identificar disse que “será práticamente impossível todo mundo se regularizar até a data marcada”.

A medida, em vigor desde o ano passado, obriga o motociclista-trabalhador a realizar um curso de 30 horas, ao custo aproximado de R$ 170,00.

De acordo com a Lei 12.009, para o exercício do mototáxi e do motofrete é necessário que o profissional tenha completado 21 anos, possua habilitação por pelo menos dois anos na categoria “A”, utilize colete de segurança dotado de dispositivos retrorrefletivos e seja aprovado em curso especializado, regulamentado pelo Contran.

Segundo a regulamentação do Conselho, o curso será dividido em duas etapas: Curso Teórico que terá carga horária de 25 horas-aula e o curso de Prática de Pilotagem Profissional com duração de 5 horas-aula.  Para realizar o curso, além dos requisitos exigidos pela Lei 12.009, o condutor não poderá estar cumprindo pena de suspensão do direito de dirigir, cassação ou impedido judicialmente de exercer os seus direitos.

Para ser aprovado no curso especializado o condutor deverá ter cem por cento de frequência e ser aprovado com setenta por cento na avaliação. Em caso de reprovação o condutor terá prazo máximo de 30 dias para realizar nova avaliação.

O curso será ministrado pelos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) ou por instituições por eles autorizadas e abordarão assuntos relativos à ética e cidadania na atividade profissional, noções de legislação, gestão do risco sobre duas rodas e segurança e saúde.

De acordo com a Resolução, serão reconhecidos os cursos específicos, destinados a motofretistas ou mototaxistas, que tenham sido ministrados por órgãos ou entidades do Sistema Nacional de Trânsito, Sistema S ou instituições por eles credenciadas até a entrada em vigor da Resolução 350 (15 de dezembro de 2010).

O motociclista profissional deverá realizar o curso de reciclagem a cada cinco anos. Esse curso terá carga horária de 10 horas-aula, sendo o módulo teórico de 7 horas-aula e o de prática de pilotagem de 3 horas-aula.

Outro requisito para o exercício da atividade é a autorização do poder público concedente e o registro da motocicleta na categoria aluguel.

Segundo o Wikipédia, o serviço de moto-táxi no Brasil surgiu na cidade de Crateús, no estado do Ceará, no final de 1995, mas, segundo alguns estudiosos, já existia na Alemanha desde 1987 e na Bolívia desde 1992. A região Nordeste foi pioneira no Brasil. Hoje, praticamente em todas as cidades brasileiras é verificado esse tipo de serviço.

Normalmente, o valor a ser pago é unico independente da distância a ser percorrida. Entretanto, o valor pode variar a depender do dia da semana ou horário, ou mesmo incrementado caso a distância acordada seja maior do que a usual.

Dependendo do porte da cidade, a atividade de transporte por moto-táxis pode ser registrada ou não. Cidades pequenas tendem a ter este serviço sem padronização nem legalização municipal. Cidades de tamanho maior tratam as moto-taxis como um serviço semelhante ao de táxi.

Acesse a Legislação:

Lei 12.009/2009 – Regulamenta o exercício das atividades de motofrete e mototáxi.

Resolução 350 do Contran – Regulamenta o curso de formação para motofretistas e mototáxis.

O motociclista profissional que descumprir a resolução estará sujeito à multa de R$ 191,54, podendo ter veículo e mercadoria apreendidos.

Sinceramente acho que  deveria ter mais a parte Prática do que Teórica, ainda mais em nossa cidade que vive um boom econômico, com um trânsito caótico. E vejo diariamente  motociclistas cometendo diversas infrações, como andar pelas calçadas e ultrapassar pela direita e imprudências, ficando ao lado das carretas, no famoso ponto cego.

Veja também : Mototaxistas ! Pelo amor de Deus não ultrapassem pela direita !

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Livros para entender Rondônia – Tudo que você precisa saber sobre Arqueologia (para nunca passar vergonha)

“Datando de 1953, Paul Bahn decidiu, em tempos remotos, fazer da arqueologia um meio de vida. Quando criança cavou buracos no jardins dos fundos de sua casa em Hull, encontrando fragmentos de cerâmica.Estes se revelaram imitação de cerâmica chinesa, e não romano antigo, mas a emoção da descoberta permaneceu intacta.

Mais tarde, estou arqueologia em Cambridge, obteve seu Ph.D., e adotou a aparência regulamentar dos arqueólogos (barba e roupas deselegantes), mas a despeito de semanas de desbravamento das selvas sul-americanas em busca de sítios perdidos, não conseguiu adquirir gosto nem por tabaco nem por álcool.

Passou a se dedicar como escritor freelance aos aspectos que considera mais interessantes na área, como dentes de cavalo e gravuras de genitálias (vide: Chocante:Cavalos atrelados no paleolítico ? ou Sem sexo por favor, somos aurignacianos).

O último livro de Paul Bahn, o profusamente ilustrado Imagens da Era Glacial, é altamente conceituado em certos círculos obscuros, e o público também gostou . Entre seus passatempos estão as sepulturas dos famosos, especialmente em Holywood, sobre as quais discorre ocasionalmente para pessoas que compartilham esse interesse mórbido. Infelizmente, seu Guia-Mapa Para os Túmulos das Estrelas, que costumam chamar de Cadáveres Célebres, está disponível somente nos EUA.

Felizmente todo este trabalho requer uma certa quantidade de pesquisa e viagem, que é o motivo pelo qual este livro não foi escrito num sítio arqueológico enlameado, mas numa praia em Figi. “

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Túnel do Tempo – 7 de setembro em Vila de Rondônia

Comemoração de 7 de setembro, em Vila de Rondônia, no local onde hoje é o Ginásio Gerivaldão. Ano 1977. foto : B. Bertagna

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Curta Amazônia : poesia, música e filmes na Madeira-Mamoré, em Porto Velho

O 3º Festival de Cinema Curta Amazônia fará hoje (29) uma homenagem aos familiares do jornalista Nelson Townes de Castro, falecido no ano passado.  A partir dessa edição a melhor produção rondoniense do Festival  receberá o nome de Troféu Nelson Townes. Hoje também tem  documentários ( “Cinematógrafo brasileiro em Dresden” e “Oswaldo Cruz na Amazônia – a saga das vacinas”) dos cineastas Eduardo Thielen e Stella Oswaldo Cruz Penido . Os filmes foram  produzidos nos estados de Rondônia, Amazonas e Pará e tem imagens e fragmentos do acervo de Oswaldo Cruz, bisavô de Stlella, quando esteve realizando levantamentos e implantando ações de prevenções às doenças tropicais na época da construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré .

Após a exibição dos filmes haverá a cerimônia de premiação do Festival informando os vencedores dessa edição. E, encerrando essa primeira noite do Curta Amazônia na Praça Madeira Mamoré teremos a apresentação das bandas regionais “As Testemunhas” , banda composta por Giovani, Raoni, Nino, Gabi, Elias, Kátia, Eliseu e Edivaldo Viecili. A outra banda regional que se apresentará será a banda “Malcriados” , formada por Dinho Reis,  Tino Lôco Alves, Cláudio Jonhson, Saulo e Bode.

Banda Malcriados se apresenta hoje à noite, no Curta Amazônia (foto:Divulgação)

Banda Malcriados se apresenta hoje à noite, no Curta Amazônia (foto:Divulgação)

No sábado (30) haverá apresentação do Duo Pirarublue da Amazônia, o lançamento do documentário “Madeira Mamoré 100 anos depois – o sonho não acabou!” do diretor rondoniense Carlos Levy e a entrega dos vencedores do concurso de pintura ambiental , encerrando a programação com a projeção dos filmes vencedores de 2012.

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Deu no G1:Começa novo ciclo de vida para os quelônios do Rio Guaporé, em RO

Foto: Jácomo Antönio Mediote/Divulgação Ibama

Foto: Jácomo Antönio Mediote/Divulgação Ibama

O Projeto Quelônios do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) de Rondônia tem a meta de recuperar o estoque natural de quelônios no estado, principalmente tartarugas e tracajás. Desde o início do projeto, em 1976, a mudança foi significativa, em uma praia do Rio Guaporé em que desovavam 100 tartarugas e 83 tracajás no ano de 1983, no ano de 2010, desovaram de quatro a cinco mil fêmeas destas espécies.

Veja matéria completa no G1

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Rondônia : Documentarista e fotógrafo Luiz Brito detona no Facebook “associação” local que o acusou de “pirataria”

Abaixo está a cópia da denúncia feita pela dita associação que envolveu o documentarista Luiz Brito e o economista e historiador Anisio Gorayeb Filho, duas pessoas respeitadas na sociedade rondoniense.

Tudo porque ambos realizaram no início do ano uma exposição fotográfica sem fins lucrativos na Estrada de Ferro Madeira-Mamoré para alunos das escolas públicas de Porto Velho-Rondônia,  comemorando o centenário da ferrovia, onde foram exibidas fotos do fotógrafo americano Dana Merril e O.F. Souza.

Outras autoridades da área cultural de Rondônia como o Secretário de Estado da Cultura e Esportes – SECEL, Francisco Leilson Celestino de Souza Filho e o Presidente da Fundação Cultural Iaripuna, Altair dos Santos também foram tratadas de forma grosseira e chula, como se pode ver no documento abaixo.

Clique na imagem para ampliar

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E esta é a resposta da USP , negando que a dita associação possua qualquer direito autoral  sobre as fotos citadas da Exposição Trilhos e Sonhos, que em pleno ano do centenário da EFMM ninguém ainda viu . 

Luiz Brito publicou no seu perfil :

“Em anexo, apresentamos a solicitação via oficio do titular da Secel ao Museu Paulista da USP solicitando os esclarecimentos dos fatos, pois essa associação local que se intitula dona dos impressos cedidos para exposição pública em Rondônia, fez de uma certa forma precipitada uma ampla divulgação na imprensa rondoniense e apresentou denúncia formal no MP contra o fotógrafo Luiz Brito e autoridades da área cultural de Porto Velho, cobrando e denunciando como se ela fosse dona dos direitos autorais e patrimoniais.”

Veja mais em http://www.facebook.com/luiz.b.portovelho

Luiz Brito, um artista rondoniense respeitado no Brasil e no exterior

Luiz Brito, um artista rondoniense respeitado no Brasil e no exterior, já realizou diversas exposições fotográficas na Europa

Para entender a história

O fotógrafo e documentarista rondoniense Luiz Brito, autor de livros antológicos como “Revelando Porto Velho” e dos filmes “Taba , Querida Taba” e “Povo Amondawa” publicou nas redes sociais um desabafo com provas documentais contra um massacre moral a que foi submetido alguns meses atrás, juntamente com o economista e historiador Anisio Gorayeb Filho.

Brito, um ativista cultural conhecido e respeitado no Brasil e exterior foi denunciado no Ministério Público Estadual e na Polícia Federal por crime de pirataria por uma auto-intitulada associação de amigos , fato imediatamente divulgado por uns indigitados “trombadinhas” de um site sensacionalista local, pautados pela dita associação, e acostumados a chafurdar na lama.

Esta divulgação aumentou em proporção geométrica o dano do ataque à honra do fotógrafo, pela ampla expansão da notícia, causando um dano irreparável e de dificil dimensão à imagem de profissional correto que Luiz Brito goza no meio artístico e cultural de Rondônia e do Brasil . Idem em relação à Anisio Gorayeb, que já ocupou importantes cargos no Estado sempre com uma conduta ilibada.

Felizmente, a mentira tem perna curta. E agora Brito pretende devolver na mesma moeda os ataques e as denúncias feitas contra sua pessoa à Polícia Federal e ao MP. Uma ação por denunciação caluniosa, injúria, danos morais  e difamação vem pesada por aí contra quem assinou o famigerado documento da associação, contumaz autora de acusações vazias ,  e quem o divulgou de má-fé.

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Rondônia : Documentarista e fotógrafo Luiz Brito detona no Facebook "associação" local que o acusou de "pirataria"

Abaixo está a cópia da denúncia feita pela dita associação que envolveu o documentarista Luiz Brito e o economista e historiador Anisio Gorayeb Filho, duas pessoas respeitadas na sociedade rondoniense.

Tudo porque ambos realizaram no início do ano uma exposição fotográfica sem fins lucrativos na Estrada de Ferro Madeira-Mamoré para alunos das escolas públicas de Porto Velho-Rondônia,  comemorando o centenário da ferrovia, onde foram exibidas fotos do fotógrafo americano Dana Merril e O.F. Souza.

Outras autoridades da área cultural de Rondônia como o Secretário de Estado da Cultura e Esportes – SECEL, Francisco Leilson Celestino de Souza Filho e o Presidente da Fundação Cultural Iaripuna, Altair dos Santos também foram tratadas de forma grosseira e chula, como se pode ver no documento abaixo.

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E esta é a resposta da USP , negando que a dita associação possua qualquer direito autoral  sobre as fotos citadas da Exposição Trilhos e Sonhos, que em pleno ano do centenário da EFMM ninguém ainda viu . 

Luiz Brito publicou no seu perfil :

“Em anexo, apresentamos a solicitação via oficio do titular da Secel ao Museu Paulista da USP solicitando os esclarecimentos dos fatos, pois essa associação local que se intitula dona dos impressos cedidos para exposição pública em Rondônia, fez de uma certa forma precipitada uma ampla divulgação na imprensa rondoniense e apresentou denúncia formal no MP contra o fotógrafo Luiz Brito e autoridades da área cultural de Porto Velho, cobrando e denunciando como se ela fosse dona dos direitos autorais e patrimoniais.”

Veja mais em http://www.facebook.com/luiz.b.portovelho

Luiz Brito, um artista rondoniense respeitado no Brasil e no exterior

Luiz Brito, um artista rondoniense respeitado no Brasil e no exterior, já realizou diversas exposições fotográficas na Europa

Para entender a história

O fotógrafo e documentarista rondoniense Luiz Brito, autor de livros antológicos como “Revelando Porto Velho” e dos filmes “Taba , Querida Taba” e “Povo Amondawa” publicou nas redes sociais um desabafo com provas documentais contra um massacre moral a que foi submetido alguns meses atrás, juntamente com o economista e historiador Anisio Gorayeb Filho.

Brito, um ativista cultural conhecido e respeitado no Brasil e exterior foi denunciado no Ministério Público Estadual e na Polícia Federal por crime de pirataria por uma auto-intitulada associação de amigos , fato imediatamente divulgado por uns indigitados “trombadinhas” de um site sensacionalista local, pautados pela dita associação, e acostumados a chafurdar na lama.

Esta divulgação aumentou em proporção geométrica o dano do ataque à honra do fotógrafo, pela ampla expansão da notícia, causando um dano irreparável e de dificil dimensão à imagem de profissional correto que Luiz Brito goza no meio artístico e cultural de Rondônia e do Brasil . Idem em relação à Anisio Gorayeb, que já ocupou importantes cargos no Estado sempre com uma conduta ilibada.

Felizmente, a mentira tem perna curta. E agora Brito pretende devolver na mesma moeda os ataques e as denúncias feitas contra sua pessoa à Polícia Federal e ao MP. Uma ação por denunciação caluniosa, injúria, danos morais  e difamação vem pesada por aí contra quem assinou o famigerado documento da associação, contumaz autora de acusações vazias ,  e quem o divulgou de má-fé.

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2012 : Festa do Divino Espírito Santo no Vale do Guaporé, Rondônia , Brasil

A Festa do Divino Espírito Santo no Vale do Guaporé , na fronteira de Rondônia com a Bolívia, é uma das maiores, senão a maior, manifestação do Patrimônio Imaterial da região. A Irmandade fez o pedido de Registro como Patrimônio Cultural Brasileiro  junto ao IPHAN.  O Batelão conduzindo os símbolos sagrados do Divino chegará a Piso Firme, Bolívia no dia 23 de maio, após percorrer todos os povoados do Guaporé.  Enquanto durar a festa, que vai até o domingo, dia 27  de maio de 2012 deixaremos este vídeo na primeira página.

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Túnel do Tempo – Encontro de Arquitetos em RO, 1984

foto : Monteclaro Jr.

foto : Monteclaro Jr.

Na foto  Joel Tápia, Clelia Coelho, Monteclaro Jr e …. ajuda aí !

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Fátima Cleide vence prévias e será indicada candidata do PT à Prefeitura de Porto Velho, em Rondônia

Foi uma disputa acirrada, disputada até os últimos momentos de votação. Mas Fátima Cleide, a candidata mais preparada para manter a união dos simpatizantes e afiliados do Partido dos Trabalhadores, venceu a chapa de Cláudio Carvalho, apoiada pelo atual prefeito, por 526 a 490 votos no 2º turno das prévias do PT. Para a maioria dos petistas, a hora é de agregar os militantes para a campanha e buscar alianças com outros partidos para o pleito.

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Túnel do Tempo : Porto Velho, Território Federal do Guaporé

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Túnel do Tempo : Beron

Rondônia PASSAVA por aqui…

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Deu no G1:Acidente entre ônibus e carreta deixa 9 mortos e 24 feridos em Rondônia

Nove pessoas morreram e 24 ficaram feridas em um acidente envolvendo um ônibus e uma carreta na noite desta quarta-feira (7) na BR 364 no município de Ariquemes, a 200 km de Porto Velho. De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal, o ônibus fretado levava passageiros para a Bolívia. Por volta das 23h, a carreta, que vinha no sentido contrário, teria saído da pista. O ônibus bateu no baú da carreta. A relação das vítimas fatais, divulgadas pela PRF é a seguinte :

Ronaldo Paulino Alves, 45 anos
Nadir Antunes dos Reis, 49 anos
Maria Odilia Ferreira Souza, 57 anos
Maria Gomes Vieira, não informado
Maria das Graças Nascimento, 51 anos
Marcelino Francisco de Souza, 56 anos
José Anacleto Vieira, 56 anos
Jamiro Ferreira Lopes, 40 anos
Geni Barbosa Terlan, 59 anos

A notícia completa você lê no G1 .

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Livros para entender Rondônia – Tristes Trópicos, de Claude Lévi-Strauss

Mestre da Antropologia contemporânea, na qual introduziu uma nova metodologia — a análise estrutural —, Claude Lévi-Strauss está inquestionavelmente ligado ao Brasil através de Tristes Trópicos. Nesta obra, Lévi-Strauss — chegado ao Brasil em 1935, para exercer a função de professor de Sociologia na Universidade de S. Paulo — não se limita a descrever a sua vivência com os índios brasileiros — Cadiueus, Bororos, Nambiquaras e Tupi-Cavaíbas: faz também uma descrição do Brasil da época, da sua história e de tudo quanto observou nas suas expedições de estudo às zonas do Paraná, do Pantanal, da Amazónia e do Sertão, entre outras.

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Duvanier Paiva, o "homem da Transposição" morre de infarto, em Brasília

Duvanier Paiva Ferreira nasceu em São Paulo, capital, em 6 de fevereiro de 1955. Desde junho de 2007, ocupava o cargo de Secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento. Era também membro do Conselho de Administração da Companhia Docas do Estado de São Paulo. Duvanier Paiva Ferreira morreu na noite desta quarta-feira (18/1), aos 56 anos, após sofrer um infarto. Em nota, a ministra Miriam Belchior disse ter recebido a notícia com “profundo pesar” e ressaltou o trabalho de Duvanier como “defensor incansável da democratização nas relações de trabalho, promotor do diálogo e profissional dedicado”. Duvanier era o grande interlocutor do Projeto de Transposição dos servidores para a União, em Rondônia. Mais um capítulo no sofrimento de milhares de funcionários públicos. O velório de Duvanier Paiva será realizado no Campo da Boa Esperança, Capela 2, a partir de 12h30, em Brasilia (DF).

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Duvanier Paiva, o “homem da Transposição” morre de infarto, em Brasília

Duvanier Paiva Ferreira nasceu em São Paulo, capital, em 6 de fevereiro de 1955. Desde junho de 2007, ocupava o cargo de Secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento. Era também membro do Conselho de Administração da Companhia Docas do Estado de São Paulo. Duvanier Paiva Ferreira morreu na noite desta quarta-feira (18/1), aos 56 anos, após sofrer um infarto. Em nota, a ministra Miriam Belchior disse ter recebido a notícia com “profundo pesar” e ressaltou o trabalho de Duvanier como “defensor incansável da democratização nas relações de trabalho, promotor do diálogo e profissional dedicado”. Duvanier era o grande interlocutor do Projeto de Transposição dos servidores para a União, em Rondônia. Mais um capítulo no sofrimento de milhares de funcionários públicos. O velório de Duvanier Paiva será realizado no Campo da Boa Esperança, Capela 2, a partir de 12h30, em Brasilia (DF).

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Livros para entender Rondônia – Rondon, de Todd Diacon

Aos 35 anos de idade. Cândido Mariano da Silva Rondon recebeu do governo brasileiro a tarefa de construir as linhas telegráficas que ligariam o estado de Mato Grosso ao Amazonas, território então pouco explorado, cuja comunicação com o centro administrativo do país era precária. De 1900 a 1915, O marechal cuidou de efetivar seu projeto e deu a ele ares de uma verdadeira “missão”.
E dessa figura tida ora como herói desbravador, um autêntico defensor dos indígenas, ora como agente violento de expansão do autoritarismo do Estado — que trata este livro. Sem desprezar esses vários lados, Todd A. Diacon procura entender a atuação do marechal como um projeto político de integração nacional. Para tanto, enfatiza pontos até agora pouco examinados da trajetória desse personagem, como a presença decisiva das idéias positivistas. Ao discutir os feitos e os fracassos do militar e apresentar os aspectos simbólicos que constituíram sua carreira, o autor dá nova atualidade ao tema, e revela como “a invenção e reinvenção de Rondon continuará a acompanhar a invenção e reinvenção da nação brasileira”.

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A cada dia, 40 haitianos deixarão o Acre rumo a Rondônia

Foto: Gleisson Miranda/Secom-AC

Foto: Gleisson Miranda/Secom-AC

O governo federal  dará suporte às ações das autoridades acrianas para resolver os problemas dos 1,2 mil haitianos que estão irregularmente na cidade de Brasileia, fronteira com Cobija, na Bolívia.    O secretário de Justiça e Direitos Humanos do Acre, Nilson Mourão, disse que, a partir de segunda-feira (9), 40 haitianos deixarão Brasileia diariamente com todos os documentos regularizados, como vistos de permanência no Brasil, vacinação em dia e Carteira de Trabalho e Previdência Social (CTPS). Mourão informou que a maior parte dos haitianos já regularizados deixará o Acre com destino à Rondônia, onde trabalharão em empresas responsáveis pela construção das usinas hidrelétricas Jirau e Santo Antônio. Outros estão sendo contratados por empresas para trabalhar em Santa Catarina, Cuiabá e São Paulo.

“Recebi a informação de que uma grande empresa brasileira está interessada na mão de obra dos haitianos e virá ao Acre para contratar de 200 a 250 deles”, acrescentou o secretário. Mourão não disse o nome da empresa porque, segundo ele, foi feito até agora apenas um primeiro contato e não tem nada de oficial ainda.

O governo federal vai ajudar na área de segurança alimentar e com repasse de recursos para concessão de passagens para que eles deixem o estado, além de fornecer serviços de saúde como vacinação e, especialmente, de detecção de vírus HIV e da hepatite.

Segundo o secretário, apesar do grande número de imigrantes instaladas em Brasileia, município com 15 mil moradores na área urbana, o número de haitianos que cruzam a fronteira da cidade com o Peru tem reduzido.

Com informações da  Agência Brasil

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Incra vai assentar vítimas do Massacre de Corumbiara, em Rondônia

Por Jeanne Machado

Na próxima terça-feira (13), a Justiça Federal vai imitir na posse o Incra em Rondônia as fazendas Água Viva e Maranatá, desmembradas da antiga fazenda Santa Elina, onde houve , em 1995, o conflito agrário conhecido como Massacre de Corumbiara. A medida significa que, a partir desta data, a Autarquia poderá iniciar os procedimentos para a criação de assentamentos da reforma agrária na região.
O Massacre de Corumbiara aconteceu em agosto de 1995 na fazenda Santa Elina, em Corumbiara(RO), envolvendo trabalhadores rurais sem-terra acampados no local e policiais militares. O conflito deixou 12 vítimas fatais, sendo uma criança, nove adultos e dois policiais, e 53 feridos

O imóvel foi declarado de interesse social para fins de reforma agrária pelo presidente Lula, através de decreto em 2010, e o processo de desapropriação teve o pagamento das terras realizado em julho. Foram desapropriados 14.550 hectares, avaliados em aproximadamente R$ 52,7 milhões em benfeitorias e Títulos da Dívida Agrária (TDA’s).

O Incra aguarda a desocupação total do imóvel. Os estudos técnicos do Incra apontam que devem ser assentadas em torno de 400 famílias em dois assentamentos na antiga Fazenda Santa Elina, posteriormente desmembrada as fazendas Maranatá e Água Viva.

Histórico
Na época do conflito, o Incra fez o levantamento das famílias do local, totalizando 623 e distribuiu-as em seis assentamentos do estado: Guarajus, Américo Ventura, Rio Branco, Lagoa Nova, Santa Catarina e Santa Catarina Expansão. Em 2007, o Comitê de Defesa das Vítimas de Santa Elina (Codevise) realizou uma mobilização em Brasília, negociando com a Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República providências para as vítimas, ocasião em que apresentou uma nova relação com 81 famílias que seriam remanescentes do massacre e ainda não haviam sido assentadas.

No mesmo ano, o Incra deu início à identificação de possíveis áreas para o assentamento dessas famílias remanescentes, ao tempo em que iniciou o processo de desapropriação da fazenda. O laudo agronômico concluiu que o imóvel era produtivo, porém com passivo ambiental. No ano seguinte, com o apoio do Ibama, foi realizada uma nova vistoria que confirmou a degradação ambiental da área, possibilitando assim a desapropriação

Cadastramento
A partir de agora o Incra vai cadastrar as famílias, fazer a triagem junto aos órgãos públicos para verificar a situação dos candidatos e realizar a demarcação provisória dos lotes. Esses são os próximos passos, na explicação do superintendente do Incra em Rondônia, Carlino Lima, para um desfecho final do caso.

Conforme acordo entre a Presidência da República e o Comitê em Defesa das Vítimas de Santa Elina (Codevise), serão assentadas com prioridade as vítimas comprovadas do Massacre de Corumbiara e depois as famílias de trabalhadores rurais sem terras dos acampamentos Cambará, Zigolândia, Rio das Pedras e região. Todos devem preencher os requisitos exigidos pelo Programa Nacional de Reforma Agrária, como não ser funcionário público, comerciante, ex-beneficiário de terras públicas, entre outros.

 

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Só vendo prá crer : funcionários públicos poderão escolher o banco para receber seus salários em 2012

 

Teóricamente, a partir de janeiro de 2012, todos os funcionários públicos brasileiros poderão escolher o banco em que  vão receber seu salário. A chamada portabilidade de conta chega atrasada. mais precisamente  três anos depois da liberação para os funcionários de empresas privadas. Com a portabilidade, as contas podem ser mudadas sem cobrança de tarifas . A mobilidade faz parte de um amplo pacote elaborado em 2006 pelo Banco Central (BC) para estimular a concorrência entre bancos. Além da conta-salário, as medidas incluem a portabilidade do cadastro dos clientes e  de operações de crédito. Neste caso, a pessoa pode transferir um empréstimo de um banco para outro que oferecer melhores condições de pagamento. Quem quiser receber seus vencimentos em outro banco terá de fazer um único comunicado ao banco a que está vinculado hoje. A partir daí, o este terá de transferir, sem custo e no mesmo dia, o salário do cliente para a conta informada previamente. “Folhas de pagamento são importantes para os bancos”, diz o Ricardo Mollo, professor do Insper . As instituições usam os salários para reter clientes. “Um banco de varejo vive de escala e, com as folhas, pode oferecer pacotes  com redução de tarifas.” Outro ponto que deve garantir clientes é a oferta de crédito consignado juntamente com o pacote da conta corrente. Segundo Mollo, o Banco do Brasil (BB) atuou fortemente nessa área, fazendo ofertas agressivas de exclusividade de folha aliada a consignado. “O BC soltou uma norma proibindo essa prática, mas apenas para os novos contratos.” As cidades que possuem apenas um banco também é  fator de restrição à portabilidade. Os clientes não são organizados e perdem força na hora de pleitear taxas menores. Em tese o BB é a instituição que mais perde com a liberação das contas pois  é responsável  por grande parte do pagamento de salários dos barnabés no país. São cerca de 7 milhões de servidores públicos,  12% da base de clientes pessoas físicas do BB. Atualmente o banco é o agente financeiro em Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato grosso, Bahia, Paraíba, Rio Grande do norte, Piauí, Maranhão, Rondônia, Roraima, Acre, Tocantins e Amapá As capitais são São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO), Cuiabá (MT), Palmas (TO), Porto Velho (RO), São Luiz (MA), Teresina (PI), Fortaleza (CE), Natal (RN), João Pessoa (PB), Recife (PE), Maceió (AL), Macapá (AP), Boa Vista (RR) e Rio Branco (AC).

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"Nem da Rocinha" não vai para Porto Velho

Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, será transferido neste sábado (19) para o Presídio Federal de Campo Grande,no Mato Grosso do Sul,  o mesmo que, até o ano passado, abrigou o traficante Fernandinho Beira-Mar, conhecido como um dos maiores traficantes de armas e drogas da América Latina. De acordo com o diretor da penitenciária Washington Clark, Nem deve permanecer em uma área isolada, conhecida como triagem,com 7 m2 por pelo menos 20 dias. Ainda segundo Clark, o tratamento que será oferecido a Nem é o mesmo dispensado aos demais detentos que estão na unidade, uma das quatro mantidas pelo Depen (Departamento Penitenciário Nacional) no país.   O pedido de transferência de Nem foi feito pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e autorizado pela Justiça Federal nesta sexta-feira (18). A presidência do TJ/RJ afirmou que Nem não poderia permanecer no Rio. Também serão transferidos Anderson Rosa Mendonça, conhecido como Coelho, Valquir Garcia dos Santos, o ‘Carré’, e Flávio Melo dos Santos. Todos serão transportados em um avião da Polícia  Federal.via R7

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“Nem da Rocinha” não vai para Porto Velho

Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha, será transferido neste sábado (19) para o Presídio Federal de Campo Grande,no Mato Grosso do Sul,  o mesmo que, até o ano passado, abrigou o traficante Fernandinho Beira-Mar, conhecido como um dos maiores traficantes de armas e drogas da América Latina. De acordo com o diretor da penitenciária Washington Clark, Nem deve permanecer em uma área isolada, conhecida como triagem,com 7 m2 por pelo menos 20 dias. Ainda segundo Clark, o tratamento que será oferecido a Nem é o mesmo dispensado aos demais detentos que estão na unidade, uma das quatro mantidas pelo Depen (Departamento Penitenciário Nacional) no país.   O pedido de transferência de Nem foi feito pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e autorizado pela Justiça Federal nesta sexta-feira (18). A presidência do TJ/RJ afirmou que Nem não poderia permanecer no Rio. Também serão transferidos Anderson Rosa Mendonça, conhecido como Coelho, Valquir Garcia dos Santos, o ‘Carré’, e Flávio Melo dos Santos. Todos serão transportados em um avião da Polícia  Federal.via R7

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Jerico em Buritis, Rondônia, década de 90

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No tempo das cachoeiras

Cachoeira de Santo Antônio, Porto Velho, Rondônia. 2005. Hoje, neste mesmo lugar tem uma muralha de concreto. É o progresso. Que M !

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Rafinha Bastos troca Rondônia por Roraima e Jacy-Paraná vai parar na fronteira com a Venezuela

O programa A Liga, exibido em rede nacional pela TV Bandeirantes nesta terça-feira, 6 , ía até bem mostrando a indústria do sexo num determinado bairro em Campinas/SP.  Mas ao citar o que seriam outros locais de prostituição a céu aberto, o apresentador Rafinha Bastos escorregou na Geografia e citou o distrito de Jacy-Paraná, a 90 quilômetros de Porto Velho como situado no Estado de Roraima. A equipe de produção deve ter faltado à aula no mesmo dia do apresentador-cômico e tascou uma animação gráfica jogando o distrito quase na fronteira com a Venezuela. Uma telespectadora comentou que “Rafinha fez isto para aliviar sua barra, porque ficou com a consciência pesada depois de sacanear Rondônia num vídeo.” Já a redação deste blog acha que deve ser uma das piadas de gosto discutível do cômico.

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Mobilização contra a malária no Acre, Amazonas, Amapá, Roraima, Pará e Rondônia

Mobilização Contra Malária, que acontecerá em seis estados da região norte do país: Amazonas, Acre, Amapá, Tocantins, Pará, Rondônia e Roraima, foi lançada nesta segunda-feira (5) pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e pelo secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa. Além de mostrar as novas ações, foram apresentados os números que apontam para a redução de 31% de casos da malária no primeiro semestre de 2011.

Para complementar as ações na comunidade e levar informações sobre malária à população, foi realizada uma campanha de comunicação que atingirá as 450 mil famílias moradoras dos municípios e seguirá as três fases: prevenção com uso de mosquiteiro/cortinado impregnado de inseticida, diagnóstico rápido e tratamento da malária completo e que também foram apresentadas aos participantes, após a coletiva.

Segundo o Ministério da Saúde,  já ocorreu a diminuição de 31% dos casos da doença. De janeiro a junho de 2011 foram notificados 115.798 casos da doença e este número em 2010, no mesmo período, era de 168.397. Serão distribuídos 1.100.000 (um milhão e cem mil) Mosquiteiro/cortinados Impregnados com Inseticidas de Longa Duração (MILDs). 500 mil testes de malária serão disponibilizados para que sejam realizados exames em pessoas moradoras de comunidades mais afastadas da Amazônia brasileira.

 Municípios prioritários:

 Acre: Cruzeiro do Sul, Mâncio Lima, Plácido de Castro e Rodrigues Alves;

Amazonas: Atalaia do Norte, Autazes, Barcelos, Borba, Careiro, Coari, Guajará, Humaitá, Iranduba, Itacoatiara, Lábrea, Manacapuru, Manaus, Manicoré, Novo Aripuanã, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva, Santa Isabel do Rio Negro, São Gabriel da Cachoeira e Tabatinga;

Amapá: Oiapoque e Porto Grande;

Pará: Itaituba, Anajás, Jacareacanga, Pacajá, Itupiranga, Novo Repartimento e Tucurui;

Rondônia: Alto Paraíso, Buritis, Campo Novo de Rondônia, Candeias do Jamari, Cujubim, Guajará-Mirim, Itapuã do Oeste, Machadinho D’Oeste, Nova Mamoré e Porto Velho.

Roraima: Bonfim, Cantá, Caracaraí e Rorainópolis.

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Diga-se de Passagem…

Para quem não conhece o Flávio Carneiro , ele foi um dos grandes incentivadores da cultura em Rondônia. Poeta de primeira, com diversas letras musicadas por gente da estirpe de Nilson Chaves, Ernesto Melo, Bado, Augusto Silveira e Binho , Flávio hoje está em estado consciente mas sem movimentos, recebendo todo o carinho e atenção da sua família, da Chiquinha e da Carolina. O livro é um sonho que agora se concretiza, uma coletânea de suas poesias, dentre elas a que dá titulo ao livro e é uma música feita em parceria com Augusto Silveira. Compre um livro, dê de presente para os seus amigos, para fazer circular e imortalizar a obra deste batalhador cultural , Flávio Carneiro.

foto: B. Bertagna

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Falso restaurante canibal em Rondônia:mais uma “pegadinha” da net

Um boato da Internet transformou rapidamente Rondônia num escândalo do Brasil na imprensa mundial como praticante de canibalismo em restaurante de antropófagos em Guajará Mirim.  O falso boato, fruto de uma armação na Internet prejudica a imagem da cidade, de Rondônia e do Brasil.  O site http://forum.hardmob.com.br publicou o seguinte texto, aparentemente da Folha.com : ” Restaurante brasileiro causa polêmica em Berlim ao oferecer carne humana”

“O restaurante brasileiro Flimé causou polêmica e duras críticas na capital alemã, Berlim, ao anunciar que vai abrir uma filial na cidade no próximo dia 8 de setembro. O restaurante, cuja matriz fica em Rondônia, inclui em sua campanha de inauguração na Alemanha um cadastro para clientes interessados em oferecer partes do seu próprio corpo.

O site do restaurante não inclui no cardápio nenhuma referência direta à carne humana, mas diz seguir a cultura indígena wari –tribo da selva amazônica conhecida pela cultura do canibalismo–, na qual “comer é um ato espiritual com o qual ganhamos a mente e a força da criatura comida”.

O vice-presidente da União Cristã-Democrata de Berlim, Michael Braun, expressou sua indignação com o restaurante e culinária. “Espero que seja apenas uma brincadeira de mau gosto”, afirma Braun ao jornal alemão “The Bild”, acrescentando que a campanha poderia ser apenas para despertar a curiosidade dos clientes.

O restaurante também já causou alvoroço em Guarajá-Mirim (RO), onde cerca de mil pessoas fizeram um protesto contra o uso de carne humana no cardápio da matriz. Em uma entrevista divulgada no YouTube há duas semanas, o proprietário Eduardo Amado diz que os protestos ajudam a atrair clientes e que todos deveriam provar a culinária wari, já que os clientes voltam com “um sorriso no rosto”. Ele não cita em nenhum momento explicitamente o fato de oferecer carne humana no cardápio.

A Folha.Com tentou entrar em contato com o restaurante, mas não obteve resposta. Na internet é possível ainda ver depoimentos de clientes que recomendam o prato polêmico e aqueles que criticam o canibalismo.

No site trilíngue (alemão, português e inglês), os clientes interessados podem preencher um cadastro com uma série de perguntas sobre hábitos médicos e de saúde, como fumo, consumo de bebidas alcoólicas e frequência de atividade física.

No fim, há um alerta: “Os membros associados do Flimé concordam, com este, em doar para o Flimé qualquer parte de seu corpo, que será determinada pelo próprio associado. […] A finalidade do uso da parte doada é de livre escolha do Flimé”.

O endereço do restaurante de Berlim ainda é secreto. Mas para os brasileiros, há no site instruções sobre como chegar ao Flimé, em meio à selva amazônica em Rondônia.

http://forum.hardmob.com.br/newthrea…stthread&f=226

http://www.flime-restaurante.com/

O site Nillnews, também deu destaque à matéria http://tinyurl.com/2vbezj7

O site Opera Mundi ( http://tinyurl.com/344whcu ) publicou, em matéria assinada por Pedro Aguiar e Laisa Beatriz que “Mídia internacional ignora indícios de fraude e publica notícia sobre restaurante canibal”

A mídia de vários países do mundo se viu envolvida nesta quinta-feira (26/8) em uma notícia polêmica com ares de montagem bem armada. Um restaurante em Rondônia especializado em receitas canibais estaria procurando doadores voluntários para fornecer seu principal ingrediente: carne humana.

Em seguida, diversos jornais, portais e agências de notícias de diversos países repercutiram a entrevista do Bild, mencionando também anúncios que teriam sido publicados em jornais locais na Alemanha e um vídeo postado no site YouTube com uma entrevista com o suposto dono do restaurante. Entre eles, estavam o inglês The Guardian, a revista alemã Der Spiegel e as agências ANSA e Efe (embora somente em seu serviço em espanhol). Boa parte da imprensa portuguesa também deu crédito à história, inclusive veículos grandes como a TV RTP e o jornal Expresso .

A maioria divulgou um website em que um suposto restaurante oferece iguarias da culinária wari – uma tribo amazônica de Rondônia que, de fato, praticava canibalismo na época anterior ao contato com os brancos. Ao mesmo tempo, também disponibiliza um formulário para potenciais doadores oferecerem partes de seus corpos como carne e ainda procura “cirurgiões de mente aberta” dispostos a realizar as operações. No texto, escrito em alemão e em português (com a ortografia de Portugal pré-acordo), o Flimé promete arcar com os custos hospitalares.

Evidências

Em pouco tempo, a notícia ganhou páginas na web, blog, redes sociais e fóruns de discussão, com algumas pessoas escandalizadas e muitas duvidando da veracidade da notícia.

No entanto, como o Opera Mundi apurou, as evidências de informação forjada (ou hoax, como se diz no jargão de internet) se acumulam no caso do “restaurante canibal”. O website do estabelecimento divulga uma localização na cidade de Guajará-Mirim (RO) com um link para um mapa do GoogleMaps que, por sua vez, publica um endereço e um telefone. Ao ligar para o número, a reportagem do Opera Mundi constatou se tratar de uma agência bancária.

“Aqui é o Bradesco de Guajará-Mirim. Não conhecemos nenhum restaurante com esse nome na cidade. Duas pessoas já ligaram hoje”, disse Aline Costa, funcionária do banco. “Esse número é da agência há mais de 20 anos”.

Erros e montagens

No próprio site do “restaurante” e no vídeo colocado no YouTube, os autores erram o nome da cidade por duas vezes: primeiro, como “Guarajá Mirim”, depois como “Guajirim-Mirim”. Além disso, o vídeo mostra o prédio da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, na Cinelândia, como se fosse na cidade em Rondônia, e uma faixa com os dizeres “Pare canibalismo” – soando como uma tradução automática do inglês “stop cannibalism”. (NR: o áudio é mal feito, aparentemente numa sala improvisada, sem tratamento acústico )

No vídeo, que filma a tela de uma TV com aparência de programa jornalístico, é exibida uma reportagem sobre uma manifestação que teria reunido “mais de mil pessoas” na cidade (a população local é de 40 mil). Em seguida, aparece uma entrevista com um português identificado como o chef Eduardo Amado, explicando as origens da cozinha wari e dizendo não se importar com a polêmica do canibalismo. A repórter que o entrevista, usando microfone sem identificação de nenhum canal de TV, tenta disfarçar um claro sotaque português como se fosse brasileira.

“Todo o povo que passa por nosso restaurante volta sempre com prazer, um sorriso nos lábios”, afirma o entrevistado.

Recomendação

Uma segunda versão, publicada em 17 de agosto, traz legendas em inglês sobre o vídeo anterior. Abaixo do monitor, na imagem, passam legendas de horóscopo de um jornal matogrossense datado de 3 de agosto. Em ambos os casos, os usuários que publicaram o vídeo se registraram apenas dias antes e não têm nenhuma outra postagem nem informação pessoal divulgada.

Um terceiro vídeo, publicado no YouTube na mesma data (17/8), traz um depoimento em que o usuário identificado como Hugo Avelar, também português, diz já ter ido ao estabelecimento e recomenda o canibalismo.

Contactados pela reportagem, os usuários responsáveis pelos vídeos não responderam até a publicação desta matéria.

O tradicional jornal português Expresso, parece que não viu os vídeos do Youtube, com claro sotaque português e das colônias como Cabo Verde (link http://tinyurl.com/289vc8x ) e publicou a manchete sensacionalista :
“Alemanha: Restaurante procura doadores para especialidades canibais”

No youtube, veja os três vídeos  em destaque, conforme se vê abaixo, todos com sotaque lusitano e das colônias e feito com atores amadores:


Segundo a Wikipédia, os  ” Wari’ são muitas vezes designados como Pakaa Nova, por terem sido avistados pela primeira vez no rio homônimo, afluente da margem direita do Mamoré, no estado de Rondônia. Mas é como Wari’, palavra que em sua língua significa “gente”, “nós”, que gostam de ser chamados, e é dessa forma que são conhecidos pelos não-indígenas que mantêm com eles um convívio mais estreito. Vivem hoje aldeados em torno de sete Postos da Funai administrados pela Ajudância de Guajará-Mirim, Rondônia, e na Terra Indígena Sagarana, na confluência dos rios Mamoré e Guaporé, administrada pela Diocese de Guajará-Mirim.”

Na suposta pesquisa disponível na net em arquivo PDF Ficha de Cadastro Restaurante Flimé a grafia é ” cultura Huari” que segundo a Wikipédia ” foi uma civilização andina que floresceu no centro dos Andes aproximadamente desde o ano 600 até 1200 d. C., chegando a expandir-se até os actuais departamentos peruanos de Departamento de Lambayeque|Lambayeque]] pelo norte e Arequipa pelo sul.

A cidade maior sócia a esta cultura é Wari, que se encontra localizada a 25 quilómetros ao noroeste de Ayacucho. Uma cultura irmã de Huari é a cultura Najar Alguns sustentam que esta cidade, junto à de Tiahuanaco, foi centro de um império que cobria a maior parte da puna e a costa do Peru actual. Foi um dos primeiros grandes impérios em Sudamérica, posteriores à mochica e anteriores (uns 300 anos) ao Tahuantinsuyo que dominaria a maior parte da região andina.”

O que ninguém percebeu é que os dados aparentemente divulgados como originais do Google Earth quando ” esticados” colocam a BR 425 em cima de casas, escolas e ruas de uma cidade desconhecida, numa montagem grosseira.  Veja a foto abaixo que extraímos do site do restaurante:

O traçado da BR 425 não "bate" com o mapa falso.

A Prefeitura Municipal de Guajará-Mirim, através do Chefe de Gabinete Décio Keher Marques emitiu uma nota oficial em que diz: ”  Conforme noticiado por alguns veículos de comunicação regional, estadual e internacional sobre um restaurante que comercializa possivelmente carne humana, o prefeito Atalibio José Pegorini vem através da chefia de Gabinete manifestar o desconhecimento de qualquer estabelecimento que fira os bons costumes e as legislações municipal, estadual e federal. Doutra feita, o prefeito municipal repudia matérias de cunho sensacionalista que possa vir prejudicar a imagem de Guajará-Mirim, a Pérola do Mamoré e de seus habitantes. O prefeito Municipal ainda comunica que abre a partir deste momento, uma comissão para averiguar a veracidade do objeto noticiado nesses meios de comunicação, assim como recorrerá judicialmente sobre os danos causados ao município.”

Segundo informações do jornal O Estado de São Paulo, a Polícia Federal está investigando o caso. Para o delegado da PF no município, Julio Mitsuo Fujiki, a notícia sobre o suposto restaurante “não passa de uma piada de muito mau gosto”. “Estamos levantando as informações necessárias para tomar medidas judiciais cabíveis”, afirmou.

Guajará-Mirim não merecia mais esta…

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Falso restaurante canibal em Rondônia:mais uma "pegadinha" da net

Um boato da Internet transformou rapidamente Rondônia num escândalo do Brasil na imprensa mundial como praticante de canibalismo em restaurante de antropófagos em Guajará Mirim.  O falso boato, fruto de uma armação na Internet prejudica a imagem da cidade, de Rondônia e do Brasil.  O site http://forum.hardmob.com.br publicou o seguinte texto, aparentemente da Folha.com : ” Restaurante brasileiro causa polêmica em Berlim ao oferecer carne humana”

“O restaurante brasileiro Flimé causou polêmica e duras críticas na capital alemã, Berlim, ao anunciar que vai abrir uma filial na cidade no próximo dia 8 de setembro. O restaurante, cuja matriz fica em Rondônia, inclui em sua campanha de inauguração na Alemanha um cadastro para clientes interessados em oferecer partes do seu próprio corpo.

O site do restaurante não inclui no cardápio nenhuma referência direta à carne humana, mas diz seguir a cultura indígena wari –tribo da selva amazônica conhecida pela cultura do canibalismo–, na qual “comer é um ato espiritual com o qual ganhamos a mente e a força da criatura comida”.

O vice-presidente da União Cristã-Democrata de Berlim, Michael Braun, expressou sua indignação com o restaurante e culinária. “Espero que seja apenas uma brincadeira de mau gosto”, afirma Braun ao jornal alemão “The Bild”, acrescentando que a campanha poderia ser apenas para despertar a curiosidade dos clientes.

O restaurante também já causou alvoroço em Guarajá-Mirim (RO), onde cerca de mil pessoas fizeram um protesto contra o uso de carne humana no cardápio da matriz. Em uma entrevista divulgada no YouTube há duas semanas, o proprietário Eduardo Amado diz que os protestos ajudam a atrair clientes e que todos deveriam provar a culinária wari, já que os clientes voltam com “um sorriso no rosto”. Ele não cita em nenhum momento explicitamente o fato de oferecer carne humana no cardápio.

A Folha.Com tentou entrar em contato com o restaurante, mas não obteve resposta. Na internet é possível ainda ver depoimentos de clientes que recomendam o prato polêmico e aqueles que criticam o canibalismo.

No site trilíngue (alemão, português e inglês), os clientes interessados podem preencher um cadastro com uma série de perguntas sobre hábitos médicos e de saúde, como fumo, consumo de bebidas alcoólicas e frequência de atividade física.

No fim, há um alerta: “Os membros associados do Flimé concordam, com este, em doar para o Flimé qualquer parte de seu corpo, que será determinada pelo próprio associado. […] A finalidade do uso da parte doada é de livre escolha do Flimé”.

O endereço do restaurante de Berlim ainda é secreto. Mas para os brasileiros, há no site instruções sobre como chegar ao Flimé, em meio à selva amazônica em Rondônia.

http://forum.hardmob.com.br/newthrea…stthread&f=226

http://www.flime-restaurante.com/

O site Nillnews, também deu destaque à matéria http://tinyurl.com/2vbezj7

O site Opera Mundi ( http://tinyurl.com/344whcu ) publicou, em matéria assinada por Pedro Aguiar e Laisa Beatriz que “Mídia internacional ignora indícios de fraude e publica notícia sobre restaurante canibal”

A mídia de vários países do mundo se viu envolvida nesta quinta-feira (26/8) em uma notícia polêmica com ares de montagem bem armada. Um restaurante em Rondônia especializado em receitas canibais estaria procurando doadores voluntários para fornecer seu principal ingrediente: carne humana.

Em seguida, diversos jornais, portais e agências de notícias de diversos países repercutiram a entrevista do Bild, mencionando também anúncios que teriam sido publicados em jornais locais na Alemanha e um vídeo postado no site YouTube com uma entrevista com o suposto dono do restaurante. Entre eles, estavam o inglês The Guardian, a revista alemã Der Spiegel e as agências ANSA e Efe (embora somente em seu serviço em espanhol). Boa parte da imprensa portuguesa também deu crédito à história, inclusive veículos grandes como a TV RTP e o jornal Expresso .

A maioria divulgou um website em que um suposto restaurante oferece iguarias da culinária wari – uma tribo amazônica de Rondônia que, de fato, praticava canibalismo na época anterior ao contato com os brancos. Ao mesmo tempo, também disponibiliza um formulário para potenciais doadores oferecerem partes de seus corpos como carne e ainda procura “cirurgiões de mente aberta” dispostos a realizar as operações. No texto, escrito em alemão e em português (com a ortografia de Portugal pré-acordo), o Flimé promete arcar com os custos hospitalares.

Evidências

Em pouco tempo, a notícia ganhou páginas na web, blog, redes sociais e fóruns de discussão, com algumas pessoas escandalizadas e muitas duvidando da veracidade da notícia.

No entanto, como o Opera Mundi apurou, as evidências de informação forjada (ou hoax, como se diz no jargão de internet) se acumulam no caso do “restaurante canibal”. O website do estabelecimento divulga uma localização na cidade de Guajará-Mirim (RO) com um link para um mapa do GoogleMaps que, por sua vez, publica um endereço e um telefone. Ao ligar para o número, a reportagem do Opera Mundi constatou se tratar de uma agência bancária.

“Aqui é o Bradesco de Guajará-Mirim. Não conhecemos nenhum restaurante com esse nome na cidade. Duas pessoas já ligaram hoje”, disse Aline Costa, funcionária do banco. “Esse número é da agência há mais de 20 anos”.

Erros e montagens

No próprio site do “restaurante” e no vídeo colocado no YouTube, os autores erram o nome da cidade por duas vezes: primeiro, como “Guarajá Mirim”, depois como “Guajirim-Mirim”. Além disso, o vídeo mostra o prédio da Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro, na Cinelândia, como se fosse na cidade em Rondônia, e uma faixa com os dizeres “Pare canibalismo” – soando como uma tradução automática do inglês “stop cannibalism”. (NR: o áudio é mal feito, aparentemente numa sala improvisada, sem tratamento acústico )

No vídeo, que filma a tela de uma TV com aparência de programa jornalístico, é exibida uma reportagem sobre uma manifestação que teria reunido “mais de mil pessoas” na cidade (a população local é de 40 mil). Em seguida, aparece uma entrevista com um português identificado como o chef Eduardo Amado, explicando as origens da cozinha wari e dizendo não se importar com a polêmica do canibalismo. A repórter que o entrevista, usando microfone sem identificação de nenhum canal de TV, tenta disfarçar um claro sotaque português como se fosse brasileira.

“Todo o povo que passa por nosso restaurante volta sempre com prazer, um sorriso nos lábios”, afirma o entrevistado.

Recomendação

Uma segunda versão, publicada em 17 de agosto, traz legendas em inglês sobre o vídeo anterior. Abaixo do monitor, na imagem, passam legendas de horóscopo de um jornal matogrossense datado de 3 de agosto. Em ambos os casos, os usuários que publicaram o vídeo se registraram apenas dias antes e não têm nenhuma outra postagem nem informação pessoal divulgada.

Um terceiro vídeo, publicado no YouTube na mesma data (17/8), traz um depoimento em que o usuário identificado como Hugo Avelar, também português, diz já ter ido ao estabelecimento e recomenda o canibalismo.

Contactados pela reportagem, os usuários responsáveis pelos vídeos não responderam até a publicação desta matéria.

O tradicional jornal português Expresso, parece que não viu os vídeos do Youtube, com claro sotaque português e das colônias como Cabo Verde (link http://tinyurl.com/289vc8x ) e publicou a manchete sensacionalista :
“Alemanha: Restaurante procura doadores para especialidades canibais”

No youtube, veja os três vídeos  em destaque, conforme se vê abaixo, todos com sotaque lusitano e das colônias e feito com atores amadores:


Segundo a Wikipédia, os  ” Wari’ são muitas vezes designados como Pakaa Nova, por terem sido avistados pela primeira vez no rio homônimo, afluente da margem direita do Mamoré, no estado de Rondônia. Mas é como Wari’, palavra que em sua língua significa “gente”, “nós”, que gostam de ser chamados, e é dessa forma que são conhecidos pelos não-indígenas que mantêm com eles um convívio mais estreito. Vivem hoje aldeados em torno de sete Postos da Funai administrados pela Ajudância de Guajará-Mirim, Rondônia, e na Terra Indígena Sagarana, na confluência dos rios Mamoré e Guaporé, administrada pela Diocese de Guajará-Mirim.”

Na suposta pesquisa disponível na net em arquivo PDF Ficha de Cadastro Restaurante Flimé a grafia é ” cultura Huari” que segundo a Wikipédia ” foi uma civilização andina que floresceu no centro dos Andes aproximadamente desde o ano 600 até 1200 d. C., chegando a expandir-se até os actuais departamentos peruanos de Departamento de Lambayeque|Lambayeque]] pelo norte e Arequipa pelo sul.

A cidade maior sócia a esta cultura é Wari, que se encontra localizada a 25 quilómetros ao noroeste de Ayacucho. Uma cultura irmã de Huari é a cultura Najar Alguns sustentam que esta cidade, junto à de Tiahuanaco, foi centro de um império que cobria a maior parte da puna e a costa do Peru actual. Foi um dos primeiros grandes impérios em Sudamérica, posteriores à mochica e anteriores (uns 300 anos) ao Tahuantinsuyo que dominaria a maior parte da região andina.”

O que ninguém percebeu é que os dados aparentemente divulgados como originais do Google Earth quando ” esticados” colocam a BR 425 em cima de casas, escolas e ruas de uma cidade desconhecida, numa montagem grosseira.  Veja a foto abaixo que extraímos do site do restaurante:

O traçado da BR 425 não "bate" com o mapa falso.

A Prefeitura Municipal de Guajará-Mirim, através do Chefe de Gabinete Décio Keher Marques emitiu uma nota oficial em que diz: ”  Conforme noticiado por alguns veículos de comunicação regional, estadual e internacional sobre um restaurante que comercializa possivelmente carne humana, o prefeito Atalibio José Pegorini vem através da chefia de Gabinete manifestar o desconhecimento de qualquer estabelecimento que fira os bons costumes e as legislações municipal, estadual e federal. Doutra feita, o prefeito municipal repudia matérias de cunho sensacionalista que possa vir prejudicar a imagem de Guajará-Mirim, a Pérola do Mamoré e de seus habitantes. O prefeito Municipal ainda comunica que abre a partir deste momento, uma comissão para averiguar a veracidade do objeto noticiado nesses meios de comunicação, assim como recorrerá judicialmente sobre os danos causados ao município.”

Segundo informações do jornal O Estado de São Paulo, a Polícia Federal está investigando o caso. Para o delegado da PF no município, Julio Mitsuo Fujiki, a notícia sobre o suposto restaurante “não passa de uma piada de muito mau gosto”. “Estamos levantando as informações necessárias para tomar medidas judiciais cabíveis”, afirmou.

Guajará-Mirim não merecia mais esta…

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Geopolítica:depois do Esquadrão Poti agora é a vez do Esquadrão Pacau vir para a Amazônia

Por Beto Bertagna

Depois da transferência do Esquadrão Poti de Recife para Porto Velho, Rondônia constituindo o 1º Esquadrão de Helicópteros de Ataque , com a compra da Rússia de 12 AH-2 Sabre (MI 35) agora é a vez do  1°/4° Gav. Esquadrão Pacau, de Natal/RN estar de  mudança marcada para Manaus até dezembro de 2010. A operação do esquadrão será com os jatos mais modernos e letais da FAB, o Tigre F-5M, modernizado. Com  a entrada em serviço da aeronave E-99 (radar)  e do COPM4 (4º Centro de Operações Aéreas Militares)  e a conseqüente extensão da cobertura radar na aérea na Norte finalmente a ultima lacuna seria preenchida, um esquadrão de defesa aérea de 1ª linha com as F-5M, caça  supersônico com recursos aviônicos, armamentos e performance adequada ao desempenho da missão de controle do espaço aéreo.  No entanto, especialistas ouvidos pela redação deste blog  www.betobertagna.com apontam que a aeronave, apesar do seu poder não é páreo para os modernos aviões Sukhoy SU-35 Flanker , que integram a Força Aérea da Venezuela, que ainda assim manteriam superioridade estratégica sobre a nova base em Manaus. Outros problemas também terão que ser solucionados, pois a operação deste jato em Ponta Pelada ainda é complicada pelo comprimento da pista. Os jatos que irão para Manaus são os mesmos comprados da Jordânia em 2006 e modernizados na Embraer. Enquanto isto, se espera a definição do governo brasileiro por jatos de última geração que poderão cumprir sua missão de defender com segurança a soberania nacional. E daí ? Vamos de Grippen, Rafale ou com os F-18 Hornet ?

Leia também : O Esquadrão Poti agora é aqui

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Projeto Rondon:universitários gaúchos de volta a Rondônia

foto : W. Dias/Agência Brasil

foto : W. Dias/Agência Brasil

Por Beto Bertagna

Um dos projetos mais importantes para as regiões com baixo IDH está de volta. Criado em 1967 pelo governo federal, o projeto promove a integração nacional por meio da atuação voluntária de estudantes universitários em áreas carentes e isoladas das regiões Norte e Nordeste. A  idéia de  levar  a  juventude universitária para conhecer  a  realidade deste país multicultural e multirracial e dar-lhe oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social e econômico do Brasil surgiu em 1966 na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército. A concretização veio no ano seguinte, no dia 11 de julho, quando 30 estudantes e dois professores partiram do Rio de Janeiro para Rondônia. Era a chamada Operação Zero,a primeira viagem do Projeto Rondon, que propiciou o contato dos alunos com o interior da Amazônia e durou 28 dias,  com a  realização de  trabalhos de  levantamento,  pesquisa e assistência médica em comunidades carentes. No  retorno,   houve  grande   repercussão.  Os   universitários,   que   voltaram  com  o slogan “integrar para não entregar”. que tem um jeito bem militar da época, escolheram um nome para a iniciativa: Projeto Rondon.
Além de permitir o contato de estudantes com realidades distintas, o projeto busca melhorar as condições das comunidades assistidas, selecionadas entre as de mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Os alunos e professores participantes são chamados de rondonistas. Nas duas edições anuais, participam cerca de 3 mil pessoas.As atividades são realizadas nas áreas de comunicação, cultura, direitos humanos, justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia, produção e trabalho.A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Defesa, em parceria com a Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Ministério da Saúde, Ministério do Desenvolvimento Agrário, governos estaduais, municipais, ONGs e União Nacional dos Estudantes (UNE). O projeto havia sido interrompido em 1989, mas retornou em 2005, a pedido da UNE.Em Rondônia, que tinha em Porto Velho o Campus Avançado da UFRGS instalado no 5º BEC , muitos participantes acabaram por se radicar aqui. Vinham turmas de Medicina, Ed. Física, Odonto e Biomédicos para atuar em Ouro Preto, Vila de Rondônia e Porto Velho. A Universidade tinha até um trailer que atendia as populações mais carentes da capital, que na época, não passava dos limites da hoje Av. Jorge Teixeira.Este blogueiro que vos escreve veio na turma 75 , em 1977.  Muito legal ! As equipes estarão em Rondônia de 9 de julho a 1º de agosto nos municípios de  Candeias do Jamari, Itapuã do Oeste, Alto Paraíso, Cujubim, Buritis, Cacaulândia, Vale do Anari, Theobroma, Governador Jorge Teixeira, Vale do Paraíso, Nova União, Mirante da Serra, Teixeirópolis, Urupá, Alvorada do Oeste e Ministro Andreazza. Para saber como participar, acesse www.defesa.gov.br/projetorondon

Operação Mamoré, Rondônia
– Universidade de Passo Fundo (UPF)
– Universidade Federal do Pampa (Unipampa)
– Universidade de Caxias do Sul (UCS)
– Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI)
– Universidade Federal do Rio Grande (Furg)
– Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
– Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

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Livros que ajudam a entender RO – 19 – Arqueologia da Amazônia

A Amazônia costuma ser considerada uma área inóspita que sempre foi escassamente povoada. A ocupação humana da região, no entanto, tem milhares de anos. As populações que aqui viveram deixaram inúmeros testemunhos materiais de sua história, modificando inclusive o meio ambiente. Este livro defende que a investigação desse passado pode ajudar no planejamento de um futuro sustentável para a região. Eduardo Góes Neves é doutor em Arqueologia pela Universidade de Indiana (EUA) e professor do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP e do programa de pós-graduação em arqueologia da mesma faculdade. É também professor do programa de pós-graduação em arqueologia na Universidade do Centro da Província de Buenos Aires, na Argentina. O conheci durante sua passagem por Rondônia, por ocasião do início dos trabalhos arqueológicos da UHE Santo Antônio. Ele trabalha desde 1986 com arqueologia na Amazônia e desde 1990 no Estado do Amazonas, onde tem feito pesquisas nas bacias dos rios Negro e Solimões. Tem organizado exposições e publicado sobre este tema no Brasil e exterior e acredita que a Amazônia ainda tem futuro e que o entendimento do passado pode ajudar nesse processo. É isto aí, Eduardo !

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Filmes para entender Rondônia – 6 – Desafio no Inferno Verde : A Ferrovia do Diabo

Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Imigrantes e aventureiros do mundo inteiro tombaram ao longo dos 366 kms de trilhos que levaram quatro décadas para serem assentados. Vitimados pelas doenças tropicais, os trabalhadores enfrentavam a natureza hostil e os índios que surgiam de repente do inferno verde. É uma história de coragem e heroísmo, de tragédia e de sangue dos pioneiros que fundaram Porto Velho. Não se apaga da memória de um povo um fato histórico que determinou suas origens. O vídeo traz um pouco do passado que ainda ecoa através dos apitos, quando alguma máquina passeia pelos trilhos e dormentes de “ouro” da Madeira-Mamoré, a ferrovia do diabo. Produção em Betacam SP de 1997, roteiro de Nelson Townes e direção de Beto Bertagna. Vencedor do Tatu de Prata, melhor vídeo da XXV Jornada Internacional de Cinema da Bahia em 1998.

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CurtAmazônia faz abertura com espetáculo regional de boi-bumbá

O Festival também incorporou à sua programação atividades sociais como a sessão de escovação feita pela Dentista Ana Júlia da Secretaria de Saúde que fez uma palestra na Tenda do Cinema pela parte da manhã, aos alunos da Escola Murilo Braga, no Bairro Baixa da União.

Na parte da noite, houve uma homenagem ao blogueiro aqui  e a dança regional vinda da fronteira de Guajará Mirim, com as dançarinas do Boi Malhadinho, que foram as principais atrações.O organizador Carlos Levy  agradeceu à todos e falou da projeção do futuro, que é levar o Festival aos rondonienses, nos 52 municípios, além de outras localidades como a Bolívia e o Peru, totalizando 69 localidades.

“O CurtAmazônia já é uma realidade em Rondônia, abrindo mais uma janela alternativa de exibição aos produtores e realizadores de filmes nesse País. Foi com muita emoção a abertura do Festival, marcando um novo tempo na cultura do audiovisual aqui em Porto Velho e com perspectivas de expansão em todo Estado de Rondônia. Oportunidade essa feita por um rondoniense e equipe unida em um só propósito que é levar à cultura do cinema brasileiro aos brasileiros” – concluiu Levy.  A programação do CurtAmazônia se estende até sábado dia 29/5 com a entrega de premiações no Auditório do SENAC.  São projetados filmes gratuitos de manhã, tarde e noite no Sesc  Esplanada de 25 e 26/5 e SENAC de 27 à 29/5, além da Mesa Redonda dia 27/5 (manhã), Oficina de Projetos Culturais e acesso ao SICONV/ 28/5 (manhã). Também há exibições de filmes  nos bairros de nossa cidade,  com o Cinema na Comunidade,  Tenda do Cinema montada exclusivamente para essa finalidade. As exibições de filmes nos bairros é sempre feita das 19 horas até às 21 horas.

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Festa do Divino Espírito Santo no Vale do Guaporé, Rondônia , Brasil

A Festa do Divino Espírito Santo no Vale do Guaporé , na fronteira de Rondônia com a Bolívia, é uma das maiores, senão a maior, manifestação do Patrimônio Imaterial da região. A Irmandade fez o pedido de Registro como Patrimônio Cultural Brasileiro  junto ao IPHAN.  O Batelão conduzindo os símbolos sagrados do Divino chegou a Remanso, Bolívia nesta terça-feira, dia 18 de maio, às 4 da tarde. Enquanto durar a festa, que vai até o domingo, dia 23 de maio deixaremos este vídeo na primeira página.

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Batalha contra as drogas : Lula deve anunciar plano federal anticrack

Foto : Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está prestes a lançar um programa nacional de combate à droga. O pacote anticrack prevê várias ações integradas de diversos órgãos públicos e uma forte repressão nas fronteiras do país.
Serão criados 11 postos especiais nos Estados de Rondônia, Acre e Amazonas junto às  fronteiras com Bolívia, Colômbia e Peru , aparelhados com equipes das polícias Federal, Rodoviária Federal, militares das Forças Armadas e integrantes da Força Nacional de Segurança Pública. A repressão também será intensificada nas cidades,  com a formação  de UPP´s – Unidades de Polícias Pacificadoras, experiência que tem dado certo no Rio de Janeiro.
O governo deverá abrir  novas unidades 24 horas dos Centros de Atenção Psicossocial(os chamados CAPS), com mais vagas para desintoxicação emergencial em hospitais psiquiátricos especializados, bem como criar casas de passagens para abrigar os usuários ( segundo estimativas, 1 milhão de usuários) após a desintoxicação nos hospitais. Segundo dados do Ministério da Justiça, hoje as apreensões de crack são maiores do que as de maconha e de cocaína. Um outro ponto importante do projeto é o treinamento de líderes comunitários, professores da rede pública e outros agentes para multiplicar as informações sobre os riscos do uso da droga e sua dependência.

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Filmes para entender Rondônia – 4 – Oswaldo Cruz na Amazônia

No início do século 20, após a implantação das campanhas sanitárias no Rio de Janeiro, Oswaldo Cruz partiu para a Amazônia, em viagem de inspeção sanitária aos portos do Brasil.

Em 1910, realizou campanha contra a febre amarela em Belém do Pará e, em visita às obras de construção daa Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, estabeleceu umo de combate à malária na região. Quase um século depois, utilizando filmes, fotografias, caricaturas, cartas e relatórios do cientista, uma equipe de pesquisadores da Casa de Oswaldo Cruz refez seu percurso e gerou este documentário que resgata a memória e atualiza as principais questões de saúde por ele levantadas.

O documentário tem 55 minutos de duração com produção , pesquisa, roteiro e direção de Eduardo Vilela Thielen e Stella Oswaldo Cruz Penido, câmera de Luiz Carlos Bonella, edição de Joana Collier, consultoria de Eduardo Coutinho e narração de Paulo José. O ano de produção é 2002, e os contatos da Casa de Oswaldo Cruz são : fone (21) 3882 9039 e e:mail editora@fiocruz.br ou através do site www.fiocruz.br/editora

De quebra, você leva o filme “A revolta da vacina” , com esquetes teatrais e depoimentos de médicos, pesquisadores e historiadores sobre a história da varíola, da vacina e da revolta popular de 1904, ocorrida no Rio de Janeiro, abordando as questões sociais, políticas e culturais que envolveram a campanha de vacinação do governo de Rodrigues Alves , em plena República Velha.

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Projeto Rondon:universitários gaúchos de volta ao Estado de Rondônia

Cada equipe que participava, pintava um pedaço da parede do 5º BEC com ilustrações que narravam sua passagem pelo então Território Federal de Rondônia

Cada equipe que participava, pintava um pedaço da parede do 5º BEC com ilustrações que narravam sua passagem pelo então Território Federal de Rondônia

Um dos projetos mais importantes para as regiões com baixo IDH está de volta. Criado em 1967 pelo governo federal, o projeto promove a integração nacional por meio da atuação voluntária de estudantes universitários em áreas carentes e isoladas das regiões Norte e Nordeste. A  idéia de  levar  a  juventude universitária para conhecer  a  realidade deste país multicultural e multirracial e dar-lhe oportunidade de contribuir para o desenvolvimento social e econômico do Brasil surgiu em 1966 na Escola de Comando e Estado-Maior do Exército. A concretização veio no ano seguinte, no dia 11 de julho, quando 30 estudantes e dois professores partiram do Rio de Janeiro para Rondônia. Era a chamada Operação Zero,a primeira viagem do Projeto Rondon, que propiciou o contato dos alunos com o interior da Amazônia e durou 28 dias,  com a  realização de  trabalhos de  levantamento,  pesquisa e assistência médica em comunidades carentes. No  retorno,   houve  grande   repercussão.  Os   universitários,   que   voltaram  com  o slogan “integrar para não entregar”. que tem um jeito bem militar da época, escolheram um nome para a iniciativa: Projeto Rondon.
Além de permitir o contato de estudantes com realidades distintas, o projeto busca melhorar as condições das comunidades assistidas, selecionadas entre as de mais baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Os alunos e professores participantes são chamados de rondonistas. Nas duas edições anuais, participam cerca de 3 mil pessoas.As atividades são realizadas nas áreas de comunicação, cultura, direitos humanos, justiça, educação, meio ambiente, saúde, tecnologia, produção e trabalho.A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Defesa, em parceria com a Secretaria de Educação Superior do Ministério da Educação (MEC), Ministério da Saúde, Ministério do Desenvolvimento Agrário, governos estaduais, municipais, ONGs e União Nacional dos Estudantes (UNE). O projeto havia sido interrompido em 1989, mas retornou em 2005, a pedido da UNE.Em Rondônia, que tinha em Porto Velho o Campus Avançado da UFRGS instalado no 5º BEC , muitos participantes acabaram por se radicar aqui. Vinham turmas de Medicina, Ed. Física, Odonto e Biomédicos para atuar em Ouro Preto, Vila de Rondônia e Porto Velho. A Universidade tinha até um trailer que atendia as populações mais carentes da capital, que na época, não passava dos limites da hoje Av. Jorge Teixeira.Este blogueiro que vos escreve veio na turma 75 , em 1977.  Muito legal ! As equipes estarão em Rondônia de 9 de julho a 1º de agosto nos municípios de  Candeias do Jamari, Itapuã do Oeste, Alto Paraíso, Cujubim, Buritis, Cacaulândia, Vale do Anari, Theobroma, Governador Jorge Teixeira, Vale do Paraíso, Nova União, Mirante da Serra, Teixeirópolis, Urupá, Alvorada do Oeste e Ministro Andreazza. Para saber como participar, acesse www.defesa.gov.br/projetorondon

Operação Mamoré, Rondônia
– Universidade de Passo Fundo (UPF)
– Universidade Federal do Pampa (Unipampa)
– Universidade de Caxias do Sul (UCS)
– Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI)
– Universidade Federal do Rio Grande (Furg)
– Universidade Federal de Pelotas (UFPel)
– Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

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Justiça realista : casamento homossexual é reconhecido em Porto Velho, Rondônia

Da redação do NoticiaRo.com

Um casamento informal de dois homens foi reconhecido pela primeira vez em Porto Velho, nesta terça-feira (18), pela Justiça de Rondônia.

A união homoafetiva entre dois homens foi reconhecida pela 2ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça de Rondônia em processo relatado pelo desembargador Walter Waltenberg Silva Junior, dando direito ao companheiro de um servidor público de receber pensão por morte do cônjuge do mesmo sexo.

A decisão atende à apelação cível proposta pelo cônjuge sobrevivente contra a decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública da Comarca da Capital, que negou o direito a pensão.

Inconformado com a decisão, ele recorreu ao Tribunal de Justiça, alegando que manteve com o falecido uma relação homoafetiva pública e notória durante 17 anos, inclusive com declaração de convivência registrada em cartório.

Ele informou, no processo, que após seu companheiro sofrer um acidente vascular cerebral, passou a cuidá-lo diretamente, tornando-se seu dependente econômico.

Disse que o companheiro de quem cuidava era quem mantinha as despesas da casa, com o salário que recebia na condição de servidor público aposentado por invalidez. E, com a sua morte, passou a enfrentar sérias dificuldades financeiras.

No seu voto, o desembargador Walter Waltenberg afirmou que é de conhecimento de todos que a realidade social demonstra a existência de pessoas do mesmo sexo convivendo na condição de companheiros, como se casados fossem.

O magistrado disse que a partir dessa realidade, começou um debate acerca dos direitos decorrentes do casamento civil homossexual, ante a ausência de dispositivos legais a respeito.

O relator disse ainda que ao reconhecer nessa união afetiva homossexual o caráter de entidade familiar, “também resta caracterizado o reconhecimento dos direitos decorrentes desse vínculo”, “sob pena de uma possível violação dos princípios constitucionais. “

O desembargador frisou que o autor da apelação apresentou diversos documentos que comprovam a união dos dois e destacou que no Brasil, embora ainda não exista lei específica para o caso, as decisões aplicam analogicamente a legislação empregada entre homem e mulher.

A decisão, registrada nesta terça-feira(18) no Sistema de Acompanhamento Processual do Judiciário rondoniense, torna-se agora referência para julgamento de casos semelhantes na Justiça de Rondônia.

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Livros imprescindíveis para entender Rondônia – 9 – Rondon

No começo do século XX, o governo central do Brasil, preocupado em estender sua presença e autoridade efetiva à Região Centro-Oeste, ligaria pelo telégrafo o que hoje são os estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Rondônia ao resto do país. A partir de 1900, coube ao então capitão Cândido Ronclon comandar a comissão encarregada de prolongar os fios telegráficos até essa região em larga medida selvagem e pouco explorada. Nos quinze anos seguintes, à frente da que ficou conhecida como Comissão Rondon, este nativo de Mato Grosso e descendente de índios pelo lado materno abriu caminhos no Pantanal e na floresta virgem, conviveu com a onipresente malária e com tribos hostis, enfrentou incompreensão e má vontade, tudo para levar adiante seu projeto civilizatório e de construção da nação.

Este livro traz um relato detalhado dessa aventura essencialmente política na selva, em que Rondon fazia questão, em todas as ocasiões, de hastear a bandeira e tocar o hino nacional (levava consigo seu indefectível gramofone), símbolos da unidade da pátria. ‘Também reconstrói a aventura tragicômica que foi ciceronear o ex-presidente americano Theodore Roosevelt numa excursão desastrada por um rio adequadamente chamado “da Dúvida”, pois seu curso era desconhecido. Mas, além dos fatos, Todd A. Diacon investiga as idéias motrizes da ação de Rondon e as contradições de sua prática positivista, a batalha ideológica  em torno de sua Comissão.

Aos 35 anos de idade. Cândido Mariano da Silva Rondon recebeu do governo brasileiro a tarefa de construir as linhas telegráficas que ligariam o estado de Mato Grosso ao Amazonas, território então pouco explorado, cuja comunicação com o centro administrativo do país era precária. De 1900 a 1915, O marechal cuidou de efetivar seu projeto e deu a ele ares de uma verdadeira “missão”.
E dessa figura tida ora como herói desbravador, um autêntico defensor dos indígenas, ora como agente violento de expansão do autoritarismo do Estado — que trata este livro. Sem desprezar esses vários lados, Todd A. Diacon procura entender a atuação do marechal como um projeto político de integração nacional. Para tanto, enfatiza pontos até agora pouco examinados da trajetória desse personagem, como a presença decisiva das idéias positivistas. Ao discutir os feitos e os fracassos do militar e apresentar os aspectos simbólicos que constituíram sua carreira, o autor dá nova atualidade ao tema, e revela como “a invenção e reinvenção de Rondon continuará a acompanhar a invenção e reinvenção da nação brasileira”.

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Programa "Mais Cultura" vai investir R$ 14 milhões na Amazônia em microprojetos

O Ministério da Cultura investirá cerca de R$ 14 milhões para financiar projetos culturais no Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins. O edital Microprojetos Mais Cultura para Amazônia Legal foi publicado na segunda-feira, dia 12, no Diário Oficial da União (DOU).

A ação visa promover a diversidade cultural da Amazônia Legal por meio do financiamento não reembolsável de projetos de artistas, grupos artísticos independentes e produtores culturais. As iniciativas deverão ter como beneficiários jovens entre 17 e 29 anos residentes em regiões ou municípios da Amazônia Legal.

Esta é a segunda edição do Microprojetos Mais Cultura. Em 2010, o teto por projeto foi ampliado para 35 salários mínimos para atender o “custo amazônico”, uma das principais deliberações da II Conferência Nacional de Cultura, realizada no último mês de março, em Brasília.

Outra novidade do Microprojetos para Amazônia Legal é a possibilidade de inscrição oral de projetos. Serão aceitas inscrições gravadas em meio digital ou fita cassete.

O Microprojetos para Amazônia Legal será executado em parceria com a Fundação Nacional de Artes (Funarte/MinC), do Banco da Amazônia (Basa) e dos governos estaduais da região amazônica.
As inscrições são gratuitas e estão abertas até o dia 11 de junho. Podem participar pessoas físicas com idade superior ou igual a 18 anos completos e pessoas jurídicas sem fins lucrativos que desenvolvam projetos socioculturais nas seguintes áreas: artes visuais, artes cênicas, música, literatura, audiovisual, artesanato, cultura afro-brasileira, cultura popular, cultura indígena, design, moda e artes integradas – ações que não se enquadrem nas áreas anteriores ou que contemplem mais de uma área artística na mesma proposta.

Os projetos devem ser enviados pelo correio para o endereço Programa Mais Cultura – Ação Microprojetos Amazônia Legal, Coordenação de Difusão Cultural da Funarte – Brasília, Eixo Monumental, Setor de Divulgação Cultural, Lote 02, CEP 70.070-350, Brasília – DF.

O edital e os formulários para as inscrições estão disponíveis nas páginas eletrônicas do Ministério da Cultura (www.cultura.gov.br), do Programa Mais Cultura (http://mais.cultura.gov.br), e da Funarte (www.funarte.gov.br).

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