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Turma da pesada no Acre (Audiovisual)

Quem conhece quem ?

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Capô “fura o ticket” no CineOca

O Filme “Bebel, a Garota Propaganda“,  longa de estréia do cineasta paulista Maurice Capovilla, o “Capô”  é o destaque cinematográfico do mês que homenageia a Mulher no CineOca.
As exibições do CineOca acontecem às quintas-feiras às 8 da noite no SESC.
Realizado entre 1966/1967  foi baseado no excelente livro de Ignácio de Loyola Brandão, “Bebel, que a cidade comeu” , feito com poucos recursos e com a colaboração do cineasta Roberto Santos.

A partir da trajetória de uma moça ansiosa por sucesso, o filme questiona os valores veiculados pela indústria cultural e a banalização da mulher.

Capô frequenta às vezes nossas bandas portovelhenses . já foi homenageado no Cineamazônia, já deu show de dança(daí a expressão “furar o ticket”, usada por dançarinos profissionais) no antigo bar Wood River que as pessoas insistiam em chamar de Open por conta de um neon na porta.

Ultimamente ele anda pelo Acre, onde coordena a implantação da Usina de Artes João Donato e acabamos vez por outra nos cruzando no Café do Teatro, obviamente bebendo café sob o inclemente sol acreano.

Seu filme mais recente é “Harmada”, de 2004 , inspirado na obra do gaudério João Gilberto Noll.

O protagonista é Paulo César Peréio e só isto já merece uma história à parte. Legal prá caramba são Bububu no Bobobó ( década de 80), O Jogo da vida(1977, creio que baseado no livro de João Antônio), O profeta da fome(77).  “O último dia de Lampião”, acho que foi o primeiro Globo Repórter a ir ao ar, no tempo em que o programa era feito por cineastas de verdade em câmeras 16 mm.

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Capô "fura o ticket" no CineOca

O Filme “Bebel, a Garota Propaganda“,  longa de estréia do cineasta paulista Maurice Capovilla, o “Capô”  é o destaque cinematográfico do mês que homenageia a Mulher no CineOca.
As exibições do CineOca acontecem às quintas-feiras às 8 da noite no SESC.
Realizado entre 1966/1967  foi baseado no excelente livro de Ignácio de Loyola Brandão, “Bebel, que a cidade comeu” , feito com poucos recursos e com a colaboração do cineasta Roberto Santos.

A partir da trajetória de uma moça ansiosa por sucesso, o filme questiona os valores veiculados pela indústria cultural e a banalização da mulher.

Capô frequenta às vezes nossas bandas portovelhenses . já foi homenageado no Cineamazônia, já deu show de dança(daí a expressão “furar o ticket”, usada por dançarinos profissionais) no antigo bar Wood River que as pessoas insistiam em chamar de Open por conta de um neon na porta.

Ultimamente ele anda pelo Acre, onde coordena a implantação da Usina de Artes João Donato e acabamos vez por outra nos cruzando no Café do Teatro, obviamente bebendo café sob o inclemente sol acreano.

Seu filme mais recente é “Harmada”, de 2004 , inspirado na obra do gaudério João Gilberto Noll.

O protagonista é Paulo César Peréio e só isto já merece uma história à parte. Legal prá caramba são Bububu no Bobobó ( década de 80), O Jogo da vida(1977, creio que baseado no livro de João Antônio), O profeta da fome(77).  “O último dia de Lampião”, acho que foi o primeiro Globo Repórter a ir ao ar, no tempo em que o programa era feito por cineastas de verdade em câmeras 16 mm.

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