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A dança perdeu o “Maitre”

                                  O “maitre de balett” Adair de Castro Palma morreu aos 72 anos e com ele uma parte da história da arte de Rondônia, onde labutava desde 1982.

 Palma, foi aluno da  professora do Ballet Russo Maria Eugênia Feodorova e fez parte do corpo de baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

E,  artistas com algum ideal, não se iludam que a falta de reconhecimento que Palma sofreu em sua vida profissional em Rondônia, é a mesma que todos os artistas locais sofrem e talvez sofrerão.

Pelo menos o Prof. Peruquinha , como ele era carinhosamente chamado, teve uma despedida artística digna no final de 2009. Eu estava lá no Ginásio Cláudio Coutinho, e vi a belíssima apresentação de seus pupilos e pupilas, com direito a exibição de um vídeo-documentário contando a sua vida.

Fica no coração e mentes das centenas de adolescentes e crianças que Palma instruiu, muita vezes até dando um sentido para suas vidas, a lição de um autêntico educador acima de tudo.

Eu particularmente desconhecia sua grave enfermidade e se instala na minha alma um profundo desgosto. Apesar da atuação de Palma não estar dentro das minhas atribuições, não fiz nada de concreto para colaborar com sua missão. Espero que seus sucessores continuem com esta obra.

Artistas, poetas, atores, continuem morrendo sem ter o devido reconhecimento em vida. Esta honraria mínima  não lhes pertence…
 

E por falar nisso: Cláudio Coutinho ? Ivan Marrocos ? Cassolão ? Biancão ?

 

 

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A dança perdeu o "Maitre"

                                  O “maitre de balett” Adair de Castro Palma morreu aos 72 anos e com ele uma parte da história da arte de Rondônia, onde labutava desde 1982.

 Palma, foi aluno da  professora do Ballet Russo Maria Eugênia Feodorova e fez parte do corpo de baile do Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

E,  artistas com algum ideal, não se iludam que a falta de reconhecimento que Palma sofreu em sua vida profissional em Rondônia, é a mesma que todos os artistas locais sofrem e talvez sofrerão.

Pelo menos o Prof. Peruquinha , como ele era carinhosamente chamado, teve uma despedida artística digna no final de 2009. Eu estava lá no Ginásio Cláudio Coutinho, e vi a belíssima apresentação de seus pupilos e pupilas, com direito a exibição de um vídeo-documentário contando a sua vida.

Fica no coração e mentes das centenas de adolescentes e crianças que Palma instruiu, muita vezes até dando um sentido para suas vidas, a lição de um autêntico educador acima de tudo.

Eu particularmente desconhecia sua grave enfermidade e se instala na minha alma um profundo desgosto. Apesar da atuação de Palma não estar dentro das minhas atribuições, não fiz nada de concreto para colaborar com sua missão. Espero que seus sucessores continuem com esta obra.

Artistas, poetas, atores, continuem morrendo sem ter o devido reconhecimento em vida. Esta honraria mínima  não lhes pertence…
 

E por falar nisso: Cláudio Coutinho ? Ivan Marrocos ? Cassolão ? Biancão ?

 

 

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