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Deu no site Defender.org : IPHAN tomba os postos telegráficos da Comissão Rondon em Ji-Paraná e Vilhena, em Rondônia

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Leia também em PDF, “Trazias na mão o fio que fala… Rondon:O desbravador dos sertões, por Adler Homero Fonseca de Castro, na Revista Cultura”

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2012 : Festa do Divino Espírito Santo no Vale do Guaporé, Rondônia , Brasil

A Festa do Divino Espírito Santo no Vale do Guaporé , na fronteira de Rondônia com a Bolívia, é uma das maiores, senão a maior, manifestação do Patrimônio Imaterial da região. A Irmandade fez o pedido de Registro como Patrimônio Cultural Brasileiro  junto ao IPHAN.  O Batelão conduzindo os símbolos sagrados do Divino chegará a Piso Firme, Bolívia no dia 23 de maio, após percorrer todos os povoados do Guaporé.  Enquanto durar a festa, que vai até o domingo, dia 27  de maio de 2012 deixaremos este vídeo na primeira página.

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Etnodoc divulga projetos vencedores

O Edital de apoio a documentários etnográficos sobre patrimônio cultural imaterial – Etnodoc divulgou a lista dos 15 projetos vencedores da edição 2011. Idealizado pelo Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, em parceria com a Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edson Carneiro – Acamufec, e patrocinado pela Petrobras, o Etnodoc tem como objetivo somar esforços e ampliar as ações voltadas para a valorização e promoção dessa dimensão do patrimônio cultural, assim como estimular iniciativas voltadas para a melhoria das condições de transmissão, produção e reprodução dos bens culturais que compõem esse universo. A terceira edição do Etnodoc apoia 15 projetos inéditos de documentários etnográficos, de média duração, voltados para exibição em redes públicas de TV. Os recursos somam R$ 1,2 milhão e cada projeto selecionado receberá a quantia de no máximo, R$ 80 mil.

Projetos vencedores do Etnodoc 2011
971 – Cuaracyaangaba – o céu guarani – Lara de Campos Velho
1137 – Vaqueiros encantados – Marcia Paraiso
1206 – O boto parceiro o homem – Natália Reis
1226 – Plantas que ajudam o homem na Amazônia – Ana Luiza Meneses de Gouvea
1300 – D’ouro – Joana Oliveira
1302 – Ópera cabocla – Adriano Barroso dos Santos
1336 – No próximo frio, eu ferro – Andre Costa
1469 – O lenço do samba – Shaynna Jacques Pidori
1530 – Do “bugre” ao Terena: a Dança da Ema na urbe – Michelly Aline Jorge Espíndola
1591 – Na rota dos sertões – Silvio Tendler
1622 – Pegadas de couro – Paula Oliveira Dib
1625 – O canto da lona – Thiago Mendonça
1664 – A Santa de Casa e o povo de santo – Conceição Aparecida dos Santos
1788 – De “fronte” – Aluízio de Azevedo Silva Júnior
1869 – Batuque gaúcho – Sergio Luiz Valentim Júnior

Suplentes
1º – 1503 – Cuícas – Rafael Bacelar Nogueira
2º – 1536 – O ouro, a draba e a montagem: o universo das ciganas calín em S. Paulo – Flora Lahuerta
3º – 1409 – Tooro Nagashi – luzes ao vento – Ester Marçal Fér
4º – 1692 – “Minha Santa Margarida…” – Clive Gavin Andrews
5º – 1010 – Pescadores artesanais de Arraial do Cabo – Rosemary Cintra Mártires
6º – 1742 – Divina Toada – Rafael Machado Nobre de Souza
7º – 997 – Canto das lavadeiras – Antonio Garcia Couto

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No ano do centenário da EFMM , Marinha do Brasil analisa devolver à população de Porto Velho o Galpão nº 3

Hoje, dia 1º de fevereiro, às 10h, na Câmara de Conciliação da Administração Federal, órgão da AGU (Advocacia Geral da União), o destino do Galpão 3 do pátio ferroviário da EFMM, em Porto Velho, capital de Rondônia começou a ser traçado. Governo do Estado de Rondônia, Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Prefeitura de Porto Velho, Ministério Público Federal, Ministério Público Estadual, SPU, ONGs, historiadores e sociedade civil desejam a volta do  Galpão 3  à EFMM, para restauração  e reincorporação ao complexo ferroviário. Foi disponibilizado à Marinha do Brasil um outro local para a construção da Capitania dos Portos, bem mais adequado e que permitirá a expansão da Capitania diante do contexto de grandeza que ela representará para a região. No galpão 3 ela ficaria “engessada” diante das diversas normas de proteção patrimonial. No ano do centenário da EFMM, é uma grande conquista para a população de Porto Velho e turistas , que poderão circular livremente por toda a área do Complexo Ferroviário.

Notícia foi dada "ao vivo" na TV Rondônia

Notícia foi dada "ao vivo" na TV Rondônia, afiliada da Rede Globo de Televisão.

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Ritual Yaokwa do povo indígena Enawene Nawe é reconhecido pela Unesco

O Comitê Intergovernamental para Salvaguarda do Patrimônio Imaterial, reunido em Bali, na Indonésia, aprovou nesta quarta-feira, 23 de novembro, a indicação de inclusão do Ritual Yaokwa , do Povo Indígena Enawene Nawe, do noroeste do Mato Grosso, na Lista de Patrimônio Cultural Imaterial em Necessidade de Salvaguarda Urgente. O pedido para que a manifestação cultural, já protegida no Brasil desde novembro de 2010, passasse a ter também a atenção da Unesco partiu do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan. A indicação contou com a anuência da comunidade Enawene Nawe e com o apoio da OPAN – Operação Amazônia Nativa e do projeto Vídeo nas Aldeias.

A ministra da Cultura, Ana de Hollanda, comemorou a votação positiva e ressaltou que a inclusão de mais um bem brasileiro na lista da Unesco “reforça a política do Ministério da Cultura, por meio do Iphan, de permanente renovação da gestão do patrimônio, ampliando a proteção sobre a diversidade cultural, perpetuando bens e costumes de todos os cantos do país”. Para o presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, essa é mais uma conquista que “valoriza a diversidade do patrimônio cultural brasileiro, mas, acima de tudo, garante a proteção de um ritual sagrado que expressa e dramatiza todo o percurso histórico feito pelos Enawene Nawe”. Ele explica ainda que o Ritual Yaokwa é uma “manifestação da memória coletiva e histórica, e a expressão de uma estética da existência, que se produz a partir do uso e manejo dos recursos presentes em seu território de ocupação histórica”.

Esta sessão do Comitê Intergovernamental para Salvaguarda do Patrimônio Imaterial ainda avaliará as candidaturas brasileiras à Lista de Boas Práticas de Salvaguarda, como a Série Cultural Popular Viola Corrêa, a Sala do Artista Popular, a Chamada Pública do Edital do Programa Nacional do Patrimônio Imaterial, o Museu Vivo do Fandango e a Documentação da Língua Poruborá: contribuição para a salvaguarda do patrimônio linguístico.

Este ano, também serão avaliadas pela Unesco 84 candidaturas de todo o mundo para a inscrição na Lista Representativa do Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Atualmente, a lista possui 213 bens inscritos, de 68 países, dentre eles, os bens brasileiros Expressões Orais e Gráficas dos Wajãpi e o Samba de Roda do Recôncavo Baiano. O Iphan, em parceria com as comunidades e instituições envolvidas, enviou três candidaturas à Lista Representativa: o Frevo de Pernambuco, o Círio de Nossa Senhora de Nazaré, de Belém do Pará, e a Cachoeira de IauaretêLugar Sagrado dos povos indígenas dos Rios Uapés e Papuri, no Amazonas, que já fazem parte dos 23 Bens Registrados como Patrimônio Cultural Brasileiro. No entanto, em função do grande volume de candidaturas recebidas pela Unesco, essas só serão avaliadas em 2012.

O Ritual Yaokwa é a mais longa e importante celebração realizada por esse povo indígena, atualmente uma população em torno de 540 indivíduos que vive em uma única aldeia, na terra Enawene Nawe, uma área de 742 mil hectares, homologada e registrada, localizada numa região de transição entre o cerrado e a floresta Amazônica, no estado do Mato Grosso. Com duração de sete meses, este ritual define o início do calendário ecológico-ritual Enawene que abrange as estações seca e chuvosa de um ciclo anual marcado pela realização de mais três rituais: Lerohi, Salomã e Kateokõ. Parte fundamental do Yaokwa ocorre quando os homens saem para a pesca de barragem, construídas com sofisticadas armações que se configuram em elaboradas obras de engenharia, dispostas de uma margem à outra do rio. Este é o ponto alto do ritual que começa em janeiro, com a coleta das matérias-primas para a construção das barragens e com a colheita da mandioca. Desde o primeiro contato com a “civilização branca”, em 28 de julho de 1974, os Enawene Nawe têm se tornado cada vez mais desconfiados diante das ameaças que os cercam, como madeireiros e garimpeiros, mas principalmente os impactos ambientais causados pela construção de pequenas centrais hidroelétricas que, embora se localizem fora da terra indígena, vêm sendo construídas em locais próximos às cabeceiras dos rios, que são utilizados durante o ritual.

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Ferroviários da EFMM: estão com “tudo” e não estão “prosa”

Há exatos 4 anos atrás, os antigos ferroviários da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré cuidavam praticamente sózinhos do acervo da ferrovia, passando muitas dificuldades.  Até um simples marmitex lhes foi negado , na época, pelo Governo do Estado. Naquele ano, 2006, o tombamento da Madeira-Mamoré foi homologado pelo Patrimônio Histórico Nacional.

Hoje, eles recuperaram a auto-estima , se organizaram em forma de Cooperativa (Cootrafer) com o apoio da Senadora Fátima Cleide e do Deputado Eduardo Valverde  e  estão ajudando a revitalização da ferrovia através de um convênio,  costurado pelo IPHAN , que lhes garante o trabalho digno e remunerado.  É uma das muitas  medidas mitigadoras e compensatórias que estão a cargo da UHE Sto Antônio .

Na foto, os antigos ferroviários com alguns trabalhadores mais novos posam com o Presidente Lula na Madeira-Mamoré, para a história.

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Ferroviários da EFMM: estão com "tudo" e não estão "prosa"

Há exatos 4 anos atrás, os antigos ferroviários da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré cuidavam praticamente sózinhos do acervo da ferrovia, passando muitas dificuldades.  Até um simples marmitex lhes foi negado , na época, pelo Governo do Estado. Naquele ano, 2006, o tombamento da Madeira-Mamoré foi homologado pelo Patrimônio Histórico Nacional.

Hoje, eles recuperaram a auto-estima , se organizaram em forma de Cooperativa (Cootrafer) com o apoio da Senadora Fátima Cleide e do Deputado Eduardo Valverde  e  estão ajudando a revitalização da ferrovia através de um convênio,  costurado pelo IPHAN , que lhes garante o trabalho digno e remunerado.  É uma das muitas  medidas mitigadoras e compensatórias que estão a cargo da UHE Sto Antônio .

Na foto, os antigos ferroviários com alguns trabalhadores mais novos posam com o Presidente Lula na Madeira-Mamoré, para a história.

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