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Público lota Teatro Banzeiros, em Porto Velho, para conhecer os vencedores do 10º Festcineamazônia

Os músicos Eliakin Rufino e Princezito encerraram a 10ª edição do Festcineamazônia com um show que contagiou o público com músicas dançantes, regionais, africanas e um duelo de poesias.

Princezito, natural de Cabo Verde, é compositor, estudioso das várias vertentes do batuku (gênero musical cabo verdiano) em que aborda a canções tiradas das histórias, contos e provérbios populares. Já Rufino é poeta, cantor, escritor, professor de filosofia, produtor cultural e jornalista. Faz shows de música e poesia, com os quais já vem percorrendo o Brasil e diversos países há mais de 20 anos.

Os jurados da mostra competitiva foram a comunicóloga e produtora Samira Pereira, o cineasta Joel Zito Araújo, o ator e roteirista Thoamas Stravos, o produtor cultural Celso Brandão e produtor de cinema Wilsson Austurizag. Os jurados da categoria vídeo reportagem ambiental foram os jornalistas Solano Ferreira, Fred Perillo e o diretor de Cinema, Marcelo Cordeiro Quiroga.

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Poesia domina o último dia do Festcineamazônia, em Porto Velho

“Artista que tem de início a pretensão de ser artista já me causa desconfiança”. A provocação feita pela escritora e compositora Alice Ruiz abriu o debate ‘É de poesia que o mundo precisa’. Ao lado do escritor Marcos Quinan, do poeta Thiago de Melo e do músico africano Princezito, Alice Ruiz conversou durante cerca de duas horas com estudantes do ensino médio de escolas públicas de Porto Velho, nesta sexta pela manhã, no Teatro Banzeiros, centro da capital rondoniense.  O debate fez parte da programação paralela da décima edição do Festcineamazônia e foi mediado pelo poeta e professor Carlos Moreira. A discussão foi baseada ‘no fazer da poesia’ e a importância da arte e cultura para o mundo contemporâneo hoje. Vindo de Cabo Verde, o cantor Princezito explanou sobre as dificuldades em se produzir arte num país financeiramente pobre, além de contar a relação que teve a origem humilde dele próprio com a visão que possui hoje de cultura. “Isso está presente na minha música”, disse.   O cantor faz show de encerramento do festival ao lado do músico de Roraima Eliakin Rufino. No último dia da mostra competitiva foram exibidos 18 filmes. Entre eles, o paraense ‘Matinta’, de Fernando Segtowick, com Dira Paes no papel principal.  Este ano o Festicineamazônia trouxe como novidade a mostra Cinema e Samba, como filmes com temática sambista exibidos em uma escola de samba. o cineasta Aurélio Michilis, diretor de “O cineasta da selva” foi o homenageado da noite. O festival encerra no sábado, com a premiação dos vencedores do troféu Mapinguari e o show musical de Eliakin Rufino e Princezito.

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Abertas as inscrições para o 2º Filmambiente

Estão abertas as inscrições para o 2º Filmambiente. Este ano, além do Rio de Janeiro, o festival acontece também em Salvador, Bahia e está recebendo inscrições em seu site de filmes e vídeos – curtas, animações, longas, documentários e ficção – de temática ambiental até o dia 31 de Maio e o resultado da seleção sai em Junho. O júri do festival premiará os melhores longas e curtas internacionais e os melhores curtas nacionais com o Prêmio Tainá (estrela, em Tupi), que vai também para o melhor filme do festival segundo o público do Rio e de Salvador.     www.filmambiente.com  ou pelo fone 21 2513-5531

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Teleimage lança Concurso de Roteiros para curtas-metragens

Com a intenção de ampliar a qualidade final dos curtas-metragens, o I CurtaTeleimage  abriu inscrições para contemplar dois roteiros, um de ficção e um de documentário, de até 20 minutos. Os dois projetos vencedores serão anunciados no dia 16 de abril de 2012 e receberão como prêmio todo o financiamento de finalização de imagem e som. A Fuji Filmes, parceira do prêmio, fornecerá todo o internegativo para o transfer de imagem dos dois curtas, de ficção e de documentário. As inscrições serão aceitas até o dia 15 de março de 2012 e podem ser feitas no Hot Site do prêmio – www.curtateleimage.com.br, onde estão todas as regras para a inscrição dos projetos de roteiro .

Os roteiros têm que ser originais e não poderão estar em processo de produção e nem serem de filmes já realizados. Os concorrentes não poderão ter dirigido projetos de longa metragem de ficção ou de documentário. As participações estão abertas a qualquer roteirista que preencha essas exigências e queira inscrever seu projeto. Serão aceitos roteiros com o máximo de 20 páginas, seguindo o seguinte formato: fonte Times New Roman, tamanho 12, com espaçamento entre linhas simples, cabeçalhos, rubricas e diálogos de acordo com o modelo de roteiro disponível no hot site do prêmio.

O júri que escolherá os dois projetos contemplados será formado por José Carlos Ribeiro de Oliveira, Newton Cannito, José Augusto De Blasiis, Selma Nunes e Roberto Vitorino. Os critérios que orientarão o júri serão:  a) Criatividade da proposta apresentada;   b) Coerência do roteiro e da proposta estética em relação ao conceito de curta-metragem de ficção e documentário;

Prêmio

Os autores dos dois roteiros selecionados serão contemplados com o processo de finalização de imagem e som. A finalização de imagem poderá ser em resolução HD ou 2K a partir de película ou de arquivos digitais data, e constará de conformação on line da imagem, correção de cor, elaboração e realização dos créditos iniciais e finais e transfer tape to film com internegativos incluídos. A finalização de som será de edição, foley, pré mixagem, mixagem e print máster em Dolby Digital 5.1

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ETNODOC recebe projetos inéditos de vídeos sobre Patrimônio Cultural Imaterial brasileiro

Idealizado pelo Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, em parceria com a Associação Cultural de Amigos do Museu de Folclore Edson Carneiro (Acamufec), e patrocinado pela Petrobras, o Edital de apoio a documentários etnográficos sobre patrimônio cultural imaterial – Etnodoc recebe de 24 de novembro a 10 de janeiro de 2012 projetos inéditos de documentário etnográfico, voltado para exibição em redes públicas de TV.

O Edital tem como objetivo somar esforços e ampliar as ações voltadas para a valorização e promoção dessa dimensão do patrimônio cultural, assim como estimular iniciativas voltadas para a melhoria das condições de transmissão, produção e reprodução dos bens culturais que compõem esse universo.

A terceira edição do Etnodoc destina-se a apoiar 15 projetos inéditos de documentários etnográficos, de média duração, voltados para exibição em redes públicas de TV. Os recursos previstos somam R$ 1,2 milhão e cada projeto selecionado receberá a quantia de no máximo, R$ 80 mil.

Para participar, os vídeos devem atender aos seguintes requisitos:

• Sejam relativos ao patrimônio cultural imaterial brasileiro, (saberes; celebrações; formas de expressão; lugares), compreendido conforme definição da Convenção par a Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, aprovada em 2003.
• Impliquem abordagem etnográfica sobre o objeto da documentação, situado em seu contexto sociocultural, e sobre pessoas e grupos sociais a ele relacionados.

A Comissão de Seleção será formada por representantes das várias instituições realizadoras e parceiras do projeto, além de pelo menos um especialista convidado, da esfera audiovisual, sem vínculo com as citadas instituições.

Veja mais em: www.etnodoc.org.br

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Nota triste : documentarista Adrian Cowell morre em Londres , de insuficiência respiratória

Adrian Cowell ( de camisa listrada) ao lado de Vicente Rios, seu companheiro eterno, Rudney Prado (camisa amarela) e Beto Bertagna, trocando idéias num buteco ao lado do cine Veneza.

Adrian Cowell ( de camisa listrada) ao lado de Vicente Rios, seu companheiro eterno, Rudney Prado (camisa amarela) e Beto Bertagna, trocando idéias num buteco ao lado do cine Veneza, em Porto Velho, Rondônia

Em matéria assinada por Felipe Milanez, a revista Carta Capital traz uma notícia muito triste para os rondonienses e amazônidas em geral.

Diz a matéria : “Morreu nesta segunda-feira 10, de insuficiência respiratória, em Londres, o documentarista Adrian Cowell. Com um trabalho histórico de registro da destruição da Amazônia, ele estava vindo ao Brasil, onde chegaria dia 12, para finalizar a versão brasileira do filme Killing For Land(Matando pela terra, em tradução livre), inédito aqui, que aborda a violência no sul do Pará.   Aos 77 anos, Cowell seguia filmando.
Cowell foi companheiro dos irmãos Villas Boas em expedições antes mesmo da criação do Parque Indígena do Xingu, registando tanto o cotidiano dos índios, quanto o trabalho dos sertanistas e as ameaças, por garimpeiros e fazendeiros. Trabalhou também com Apoena Meirelles, outro grande sertanista, no contato dos índios uru-eu-wau-wau, em Rondônia. Filmou, quase ininterruptamente, por 50 anos no Brasil. Seu trabalho começou em 1958, quando ainda era estudante. Foi mais intenso, sobretudo, nos anos 1980, quando fez a premiada série para TV “A Década da Destruição. E todo o seu trabalho, que são mais de sete toneladas de filmes, foi doado para a PUC de Goiás, para o Brasil, onde a consulta está disponível. O Acervo Adrian Cowell é um material fabuloso constituído de filmes 16 mm, fitas de vídeo, áudios, cassetes, slides e diários de campo sobre a Amazônia. (Informações no site http://imagensamazonia.pucgoias.edu.br)

Cowell produziu o maior registro documental da memória da Amazônia nesse período. “Tem coisas que não existem em lugar nenhum,  que não está escrito, mas está registrado apenas pelo trabalho do Adrian.  E ele doou de volta para o Brasil”, diz Stella Penido, da Fiocruz, que auxiliava a restauração dos filmes. “Era incansável. E ele estava vindo ao Brasil, morreu trabalhando.” Amiga pessoal, diz Stella: “A vida dos seres humanos é como um trabalho de tecedura. Termina o trabalho com delicados fios, tecidos do inicio ao fim (Buda). Acho que não é nenhum exagero pensar que a vida do Adrian foi um bonito trabalho tecido com delicados e atentos fios do inicio ao fim. (obrigada, querido Adrian)”.

Vicente Rios, seu câmera, co-diretor no Brasil e que se tornou seu grande parceiro de trabalho a partir da “Década da Destruição”, está concluindo um documentário sobre Cowell, que vai se chamar “Visões da Amazônia”. “Faltava duas ou três frases, que ele iria completar agora”, disse Rios, chocado pela notícia. O filme, que contém cenas de bastidores das filmagens e também a visão de Cowell sobre a natureza, inclui sequencias inéditas como Cowell conversando com Orlando Villas Bôas sobre a memória de ambos dos tempos do Xingu, na casa do sertanista, em São Paulo.

Adrian Cowell nasceu em Tongshan na China, em 2 de fevereiro de 1934, e concluiu seus estudos na Universidade de Cambridge. Em um encontro que tivemos, no Rio de Janeiro, ele me explicou com um característico sotaque britânico, que aprendeu a falar português com o cacique Raoni. Em suas lembranças, sempre falava bem humorado, e extremamente dedicado e fiel tanto a seus princípios humanitários, quanto a seus parceiros, como os sertanistas, amigos índios, seringueiros.

Por um longo período, ele alternou viagens entre áreas de conflito na Amazônia e Myanmar, filmando a guerra civil no país, que viria a ser o objeto da série Opium, filmada ao longo de oito anos.

Quando Adrian Cowell decidiu filmar a destruição da Amazônia, em um trabalho documental de fôlego inigualável,  tudo podia acabar. Os índios, os seringueiros, a floresta. A Amazônia em sua totalidade. O trator do desenvolvimento, em curso e a todo vapor durante a ditadura militar, queria trazer o progresso, ou a idéia de “um progresso”, sobre um território visto como hostil e inabitado. Mas haviam os índios, os seringueiros e a biodiversidade no caminho. Na década de 1980, “nunca tanta matéria viva foi queimada como em Rondônia em toda a história”, apresenta o narrador de “A Floresta que virou Cinza”, da premiada série de cinco filmes chamada “A Década da Destruição”, em que ele filmou, ao longo de dez anos, a maior destruição já vista de um ambiente. Ganhou reconhecimento público em premiações como da British Academy (BAFTA), o Emmy Founders e o Golden Gate.

“A Década da Destruição” é o maior projeto de documentação da devastação da Amazônia jamais realizado. A seriedade, o comprometimento demonstrado pelo documentarista ao longo dos dez anos, surpreendem pelo acompanhamento incansável das histórias dos personagens, que são acompanhados por esse período. Também a coragem, como nas filmagens de tiroteios entre posseiros de terra e pistoleiros, em festas e tiroteios em garimpos, como o registro de um garimpeiro morto por um tiro de fuzil, a escravidão na produção de carvão, ameaças de fazendeiros.

Enquanto ainda era pouco conhecido pela imprensa brasileira, Chico Mendes já era filmado por Cowell, tanto os empates que fazia nos seringais, quanto em reuniões internacionais. Amigo pessoal do seringueiro, o filme, “Chico Mendes, eu quero viver”, foi concluído em 1991. O mesmo com o Padre Josimo, assassinado no Tocantins.

Em um email, escrito há três semanas, ele me disse, comentando a recente onda de assassinatos no sul do Pará: “Sem dúvida estes assassinatos possuem alguma influencia um sobre o outro. Antes de nossa proposta de filmar Chico, fiz uma decisão para a serie A Década da Destruição. Decidi que foi essencial mostrar o motivo porque tantos colonos estavam invadindo as florestas amazônicas. Resolvi fazer um filme sobre as brigas para terra em Para. Fui com Vicente Rios ao Sul de Para para encontrar com Padre Josimo – um padre negro de CPT.  Combinamos de filmar o trabalho e vida dele, mas antes que desse tempo para iniciar a filmagem,, ele foi assassinado.  Logo depois, encontramos Chico e combinamos filmar ele  (Chico viria a ser morto ao longo das filmagens)  Padre Josimo foi um caso famoso naquele tempo e tenho ainda um foto do Chico fazendo um comício num seringal embaixo de um foto do Josimo”

Uma outra série de extremo fôlego é “Os últimos isolados”, sobre os povos indígenas que vivam, ainda isolados, na floresta, enquanto se produzia a ocupação engendrada pelo regime militar. O documentarista acompanhou de perto o trabalho dos sertanistas da Funai, descrevendo o entorno dos territórios onde viviam os índios ameaçados – e que deveriam travar o primeiro contato com a sociedade ocidental. A “Destruição do Índio”, outra série memorável, reporta a difícil relação entre os povos indígenas e a colonização.

Rever o trabalho de Adrian Cowell hoje é explorar as mazelas que marcaram a exploração e a devastação da Amazônia desde o início da sua ocupação recente, engendrada durante a Ditadura. A obra que deixou vai ensinar muitas gerações de brasileiros a compreender melhor o país em que vivem – e que está sendo destruído.”

via Carta Capital

FILMOGRAFIA

THE DESTRUCTION OF THE INDIAN (A DESTRUIÇÃO DO ÍNDIO)
THE HEART OF THE FOREST (O CORAÇÃO DA FLORESTA) 16mm/ p&b/ 30 min/ BBC/ 1961
PATH TO EXTINCTION (CAMINHO PARA EXTINÇÃO16mm/ p&b/ 30 min/ BBC/ 1961
CARNIVAL OF VIOLENCE (CARNAVAL DA VIOLÊNCIA) 16mm/ p&b/ 30 min/ BBC/ 1960
Prêmios: Award from the Scriptwriters Guild of Great Britain


THE LOST CITIES OF ATLANTIS [AS CIDADES PERDIDAS DA ATLÂNTIDA] 16mm/ p&b/ 26min/ BBC/ 1961
THE FATE OF COLONEL FAWCETT (O DESTINO DO CORONEL FAWCETT 16mm/ p&b/ 26min/ BBC/ 1961
THE DEVIL IN THE BACKLANDS(CULTOS DO SERTÃO)
THE FANATICS (ROMEIROS)16mm/ p&b/ 26min/ BBC/ 1963
THE JANGADEIROS (JANGADEIROS) 16mm/ p&b/ 26min/ BBC/ 1963
SATAN IN THE SUBURBS (OS FILHOS DE SANTO) 16mm/ p&b/ 26min/ BBC/ 1963
REBEL (REBELDE)RAID INTO TIBET [EMBOSCADA NO TIBET] 16mm/ p&b/ 25min/ ATV/ 1966
THE UNKNOWN WAR [A GUERRA DESCONHECIDA] 16mm/ p&b/ 25min/ ATV/ 1966
THE LIGHT OF ASIA (A LUZ DA ÁSIA)
BUDDHISM IN TIBET [BUDISMO NO TIBET] 16mm/ p&b/ 26min/ ATV/ 1966
BUDDHISM IN THAILAND [BUDISMO NA TAILÂNDIA] 16mm/ p&b/ 26min/ ATV/ 1966
THE SOKA GAKKAI [SOKA GAKKAI] 16mm/ p&b/ 26min/ ATV/ 1966
THE OPIUM TRAIL [O RASTRO DO ÓPIO] 16mm/ p&b/ 50min/ ATV/ 1966
THE TRIBE THAT HIDES FROM MAN (A TRIBO QUE SE ESCONDE DO HOMEM) 16mm/ cor/ versões 60min, 66min e 72min/ ATV/ 1970
Prêmios: British Academy of Film & Television Arts’ (BAFTA) – Television Factual ProductionSan Francisco International Film Festival – Golden Gate Award
Award from the Scriptwriters Guild of Great Britain
Venice Film Festival Medal

THE KINGDOM IN THE JUNGLE [O REINADO NA FLORESTA] 16mm / cor/ 26min/ ATV/ 1970
THE OPIUM WARLORDS [OS GUERREIROS DO ÓPIO] 16mm / cor/ 74min/ ATV/ 1974
THE MASKED DANCE [A DANÇA DE MÁSCARAS] 16mm / cor/ 52min/ ATV/ 1976
>OPIUM (ÓPIO)THE WHITE POWDER OPERA [A ÓPERA DO PÓ BRANCO] 16mm / cor/ 52min/ ATV/ 1978
THE WARLORDS [OS GUERREIROS] 16mm / cor/ 52min/ ATV/ 1978
THE POLITICIANS [OS POLÍTICOS] 16mm / cor/ 52min/ ATV/ 1978
Prêmios:=British Academy of Film & Television Arts’ (BAFTA) – Television Documentary Programme /American Film Festival – Red Ribbon / Chicago Film Festival  – Golden Hugo

THE DECADE OF DESTRUCTION / A DÉCADA DA DESTRUIÇÃO

THE SEARCH FOR THE KIDNAPPERS (NA TRILHA DOS URU EU WAU WAU)16mm/ cor/ 52 min/ ATV/ versões 1984 e 1990
THE BLAZING OF THE TRAIL (CAMINHO DO FOGO)16mm/ cor/ 52 min/ ATV/ 1984
IN THE ASHES OF THE FOREST (NAS CINZAS DA FLORESTA) 16mm/ cor/ 52 min/ ATV/ versões 1984 e 1990
THE STORMS OF THE AMAZON (TEMPESTADES NA AMAZÔNIA)16mm/ cor/ 26 min/ ATV/ 1984
THE MECHANICS OF THEFOREST (A MECÂNICA DA FLORESTA) 16mm/ cor/ 26 min/ ATV/ 1984
BANKING ON DISASTER (FINANCIANDO O DESASTRE) 16mm/ cor/ 75 min/ ATV/ 1987
MOUNTAINS OF GOLD MONTANHAS DE OURO) 16mm/ cor/ 52 min/ ATV/ versões 1988 e 1990
CHICO MENDES – I WANT TO LIVE (CHICO MENDES – EU QUERO VIVER) 16mm/ cor/ 40 min/ ATV/ 1989
MURDER IN THE AMAZON (ASSASSINATO NA AMAZÔNIA) 16mm/ cor/ 57 min/ WGBH/ 1989
KILLING FOR LAND [MATANDO POR TERRAS] 16mm/ cor/ 52 min/ ATV/ 1990
THE CRUSADE FOR THEFOREST(A LUTA  PELA FLORESTA)>16mm / cor/ 51 min/ ATV/ 1990
Prêmios International Emmy – Founder’s Award / British Academy of Film & Television Arts’ (BAFTA) – Award for Originality / Le Prix International de Television de Geneve / San Francisco International Film Festival – Golden Gate Award / One World Broadcasting Trust – Premier Award / Medikinale International Parma – Grand Prix / National Educational Film & Video Festival – Crystal Apple /Wildscreen Festival – Bristol & West Conservation Award / American Film Festival – Red Ribbon /Television Movie Awards – Best Educational Production / North American Association for Environmental Education – Best of Show Award / Vermont World Peace Festival – 1st Prize International Concerns

THE DECADE OF DESTRUCTION FOR SCHOOLS – A DÉCADA DA DESTRUIÇÃO PARA ESCOLAS

THE RAIN FOREST (A FLORESTA TROPICAL) 16mm/ cor/ 9 min/ Nomad Films /WWF/ 1991
THE COLONISTS (OS COLONOS) 16 mm/ cor/ 16min/ Nomad Films/WWF/ 1991
THE DEVELOPMENT ROAD (A ESTRADA PARA O DESENVOLVIMENTO) 16 mm/ cor/ 12 min/ Nomad Films/WWF/ 1991
THE INDIANS (OS ÍNDIOS) 16 mm/ cor/ 16 min/ Nomad Films/WWF/ 1991
THE RUBBER TAPPERS (OS SERINGUEIROS) 16 mm / cor / 10 min/ Nomad Films/WWF/ 1991
THE POLITICIANS (OS POLÍTICOS) 16 mm / cor/ 19 min / Nomad Films / WWF/ 1991
Prêmios: North American Association for Environmental Education – Best Instructional FilmTHE HEROIN WARS(AS GUERRAS DA HEROÍNA)

THE OPIUM CONVOYS (OS COMBOIOS DE ÓPIO) 16 mm / cor/ 51 min/ Channel 4/ 1996
SMACK CITY (CIDADE DA HEROÍNA) 16mm / cor / 52 min/ Channel 4/ 1996
THE KINGS OF OPIUM (OS REIS DO ÓPIO) 16mm/ cor/ 52 min/ Channel 4/ 1996
Prêmios : Worldfest – Gold Special Jury Award /International Association of Audio Visual Communications – Gold Cindy Award /National Educational Media Network – Bronze Apple Award/U.S International Films Video Festival – Certificate for Creative Excellence

THE LAST OF THE HIDING TRIBES / OS ÚLTIMOS ISOLADOS
RETURN FROM EXTINCTION (FUGINDO DA EXTINÇÃO) – Super 16 mm e DV/ cor/ 52 min/ Nomad Films/Channel 4/ 1999
FATE OF THE KIDNAPPER (O DESTINO DOS URU EU WAU WAU) – Super 16mm e DV/ cor/ 52 min/ Nomad Films/Channel 4/ 1999
FRAGMENTS OF A PEOPLE (FRAGMENTOS DE UM POVO) – Super 16 mm e DV/ cor/ 52 min/ Nomad Films/Channel 4/ 1999Prêmios:Latin American Studies Association Award of Merit in Film

LEGADO DO CHICO
THE FATE OF THE DAMMED(BARRADOS E CONDENADOS) DV/ cor/ 25min/ TVE/BBC World/ 2001
A RAMSOM FOR THE FOREST(UMA DÁDIVA PARA A FLORESTA) DV/ cor/ 25min/ TVE/BBC World/ 2001
THE FIRES OF THE AMAZON(QUEIMADAS NA AMAZÔNIA) DV/ cor/ 45min/ BBC2 2002
CHICO ’S DREAM(O SONHO DO CHICO) – DV/ cor/ 25min/ TVE/BBC World/ 2003
THE JUNGLE BEAT(BATIDA NA FLORESTA) – DV/ cor/ 59 min/ BBC2/ 2005

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Festcineamazônia – Inscrições para a 9ª edição

Estão abertas as inscrições para a 9ª edição do Festcineamazônia – Festival Latino Americano de Cinema e Vídeo Ambiental que acontecerá em Porto Velho, Rondônia, de 8 a 12 de novembro. Apesar de ter o tema ambiental como principal, o Festival aceita inscrições de outros gêneros de produção. Por ser latino americano, o Festcineamazônia recebe também produções de outros países. Para concorrer, as produções precisam ter no máximo 26 minutos de duração, em qualquer formato, porém, na exibição serão unificadas para igualdade de competitividade. Cada participante poderá inscrever até três obras de curta metragem produzidas a partir de 2005. Um júri tecnicamente qualificado será constituído especialmente para escolher os filmes e vídeos que farão parte da mostra competitiva. A premiação do Festcineamazônia será distribuída nos seguintes gêneros: ficção, documentários, animações e experimentais. Na modalidade de vídeorreportagem, o Festival premiará a Melhor Reportagem Ambiental Nacional e a Melhor Reportagem Ambiental Rondoniense como incentivo aos comunicadores que destacam a temática em seus noticiários televisivos. O preenchimento da ficha de inscrição poderá ser feita online pelo site www.cineamazonia.com onde também consta o regulamento geral para competidores.

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