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Filmes importantes para entender Rondônia – 5 – Povo Amondawa

foto : L.Brito

foto : L.Brito

A nação indígena Amondawa, ramificação dos Uru eu wau wau,  como tantas outras existentes em Rondônia, foi mais uma das vítimas do avanço da civilização através dos projetos de colonização  ocorridos no estado, a partir do final da década de 70.

Uma das principais características vividas em Rondônia naquela  época foi  o intenso fenômeno da migração trazendo consequências sociais profundas não só para as sociedades indígenas.
O filme documentário “Povo Amondawa”   com 12 minutos registrou um pouco desse processo que teve como meta principal  o progresso a qualquer custo, e que foi maléfico para os Amondawa e outros povos indígenas que não tiveram  tempo e nem direito de se pronunciar como cultura  amazônica no processo.

Duração: 12 minutos – Ano de Produção : de 1992 à 1997  – Direção Luiz Brito

NR : Tive o prazer de participar desta produção do Luiz Brito, na única vez que o Governo de Rondônia realizou um edital para produção de audiovisuais, quando existia a Funcetur e o seu presidente era o Ruy Motta. Depois, foi só calote. Na única oportunidade em que o Governo Cassol/Cahúlla teve de participar do DocTV , uma parceria entre os Estados, a TV Cultura de SP e o Ministério da Cultura, adivinhem…. O único Estado que deu cano na obrigação de cumprir sua contra-partida  foi… ganha um DVD virgem quem acertar.

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Universidade.doc, DocTV 5 e outros editais marcam a saída de Da-Rin da Secretaria do Audiovisual do MinC

No final de abril a Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura deverá publicar um pacote de projetos e editais , no valor de R$ 6 milhões em fomento para a TV pública, como a 5ª Edição do vitorioso DOCTV, que produzirá aproximadamente 35 documentários de 55 minutos, com valor médio de R$ 100 cada.

Rondônia foi o único Estado até agora que deu calote no projeto e não pagou a contrapartida constante em contrato assinado entre as partes de R$ 20 mil para a  realização do filme “O Brasil que começa no rio…” , exibido em rede nacional pela TV Cultura e suas afiliadas em 2006. Já passaram pelo cargo da SECEL/RO pelo menos 4 secretários, e nenhum resolveu a pendência. O gov. João Cahulla não deve conhecer a herança deixada pelo ex-governador Ivo Cassol , que deve inclusive causar constrangimentos  à  campanha eleitoral palaciana.  O documentário produzido está à venda na Internet através de uma parceria Cultura Marcas e site Submarino e leva a logomarca de apoio do Governo de Rondônia / SECEL.    

http://www.submarino.com.br/produto/6/1934921/dvd+doc+tv:+o+brasil+que+comeca+no+rio?menuId=829

Junto com a EBC-Empresa Brasileira de Comunicação, também deverá sair um edital para a contratação de 10 séries de 5 filmes de um minuto, abordando temas sociais, cidadania, esportes,cultura e lazer.  Cada série deverá custar em torno de R$ 125 mil. Com o Ministério do Meio Ambiente serão produzidos mais 15 filmes, a R$ 20 mil cada. O assunto é óbvio. E uma boa notícia para os universitários é o provável anúncio do Universidade.doc, que premiará com R$ 50 mil , 24 projetos de acadêmicos que produzirem audiovisuais sobre inclusão social e cultura de um modo geral.

O anúncio do pacote deve coincidir com o da saída de Sílvio Da-Rin à frente da Secretaria do Audiovisual. O provável substituto deve ser o cineasta Leopoldo Nunes, que era um dos diretores da Empresa Brasileira de Comunicação, e foi  substituído por Tereza Cruvinel.

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