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Droga de origem rondoniense – a Merla Morte Súbita, pior do que o crack – chega ao Sul do Brasil

Viciado em "merla" delira em plena luz do dia, numa parada de ônibus da Estrada de Sto Antônio, em Porto Velho. foto: B.Bertagna

Viciado em "merla" delira em plena luz do dia, numa parada de ônibus da Estrada de Sto Antônio, em Porto Velho. foto: B.Bertagna

Leia até o fim se tiver filhos ou, ao menos, vergonha na cara. Uma nova e mortífera droga, a “merla morte súbita”, originária de Rondônia, pior do que o crack, chegou a Porto Alegre e está fazendo os militantes de movimentos anti-drogas alertarem os pais e autoridades para o perigo.

A droga tem efeitos mais intensos do que os do “crack” e pode, literalmente, causar morte repentina do usuário. A “merla” não é a mesma coisa que “mela”, ou “melado”, restos ou sub produto de pasta base de cocaína (sulfato de cocaína) de uso comum em Rondônia.

Embora atualmente a mídia em Rondônia, especialmente em Porto Velho, esteja citando “merla” e “mela” como se fossem a mesma coisa, há uma diferença básica entre elas.

A “mela” é o que sobra da fabricação da pasta base de cocaína – uma espécie de borra sem valor comercial para a indústria da transformação da pasta base ,(sulfato de cocaína) que é feita na Bolívia para ser tranformada em cocaína (cloridrato de cocaína), refinada em laboratórios químicos, geralmente na Colômbia.

Os resíduos de sulfato de cocaína tem, porém, efeitos deletérios e, não obstante ser apenas lixo, com grande teor de ácido sulfúrico, éter, acetona e outros produtos usados para fazer a pasta base, é vendido a baixo preço consumidores de narcóticos nas ruas de Porto Velho.

As vezes a mela é misturada à maconha para ser fumada na forma de cigarros que são chamados de “melado.”

A “merla” ainda tem resíduos da borra da pasta base de cocaína, mas é mais letal pois em sua composição entram querosene, ácido sulfúrico, barrilha usada para limpeza de piscina(óxido de cálcio),cimento, soda cáustica,amônia, cal virgem, solução de bateria de carro, , gasolina reutilizada inúmeras vezes.

Numa nota publicada em seu blog, Beto Bertagna explica que a “merla” é absorvida pela mucosa pulmonar e a exemplo da cocaína, é excitante ao sistema nervoso.

Exames em indivíduos sob efeito da “merla” relatam que ela causa euforia, diminuição de fadiga, aumento de energia, redução do sono e do apetite, perda de peso, alucinações,delírios e confusões mentais.

“O usuário da merla corre sérios riscos de ter convulsões e perda de consciência, As convulsões podem levar o usuário a ter uma parada respiratória, coma, parada cardíaca e a morte” – acrescenta Bertagna.

Usuários da “merla” relataram que após o efeito da droga, sentem medo, depressão e paranóia (sensação de perseguição) que em alguns casos os leva ao suicídio.

“Com o uso continuado o usuário perde os dentes sob o efeito do ácido de bateria que começa a corroê-los até sua perda total.

A “merla morte súbita” pode se popularizar em Rondônia principalmente se for verdadeira a notícia de que o verdadeiro xerife de Guajará-Mirim, na fronteira de Rondônia com a Bolícia e inimigo nº 1 das organizações criminosas, o popular agente federal “João Pomba” se aposentou. Quem irá lhe substituir?

A “merla” aparentemente chegou antes do “crack” em Porto Velho. Ainda não se sabe por que não se popularizou tanto como no Sul, ou sequer se sabe de suas vítimas aqui. A imprensa pode inadvertidamente colaborando com a adoção do nome de “merla” para a “mela” tradicional.

Devastação causada pela “merla morte súbita”

O blog betobertagna.com divulga o seguinte depoimento de Weslley Bragé Dias, do grupo de hip-hop Realidade de Rua. O texto é dedicado aos policiais, promotores, juízes (especialmente os do Juizado da Infância e da Adolscência) e, principalmente, repórteres, e a todos os demais cidadãos que tem honra.

PORTO ALEGRE, Rio Grande do Sul, quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010 (Betobertagna.com/ Noticiaro.com – ” Todo mundo tá preocupado com o crack. E quando chegar a merla como em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, vai ser uma mudança de planos. Quero ver onde é que vão enfiar a camiseta de “Crack nem pensar”, musiquinha e adesivo. Para fazer fama, ouvir aplauso, a boca fala tudo, mas onde é que vão enfiar a cara, com que palavras vão contrariar as pessoas quando a merla estiver no lugar do crack?

“Existem três tipos de cocaína: a mais pura é a boliviana, só tem em Alvorada. A mais ou menos é a Viviane. Tem esse nome porque Viviane foi a primeira mulher que trouxe de São Paulo para cá. Morreu aqui (Porto Alegre), assassinada. A Loira é a mais fraca, a mais misturada, pode ter o mesmo efeito que giz escolar.

“Tem vários tipos de pedras também: Hulk, Cristalina, Cenourinha, Bate-Bate. A pior destas é a Bate-Bate, porque é a mais pura, feita direto quimicamente. Até em casa se faz.

“Merla é a mistura da Bate-Bate com a resina da boliviana.

“O nome é merla, o apelido é Morte Súbita, porque a pedra vicia e mata com menos prazo. Tanto é que tem gente que fuma pedra há 12 anos e não morreu até hoje. A merla, segundo os doutores, em seis meses mata. Mas não é exatamente seis meses – é conforme o adequado andamento que a pessoa usa, a forma como usa. O efeito dura 15 minutos, o triplo do efeito da pedra.

“Ela pode ser usada fechada como maconha. É o “mesclado” (mistura de pedra com maconha e pó), também chamado “macaquinho”. Pode ser usada no cachimbo (ou bimbo), e aí não passa de dois meses – a pessoa se mata porque tem 90% mais efeito colateral que a própria pedra.

“A merla aqui em Porto Alegre está circulando há três meses. Antes só se ouvia falar. E só não se tá num vício pior, porque não está sendo lançada no mercado como a pedra (crack). Em uma semana, a pedra aumentou 80% o uso. E agora, mais ainda. E não se sabe se não vai aumentar mais ainda.

“Onde diminuir o consumo da pedra, aumenta o mercado da merla. E o que dizem é que vai ter mais índice de morte, até por acerto de conta entre quadrilhas e bocas de fumo, e pela droga mesmo, pelos peixes-grandes (patrões).

“A diferença entre merla e crack é que a merla é tipo uma crosta. A merla também é um tipo de pedra, mas tem uma consistência mais como gel, gruda. A merla custa R$ 2,00 (R$ 3,00 a menos que a pedra, porque ainda está começando o consumo). A pedra (crack) custa R$ 5,00. Quando aumenta o vício, a boca de fumo aumenta o preço no mercado negro. A grama de pedra hoje chega a R$ 20,00.

“Nem sempre quem vende merla e crack é a mesma pessoa, porque isso já tem envolvimento de gente grande, os traficantes costas-quentes. O traficante costa-quente é tipo um doutor que cai na cadeia e fica numa cela especial porque tem ensino superior. Vem direto deles.

“Não estão vendendo ainda merla como vendem pedra. Não é assim fácil para entrar uma droga nova e sair vendendo. Tem que ter contatos do morro para lançar uma nova. Foi lançada uma parte para ver o resultado no meio dos usuários de crack e qual a reação. É inevitável: a reação é que a merla é melhor que a pedra. Não se viciaram ainda porque foi só um patinho na armadilha, para saber que a droga é mais forte que a anterior.

“Crack e merla têm efeitos diferentes. O crack dá uma sensação de desconforto, a pessoa fica espiada, com medo da própria sombra. Faz ter reações incomuns, como entrar noite adentro caminhando. Tem gente que come formiga ou cascalho do chão porque acha que é crack. Tudo que vê da mesma cor, pequeno, acha que é crack e tem vontade de fumar. Chegam a queimar o dedo para raspar o cachimbo, sem sentir dor, só para fumar a resina, que é mais forte que a pedra.

“A merla não deixa tão espiado, mas deixa imobilizado. Onde fumar, pára, fica, é o mesmo que dar um branco, uma lavagem cerebral. Qualquer um pode fazer o que quiser, o cara não vai dar bola. Porém, o principal efeito dela, depois de uns dois minutos, é muito pior, a pessoa pode criar um desespero próprio, sair correndo, sem ter medo de nada, tipo um amigo meu que foi atropelado. Quebrou a perna, machucou o braço. Foi só um “te liga”, para ver a reação com a outra pedra. O que mais mata em relação à pedra é chinelagem, roubar para usar.

“Chamam merla de Morte Súbita porque, com o crack, a maioria das pessoas morre por ter reações de furto, roubos, desrIespeito à própria família, só para usar. A merla faz a pessoa se matar. Como hoje em dia a pedra já está matando, com a merla vai ser pior, porque vai ter o aumento de morte pelo desandar da pedra, o aumento da merla e o suicídio dos usuários.

“O bom é que, pelo pouco que veio no mercado, a merla ainda não foi dada nem vendida para crianças. É a única parte boa. Para impedir as pessoas de usarem só derrubando a boca de pedra e pó. Onde não tiver mais, não tem merla.

“Com certeza a merla pode chegar ao mesmo nível do crack, é só ela ser finalmente lançada como o crack foi.”

"Onde fumar, pára, fica, é o mesmo que dar um branco, uma lavagem cerebral. Qualquer um pode fazer o que quiser, o cara não vai dar bola..."

"Onde fumar, pára, fica, é o mesmo que dar um branco, uma lavagem cerebral. Qualquer um pode fazer o que quiser, o cara não vai dar bola..."

Com Noticiaro.com

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“Cracolândia Privê”, pois então!

Enquanto isso, em Portugal…

Aventar

domingo, 8 de janeiro de 2012

ANO 91 Nº 30.230

Uma espécie de cracolândia privê funciona em casas e apartamentos de bairros como Vila Mariana, Bixiga, Paraíso, Penha e Bela Vista, ínforma Afonso Benites. São espaços discretos e seguros destinados à venda e ao consumo local do crack. Para entrar, é preciso ser apresentado por algum conhecido do traficante e só consumir a droga “da casa”

O Brasil está ficando chic. Chic mesmo! Se você, professor, recém-licenciado ou aluno, seguir as orientações do governo para emigrar para terras brasileiras e estiver habituado a adquirir e a consumir tranquilamente o seu ‘crack’, está safo. Se for residir para um dos bairros citados na folha de são paulo, terá a possibilidade de encontrar um traficante de confiança e, no final, aceder a uma “Cracolândia Privê” para consumir na boa o ‘ckrackzinho’ do dia.

‘Crack’ à parte, também já beneficiei. O meu vocabulário, respeitando o Acordo…

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PM cria ronda tática anti-crack e aumenta preconceito contra jovens em Porto Velho

Por Nelson Townes , do NoticiaRo.com

O surgimento do crack, o novo narcótico nas ruas desta Capital, derivado da pasta básica da cocaína, fez a Polícia Militar de Rondônia criar uma unidade especial de patrulha e combate ao tráfico e consumo da droga, a Ronda Ostensiva Tática Metropolitana – Rotam.

A unidade é subordinada ao 1° Batalhão de Policiamento Metropolitano e começou a atuar na semana passada fazendo a detenção dos suspeitos de sempre (de qualquer coisa), adolescentes, jovens adultos pobres, negros, mestiços (indios ou mamelucos) que estiverem circulando pelas ruas à noite – principalmente nos bairros mais pobres da cidade.

A intenção, segundo nota do comando da Polícia Militar sobre a criação da Rotam é intensificar o combate ao tráfico de entorpecentes em Porto Velho.

A nota não menciona que é o objetivo é a repressão ao crack. Somente o crack justificaria a criação de uma nova unidade tática na PM, pois a Força Aérea Brasileira (FAB), com a retaguarda do Sistema de Vigilância da Amazônia, desviou para o Paraguai as rotas da cocaína.

Diminuiu a oferta de “mela” (sulfato de cocaína) nas ruas. O “must” é a nova, mais forte, viciante na primeira tragada e fatal em pouco tempo “crack”, que já contaminou grande número de operários da construção civil.

Mas, não há informações relativas a investigações nos canteiros de obras dos grandes prédios que estão sendo construídos na cidade ou nas obras da usina, hidrelétrica de Santo Antonio, a 7 quilômetros da área urbana.

A Polícia Estadual aparentemente não quer fazer alarde da presença do “crack” em Porto Velho.

Foram designados para a Rotam policiais militares com experiência no serviço de radio patrulha da Capital, sua função oficial é a de capturar foragidos da justiça, (e reprimir) tráfico de entorpecentes e porte de armas. É um pelotão da 1ª Companhia de Policiamento Ostensivo do Batalhão Rondon.

O planejamento ou a inteligência das ações da Rotam parecem se resumir ao “serviço ordinário de radiopatrulhamento na Capital”, “que já tem colhido bons frutos em razão do empenho dos policiais militares que diariamente trabalham nas ruas” – como indica o comando do Batalhão Rondon no comunicado à imprensa.

Como geralmente é ínfimo o número de carros de rádio-patrulha policial em Porto Velho – até há pouco informava-se que havia entre 2 a 8 carros circulando pela cidade que tem hoje cerca de 100 bairros e provavelmente 400 mil habitantes, a repressão ao novo narcótico seguirá a tendência dos outros. Para cada pedra de “crack” eventualmente apreendida, 10 já foram vendidas.

No entanto, cada policial sabe onde se localizam as “bocas de fumo” de Porto Velho. Se esquecerem, geralmente os moradores sabem. Mas, poucas fazem prisões em flagrante e raramente apreendiam grandes quantidades de droga. As bocas de fumo de Porto Velho fazem jus ao nome, são voláteis e mudam de lugar constantemente.

Sem pistas, enfrentando um tráfico invisível, só resta aos policiais considerar suspeito ou traficante, ladrão ou assaltante até a prova em contrário, cada adolescente ou jovem adulto que estiver numa bicicleta em Porto Velho, principalmente se estiver com um carona, desde que pobre, negro ou mestiço, traficantes. Se for uma jovem negra ou mestiça é no mínimo prostituta, cadela.

Se for caucasiano (branco, com traços europeus), loiro ou tiver olhos claros (se for azul, então) e se a bicicleta for clara, só pode ser filho de boa família.

A Lei da Ficha Limpa, que a Câmara dos Deputados, em Brasília, aprovou para fins eleitorais, revogando a presunção da inocência, já existe na prática no mundo policial de Porto Velho e por isso dezenas de jovens são humilhados a cada batida policial.

Como diz a juíza federal da 5ª Vara Criminal Federal do Rio de Janeiro, Simone Schreibe, professora de Direito Processual Penal da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), “na prática judiciária brasileira não se estabeleceu diferença entre os princípios da presunção de inocência e da desconsideração prévia de culpabilidade.”

A totalidade dos adolescentes e jovens adultos mostrados na foto acima não tem relação com o narcotráfico, com o crime organizado, ou passagens pela Polícia. Foram detidos perto de suas casas, chegando do trabalho ou da escola ou vindo de encontro com amigos.

Mas, é assim que a Policia Militar trabalha. Às vezes encontra um traficante nessas ações. Mas nunca o grande fornecedor. Assim como nunca a Polícia Militar encontrou os autores do massacre de Marcio Antonio Alberto (26), Robson da Fonseca Tandu (19), Onaziel Lima Ramos (26), Jhone Inemesio Lima Cabanilas (19) e Reginaldo Silveira dos Santos (26).

Os cinco foram mortos por tiros na cabeça numa segunda-feira à noite, quando conversavam no cruzamento das ruas Centauros e Coroa Boreal no bairro Ulisses Guimarães zona leste da cidade, perto de um PM Box (pequeno posto da Polícia Militar). Perto de uma igreja evangélica.

O crime foi no ano passado. Ninguém viu, ou ouviu nada. Depois se comentou que os cinco “teriam”ou “seriam” responsáveis por distúrbios no bairro. Internautas postaram comentários em sites que noticiaram as mortes elogiando o trabalho que, segundo um dos posts, “se não foi”, “deveria ser de um justiceiro”. A chacina dos jovens foi virtualmente comemorada e esquecida.

O deputado Edson Martins (PMDB), da Assembléia Legislativa de Rondônia, fez um recente discurso no parlamento do Estado sobre sua preocupação com violência urbana que tem vitimado muitos jovens.

Três policiais militares foram presos recentemente no distrito de Jaci Paraná, distante 90 quilômetros de Porto Velho, sob a suspeita de integrarem grupos de extermínio que estariam agindo a mando de fazendeiros e empresários naquela região, numa disputa por terra,

As denúncias foram publicadas pelo jornal “Folha de Rondônia”, de Ji-Paraná, 400 kms de Porto Velho, informando que Policiais Militares estariam envolvidos em pelo menos nove assassinatos. Testemunhas estariam desaparecendo “misteriosamente” da cidade – disse o jornal.

O site “Tudorondonia.com”, de Porto Velho publicou no dia 20/10/2009 que cinco jovens foram mortos no meio da rua na cidade de Machadinho do Oeste, interior de Rondônia, a nordeste. Na cidade seriam apreendidos 700 quilos de cocaína, a última grande apreensão, até agora, no Estado.

Entre as vítimas havia um menor de 12 anos de idade, com passagem pela polícia, assim como os demais atingidos pelos disparos.

Nota da Redação do http://www.betobertagna.comEstá parecendo uma campanha deste site  e do http://www.noticiaro.com contra o crack e outras drogas, inclusive as consideradas “sociais” como o alcool.

E é verdade.

É necessário que se use todo e qualquer veículo pra disseminar as informações sobre esta “epidemia”que pode vir a assolar Rondônia em pouco tempo.

Outros sites, que tem até, presumidamente, mais visitação que os citados viram as costas para o problema e ficam no “lenga-lenga” das fofocas políticas, dos ataques interesseiros atrás do famoso “caraminguá” como verdeiros “caça-níqueis”, publicam resumo de novelas alienantes, detonam esta ou aquela autoridade por falta de contrato e acabam esquecendo problemas sérios que podem afetar toda a população. Tudo bem. Respeite-se o direito editorial e o sagrado direito de imprensa e à informação. Critico, porém,  o desserviço à comunidade quando não colocam minimamente em suas pautas estas ameaças que estão cada vez mais visíveis.Das televisões então, a coisa está tão escrachada que nem adianta mais falar. Cobrar o que, quando há campanhas mais do que suspeitas como o Criança Esperança?

Tudo se transforma numa corrente só. Há evidências que menores de idade, de famílias tradicionais de Porto Velho, foram “recolhidas” em estado de coma alcoólico durante a realização de um show com uma famosa cantora de axé music. Fatos semelhantes são cada vez mais frequentes. As famílias, não as tradicionais, as migradas, as mais carentes, as mais pobres de informação mas que muitas vezes se dispõem a fazer um “sacrifício” para comprar um abadá parcelado em 12 vezes (baratíssimos! ) estão transferindo para as escolas o dever da educação.

As escolas, ah as escolas, que mal conseguem cumprir o dever do ensino…

E assim caminha esta tosca humanidade do noroeste do Brasil.

Entre as descobertas a cada dia que passa de novos golpes milionários na Assembléia Legislativa, candidatos ficha+ que suja bancando mocinhos em caravanas pelo interior e formação de cracolândias em zonas de motéis e hotéis populares nas proximidades da Rodoviária e do Trevo do Roque.

Que venha o plano federal anti-crack do Lula, que funcione, que valorize os bons profissionais da polícia, dos Juizados da Infância e Adolescência, de atendimento dos CAPS, enfim , que o que existe no papel que é maravilhoso e de primeiro mundo vá para a realidade da prática. Que os locais como as Delegacias de Proteção à Infância e a Adolescência e as Delegacias da Mulher respeitem mais a privacidade de quem necessita de seus serviços e os profissionais mais sensíveis com quem já chega fragilizado a estas unidades. E que tenhamos jovens mais protegidos, e menos estigmatizados pelas mais diversas formas de preconceito. Mas não duvidem. Estamos lidando com uma epidemia. E é hora de todos colaborarem.

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Batalha contra as drogas : Lula deve anunciar plano federal anticrack

Foto : Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está prestes a lançar um programa nacional de combate à droga. O pacote anticrack prevê várias ações integradas de diversos órgãos públicos e uma forte repressão nas fronteiras do país.
Serão criados 11 postos especiais nos Estados de Rondônia, Acre e Amazonas junto às  fronteiras com Bolívia, Colômbia e Peru , aparelhados com equipes das polícias Federal, Rodoviária Federal, militares das Forças Armadas e integrantes da Força Nacional de Segurança Pública. A repressão também será intensificada nas cidades,  com a formação  de UPP´s – Unidades de Polícias Pacificadoras, experiência que tem dado certo no Rio de Janeiro.
O governo deverá abrir  novas unidades 24 horas dos Centros de Atenção Psicossocial(os chamados CAPS), com mais vagas para desintoxicação emergencial em hospitais psiquiátricos especializados, bem como criar casas de passagens para abrigar os usuários ( segundo estimativas, 1 milhão de usuários) após a desintoxicação nos hospitais. Segundo dados do Ministério da Justiça, hoje as apreensões de crack são maiores do que as de maconha e de cocaína. Um outro ponto importante do projeto é o treinamento de líderes comunitários, professores da rede pública e outros agentes para multiplicar as informações sobre os riscos do uso da droga e sua dependência.

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Nova “merla” invade periferia de Porto Velho

Viciado em "merla" delira em plena luz do dia, numa parada de ônibus da Estrada de Sto Antônio, em Porto Velho. foto: B.Bertagna

Depoimento de  Weslley Bragé Dias, do grupo de hip-hop Realidade de Rua

(Porto Alegre/RS) – ” Todo mundo tá preocupado com o crack. E quando chegar a merla como em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, vai ser uma mudança de planos. Quero ver onde é que vão enfiar a camiseta de “Crack nem pensar”, musiquinha e adesivo. Para fazer fama, ouvir aplauso, a boca fala tudo, mas onde é que vão enfiar a cara, com que palavras vão contrariar as pessoas quando a merla estiver no lugar do crack?

Existem três tipos de cocaína: a mais pura é a boliviana, só tem em Alvorada. A mais ou menos é a Viviane. Tem esse nome porque Viviane foi a primeira mulher que trouxe de São Paulo para cá. Morreu aqui (Porto Alegre), assassinada. A Loira é a mais fraca, a mais misturada, pode ter o mesmo efeito que giz escolar.

Tem vários tipos de pedras também: Hulk, Cristalina, Cenourinha, Bate-Bate. A pior destas é a Bate-Bate, porque é a mais pura, feita direto quimicamente. Até em casa se faz.

Merla é a mistura da Bate-Bate com a resina da boliviana.

O nome é merla, o apelido é Morte Súbita, porque a pedra vicia e mata com menos prazo. Tanto é que tem gente que fuma pedra há 12 anos e não morreu até hoje. A merla, segundo os doutores, em seis meses mata. Mas não é exatamente seis meses – é conforme o adequado andamento que a pessoa usa, a forma como usa. O efeito dura 15 minutos, o triplo do efeito da pedra.

Ela pode ser usada fechada como maconha. É o “mesclado” (mistura de pedra com maconha e pó), também chamado “macaquinho”. Pode ser usada no cachimbo (ou bimbo), e aí não passa de dois meses – a pessoa se mata porque tem 90% mais efeito colateral que a própria pedra.

A merla aqui em Porto Alegre está circulando há três meses. Antes só se ouvia falar. E só não se tá num vício pior, porque não está sendo lançada no mercado como a pedra (crack). Em uma semana, a pedra aumentou 80% o uso. E agora, mais ainda. E não se sabe se não vai aumentar mais ainda.

Onde diminuir o consumo da pedra, aumenta o mercado da merla. E o que dizem é que vai ter mais índice de morte, até por acerto de conta entre quadrilhas e bocas de fumo, e pela droga mesmo, pelos peixes-grandes (patrões).

A diferença entre merla e crack é que a merla é tipo uma crosta. A merla também é um tipo de pedra, mas tem uma consistência mais como gel, gruda. A merla custa R$ 2,00 (R$ 3,00 a menos que a pedra, porque ainda está começando o consumo). A pedra (crack) custa R$ 5,00. Quando aumenta o vício, a boca de fumo aumenta o preço no mercado negro. A grama de pedra hoje chega a R$ 20,00.

Nem sempre quem vende merla e crack é a mesma pessoa, porque isso já tem envolvimento de gente grande, os traficantes costas-quentes. O traficante costa-quente é tipo um doutor que cai na cadeia e fica numa cela especial porque tem ensino superior. Vem direto deles.

Não estão vendendo ainda merla como vendem pedra. Não é assim fácil para entrar uma droga nova e sair vendendo. Tem que ter contatos do morro para lançar uma nova. Foi lançada uma parte para ver o resultado no meio dos usuários de crack e qual a reação. É inevitável: a reação é que a merla é melhor que a pedra. Não se viciaram ainda porque foi só um patinho na armadilha, para saber que a droga é mais forte que a anterior.

Crack e merla têm efeitos diferentes. O crack dá uma sensação de desconforto, a pessoa fica espiada, com medo da própria sombra. Faz ter reações incomuns, como entrar noite adentro caminhando. Tem gente que come formiga ou cascalho do chão porque acha que é crack. Tudo que vê da mesma cor, pequeno, acha que é crack e tem vontade de fumar. Chegam a queimar o dedo para raspar o cachimbo, sem sentir dor, só para fumar a resina, que é mais forte que a pedra.

A merla não deixa tão espiado, mas deixa imobilizado. Onde fumar, pára, fica, é o mesmo que dar um branco, uma lavagem cerebral. Qualquer um pode fazer o que quiser, o cara não vai dar bola. Porém, o principal efeito dela, depois de uns dois minutos, é muito pior, a pessoa pode criar um desespero próprio, sair correndo, sem ter medo de nada, tipo um amigo meu que foi atropelado. Quebrou a perna, machucou o braço. Foi só um “te liga”, para ver a reação com a outra pedra. O que mais mata em relação à pedra é chinelagem, roubar para usar.

Chamam merla de Morte Súbita porque, com o crack, a maioria das pessoas morre por ter reações de furto, roubos, desrespeito à própria família, só para usar. A merla faz a pessoa se matar. Como hoje em dia a pedra já está matando, com a merla vai ser pior, porque vai ter o aumento de morte pelo desandar da pedra, o aumento da merla e o suicídio dos usuários.

O bom é que, pelo pouco que veio no mercado, a merla ainda não foi dada nem vendida para crianças. É a única parte boa. Para impedir as pessoas de usarem só derrubando a boca de pedra e pó. Onde não tiver mais, não tem merla.

Com certeza a merla pode chegar ao mesmo nível do crack, é só ela ser finalmente lançada como o crack foi.”

NR:  Este é um alerta para os pais e autoridades.  A “merla”  chegou antes do “crack” em Porto Velho.  Se antes o nosso Estado era só uma rota de passagem da cocaína vinda da Bolívia, Colômbia e do Peru para outros  mercados ,  com a crise econômica somada a fatores que podem até incluir o  novo boom econômico que a cidade respira, não se sabe também por um motivo de mercado, ou o aperto pela Polícia Civil de Rondônia e a Polícia Federal na repressão ao tráfico de outras drogas como maconha e cocaína,  este sub-produto feito com os restos da pasta-base da cocaína  deu suas caras por aqui. O artigo aí de cima fala de sua devastação já no sul do Brasil. Aqui , talvez seja uma questão de tempo. Mas até lá quantos seres humanos perderemos nesta batalha ?

(Atenção, não confundir “merla” com a “mela”, de “melado”, que na década de 80 era usado para “melar” o “baseado” de maconha. Apesar de serem praticamente a mesma coisa, a “mela” da década de 80 era digamos assim, mais natural, porque era usada “somente” a  borra da cocaína, que já é uma química desgraçada.)

A “merla” de hoje é uma mistura de querosene, ácido sulfúrico, barrilha usada para limpeza de piscina(óxido de cálcio),cimento, soda cáustica,amônia, cal virgem, solução de bateria de carro, borra da cocaína, gasolina reutilizada inúmeras vezes.

Ela é absorvida pela mucosa pulmonar e a exemplo da cocaína, é excitante ao sistema nervoso. Causa euforia, diminuição de fadiga, aumento de energia, redução do sono e do apetite, perda de peso, alucinações,delírios e confusões mentais. O usuário da merla corre sérios riscos de ter convulsões e perda de consciência, As convulsões podem levar o usuário a ter uma parada respiratória, coma, parada cardíaca e a morte. Após o efeito da merla, o usuário sente medo, depressão e paranóia de perseguição que em alguns casos leva-o ao suicídio. Com o uso continuado o usuário perde seus dentes pois o ácido de bateria que começa a corroê-los até sua perda total .)

A propósito, li notícias de que o xerife de Guajará-Mirim e inimigo nº 1 das organizações criminosas,  o popular “João Pomba” se aposentou.

Quem irá lhe substituir ?

"Onde fumar, pára, fica, é o mesmo que dar um branco, uma lavagem cerebral. Qualquer um pode fazer o que quiser, o cara não vai dar bola..."

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Nova "merla" invade periferia de Porto Velho

Viciado em "merla" delira em plena luz do dia, numa parada de ônibus da Estrada de Sto Antônio, em Porto Velho. foto: B.Bertagna

Depoimento de  Weslley Bragé Dias, do grupo de hip-hop Realidade de Rua

(Porto Alegre/RS) – ” Todo mundo tá preocupado com o crack. E quando chegar a merla como em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, vai ser uma mudança de planos. Quero ver onde é que vão enfiar a camiseta de “Crack nem pensar”, musiquinha e adesivo. Para fazer fama, ouvir aplauso, a boca fala tudo, mas onde é que vão enfiar a cara, com que palavras vão contrariar as pessoas quando a merla estiver no lugar do crack?

Existem três tipos de cocaína: a mais pura é a boliviana, só tem em Alvorada. A mais ou menos é a Viviane. Tem esse nome porque Viviane foi a primeira mulher que trouxe de São Paulo para cá. Morreu aqui (Porto Alegre), assassinada. A Loira é a mais fraca, a mais misturada, pode ter o mesmo efeito que giz escolar.

Tem vários tipos de pedras também: Hulk, Cristalina, Cenourinha, Bate-Bate. A pior destas é a Bate-Bate, porque é a mais pura, feita direto quimicamente. Até em casa se faz.

Merla é a mistura da Bate-Bate com a resina da boliviana.

O nome é merla, o apelido é Morte Súbita, porque a pedra vicia e mata com menos prazo. Tanto é que tem gente que fuma pedra há 12 anos e não morreu até hoje. A merla, segundo os doutores, em seis meses mata. Mas não é exatamente seis meses – é conforme o adequado andamento que a pessoa usa, a forma como usa. O efeito dura 15 minutos, o triplo do efeito da pedra.

Ela pode ser usada fechada como maconha. É o “mesclado” (mistura de pedra com maconha e pó), também chamado “macaquinho”. Pode ser usada no cachimbo (ou bimbo), e aí não passa de dois meses – a pessoa se mata porque tem 90% mais efeito colateral que a própria pedra.

A merla aqui em Porto Alegre está circulando há três meses. Antes só se ouvia falar. E só não se tá num vício pior, porque não está sendo lançada no mercado como a pedra (crack). Em uma semana, a pedra aumentou 80% o uso. E agora, mais ainda. E não se sabe se não vai aumentar mais ainda.

Onde diminuir o consumo da pedra, aumenta o mercado da merla. E o que dizem é que vai ter mais índice de morte, até por acerto de conta entre quadrilhas e bocas de fumo, e pela droga mesmo, pelos peixes-grandes (patrões).

A diferença entre merla e crack é que a merla é tipo uma crosta. A merla também é um tipo de pedra, mas tem uma consistência mais como gel, gruda. A merla custa R$ 2,00 (R$ 3,00 a menos que a pedra, porque ainda está começando o consumo). A pedra (crack) custa R$ 5,00. Quando aumenta o vício, a boca de fumo aumenta o preço no mercado negro. A grama de pedra hoje chega a R$ 20,00.

Nem sempre quem vende merla e crack é a mesma pessoa, porque isso já tem envolvimento de gente grande, os traficantes costas-quentes. O traficante costa-quente é tipo um doutor que cai na cadeia e fica numa cela especial porque tem ensino superior. Vem direto deles.

Não estão vendendo ainda merla como vendem pedra. Não é assim fácil para entrar uma droga nova e sair vendendo. Tem que ter contatos do morro para lançar uma nova. Foi lançada uma parte para ver o resultado no meio dos usuários de crack e qual a reação. É inevitável: a reação é que a merla é melhor que a pedra. Não se viciaram ainda porque foi só um patinho na armadilha, para saber que a droga é mais forte que a anterior.

Crack e merla têm efeitos diferentes. O crack dá uma sensação de desconforto, a pessoa fica espiada, com medo da própria sombra. Faz ter reações incomuns, como entrar noite adentro caminhando. Tem gente que come formiga ou cascalho do chão porque acha que é crack. Tudo que vê da mesma cor, pequeno, acha que é crack e tem vontade de fumar. Chegam a queimar o dedo para raspar o cachimbo, sem sentir dor, só para fumar a resina, que é mais forte que a pedra.

A merla não deixa tão espiado, mas deixa imobilizado. Onde fumar, pára, fica, é o mesmo que dar um branco, uma lavagem cerebral. Qualquer um pode fazer o que quiser, o cara não vai dar bola. Porém, o principal efeito dela, depois de uns dois minutos, é muito pior, a pessoa pode criar um desespero próprio, sair correndo, sem ter medo de nada, tipo um amigo meu que foi atropelado. Quebrou a perna, machucou o braço. Foi só um “te liga”, para ver a reação com a outra pedra. O que mais mata em relação à pedra é chinelagem, roubar para usar.

Chamam merla de Morte Súbita porque, com o crack, a maioria das pessoas morre por ter reações de furto, roubos, desrespeito à própria família, só para usar. A merla faz a pessoa se matar. Como hoje em dia a pedra já está matando, com a merla vai ser pior, porque vai ter o aumento de morte pelo desandar da pedra, o aumento da merla e o suicídio dos usuários.

O bom é que, pelo pouco que veio no mercado, a merla ainda não foi dada nem vendida para crianças. É a única parte boa. Para impedir as pessoas de usarem só derrubando a boca de pedra e pó. Onde não tiver mais, não tem merla.

Com certeza a merla pode chegar ao mesmo nível do crack, é só ela ser finalmente lançada como o crack foi.”

NR:  Este é um alerta para os pais e autoridades.  A “merla”  chegou antes do “crack” em Porto Velho.  Se antes o nosso Estado era só uma rota de passagem da cocaína vinda da Bolívia, Colômbia e do Peru para outros  mercados ,  com a crise econômica somada a fatores que podem até incluir o  novo boom econômico que a cidade respira, não se sabe também por um motivo de mercado, ou o aperto pela Polícia Civil de Rondônia e a Polícia Federal na repressão ao tráfico de outras drogas como maconha e cocaína,  este sub-produto feito com os restos da pasta-base da cocaína  deu suas caras por aqui. O artigo aí de cima fala de sua devastação já no sul do Brasil. Aqui , talvez seja uma questão de tempo. Mas até lá quantos seres humanos perderemos nesta batalha ?

(Atenção, não confundir “merla” com a “mela”, de “melado”, que na década de 80 era usado para “melar” o “baseado” de maconha. Apesar de serem praticamente a mesma coisa, a “mela” da década de 80 era digamos assim, mais natural, porque era usada “somente” a  borra da cocaína, que já é uma química desgraçada.)

A “merla” de hoje é uma mistura de querosene, ácido sulfúrico, barrilha usada para limpeza de piscina(óxido de cálcio),cimento, soda cáustica,amônia, cal virgem, solução de bateria de carro, borra da cocaína, gasolina reutilizada inúmeras vezes.

Ela é absorvida pela mucosa pulmonar e a exemplo da cocaína, é excitante ao sistema nervoso. Causa euforia, diminuição de fadiga, aumento de energia, redução do sono e do apetite, perda de peso, alucinações,delírios e confusões mentais. O usuário da merla corre sérios riscos de ter convulsões e perda de consciência, As convulsões podem levar o usuário a ter uma parada respiratória, coma, parada cardíaca e a morte. Após o efeito da merla, o usuário sente medo, depressão e paranóia de perseguição que em alguns casos leva-o ao suicídio. Com o uso continuado o usuário perde seus dentes pois o ácido de bateria que começa a corroê-los até sua perda total .)

A propósito, li notícias de que o xerife de Guajará-Mirim e inimigo nº 1 das organizações criminosas,  o popular “João Pomba” se aposentou.

Quem irá lhe substituir ?

"Onde fumar, pára, fica, é o mesmo que dar um branco, uma lavagem cerebral. Qualquer um pode fazer o que quiser, o cara não vai dar bola..."

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