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Alice

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Arquivado em Delírio Cotidiano

Lá vem o “bonde” dos traficantes de livros !

Literatura Marginal : Os livros serão de todos !

Selo feito para livros de bolso , livros esses escritos por e para mãos operarias, rebeldes, marginais, periféricas….

Que possa alcançar o publico despossuido de recurso que geralmente vê o livro como um item raro e elitista. Um vinho guardado e nunca degustado, enquanto queremos que todos bebam pelo menos sua tubaina diaria. Um selo em um livro de bolso, para ser posto na cesta basica, para ser lido na rua, no horário de almoco, nas prisoes, nos acampamentos, nas zonas, nos bares, barracos e barrancos dessse imenso pais periferia.

Esse selo garante um livro de fácil leitura e que será lido, relido, esmprestado e gasto, andando de mão até que volte para onde veio, a vida. Ao preço de 1 cerveja e meia, e mais barato que um prato feito, a desculpa para não ler acabou. Bem vindo ao Selo Povo, feito prá voce e prá todo mundo.

Cernov9 me manda entusiasmada um e-mail : ” Este primeiro que saiu é do Ferrez, carro-mestre da literatura marginal no Brasil. O segundo livro vem aí, é o nosso! Rondônia não ficou em último lugar dessa vez, vem a frente de Rj e MG. ”

O segundo livro da coleção Selo Povo a ser “traficado”  já está na fase final, em breve nas ruas “Amazônia em chamas” de Cernov.

Catia Cernov publicou seu primeiro texto pela revista Literatura Marginal Ato III, da Caros Amigos.

Escreve, edita, imprime e distribui seus contos de forma independente em bancas de revistas, livrarias e sebos. Também é envolvida em manifestações e lutas ambientais.

Amazônia em chamas é seu primeiro livro.

Nas palavras da autora “A minha ecologia, que se reflete na literatura (quando assim o tema exige), acontece de forma mais direta, na pratica. É no não consumo de coisas danosas, de ensinar aos filhos o amor á terra, de criar filhos-pessoas e não filhos-consumidores, de não tratar plantas ou animais como propriedade, de entender a importancia de todas as formas de vida, rompendo com antropocentrismo, que trabalho ecologia dentro de casa.”

Nasceu no Paraná e migrou para o norte, mora há muitos anos em Porto Velho-RO.

O que mais aprecia nesse estilo de trabalho é a possibilidade de interagir pessoalmente com seus leitores. Seus contos são experiências do pensamento, fruto de devires que nascem de seu universo em movimento.

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Arquivado em Efêmeras Divagações

Lá vem o "bonde" dos traficantes de livros !

Literatura Marginal : Os livros serão de todos !

Selo feito para livros de bolso , livros esses escritos por e para mãos operarias, rebeldes, marginais, periféricas….

Que possa alcançar o publico despossuido de recurso que geralmente vê o livro como um item raro e elitista. Um vinho guardado e nunca degustado, enquanto queremos que todos bebam pelo menos sua tubaina diaria. Um selo em um livro de bolso, para ser posto na cesta basica, para ser lido na rua, no horário de almoco, nas prisoes, nos acampamentos, nas zonas, nos bares, barracos e barrancos dessse imenso pais periferia.

Esse selo garante um livro de fácil leitura e que será lido, relido, esmprestado e gasto, andando de mão até que volte para onde veio, a vida. Ao preço de 1 cerveja e meia, e mais barato que um prato feito, a desculpa para não ler acabou. Bem vindo ao Selo Povo, feito prá voce e prá todo mundo.

Cernov9 me manda entusiasmada um e-mail : ” Este primeiro que saiu é do Ferrez, carro-mestre da literatura marginal no Brasil. O segundo livro vem aí, é o nosso! Rondônia não ficou em último lugar dessa vez, vem a frente de Rj e MG. ”

O segundo livro da coleção Selo Povo a ser “traficado”  já está na fase final, em breve nas ruas “Amazônia em chamas” de Cernov.

Catia Cernov publicou seu primeiro texto pela revista Literatura Marginal Ato III, da Caros Amigos.

Escreve, edita, imprime e distribui seus contos de forma independente em bancas de revistas, livrarias e sebos. Também é envolvida em manifestações e lutas ambientais.

Amazônia em chamas é seu primeiro livro.

Nas palavras da autora “A minha ecologia, que se reflete na literatura (quando assim o tema exige), acontece de forma mais direta, na pratica. É no não consumo de coisas danosas, de ensinar aos filhos o amor á terra, de criar filhos-pessoas e não filhos-consumidores, de não tratar plantas ou animais como propriedade, de entender a importancia de todas as formas de vida, rompendo com antropocentrismo, que trabalho ecologia dentro de casa.”

Nasceu no Paraná e migrou para o norte, mora há muitos anos em Porto Velho-RO.

O que mais aprecia nesse estilo de trabalho é a possibilidade de interagir pessoalmente com seus leitores. Seus contos são experiências do pensamento, fruto de devires que nascem de seu universo em movimento.

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