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O Som ao Redor (via Blog do Shitchat)

(O Som ao Redor – Dir. Kleber Mendonça Filho)

“Isso aqui num é favela não, véi”.

E aí que depois de muita expectativa, prêmios em festivais pelo mundo e nono lugar na lista dos melhores filmes de 2012 do New York TimesO Som ao Redor estreou oficialmente no Brasil. O longa está em cartaz somente no Rio, em São Paulo e em Recife, pois somos um povo babaca que ocupou 99% das salas do país com sequência de comediazinha tosca da Globo Filmes.

UPDATE: A página do filme no Facebook publicou a notícia de que devido ao sucesso, o longa será exibido em outras cidades do Brasil. Parabéns a nós todos.

Mas, enfim, você está aí se perguntando sobre o que é este O Som ao Redor, correto?

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Populista uruguaio Mujica também quer censurar a imprensa livre (via Prof. Hariovaldo)

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Prezados prosélitos de valores e investimentos no mercado de derivativos de alta alavancagem e outras aplicações,

Existe coisa pior que pobre orgulhoso?

Existe.

Além de pobre e orgulhoso de sua vergonhosa condição de mandatário financeiramente mais desvalido  do planeta, o indivíduo denominado Mujica, que exerce um poder presidencial usurpado na ex-província rebelde da Terra de Vera Cruz, nos bons tempos do Império do Brazil, ex-província hoje intitulada República Oriental (?!?) do Uruguay, ainda se dá ao desfrute de ser populista.

Comunista terrorista, tal qual a búlgara bolchevique sua colega do lamentável Mercosul, organização de gente que não sabe o seu lugar nem observa a hierarquia das nações.

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Um Deus anônimo (via leonardoBOFF.com)

Como homem, Jesus é como todos os homens: um trabalhador, carpinteiro como seu pai, José e um camponês mediterrâneo. Nem super-herói nem um especialmente piedoso que chamasse a atenção.

Era um homem de vila, tão pequena, Nazaré, que nunca é citada em todo o Antigo Testamento, talvez com uns 15 casas, não mais. Participou do destino humilhante de seu povo, subjugado pelas forças de ocupação militar romana. Nenhum documento da época falou dele, fora dos evangelhos. Não era conhecido nas rodas nem de Jerusalém e muito menos de Roma.

Como diz ironicamente o poeta Fernando Pessoa, Jesus não tinha biblioteca e não consta que entendesse de contabilidade. Ele é um anônimo no meio da massa do povo de Israel.

O fato de ter sido a encarnação do Filho de Deus não mudou em nada essa humilde situação. Deus quis se revelar nesse tipo de obscuridade e não apesar dela. E precisamos respeitar e aceitar esse caminho escolhido pelo Altíssimo.

A lição a se tirar é cristalina: qualquer situação, por humílima que seja, é suficientemente boa para encontrar Deus e para acolhermos a sua vinda nos labores cotidianos.

Jesus, disse São Paulo, não se envergonhou de ser nosso irmão. E efetivamente é nosso irmão, não só porque quis se revestir de nossa humanidade, mas é nosso irmão, principalmente por ter participado de nossa vida cotidiana, tediosa, sem brilho e renome, a vida dos anônimos.

Disso tudo tiramos essa singela lição: a vida vale a pena ser vivida assim como é – diuturna, monótona como o trabalho do dia-a-dia – e exigente na paciência de conviver com os outros, ouvi-los, compreendê-los, perdoá-los e amá-los assim como são.

Ele ainda é nosso irmão maior, enquanto dentro desta vida de luz e de sombra, viveu tão radicalmente sua humanidade a ponto de trazer Deus para dentro dela, um Deus próximo, companheiro de caminhada, energia escondida que não nos deixa desesperar face aos absurdos do mundo.

Por isso, precisamos, a despeito de tantos pensadores desesperados e céticos reafirmar: o Cristianismo não anuncia a morte de Deus. E, sim, a humanidade, a benevolência, a jovialidade e o amor incondicional de Deus. Um Deus vivo, criança que chora e ri e que nos revela a eterna juventude da vida humana perpassada pela divina.

Leonardo Boff
Semana do Natal, 26/12/2012.

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Homem bom perseguido por morar bem (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

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Vejam só aonde nós chegamos nesta ditadura comunista maléfica, onde a perseguição injusta e descabida assola todos aqueles que não compactuam com os modos e hábitos da gentalha ignara e de seus representantes infames. Não bastasse infestarem as cidades da nação com suas moradias padrão soviético a que chamam de ‘Minha casa, minha vida‘ (argh), quebrando a tradição brasileira da favela e dos cortiços para os pobres, num claro incitamento a sublevação social, tônica do regime vigente no país, ainda querem questionar os de bem, aqueles que vivem na humildade e na simplicidade, quanto mais não seja, em um modesto apartamento perdido em alguma região de Paris.

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Anorexia da Ética (via Aleaturmatório)

Quando me propus a participar desse blog, disse que iria tentar retratar aquilo que eu sinto, de uma forma escrita – evidente -. Pois bem, um dado que provavelmente eu não citei quando me apresentei era de que eu gosto de assistir TV, e o texto feito pelo Ramon sobre alienação e mídia, de certa forma, me incitou a escrever sobre a liberdade de imprensa.

Todo jornalismo só é bem feito a partir do princípio da liberdade que vos é de direito. Mas e quando alguém estipula essa liberdade além do que ela realmente atinge, apenas para cravar bons números de audiência? Foi o que aconteceu dias trás e que eu disse que precisaria falar sobre, porque envolve temas que compartilho: jornalismo e religião.

Atualmente, qualquer coisa virou motivo pra que uma guerra entre emissoras se inicie, e até aqueles motivos que elas mesmas pregam ser contra. E nessas contendas algumas pessoas mostram como realmente são e já nem se importam em transparecer o lado ambicioso. Caso do Edir Macedo, imperador protestante da Rede Record. E como aqueles imperadores da antiga Grécia, age segundo seu instinto e desejo próprio, mobilizando um exército – vulgo departamento de jornalismo – para atingir seu objetivo. Mas com uma diferença: os imperadores gregos não se apoiavam à religião para justificar seus atos.

A Globo atualmente está exibindo Salve Jorge (em alusão a São Jorge, famoso mártir católico), novela tendenciosamente católica, assim como a autora Glória Perez, que a escreve. E parece que a Record mantém a postura de querer cercear do direito da autora em querer aplicar em seu trabalho a sua crença religiosa. E faz isso da pior maneira possível: utilizando de armas sujas para querer desestabilizar a concorrente, através do golpe à autora.

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Arco do Triunfo conspurcado pela presença comunista (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

Doux rouges qui viennent jusque dans vos bras égorger vos fils, vos compagnes!

Doux rouges qui viennent jusque dans vos bras égorger vos fils, vos compagnes!

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Vive la France! Mort au comunisme! A terra do glorioso Marechal Petáin continua sendo profanada pelo comunismo ateu internacional, tendo o poder sido usurpado pelos socialistas de la vie en rose que não tardaram em chamar o apedeuta internacional do PT e a búlgara usurpadora do Brasil para juntos tramarem coisas terríveis não só para o Reino Franco, como também para toda a Europa caucasiana.

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Sobre a Maternidade – entrevista (via filosofia cinza)

MLM precisa continuar!

E foi com essa recente e necessária afirmação acima, que a filósofa, professora, escritora, mãe, feminista e livre pensadora (não necessariamente nessa ordem e muito menos categoricamente), Marcia Tiburi, criou o Movimento pela Libertação das Mães – Manifesto Breve de um Movimento Sutil – ao qual, o “manhê” destrincha numa entrevista de cair de queixo (e eu nem sei se essa expressão existe)!

Uma reflexão nada sutil partindo do ponto de vista da maternidade, onde nada é breve, efêmero ou superficial, mas insistimos socialmente em tratar a questão sempre em tons do nada bom e velho mais do mesmo!

Eu quero parar prá pensar mais! Você também vem nessa?

Então reflete que nem espelho: Você dá as mãos à Elisabeth Badinter quando ela diz que a Maternidade é um mito?

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