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Domingueiras de sempre, do Blog do Confúcio

“Pai-Nosso que estais no céu, santificado seja o vosso nome, venha nós o vosso reino e seja feita a vossa vontade….”

1. Domingo é domingo, parar com isto de tanto peso, tocar a vida, ir a Silves no Amazonas, cidadezinha com 100% de Internet para todos, meio dos lagos, onde lutas aconteceram entre índios e portugueses. Dá para ser diferente e pensar grande em qualquer lugar.

2. Quem sabe, logo depois, ir à Cocal dos Alves no Piauí, dar uma olhadinha na paisagem das salas de aulas. E procurar entender como uma cidade tão pequena, criou tanta vergonha do atraso e resolveu mostrar-se ao Brasil , que é possível, fazer mais com menos, como exemplo de educação de qualidade. Além do gosto dos alunos pela matemática.

3. Agora, vou pegar o avião, pousar em Paragominas, onde tudo era devastação. Hoje, não. Prospera lavouras de paricá, refloretamentos a sumir de vistas, quem sabe aqui também segue este caminho. O homem tem esta grande capacidade, que é nos momentos de infortúnio, inflar-se de um sentimento estranho e grande – que é o da reconstrução.

4. Olá Presidente Figueredo, Amazonas, não vou tardar tomar banho nu nos seus lagos e cachoeiras. Onde solidão e a natureza são as roupa que nos vestem. Ir à Festa do Cupuaçu, comer de tudo que tem por lá e voltar mais gordo e feliz.

5. Oriximiná, Alenquer, Crissiumal, Ibirubá, Anori, Eirunepé, Uarini, Inhangapi, mais longe, em Anajás, é por aí Brasil, onde se mistura o índio e tudo mais. Cabral chegou aqui. Fez o registro de nascimento da terra em cartório. O índio é o verdadeiro dono. Salve Abaetatuba e Urucurituba.

6. É o salário que move a riqueza. Quer combater desigualde dê salário. Emprego é o maior instrumento de justiça social. Ninguém pode negar a importância das empresas. Grandes e pequenas. Elas movem a economia e a vida. E as multinacionais, nada contra elas. São criações extraordinárias, movem o mundo inteiro. Nós temos as nossas brasileiras, um orgulho. Vamos Rondônia preparar a nossa juventude porque o Brasil tem emprego sobrando.

7. Eu me lembro que nós brasileiros odiávamos os americanos. Chamávamos de imperialistas, ianques. Faixas nas ruas e muros pintados. Os bolivianos pensam o mesmo do Brasil. E mais outros países vizinhos. Tudo é relativo neste mundo.

9 – A Revista Veja desta semana mostra um abismo. Abismo de esculhambação de cargos em comissão no governo federal. Mas de 20 mil. Na Inglaterra só tem 300. Chile 600. Rondônia mais de 5 mil. Já reduzi 2000 e vou derrubar este castelo de areia. Ficará bem menor. Quem viver verá.

10. Ética é como acidente de trânsito e morte. Parece que só acontece com os outros. Ética também, só para os outros. E nós? Claro que estamos acima do bem e do mal. Os fundamentos de tudo, vem da família, da criação. Os pais sabidos ou não é que transmitem aos filhos regras e princípios. Um deles é o respeito. Outro só fazer para os outros o que gostaria que fizesse com você.

10 – Gente, nem todo mundo nasceu para liderar. Governo de coalisão é uma peste necessária de convivência. Um casamento turbulento. Claro que precisa de enquadramento. O que manda é a filosofia do governo. Não é o que cada um pensa e quer. Porque se for assim tudo se transforma numa Torre de Babel. Tem muita gente boa e sincera, que vê o seu limite, tem a ombridade de colcocar o cargo a disposição numa boa e ir embora.

11 – Viajar com tudo pago pelo governo. Bom demais. Diária e hotel. Beleza. Mas, qual o resultado prático de tudo isto? O que o povo ganhará com sua viagem? Conferência, encontro, palestra. Um turismozinho aqui e ali. A noite um cervejada. Uma dança. Veja pela Internet, bem mais cômodo e barato. Estou cortando na carne.

12. Todo mundo do governo está grampeado. Coisa boa. Com certeza o rendimento será muito maior. E cuidado com aqueles que tem cargos e não trabalham.  Ganhar dinheiro sem trabalho é crime. Além de tudo mais, tem que devolver tudinho corrigido. Estou de olho!

13.Obrigado Professora Raquel pela oração: Ó Espírito Santo,
Amor do Pai e do Filho/Inspirai-me sempre/o que devo pensar,/o que devo dizer/como o devo dizer/o que devo calar/o que devo escrever/como devo agir/o que devo fazer/para obter a Vossa Glória/o Bem das almas
e minha própria santificação.” (Cardeal Verdier)

14. Este poema é lindo demais. De Dylan Thomas, o máximo, veja se escreve outro melhor! – O MEU OFÍCIO OU ARTE TACITURNA

Em meu ofício ou arte taciturna
Exercido na noite silenciosa
Quando somente a lua se enfurece
E os amantes jazem no leito
Com todas as suas mágoas nos braços,
Trabalho junto à luz que canta
Não por glória ou pão
Nem por pompa ou tráfico de encantos
Nos palcos de marfim
Mas pelo mínimo salário
De seu mais secreto coração.

Escrevo estas páginas de espuma
Não para o homem orgulhoso
Que se afasta da lua enfurecida
Nem para os mortos de alta estirpe
Com seus salmos e rouxinóis,
Mas para os amantes, seus braços
Que enlaçam as dores dos séculos,
Que não me pagam nem me elogiam
E ignoram meu ofício ou minha arte.

15. Morte do Tota – dia 18 passado, velho seringueiro e pescador da beira do Rio Jaru, Comunidade Padre Adolpho Rholl. Meu amigo. A primeira vez que o visitei cheguei por lá a pé. Muitas léguas, município de Theobroma. Depois deste primero contato nunca mais nos separamos. Só agora, com a morte. Ano passado tive por lá. Almocei com sua família. O rio estava cheio, a água beirava a casa, fácil de pegar a canoa e pescar.”

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(Só) Discurso não vale (via Blog do Confúcio)

O que fica mesmo é a atitude. O exemplo. Pouco tenho falado aqui sobre ética e honestidade. Porque vejo que estes dois atributos não precisam ser exaltados aos quatro ventos. Mas, obrigações de todo cidadão de bem.  Para ser ético e honesto não necessita estar na política não. E nem ficar dizendo aos quatro cantos.  É na vida diária de cada um. Todo mundo respeitando o outro. Em casa não basta pedir ao filho para não fumar. O pai também não deve fumar. Não deve beber. Para ter moral de recomendar e aconselhar a família
Nas pequenas coisas é que vale a pena. Tudo é importante. A pessoa pensa que furtar só é crime quando o estrago é grande. Não. Uma esferográfica, um lápis, uma folha de papel, porque o hábito perverso de tirar de alguém, sempre começa com pequenas coisas e vai crescendo devagar. Ninguém começar no crime no sequestro e nem no assalto a banco. Começa é furtando bicicleta, bomba de poço, roupa no varal.

No Governo tem gente que se julga o rei da esperteza. Que ele sabe fazer “coisa” bem feita.  O que é isto companheiro?  Que “coisa”? A coisa pública, o mais sagrado bem para se fazer justiça social, distribuir para quem tem menos, é esta “coisa” que  move a política rasteira e  infeliz. Porque a história tem mostrado, que o fim do ladrão é muito triste. A esperteza tem limite. O gasto de energia para fazer o errado é imenso. E uma mentira vai puxando outra. E ninguém suporta guardar na cabeça tanta tranbicagem perfeitamente.

A ética perversa, que chamo a Ética da Malandragem é um ciclo vicioso que faz a política atual da descrença. O cidadão não confia no político e o político não confia no cidadão. Péssimo. O próprio universo tem o seu olho gigante. E capta as energias do mal. E vai escrevendo com sua imensa lei da atração, como diz no Livro – O Segredo. Tão forte a Lei da Atração como a Lei da Gravidade. Ela existe. O que você faz de errado, pode crer meu irmão, volta igualmente contra você. E você paga no exato tamanho do dano que produziu.

É por isso que eu disse na minha campanha política – “A maior esperteza do homem é a honestidade”.

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Do Blog do Confúcio – A Bailarina da Praça

A Bailarina da cidade sempre acorda com os sons das ruas. De onde estiver e ninguém sabe a sua morada ela assoma no lugar com velocidade incrível. O pólen que a atrai é a música e o próprio povo. Se for banda de música ou batidão de tambores ainda mais veloz ela fica. E aparece milagrosamente no meio da festa. Em quase todos os eventos cívicos celebrados à frente do Palácio Getúlio Vargas, eis que surge, inusitadamente, a mesma mulher. Maquiada a face com tintas fortes. Saia curta para gestos livres. Blusa em cores verdes amarelas. Tiras de fitas longas às mãos. Cabeleira ornamentada como se fosse um orquídea.  Corpo negro adornado com sorriso aberto, branquíssimo. Põe-se a cantar, marchar e a dançar aos dobrados da banda ou das batidas fortes das fanfarras.

Pernas e braços roliços ritmados. Uma coreografia nativa que encanta. Impõe respeito como se a sua apresentação  fosse programada pelo cerimonial. Consegue atrair o olhar de todos com terna admiração. Sua incrível  flexibilidade, joga-se ao chão, pernas abertas, cola-se à calçada sem esforço e dor. O sorriso sempre fulgurante.

No dia primeiro passado, abertura da Semana da Pátria,  o seu espetáculo foi o maior. Ela coreografou poesias. Alguém disse que ela poderia ser palavra em si mesma. Porque ela é o poema que faltava à Rondônia. Se é perfeita de mente e razão ninguém sabe. Porque ninguém pergunta ao poeta se ele tem faculdades mentais equilibradas. O que nos interessa é o espetáculo. Porque a Bailarina da Praça é tudo aquilo de fantástico que surge no marasmo do dia. Só ela se põe a mostrar na espontaneidade de vida de maneira tão simples. Ela nos traduz com a rebeldia que não sabemos fazer. O que nos falta sobra nela.  Nada cobra, ninguém a apresenta, nem a aplaude, ela surge como um raio que entra pelo telhado. Ela nos agrada com a sua ingenuidade de criança travessa. A Bailarina faz melhor porque ela se escreve na paisagem de Porto Velho. É  a poesia que não existe, a contravenção às nossas regras, o imprevisível que se realiza. Ela é o  mais fantástico absurdo do deslumbramento.

Quem sabe ela não  seja  a incorporação de todas as nossas lendas amazônicas?

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A Arapongagem (via Blog do Confúcio)

“Depois que se inventou tanto inferno tecnológico, creio que nem o anjo da guarda está a salvo dos grampos e gravações. Ainda mais os telefones celulares, os bichos de hoje fazem tudo, leem até pensamentos quanto mais palavras ditas em voz alta.

Duvido que tenha um prefeito, vereador, governador, deputado, senador que não esteja com sua vida bisbilhotada inteiramente. Todo mundo está amarrado na rede de intriga e desconfiança. E não tem jeito. Sabe de uma coisa – acho tudo isto uma beleza. Pelo menos se pode seguir o conselho de Tancredo Neves – telefone é um ótimo instrumento para se marcar uma conversa de pé de orelha.

Nem a conversa de confíssionário está livre do sagrado direito de privacidade. O segredo da confissão também está ameaçado. Porque o telefone celular, a caneta, o botão, o alfinete, a obturação no dente, cueca, calcinha tudo grava e filma. Virou uma pandemia da desconfiança. Sei lá até onde pode ir esta loucura toda. Só sei que todo mundo quer ter na mão um trunfo arrasador.

Este trunfo arrasador serve mais tarde como moeda de troca poderosa. Ou para as chantagens. Todo mundo sabe o poder da chantagem. Custa os olhos da cara.  Então, minha gente, o melhor que se tem a fazer a se transformar, logo, rapidinho em Madre Tereza de Calcutá. Ou então, tratar de tomar remédio ou fazer uma cirurgia neurológica em que você fique logo surdo e mudo. Defintivamente.  E o medicamento é pra dormir. Ficar tonto e de voz enrolada, de forma tal que ninguém consiga lhe entender nem com desmisturador de voz.

Ah! mundo esquizofrênico, e eu estou nesta também, além de grampeado até a alma, estou tratando de estudar o mundo da tecnologia da informação, para inventar um aparelho para ler pensamento.  O PENSAMENTÔMENTRO. O Outro está quase pronto – é o MENTIRÔMETRO. Com estes dois, com certeza, serei o homem mais rico do mundo. Bill Gates é que se cuide.”

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O X-Tudo do Blog do Gov. Confúcio

“Depois que se inventou o sanduíche, surgiu a geração X. Assim como a geração Y da década de 70.  Este nosso X equivale em tradução aos BIG das redes sanduicheiras do mundo. Que depois desta etapa surgiram as gerações de gordos. Tudo bem, gostoso à beça, além de cada sanduíche ser uma verdadeira obra de arte, por andares de ovos, tomates, cremes de mostarda e cia, carnes, queijos, haja boca que aguente abrir nos limites. De trincar juntas mandibula-crânio, além da natural lambança de lábios, nariz, lenços e dorso de mãos. Haja coração. Meninos de colesterol alto. Obesos que já são doentes crônicos na adolescencia. Bendito X-Tudo da vida. O bom e o mal no mesmo pacote.

Não tem esta de governo bom e generoso.  Quem faz isto quebra a cara. Não tem esta de governo dar o que não tem. Forçar orçamento, esperar superavit dos sonhos, levar na barriga. O fracasso é certo. Governo bom é o governo responsável. Que conduz as contas nos conformes. Acho uma desgraça receber gente em gabinete, em multidões, para forçar a barra, encantoar o governador, com mil e um argumentos de última hora, como se governo fosse uma mãe de leite inesgotável. Não é.  É por isto que votei com muito orgulho na Lei de Responsabilidade Fiscal. Governo, dinheiro e gasto – tem que ser levado como um orçamento doméstico. Se você compra geladeira, compra TV tela plana, compra carro, compra fogão digital, com salário curto, vai ter que passar vergonha de devolver tudo pra loja depois.

Eu acho Rondônia um Estado de reais possibilidades de crescimento e prosperidade. Mas, isto só será conseguido com uma nova onda virtuosa, como diz Mangabeira, de se construir uma nova classe média palpitante e através de uma boa formação dos seus jovens para empregos de qualidade. Para que tudo  isto aconteça, a classe política deve se fechar em novos pressupostos de compromissos sérios e responsabilidade social. Sem jogo sujo. Sem cama de gato. O sucesso na política se faz com ações concretas. Com trabalho duro. Com atitudes e programas. Além de se ter um corpo gerencial do Estado comprometido e trabalhador.

Eu não estou aqui para ser comparado com ninguém. Tem gente que me diz na lata – você precisa pegar pesado. Ser mais duro e enfático. Bravo e tudo mais. Já está dito e bem dito – que o estilo é o próprio homem. Você pode  conseguir iguais ou melhores resultados com calma e prudência do que com estilos estabanados. Como ouço muito e gosto de ouvir, faço duplo trabalho, o de psicoterapeuta que analisa enquanto o outro diz e se contradiz. Creio que poucos prefeitos de Rondônia foram mais austeros e duros do que eu, no entanto, sem gritos, brados, chutes e devaneios.

Um recado – vamos nos acomodar onde estamos, porque não sou governador das cedências.  Vejo que grande parte dos servidores tem um sangue cigano, ficam rondando por secretarias, sai de uma secretaria para outra, do Estado para o município, do município para o Estado. Puxa vida! É coisa de louco. Vou parar de assinar esta barafunda toda. Acalmem-se onde estão. E a SEAD trate logo de fazer um cadastramento deste pessoal. Tenho certeza que na hora que voltar cada um para sua cadeira, faltarão cadeiras.  E além do mais, neste remeleixo todo, ainda está faltando gente. Daí a pouco chega o Secretário perdulário, que solta o seu povo sem mais e nem menos, a pedir mais gente por concurso. Rapaz! Pense, moço, que o Estado não é casa de mãe-Joana.”

NR : A letra X dos lanches é um substitutivo abreviado da palavra Cheese (queijo). Pelo menos era, na década de 70 quando surgiu. Hoje já se vê X-alguma coisa sem queijo nas lanchonetes da vida…Sinceramente, desejando que V.Excia ponha “queijo” na sua administração. Abs

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Do Blog do Confúcio , sobre a troca de secretários

“Saiu na mídia lista de demissão e datas também de exonerações de secretários. Tive conversa no saguão do aeroporto de Brasilia sobre mudanças de pessoal do governo. Falei que em qualquer governo as mudanças ocorrem.  Primeiro por iniciativa pessoal de qualquer diretor ou secretário. Segundo pela falta de sintonia de um ou de outro com os compromissos políticos feitas na campanha.  E ainda tem mais, por incompatibilidade de gênios e estilos.

O que é tudo bem normal. Mas não citei nome de nenhum e nem defini datas. Desta forma, todo mundo pode continuar trabalhando normalmente. Caso necessite por quaisquer motivos do cargo, de minha absoluta confiança, eu converso pessoalmente e reservadamente. O que Rondônia precisa é de compromisso e empenho. E mais ainda, de velocidade.”

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Do Blog do Confúcio : escola real e escola ideal

“Não basta dizer – no fim do meu governo o IDEB de Rondônia será 6 ou 10. Porque tudo é um processo gradual de melhoria, do ambiente de trabalho, da gestão da escola, do foco político da Educacão, da avaliação do desempenho do professor e do aluno. Enfim, de tudo junto.

Surgem mil e uma tentações – construções de escolas dos sonhos, mais ou menos as escolas CÉUS de RONDONIA, que sirvam de modelos para que todas as outras se aproximem delas. As escolas que transbordariam suas essências para as demais. Eu conheci os CEUs – Centros de Educacão da Marta Suplicy em São Paulo. Modelos extraordinários e que não transbordaram nada para as milhares de escolas comuns existentes.

Do outro lado, creio que se pode atacar melhorias progressivas em todas elas, partindo da reforma da parte elétrica dos prédios, banheiros, água, implantação de laboratórios de ciências, matemática, material pedagógico, bibliotecas, quadras esportivas, climatizacões e também suprir as escolas de suas carências crônicas de pessoal de apoio e professores  de matemática, biologia e outros.

Esta semana pedi à Seduc que mandasse para cada escola rondoniense, diretamente, um pequeno valor, de acordo como tamanho dela, entre 2 a 4 mil, para ser usado em pequenos reparos. Pra mim, o melhor dinheiro do mundo é o dinheiro passado diretamente para as escolas. Tenho certeza que tudo irá evoluir para que cada escola seja uma unidade orçamentária, com autonomia administrativa e financeira. Pra mim, quando chegar a este nível – a Educação melhorará e muito. A centralização é perversa e mantém sempre a teoria da dependência. Um modelo muito prestigiado pela ditadura militar e até hoje mantido.

Posso fazer as duas coisas? A escola ideal, enquanto vou contribuindo com a melhoria de todas as demais.”

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