Arquivo da categoria: Delírio Cotidiano

O Número

Um homem troca de nome até conquistar um, definitivo… Baseado em conto do livro Babel, de Alberto Lins Caldas. Um curta-metragem brasileiro com Othon Bastos, premiado em Festivais de Cinema. Direção de Beto Bertagna. Filmado em 16 mm numa sala em construção da Faculdade Uniron, na cidade de Porto Velho/RO. Diretor de Fotografia, “Ruda”Rodolfo Ancona Lopez  Negativo, Fuji Câmera, Eclair

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O Chávez de Schrödinger (via Esparrela)

Por Artur Lascala

No momento em que este texto está sendo escrito, Hugo Chávez está vivo. No momento em que este texto está sendo escrito, Hugo Chávez está morto. O presidente perpetuamente eleito — recém eleito, inclusive — está, ao mesmo tempo, vivo e morto.

A condição do líder venezuelano, contrária ao senso comum e à experiência cotidiana, encontra guarida no campo da tanto inóspita quanto sedutora física quântica. Uma bem conhecida experiência mental é a do “gato de Schrödinger”. Trata-se da colocação, em um sistema absolutamente isolado, de um gato, um recipiente com um gás venenoso e uma fonte emissora de radiação capaz de quebrar o vidro com o gás. As emissões de radiação são aleatórias, de modo que elas podem ou não quebrar o vidro.

A surpreendente conclusão a que chegam os físicos é que, dada a impossibilidade de observar-se o atual estado do sistema e a particularidade da mecânica quântica, a afirmação correta a fazer-se a respeito do gato é que eleestá vivo e morto. Se a minha explicação de completo leigo não for suficiente (tenho certeza que não é), leiam aqui e vejam este vídeo aqui.

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Ziriguidópolis (via Cotidiano e Outras Drogas)

Este texto é uma obra de ficção baseada em fatos surreais. Qualquer semelhança é mera coincidência.

O Atlético Ziriguidópolis terminou o ano passado como quinto colocado no campeonato de Roraima. Quando todos os atletas já estavam de férias, chegou a notícia que o campeão e os outros times mais bem colocados tinham desistido de participar da Taça São Paulo, e o“Ziriga” foi convidado. O presidente aceitou o convite, e o time teria de se apresentar imediatamente.

Agripino Augusto da Silva Santos, o Fuinha, era o presidente do Clube Atlético Ziriguidópolis. Um dos fundadores do time, que nasceu num bairro da periferia da Boa Vista, através de imigrantes de Minas Gerais apaixonados por samba, em 1971.

O nome Atlético veio por causa do Galo campeão brasileiro; as cores azul e verde, por causa de Cruzeiro e América; o nome Ziriguidópolis é em homenagem a Sargentelli, e o mascote, uma mulata passista, também remete ao samba.

Depois do convite inesperado, Fuinha chamou seu treinador e braço-direito, Melão, para traçarem os planos para o torneio. Cláudio da Silva foi apelidado assim porque tem a boca torta, lembrando a personagem de Don Lázaro Venturini em uma novela global dos anos 80 – “Eu prefiro Melão”, dizia Lima Duarte, vestindo o papel.

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Qualquer dia a gente se vê (via Pensamentos Duneto)

O beijo - Gustav Klimt

O beijo – Gustav Klimt

Por Eduardo

Nestes tempos de “mundo virtual” poderemos nos ver, mas não no sentido real desta frase que significava um reencontro presencial, físico. Hoje estamos cada dia mais confinados, escravizados e mesmo obrigados a passar a maior parte do nosso tempo sozinhos, mesmo quando estamos acompanhados. Fico aguardando mudanças nas regras de convivência, uma nova fase criativa, um novo movimento de libertação, enfim, “tempos melhores” mas vejo todos cada dia mais prisioneiros de atitudes, vícios, posturas egoístas e infantis. O grande ganho material não foi acompanhado de um desenvolvimento educacional. Precisamos urgentemente estabelecer uma “etiqueta” capaz de nos fazer retornar a um grau de civilidade e gentileza compatível com esta imensa população, ou será que deveríamos ter continuado a nos alimentar com as mãos. Agora sonhamos com as “curas” mas não contabilizamos corretamente as vítimas da fome, das drogas, da violência, da prepotência e do mercado financeiro. Assisto diariamente uma preocupação com os mortos na Síria mas tenho certeza absoluta que o número de homicídios no Brasil supera em muito o daquele país. Temos governantes preocupados em desempenhar um papel no mundo esquecendo totalmente dos inúmeros brasileiros totalmente desamparados. Assisto ao advento de uma nova classe média, que prefiro chamar de medíocre, que menospreza os que permanecem nas classes sociais inferiores, vivem um estereótipo imposto e fútil. Então, QUALQUER DIA A GENTE SE VÊ e tomara que seja para construirmos algo melhor. POR QUE NADA SERÁ COMO ANTES, AMANHÃ.

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Mulher Alface contra os carnívoros (via Epimenta)

Sexy?

A organização People for the Ethical Treatment of Animals (PETA) já fez um vídeo com mulheres sensualizando com pedaços de brócolis e aspargos.

Já fez campanha contra o circo, contra o uso de pele animal e a favor das cobaias de laboratório. Hoje tem um strip tease quiz na internet e intensificou as apostas na força da Mulher Alface.

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Produção de conhecimento escultural

A jornalista do “O Dia”, do Rio de Janeiro devia estar com a cabeça em alguma imagem escultural e escorregou na hora de reproduzir o discurso de posse de Haddad.

haddad

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Felicidade e Paciência ( via Povo de Aruanda)

A palavra Felicidade existe em nosso dicionário como um estado durável de plenitude, satisfação, equilíbrio físico e psíquico, em que o sofrimento e a inquietude são transformados em emoções ou sentimentos que vão desde o contentamento até a alegria intensa e júbilo.

Pensando em sentimento durável, temos também a palavra Paciência, que é a virtude de manter um controle emocional equilibrado, sem perder a calma, ao longo do tempo.

Conheci uma pessoa sábia, dirigente de um centro espírita, que me deu uma grande lição certa vez, Ela disse que se uma pessoa se acha paciente, ela não pode perdê-la nunca. Pois se tem ou não se tem a paciência, logo, se alguém diz ter paciência, como perdê-la? Esta foi uma lição valorosa que me fez ter a meta de adquirir a Paciência, isto é, esta virtude. Absolutamente não é fácil, pois somos testados, passamos por inúmeras provas, que nos fazem ver a cada passo que ainda não a adquirimos plenamente , não atingimos esta meta. Há pessoas que nem sequer param para pensar nisso, e seguem a todo momento, se infelicitando porque perdeu a paciência(!).

Diz o poeta Lenine; “O mundo vai girando cada vez mais veloz. A gente espera do mundo, e o mundo espera de nós, um pouco mais de paciência…”
Creio que só quando o tempo passa, dentro deste giro veloz, e feroz, do mundo, quando estamos tão cobertos de cicatrizes, compreendemos finalmente que a vida é rara, e vamos então na busca real desta virtude, a Paciência.

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