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Deu na Folha : Haitianos criam 'pequena Porto Príncipe' nas ruas de Porto Velho

Imigrantes haitianos que se aventuraram em busca de melhores condições de vida no Brasil acabaram se aproximando entre si e criaram redutos em Porto Velho (RO).

A capital de Rondônia é um dos principais destinos dos haitianos que chegaram após o terremoto de 2010, que devastou o país caribenho.

Hoje, a capital de Rondônia já tem ruas em que a maioria dos moradores é de haitianos, instalados no centro e em bairros da periferia.

Eles dividem imóveis como quitinetes pelo aluguel médio de R$ 500 e costumam se reunir à noite nas ruas, que se transformaram em “pequenas Porto Príncipe”, uma referência à capital do Haiti.

Veja matéria completa aqui.

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Lúcio Flávio Pinto lança "Amazônia em Questão: Belo Monte, Vale e Outros Temas" nesta terça, em Belém

Nesta terça, (27), às 19h, na Livraria Saraiva, em Belém (PA), o jornalista Lúcio Flávio Pinto lança o livro Amazônia em Questão: Belo Monte, Vale e Outros Temas, editado pela B4Editores.   O livro trata de questões cruciais para a manutenção da sustentabilidade da região mais rica do país – a Amazônia –, que contribui bastante com as suas riquezas naturais na balança comercial brasileira, mas pouco mudou a realidade da população que lá vive, e por onde passa o destino do Brasil. Da exploração dos minérios por aquela que é uma das maiores companhias de mineração do mundo, a Vale, à construção polêmica das hidrelétricas – como Belo Monte –, aos problemas provocados por Carajás, até o desmatamento da floresta e os dilemas sociais, as análises do autor esmiúçam de maneira esclarecedora muitas interrogações que pairam em torno dos projetos que se estabelecem na região, revelando inúmeros aspectos distantes do conhecimento, e que aqui encontram a capacidade de fazer ressoar o alerta do mais importante jornalista investigativo quando se fala da Amazônia.

Mais informações no site da editora.

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Nesta sexta começa a 7ª Mostra de Cinema e Direitos Humanos , em Porto Velho

O grande homenageado do evento em 2012 é o brasileiro Eduardo Coutinho, considerado um dos mais importantes documentaristas da atualidade em todo o mundo. Seu trabalho é reconhecido pela sensibilidade e pela capacidade de ouvir o outro, registrando sem sentimentalismos as emoções e aspirações das pessoas comuns. Estão programados o clássico “Cabra Marcado Para Morrer” (1984), premiado no Festival de Berlim, “Santo Forte” (1999), um mergulho na intimidade de católicos, umbandistas e evangélicos de uma favela carioca, e “O Fio da Memória” (1991), mosaico sobre a experiencia negra no Brasil a partir da figura de um artista popular. Coutinho tem encontro com o público no dia 24/11, sábado, às 16h30, na Cinemateca Brasileira (São Paulo).
A programação traz ainda uma série de títulos inéditos no circuito comercial, como os longas-metragens “Hoje”, de Tata Amaral, e “O Dia Que Durou 21 Anos”, de Camilo Tavares. O documentário “O Dia Que Durou 21 Anos” revela documentos secretos que confirmam articulações de governos norte-americanos para a derrubada do presidente João Goulart, seguida pela instauração da ditadura militar brasileira (1964-1985). “Hoje”, por seu turno, aborda reflexos atuais de fatos ocorridos durante essa mesma ditadura e tem no elenco Denise Fraga e o ator uruguaio Cesar Troncoso. O filme foi o grande vencedor do Festival de Brasília, onde acumulou cinco premiações, inclusive de melhor filme e de melhor atriz.
Também inédito comercialmente no país, o colombiano “Chocó”, de Johnny Hendrix Hinestroza, foi lançado pelo Festival de Berlim deste ano e transformou-se em grande sucesso de público: meio milhão de pessoas assistiram ao filme na Colômbia. A obra destaca os problemas do desemprego, do desalojamento e da violência doméstica
Com sua estreia mundial também promovida pelo Festival de Berlim, o indicado oficial pelo Uruguai ao Oscar de Filme Estrangeiro “A Demora” mostra uma mulher, de família pobre, que não consegue internar seu idoso pai em um asilo e acaba tomando uma atitude drástica. Assinado pelo cultuado diretor Rodrigo Plá, o longa é inédito nas salas brasileiras.
Maior bilheteria de um documentário em cinemas do Equador, “Com o Meu Coração em Yambo” tem sua estreia brasileira na 7ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul. Trata-se da história de uma família colombiana que foge da violência política de seu país e acaba tendo dois de seus filhos sequestrados e desaparecidos no Equador. A filha caçula María Fernanda Restrepo é a diretora do filme e nele realiza uma viagem pessoal misturada à memória de todo um país marcado por sua história.
Longa-metragem inédito no Brasil, o paulista “Último Chá”, de David Kullock, focaliza um solitário que vive em um velho casarão em demolição e cujo filho foi assassinado pela ditadura militar. Bruno Perillo e Antonio Petrim lideram o elenco.
Duas obras focalizam a lei Maria da Penha, que alterou o Código Penal Brasileiro, permitindo que agressores de mulheres no âmbito doméstico sejam presos em flagrante ou tenham a prisão preventiva decretada: o média-metragem “O Silêncio das Inocentes”, de Ique Gazzola, e o curta “Maria da Penha: Um Caso de Litígio Internacional”, de Felipe Diniz. A lei leva o nome da biofarmacêutica cearense que ficou paraplégica após ser baleada pelo marido.
Na programação está ainda “Elvis & Madona”, longa vencedor do Prêmio da Associação de Correspondentes Estrangeiros (ACIE) nas categorias melhor ator (para Igor Cotrim, melhor atriz (para Simone Spoladore), melhor diretor (para Marcelo Laffitte) e melhor filme segundo o júri popular. O divertido enredo acompanha o envolvimento de uma travesti com uma jovem entregadora de pizza.
Já “Batismo de Sangue”, dirigido por Helvécio Ratton, trata da participação de frades dominicanos na luta clandestina contra a ditadura militar brasileira, no fim dos anos 1960. Adaptado do livro homônimo de Frei Betto, vencedor do prêmio Jabuti, o filme foi vencedor dos prêmios de melhor direção e melhor fotografia no Festival de Brasília e tem no elenco Caio Blat, Daniel de Oliveira, Cássio Gabus Mendes e Ângelo Antônio.
As projeções da 7ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul acontecem nas seguintes cidades: Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Natal, Palmas, Porto Alegre, Porto Velho, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Luís, São Paulo, Teresina e Vitória. Em todos os locais há acessibilidade a pessoas com deficiência e as sessões contam com sistema de audiodescrição e de closed caption (voltadas a deficientes visuais e auditivos, respectivamente.
Veja aqui a Programação Completa para Porto Velho que acontece no CineSESC Rondônia, que tem 130 lugares e fica na Av. Presidente Dutra, 4175. O evento é produzido em Porto Velho por  Emanuela Palma,Simone Norberto, Adriel Diniz e Michele Saraiva (produtores).

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Público lota Teatro Banzeiros, em Porto Velho, para conhecer os vencedores do 10º Festcineamazônia

Os músicos Eliakin Rufino e Princezito encerraram a 10ª edição do Festcineamazônia com um show que contagiou o público com músicas dançantes, regionais, africanas e um duelo de poesias.

Princezito, natural de Cabo Verde, é compositor, estudioso das várias vertentes do batuku (gênero musical cabo verdiano) em que aborda a canções tiradas das histórias, contos e provérbios populares. Já Rufino é poeta, cantor, escritor, professor de filosofia, produtor cultural e jornalista. Faz shows de música e poesia, com os quais já vem percorrendo o Brasil e diversos países há mais de 20 anos.

Os jurados da mostra competitiva foram a comunicóloga e produtora Samira Pereira, o cineasta Joel Zito Araújo, o ator e roteirista Thoamas Stravos, o produtor cultural Celso Brandão e produtor de cinema Wilsson Austurizag. Os jurados da categoria vídeo reportagem ambiental foram os jornalistas Solano Ferreira, Fred Perillo e o diretor de Cinema, Marcelo Cordeiro Quiroga.

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Poesia domina o último dia do Festcineamazônia, em Porto Velho

“Artista que tem de início a pretensão de ser artista já me causa desconfiança”. A provocação feita pela escritora e compositora Alice Ruiz abriu o debate ‘É de poesia que o mundo precisa’. Ao lado do escritor Marcos Quinan, do poeta Thiago de Melo e do músico africano Princezito, Alice Ruiz conversou durante cerca de duas horas com estudantes do ensino médio de escolas públicas de Porto Velho, nesta sexta pela manhã, no Teatro Banzeiros, centro da capital rondoniense.  O debate fez parte da programação paralela da décima edição do Festcineamazônia e foi mediado pelo poeta e professor Carlos Moreira. A discussão foi baseada ‘no fazer da poesia’ e a importância da arte e cultura para o mundo contemporâneo hoje. Vindo de Cabo Verde, o cantor Princezito explanou sobre as dificuldades em se produzir arte num país financeiramente pobre, além de contar a relação que teve a origem humilde dele próprio com a visão que possui hoje de cultura. “Isso está presente na minha música”, disse.   O cantor faz show de encerramento do festival ao lado do músico de Roraima Eliakin Rufino. No último dia da mostra competitiva foram exibidos 18 filmes. Entre eles, o paraense ‘Matinta’, de Fernando Segtowick, com Dira Paes no papel principal.  Este ano o Festicineamazônia trouxe como novidade a mostra Cinema e Samba, como filmes com temática sambista exibidos em uma escola de samba. o cineasta Aurélio Michilis, diretor de “O cineasta da selva” foi o homenageado da noite. O festival encerra no sábado, com a premiação dos vencedores do troféu Mapinguari e o show musical de Eliakin Rufino e Princezito.

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Show de José Miguel Wisnik abre hoje a 10ª edição do Festcineamazônia, em Porto Velho

Com ‘Nas Palavras das Canções’ José Miguel Wisnik abre hoje a 10ª edição do Festival Latinoamericano de Cinema e Video – Festcineamazônia. A mistura de aula e show acontece às 19 horas, no Teatro Banzeiros, em Porto Velho, capital de Rondônia. Wisnik tem várias canções gravadas por artistas famosos, como Zizi Possi, Vânia Bastos, Edson Cordeiro, Ná Ozzetti e Eliete Negreiros.

Além de músico é compositor, ensaísta brasileiro e doutor em teoria literária. Realizou trabalhos com Tom Zé e Caetano Veloso. Para o cinema, escreveu a trilha sonora do filme “Terra Estrangeira”, de Walter Salles Júnior e Daniela Thomas, de 1996.  Em 1998 compôs “Assum Branco”, uma elogiada reconstrução de “Assum Preto”, clássico de Luiz Gonzaga, que acabou fazendo parte do repertório do disco “Aquele Frevo Axé”, lançado naquele mesmo ano por Gal Costa.

O festival que acontece de 6 a 10 de novembro vai exibir 51 produções cinematográficas de todas as regiões do Brasil e da América do Sul. Os filmes concorrem na mostra competitiva de curta-metragem e reportagem ambiental.

Veja aqui a Programação da Mostra Competitiva e Filmes Convidados

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Ao Norte – 29

foto : B.Bertagna

foto : B.Bertagna

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29/08/2012 · 09:08

Comitê "Juntos pelo Direito à Paisagem" faz abaixo-assinado em prol do Parque dos Beradeiros, em Porto Velho

foto : B.Bertagna

foto : B.Bertagna

Na recente convenção Rio+20, os prefeitos das principais cidades do mundo apresentaram propostas, pactuaram investimentos e um cronograma de ações que vão contribuir com a melhoria da qualidade de vida em suas cidades e com a sustentabilidade do planeta. O fizeram por entenderem que o Homem mora nas cidades, nos municípios, e é ali que tem o dever de interferir em favor da construção de um ambiente melhor, para viver hoje e no futuro.
Confiantes de que este é o caminho, e aproveitando o ano do centenário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré que, junto com o Forte Príncipe da Beira, constituem os símbolos mais importantes da Nação Rondoniense, convidamos você para vir e trazer quantos puder, para salvar e preservar um outro grande símbolo da nossa identidade: a mata ciliar da margem esquerda do Rio Madeira que, de agora em diante, chamaremos de Parque dos Beradeiros.
Nova Iorque se orgulha do Central Park, Paris dos Campos Elísios, Rio de Janeiro do Jardim Botânico, da Mata da Tijuca e da Cinelândia, Belo Horizonte do Parque Municipal encravado no coração da cidade e Boa Vista do Parque Anuá com lago e praia. E nós? Que ambiente natural estamos deixando para lembrar nossa origem e para orgulhar nossos descendentes? Por estes exemplos e razões, queremos você, que ama por nascimento ou adoção esta terra, fazendo parte deste abaixo assinado em favor da criação e preservação do Parque dos Beradeiros na margem esquerda do Rio Madeira. Essa iniciativa é fundamental para garantir que aquela área de proteção permanente, de fato, permaneça lá, visto que com a construção da ponte na região da balsa, o acesso à margem esquerda do Rio Madeira ficará fácil. Por conta disso, já se anuncia e já se inicia uma grande especulação imobiliária. E a floresta, que teima em existir, está ameaçada de sucumbir. A ocupação daquela mata ciliar já existe. Mas esse processo tende a ser muito mais acelerado agora. O que se vislumbra é um prejuízo para esse patrimônio natural e para a cultura e a história de um povo. O pôr-do-sol mais lindo do mundo deixará de existir com a supressão da mata. A identidade cultural beradeira está ameaçada.Corremos o risco de não deixarmos esse legado aos nossos filhos.
O que se busca é mostrar a necessidade de garantir que o patrimônio paisagístico, que pertence a todos, não desapareça. Cabe às autoridades municipais, estaduais e federais tomarem as iniciativas legais para que isso aconteça. E a nós provocar, manifestar nossa vontade. O Parque dos Beradeiros será, portanto, uma reserva horizontal, do trecho que faz frente com o complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré até, pelo menos, 2 km abaixo do local da ponte. O parque é um instrumento para valer como Área de Preservação Permanente (APP). Essa área seria dotada de infraestrutura para fiscalização e visitação por parte da população, com pistas de caminhada, academias ao ar livre, etc. O mais importante é que o Parque dos Beradeiros garantiria a não supressão da mata, o não desaparecimento desse patrimônio paisagístico, que tanto nos orgulha e que a todos encanta. Por todo o exposto, o convidamos para assinar o presente abaixo assinado.

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Festcineamazônia faz exibição em Manaus

O Festival Latinoamericano de Cinema e Vídeo – Festcineamazônia iniciará por Manaus a etapa itinerante nas capitais da região Norte. A exibição na capital amazonense será a partir das 19h do dia 14 de agosto, no Pavilhão do Botânico/Museu da Amazônia, com entrada grátis a todo público. Produção local em Manaus é do produtor Chicao Fill, da Amazon Film. O evento é uma integração cultural através do cinema, levando o debate ambiental por meio de audiovisual. Esta etapa inclui ainda Boa Vista, Macapá, Belém e Palmas. As capitais Porto Velho e Rio Branco já foram contempladas com as exibições deste ano.

A etapa itinerante é composta pelos principais filmes e vídeos exibidos na última edição do festival realizado regularmente em Porto Velho, capital de Rondônia. Serve para integrar e ampliar o público do cinema brasileiro. Após as exibições são promovidos debates para estimular a discussão sobre direitos humanos e proteção ao meio ambiente.

O Festcineamazônia é um projeto de difusão da sétima arte. Neste ano uma programação especial marcará os 10 anos de realização, tendo como convidado o artista Ziraldo, autor de personagens como o Menino Maluquinho, Turma do Pererê e outros. O evento principal será de 6 a 10 de novembro. As inscrições para a Mostra Competitiva da edição 2012 estão abertas até 31 deste mês de agosto pelo site www.cineamazonia.com, onde também consta o regulamento.

A cada edição o Festival homenageia convidados que tenham destaque no cinema e na defesa do meio ambiente. Desde 2003, quando iniciou o projeto, já foram contemplados artistas e personalidades como: Lucélia Santos, Marco Palmeira, Othon Bastos, Antonio Pitanga, Marina Silva, Silvio Tendler, Zezé Mota, Letícia Sabatela, Maurice Capoville, dentre outros.

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A espetacular Estrada de Ferro Madeira-Mamoré , Patrimônio Cultural da Humanidade

Por Ricardo Leite

Vivemos um momento histórico da civilização humana de valorização crescente daquilo que se convencionou ser patrimônio de todos habitantes do planeta Terra, como o meio ambiente sadio, a dignidade humana e seus direitos básicos, as conquistas da medicina e, também, a cultura, especialmente por suas manifestações materiais e imateriais autênticas e de valor excepcional universal. São bens e valores que não pertencem apenas a uma nação, a um país, mas a todos nós, habitantes do planeta, sejamos americanos, japoneses, mexicanos, russos, angolanos, chineses, ingleses, ou brasileiros de Rondônia. E por isso, esses bens universalmente valiosos devem ser socializados, valorizados e protegidos.

A espetacular Estrada de Ferro Madeira Mamoré (EFMM), desde sua épica construção multinacional, com representantes de quase metade das nacionalidades existentes no mundo da época, é, na prática, um patrimônio da humanidade, sob administração brasileira e, especialmente, rondoniense. Apenas por esse fato, é justo e necessário ser reconhecida e incluída na lista oficial da Unesco, Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, órgão da ONU, Organizações das Nações Unidas. Mas a EFMM atende também a outros requisitos exigidos.

A inclusão na honrosa listagem de pouco mais de 900 bens – e apenas 19 brasileiros, não é uma mera anotação ou inventário burocrático. É, a rigor, um título de valor inestimável, com consequências palpáveis, como vizibilidade planetária positiva automática, inclusão imediata em rotas turísticas internacionais, apoio financeiro multinacional e proteção internacional permanente. É um título que não há dinheiro que pague, capaz de gerar empregos e renda, num ciclo virtuoso do turismo cultural.

Leia aqui  o artigo completo em PDF >  A ESPETACULAR ESTRADA DE FERRO MADEIRA MAMORÉ

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Deu no G1 : Escavações em Porto Velho chegam a lixeira de antiga vila Santo Antônio

Foto: Maks Rocha/Divulgação

Foto: Maks Rocha/Divulgação

As escavações no entorno da Igreja de Santo Antônio, à margem do Rio Madeira, em Porto Velho, continuam. Nesta semana, o grupo que trabalha no local encontrou uma área onde provavelmente existia uma lixeira. Foram encontradas garrafas, louças e ferramentas que, estima-se, sejam do início do século XX.

De acordo com o arqueólogo Ney Gomes, coordenador das escavações de campo, estas pesquisas arqueológicas são as mais sistemáticas feitas em um sítio histórico na região do Rio Madeira.

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Festcineamazônia chega a Porto Rolim de Moura do Guaporé, fronteira do Brasil com a Bolívia

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Depois de percorrer mais de1.400 km subindo o Rio Guaporé e visitado nove comunidades brasileiras e bolivianas, o Festcineamazônia Itinerante chega a Porto Rolim de Moura. A localidade vive um clima de conflito latente. A expansão da atividade agropastoril está levando os proprietários de terras a questionarem o caráter sustentável da Reserva Biológica de Corumbiara.  A pesca predatória é outra atividade econômica a se somar a esse contexto.

O barco chega e logo sua população de pouco mais de mil habitantes, vão se movimentando entorno da equipe de cinegrafistas, fotógrafos  e jornalistas. A escola tornou-se ponto de apoio da equipe e o principal difusor do Festcineamazônia. Suas salas são decoradas com gravuras de plantas e animais da região, dando aos alunos o ambiente propício às mensagens em defesa do meio ambiente. A escola Ana Nery foi escolhida para a exibição dos filmes e da apresentação do Palhaço Xuxu. A professora Rosangela Lopes dos Santos, 38 anos, há 12 anos na escola, nos falou que é a primeira vez que ela irá “ ver um cinema de verdade” e acrescenta que o mais próximo fica a uma distância de200 km, em outro município.

A noite,  com o ginásio lotado, é iniciada a exibição dos filmes, que para o professor Valdere Quintão, diretor da escola “vem preencher uma grande lacuna, pois a comunidade é totalmente desprovida desse tipo de manifestação, principalmente em se tratando de suas mensagens em defesa da natureza, só temos a agradecer ao Festcineamazônia”, encerra Valdere.

Os filmes selecionados para a exibição foram: O Mapinguari – direção de Marcos Magalhães, Tempo de Criança – direção de Wagner Novais, Leonel Pé de Vento – direção de Jair Giacomini e Pajerama – direção de Leonardo Cadaval.

Para a alegria das crianças entrou em cena o Palhaço Xuxu, a primeira nessa Itinerância dentro de um ginásio com o público formado em grande maioria pelos alunos da escola. Xuxu como sempre acontece chegou de modo inusitado, já desde logo causando impacto na criançada.

O Festcineamazônia  prossegue para Pimenteiras-BR depois de 36 horas de viagem rio acima, a última localidade desta Itinerância pelo Vale do Guaporé. As fotos da matéria são de Avener Prado.

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Curta Amazônia : poesia, música e filmes na Madeira-Mamoré, em Porto Velho

O 3º Festival de Cinema Curta Amazônia fará hoje (29) uma homenagem aos familiares do jornalista Nelson Townes de Castro, falecido no ano passado.  A partir dessa edição a melhor produção rondoniense do Festival  receberá o nome de Troféu Nelson Townes. Hoje também tem  documentários ( “Cinematógrafo brasileiro em Dresden” e “Oswaldo Cruz na Amazônia – a saga das vacinas”) dos cineastas Eduardo Thielen e Stella Oswaldo Cruz Penido . Os filmes foram  produzidos nos estados de Rondônia, Amazonas e Pará e tem imagens e fragmentos do acervo de Oswaldo Cruz, bisavô de Stlella, quando esteve realizando levantamentos e implantando ações de prevenções às doenças tropicais na época da construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré .

Após a exibição dos filmes haverá a cerimônia de premiação do Festival informando os vencedores dessa edição. E, encerrando essa primeira noite do Curta Amazônia na Praça Madeira Mamoré teremos a apresentação das bandas regionais “As Testemunhas” , banda composta por Giovani, Raoni, Nino, Gabi, Elias, Kátia, Eliseu e Edivaldo Viecili. A outra banda regional que se apresentará será a banda “Malcriados” , formada por Dinho Reis,  Tino Lôco Alves, Cláudio Jonhson, Saulo e Bode.

Banda Malcriados se apresenta hoje à noite, no Curta Amazônia (foto:Divulgação)

Banda Malcriados se apresenta hoje à noite, no Curta Amazônia (foto:Divulgação)

No sábado (30) haverá apresentação do Duo Pirarublue da Amazônia, o lançamento do documentário “Madeira Mamoré 100 anos depois – o sonho não acabou!” do diretor rondoniense Carlos Levy e a entrega dos vencedores do concurso de pintura ambiental , encerrando a programação com a projeção dos filmes vencedores de 2012.

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Deu na Folha de S.Paulo : Adeptos da pesca encontram boa infraestrutura na região do rio Guaporé, em Rondônia

foto: Pedro Paulo Cardoso/Folhapress

foto: Pedro Paulo Cardoso/Folhapress

Imenso curso d’água que nasce na Chapada dos Parecis, ainda no Mato Grosso, o rio Guaporé é, após unir-se com o rio Mamoré, um dos formadores do rio Madeira -e tem, ao todo, quase 1.400 km de extensão. A região visitada pela Folha fica situada diante do parque nacional boliviano Noel Kempff Mercado (veja texto nesta página) e compreende as cidades brasileiras de Pimenteiras do Oeste e Cabixi, ambas no Estado de Rondônia e na margem direita de quem desce o rio Guaporé. Afeitas à aventura, ambas dispõem de infraestrutura para os adeptos da pesca esportiva e para a prática da modalidade “pesque-e-solte”. Para aqueles que vêm por Vilhena, o ecoturismo se destaca. Até a cidade de Vilhena, é possível ir de avião e seguir 180 km por via terrestre pelas estradas de Rondônia.

Veja a matéria completa na Folha de S.Paulo

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Deu no G1:Começa novo ciclo de vida para os quelônios do Rio Guaporé, em RO

Foto: Jácomo Antönio Mediote/Divulgação Ibama

Foto: Jácomo Antönio Mediote/Divulgação Ibama

O Projeto Quelônios do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) de Rondônia tem a meta de recuperar o estoque natural de quelônios no estado, principalmente tartarugas e tracajás. Desde o início do projeto, em 1976, a mudança foi significativa, em uma praia do Rio Guaporé em que desovavam 100 tartarugas e 83 tracajás no ano de 1983, no ano de 2010, desovaram de quatro a cinco mil fêmeas destas espécies.

Veja matéria completa no G1

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Nesta terça tem filme sobre os povos Baniwa e Coripaco no 3º CurtAmazônia

A programação desta terça à noite, 26 de junho no 3º Curta Amazônia traz um filme convidado que retrata a luta e resistência de duas tribos no Amazonas. Imperdível, porque retrata pontos importantes na política públicas de resistência dos povos indígenas em relação as políticas adotadas pelo homem branco. No documentário “HIANHEKHETTI  Sabedoria Baniwa” com tempo de 21 min e finalizado em 2011, foi realizado em Tunuí Cachoeira, rio Içana, lideranças indígenas avaliam 20 anos de luta dos povos Baniwa e Coripaco. O que conquistaram e as mudanças que ocorreram na sua cultura. O momento atual exige reflexão para a retomada do movimento indígena rionegrino. Em março de 2011 a Assembléia Geral Baniwa e Coripaco debate as políticas públicas para a saúde e a  educação e  projetam uma nova estratégia política para o futuro do movimento.

“Vejo a importância deste vídeo tanto para quem não é indígena, para indígenas e principalmente para nós Baniwa e Coripaco. Fico feliz por esse registro tão importante para o momento da nossa história no Brasil. Vamos continuar lutando!!!” diz André Fernando Baniwa.

Com direção, roteiro e produção de Stella Oswaldo Cruz Penido, fotografia e som de Pauliran Freitas, montagem  de Alexandra Carias, trilha sonora original flautas Baniwa, apoio de Videosaude –  ICICT – Fiocruz, CABC – Coordenação de Associações Baniwa e Coripaco, o filme é uma realização da Casa de Oswaldo Cruz – Fiocruz.

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“Africa: Essa Sou Eu” , na Casa de Cultura Ivan Marrocos , em Porto Velho

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“Sensibilizada ao ver o paradoxo existente num contexto povoado pela dor e pela alegria, que, mesmo não sendo sinônimos, caminham de mãos dadas em um continente com enorme diversidade e estilos culturais distintos, tocada pela dignidade e riqueza das cores do povo africano, que se contrapõem, em um mundo tão cheio de nada onde vivem, é que surgiu a ideia de fazer essa exposição.”  ( Maria Regina )

O ato criativo é solitário e solidário simultaneamente.Esta máxima está presente no trabalho de Maria Regina, ao proporcionarmos uma perspectiva singular do lugar onde não fomos, e se fomos não o vimos, e se vimos, por certo não na mesma perspectiva. Felizmente ela esteve lá, ou talvez ainda esteja.

Sua obra nos mostra a beleza do tempo presente com cara de passado remoto. A delicadeza das texturas feitas á mão comungam com o ideário do estado de natureza, do qual nos distanciamos. O contraste da cor e da não-cor estimula o olhar e o pensar: onde está a luz que refletia a cor? Mesmo sem cor reflete forma, e cheia de brilho, de vivacidade. Há alegria mesmo sem cor, mas a dramaticidade se apega juntamente. A escacez do árido da vida exposto em olhares profundos de quem tem o que dar, de quem é rico.

Para além da plasticidade, vemos que riqueza ultrapassa o que se pode comprar. Provoca tantas reflexões: por onde anda a beleza? Ela está dentro ou está fora? Está nos dois? No fora de onde e dentro de quem?

África: somos nós!   Tiziana Cocchieri , esteta

Faça download do folder completo em PDF da Exposição Maria Regina

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Longas e curtas-metragens concorrem no 3º Curta Amazônia

São filmes brasileiros e portugueses que concorrem ao troféu “100 anos da Madeira Mamoré”, competição acirradíssima nessa edição do Festival, pois são bons filmes de longas e curtas-metragens que o público rondoniense poderá assistir a partir do dia 23 até o dia 28 de junho no Sesc Esplanada e escolher através do voto o seu melhor filme da sessão competitiva na sessão noturna.

Os longas de ficção da competitiva são “Na quadrada das águas perdidas” de Wagner Miranda e Marcos Carvalho de Pernambuco, “O Carteiro” de Reginaldo Farias do Rio Grande do Sul, “O homem mau dorme bem”, de Geraldo Moraes da Bahia, a produção portuguesa “O D-Fensor de Pardilhó 2 – o D-fensor Recarregado”, de Diogo Carvalho, “Fluídos”, de Alexandre Carvalho, de São Paulo.

Já na categoria de longas documentários da sessão competitiva são os seguintes filmes “Mamomas prá Sempre”, de Claudio Kahns de São Paulo, “TRUKS”, de João Inácio do Distrito Federal, “Bruta aventura em versos”, de Letícia Simões, do Rio de Janeiro, “Caetana o filme”, de Andréa Ferraz e Lívia Falcão de Pernambuco, “São Miguel do Gostoso”,  Eugênio Puppo de São Paulo, “ECOhabitat – Sustentabilidade em ação”, de Paulo Perez de São Paulo, “O rochedo e a estrela”, de Kátia Mesel de Pernambuco.

Na categoria de curtas-metragens da competitiva são os seguintes filmes e clipes “Em Candeias”, Giovani de Toledo, clipe, RO, “Bio Consume”, Maxwell Duarte, anim, curta, CE, “O macaco e o rabo”, direção coletiva dos alunos da disciplina Animação digital (Núcleo de Design – UFPE/CAA), anim, curta, PE, “A ponte”, Joaquim Haickel, anim, curta, MA, “A fantástica vida de Baffus Bagus”, Alexander S. Buck, fic, curta, ES, “Lápis de cor”, Alice Gomes, fic, curta, RJ, “A varinha mágica”, de Ramon Faria, anim, curta, MG, “Cadê meu rango”, de George Munari Damiani, anim, curta, SP, “22”, de Diego Lisboa, exp, curta, BA, “Sendai”, de Claudia Nunes e Erico Rassi, exp, curta, GO,  “Nômades urbanos”, de Ari Santos, Adson Queiroz e Viviane Tavares, doc, curta, AM, “A maior praia do mundo – O homem e a natureza”,  de Pena Cabreira, doc, curta, RS,  “Norte Nordeste me veste”, de Vras 77, SP,“Tembíara”, de Jackson Abacatu, anim, curta, MG, “Dez bonequinhos pedreiros de dezenove e noventa e nove”, André Miranda e Gui Campos, exp, curta, DF, “Além da infância”, Luci Orttega, exp, curta, PR, “Disque Quilombola”, de David Reeks, doc, curta, SP, “Um gato sem nome”, de Carlos Cruz, anim, curta, Portugal, “Uma vida de dança em companhia”, de Jardel Augusto Lemos, doc, curta,RJ, “1111”, de M.F. Costa e Silva, fic, curta, Portugal, “Faltam duas quadras”, de Jarleo Barbosa, fic, curta, GO, “Hooji”, Marcello Quintela e Boynard, fic, curta, RJ, “Marcas D´água”, de Thais Rodrigues, GO,  “Homem Ilha”, de Daniela Camila, ES, “Linear”, de Amir Admoni, SP, “Vide Verso”, de Cristian de Ciancio, SC, “O relógio de Tomás”, Cláudio Sá, anim, curta, Portugal, “O Ogro”, Márcio Jr e Márcia Deretti, anim, curta, GO, “Eu, Zumbi: coisas de bar ou passa a régua e traz a conta”, Alexander S. Buck, exp, curta, ES, “Finais”, Rafael Jardim, exp, curta, BA, “Exilados”, Ana Paula Teixeira, doc, curta, CE,  “Biliu, o maior carrego do Brasil”, Lau Barboza, doc, curta, PB, “Filmes bons são sobre o amor”, Roberto Oliveira, fic, curta, SP, “El Apocalipsis Cohibido em Forma de Bien Vestida”, Roberto de Brito, fic, curta, PE, “Ressaca”, de Mabel Lopes, SP; “Raízes e Asas”,de Luis Felipe Pimenta; “Velho Mundo”, de Armando Fonseca, SP; “Zero”, de Sacha Bali, RJ, “Vizinha suicídio”, de Rafael Jardim, clipe, BA,  “Luz Câmera Animação”, de Giovanna Belico Guimarães, anim, curta, MG, “Conto do vento”, de Cláudio Jordão e Nelson Martins, anim, curta, Portugal, “Pequena alma terna flutuante”, de André Constantin, doc, curta, RS,“Pelos traços de Poty”, Karla Nascimento, doc, curta, PR, “Rezou à família e foi ao Cinema”, de Cacau Farias, doc, curta, SE, “Matzeiva Juliano Mer-Khamis”, de Silvio Tendler, doc, curta, RJ, “Pode Piorar”, João Tenório, fic, curta, SP, “Não deixe Joana só”, Cecília Engels, fic, curta, SP,

“Um dia daqueles”, de José Rodolfo e Caio Pereira, fic, curta, RS, “Sorria, amor (você está sendo filmada)”, de Pedro Murad, fic, curta, RJ, “O guitarrista do telhado”, de Guto Bozzetti, anim, curta, RS,

“Cães marinheiros”, de Joana Toste, anim, curta, Portugal, “Entre margens”, de Odivar Filho e Liliane Oliveira, doc, curta, AP, “Toda qualidade de bicho”, de Angela Gomes e Cezar Moraes, doc, curta, PA,  “O Brasil de Pero Vaz Caminha”, de Bruno Laet, doc, curta, RJ, “O tesouro perdido de Mad”, de Marivaldo Souza do Lago, fic, curta, RO, “Raiz forte”, de Marcos Pasquim, fic, curta, RJ, “É uma vez”, Ludielma Laurentino, fic, curta, GO, “Os lados da rua”, Diego Zon, fic, curta, ES.

Mais informações você encontra no site oficial do Festival www.curtamazonia.com.

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Festcineamazônia leva cinema ao Vale do Guaporé, na fronteira do Brasil com a Bolívia

A equipe de pré-produção do Festcineamazônia Itinerante 2012 já está no Vale do Guaporé fazendo a divulgação da etapa que será realizada nos meses de junho e julho, percorrendo localidades na fronteira Brasil/Bolívia. As exibições são gratuitas e tem como objetivos integrar as comunidades através do cinema e vídeo, levando em discussão a temática ambiental.

Nesta etapa, o festival levará cinema e circo para brasileiros e bolivianos que vivem nas margens dos rios Guaporé e Mamoré. A região, marcada pelo isolamento, é um paraíso ecológico que precisa ser preservado, e pode ser desenvolvido com alternativas sustentáveis.

As exibições iniciam por Guajará-Mirim (Brasil), no dia 22 de junho, na Praça dos pioneiros. Depois segue a programação: Guayaramerin-BO (23 junho), Surpresa-BR (25 junho), Forte Príncipe da Beira-BR (27 junho), Buena Vista-BO (28 junho), Quilômbo de Santo Antônio do Guaporé-BR (30 junho), Versalles-BO (1º julho), Pedras Negras-BR (2 julho), Mateguá-BO (3 julho), Porto Rolim-BR (4 julho) e Pimenteiras-BR (6 julho). Todas as exibições serão as 19 horas.

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Deu na revista Época : Vinte anos e a luta do cacique Almir Suruí por suas terras continua

Veja o link com a matéria completa aqui

Comentário do amigo, cineasta e fotógrafo Marcos Santilli :”Queridos Haroldo e Almir. Conheço os Suruí há mais de 40 anos e acho a matéria e a atividade do Almir extraordinários. Um grito de esperança e… fotos maravilhosas e históricas. Parabéns a ambos.”

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Deu no site G1 : Smartphones protegem reserva indígena Suruí, em Rondônia

Rondônia é uma parte do Brasil onde o desmatamento avança em diferentes frentes. Além dos canteiros de obras das hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau, no rio Madeira, há as plantações de café, o crescimento rápido da pecuária e a exploração ilegal de madeira. Por tudo isso, não deixa de ser curioso que aproximadamente nove etnias indígenas permaneçam até o momento isoladas no estado.

Não foi assim com os índios paiter-suruí. O primeiro contato com eles aconteceu durante a construção da BR-364 (Cuiabá-Porto Velho) no final da década de 1960. Uma história dramática que deixou marcas profundas na trajetória desse povo. Quase toda a aldeia foi dizimada pelo vírus do sarampo. Aproximadamente 5 mil índíos morreram, e entre os 299 sobreviventes restaram poucos adultos com perfil de líder. Em meio a essa tragédia, Itabira, com apenas 16 anos, foi eleito o novo cacique. Testemunhou a drástica redução do território suruí, a marginalização de seu povo, a desagradável e inédita dependência de ajuda do governo brasileiro, e a necessidade de vender madeira da reserva para a própria subsistência da comunidade.

O link da matéria completa você encontra AQUI .

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G1 RO e Globo Esporte Rondônia estréiam na web

Reprodução foto: Foto:Larrisa Vieira/GloboEsporte.com

Reprodução G1 Rondônia   foto: Foto:Larrisa Vieira/GloboEsporte.com

Se for verdade o ditado que diz  matérias e colunistas da web são medidos em popularidade e respeitados pelo número de  comentários , retweetadas e recomendações dos leitores” que alcançam, o novo site G1 Rondônia e o Globo Esporte Rondônia já podem se considerar um verdadeiro sucesso da web.

Com matérias atuais sem o ranço dos releases encomendados por políticos, o G1 virou tema de conversas nos botequins desta sexta-feira, 1º de junho.

Uma das matérias mais comentadas foi “Bairros têm nomes de times, em RO” , produzida por  Larissa Vieira e Shara Alencar , que até o horário deste post já contabilizava mais de 150 comentários, 280 Tweetadas e 750 recomendações. Na matéria do G1 Rondônia, “Grêmio e Inter se cruzam, enquanto via em homenagem ao Vasco faz esquina com a Botafogo, Fla e Flu, numa grande mistura de paixão”.

Espera-se um aumento repentino  de casos diagnosticados como “dor de cotovelo” nos nosocômios HB e JP II e de “manés” à beira de um ataque de nervos.

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Refrigerante no saquinho : quer coisa mais rondoniense ?

foto : B. Bertagna

foto : B. Bertagna

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Acre recebe Festcineamazonia Itinerante 2012

Num mastro com mais de 50 metros de altura tremula a bandeira do Acre. Foi este o espaço escolhido para a realização do Festcineamazonia Itinerante 2012. O calçadão da Gameleira, no centro histórico no 2º Distrito, é um espaço de prédios antigos revitalizados pelo Governo do Estado e foi onde nasceu a capital acreana, Rio Branco. Segundo historiadores, a cidade surgiu em 28 de Dezembro de 1882, com a ação do seringalista natural do Ceará, Neutel Maia.  Na noite de domingo 13 de maio, crianças, jovens e adultos, assistiram a filmes e vídeos ambientais projetados numa grande tela de cinema. “Vi o movimento de vocês montando a estrututura e por curiosidade vim ver, vocês deixaram meu dia bonito, um presente pra gente que vem todo domingo passear aqui”, disse Bartolomeu Dias, de 70 anos de idade. Este é o quinto ano que o Festival acontece no Acre.  O Festcineamazonia – Festival Latino Americano de Cinema e Video Ambiental segue com sua caravana rumo ao Peru. O Projeto acontecerá em Inapari, dia 16/05, Ibéria, dia 17 e Porto Maldonado, na Amazonia Peruana, sábado dia 19/05. O Festcineamazonia Itinerante 2012 tem o patrocínio do BNDES, Governo Federal através da lei Rouanet, Ministerio da Cultura, Secretaria do Audiovisual e nesta ação contou com o apoio do Governo do Acre, através da Fundação de Cultura Elias Mansour. 

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3º CurtAmazônia, de 23 a 30 de junho

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Curumim, Rio Madeira, Rondônia

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A Bolívia é aqui : Centro Cultural Boliviano será lançado dia 6 de maio em Porto Velho

A Bolívia se constitui num Estado Unitário e Social de Direito Plurinacional Comunitário, livre, independente, soberano, democrático,intercultural, descentralizado e com autonomias. Bolívia funda-se no pluralismo político, econômico, jurídico, cultural e lingüístico, dentro do processo integrador do país.

Em Porto Velho, Estado de Rondônia, desde remotas épocas,que residentes e descendentes bolivianos manifestam fragmentadamente a vontade de organizarem-se juridicamente para dar vazão e divulgação a aspectos ligadosàs tradições, história, cultura e costumes do seu país, bem como: incentivar intercâmbios bi-laterais em diferentes e possíveis áreas. Muitas e diversas foram as tentativas de antigos companheiros na busca da formalização, todas, infrutíferas. É chegada a hora e a boa oportunidade para finalmente alcançar e consagrar a tão esperada organização social, jurídica, fraternal e política da comunidade boliviana que reside e trabalha aqui  na Capital rondoniense.

Assim, após inúmeros formais e informais encontros, eis que surge com toda sua força e motivação o CCB– Centro Cultural Boliviano, Organização da sociedade civil sem fins lucrativos e que tem entre suas principais finalidades: salvaguardar e difusão da cultura boliviana, exercício e promoção de atividades esportivas, culturais, de saúde e de assistência social, assistência jurídica em diversas especialidades, proposição de convênios com outras entidades regionais, nacionais e estrangeiras, públicas e privadas, oferta de cursos diversos para comunidades carentes, interação permanente com pessoas e grupos sociais rondonienses, legalização de situações migratórias de cidadãos que se encontram em situação irregular no Brasil, entre outros serviços à comunidade.

No próximo dia 6 de maio de 2012 (domingo) no Clube Kabana´s, a partir das 11 hs da manhã o CCB – Centro Cultural Boliviano realiza sua primeira atividade em Porto Velho: festa de lançamento, festival de culinária boliviana, registro de novos membros e apresentações artísticas com participação voluntária de artistas do quilate de Juanito da harpa e seus filhos Álisson e Adson, Duo Pirarublue – Sandro e Gioconda, Carlos Guery e Julio Yriarte,Paulinho Rodrigues, Caté Casara e Uru Eu Wau Wau, Cristina Pontes, Chagas Peres, Carlos Campos, Juan Carlos Boado, Caio Marin e Pedro Wanderlei. O acesso é livre e o convite é para todos os cidadãos de Porto Velho, independentemente de raça, cor, credo, gênero ou nacionalidade. O CCB – Centro Cultural Boliviano receberá entre seus membros, residentes, ascendentes e descendentes bolivianos, e, cidadãos brasileiros que tenham afinidade com a cultura do país.

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Arqueologia em Rondônia : entrevista de 2006 refresca a memória dos “esquecidos”

Entrevista na TV Rondônia, em 2006, sobre a implementação de políticas para gerenciar a preservação do patrimônio arqueológico de Rondônia na recém criada Superintendência Regional do IPHAN no estado. Um bom vídeo para refrescar algumas memórias propositalmente , digamos assim, “esquecidas”.

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Arqueologia em Rondônia : entrevista de 2006 refresca a memória dos "esquecidos"

Entrevista na TV Rondônia, em 2006, sobre a implementação de políticas para gerenciar a preservação do patrimônio arqueológico de Rondônia na recém criada Superintendência Regional do IPHAN no estado. Um bom vídeo para refrescar algumas memórias propositalmente , digamos assim, “esquecidas”.

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Deu no UOL Notícias : Iphan registra sítios arqueológicos de mais de 8 mil anos em RO

http://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/redacao/2012/04/20/iphan-registra-sitios-arqueologicos-de-mais-de-8-mil-anos-em-rondonia.htm

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"A verdade como mídia" : sucesso total entre os profissionais de comunicação de Rondônia

Profissionais gabaritados e reconhecidos no Brasil inteiro participaram do Seminário

Profissionais gabaritados e reconhecidos no Brasil inteiro participaram do Seminário

O I Seminário de Comunicação Pública do Governo de Rondônia teve como tema “A verdade como mídia”, visando promover o debate sobre a democratização da informação, os novos canais digitais de relacionamento com a sociedade e a transparência.

As palestras foram ministradas pelo doutor em comunicação Jorge Duarte, assessor especial e diretor do Núcleo de Comunicação Pública da Secretaria de Comunicação da Presidência da República e Fernando Ramos, jornalista e publicitário, coordenador do Núcleo de Comunicação Interativa (redes sociais) do Ministério da Saúde.

O evento também contou com dois painéis, ministrados por Celso Gomes, jornalista da Assessoria de Comunicação do Tribunal Regional do Trabalho e Andréa Zílio, jornalista e secretária adjunta de Comunicação do Estado do Acre, com os temas “Gerenciamento de crises” e “A estrutura e a política de comunicação do Governo do Acre”, respectivamente.

O Governador Confúcio Moura abriu o seminário exaltando a EFMM e a importância da candidatura a Patrimônio da Humanidade.

 Mediaram os debates nomes conhecidos do jornalismo local, como Valbran Jr e Felipe Araújo. O coordenador do Seminário foi Fred Perillo.

Rondônia precisa de muitos eventos nesta natureza, para qualificar seus profissionais de comunicação.

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“A verdade como mídia” : sucesso total entre os profissionais de comunicação de Rondônia

Profissionais gabaritados e reconhecidos no Brasil inteiro participaram do Seminário

Profissionais gabaritados e reconhecidos no Brasil inteiro participaram do Seminário

O I Seminário de Comunicação Pública do Governo de Rondônia teve como tema “A verdade como mídia”, visando promover o debate sobre a democratização da informação, os novos canais digitais de relacionamento com a sociedade e a transparência.

As palestras foram ministradas pelo doutor em comunicação Jorge Duarte, assessor especial e diretor do Núcleo de Comunicação Pública da Secretaria de Comunicação da Presidência da República e Fernando Ramos, jornalista e publicitário, coordenador do Núcleo de Comunicação Interativa (redes sociais) do Ministério da Saúde.

O evento também contou com dois painéis, ministrados por Celso Gomes, jornalista da Assessoria de Comunicação do Tribunal Regional do Trabalho e Andréa Zílio, jornalista e secretária adjunta de Comunicação do Estado do Acre, com os temas “Gerenciamento de crises” e “A estrutura e a política de comunicação do Governo do Acre”, respectivamente.

O Governador Confúcio Moura abriu o seminário exaltando a EFMM e a importância da candidatura a Patrimônio da Humanidade.

 Mediaram os debates nomes conhecidos do jornalismo local, como Valbran Jr e Felipe Araújo. O coordenador do Seminário foi Fred Perillo.

Rondônia precisa de muitos eventos nesta natureza, para qualificar seus profissionais de comunicação.

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Irmandade do Senhor Divino Espírito Santo do Vale do Guaporé e Dionisio Faustino, Presidente do Conselho Geral agraciados com a Ordem do Mérito Marechal Rondon

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Uma das mais justas homenagens que já se viu nestas Terras de Rondon foi a outorga da Ordem do Mérito Marechal Rondon, a maior honraria que este Estado presta a pessoas e entidades que contribuem ou contribuíram para o desenvolvimento do Estado de Rondônia por meio da religião, por sua coragem, ou através da economia, política, cultura e história à Irmandade do Senhor Divino Espírito Santo , na pessoa do seu Presidente do Conselho Geral, Dionísio Faustino. A comenda tem como ícones a Cruz dos Templários, a efígie de Rondon e o contorno estelar do Real Forte Príncipe da Beira, representando a fé, a coragem e a história sobre os quais se assentou o desenvolvimento e o progresso na região.

O culto ao Divino Espírito Santo , evocando o Pentecostes, quando o Espírito manifestou-se aos apóstolos como línguas de fogo, teve início com a construção do templo que lhe dedicou , em Alenquer, a Rainha Isabel de Portugal, esposa de Dom Diniz, no século XIII – a Rainha Santa, reverenciada pelos portugueses e a quem se atribui vários milagres. A celebração, que no Vale do Guaporé envolve o Brasil e a Bolívia, é um Patrimônio Cultural Imaterial de Rondônia que está em processo de instrução para ser reconhecido como Patrimônio Cultural Brasileiro.

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Parabéns , Guajará-Mirim ! Esta cidade é 10 !

Estação final da centenária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, Guajará em breve vai escutar o apito da máquina 20 rodando pelos trilhos num pequeno trecho turístico até o Yata ou Bananeiras. Quem viver , verá ! Pérola do Mamoré, parabéns pelo seu aniversário. Um abraço em todo(a) guajaramirense que ama, de fato, esta terra ! Leia mais sobre Guajará-Mirim aqui .

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Começou a 118ª Romaria da Irmandade do Senhor Divino Espírito Santo, no Vale do Guaporé – Programação Completa

A 118ª Romaria do Senhor Divino Espírito Santo no Vale do Guaporé, na Amazônia iniciou nesta segunda, dia 9 de abril de 2012, com a chegada do batelão às 4 horas da tarde na localidade de Surpresa, distrito de Guajará-Mirim. É uma festa planejada com um ano de antecedência .
A celebração, que envolve o Brasil e a Bolívia, é um Patrimônio Cultural Imaterial de Rondônia que está em processo de instrução para ser reconhecido como Patrimônio Brasileiro.

O Iphan, numa parceria com a UNESCO,  está enviando uma equipe com antropólogas capacitadas ao Vale do Guaporé, para consolidar a argumentação perante a Câmara do Patrimônio Imaterial, que decide sobre a inclusão dos registros.

O Presidente da Irmandade do Divino, Dionísio Faustino também espera uma atenção maior das autoridades para esta que é a maior celebração religiosa, cultural e folclórica do Vale do Guaporé :
– Aguardamos muita gente na chegada em Piso Firme, povoado da Bolívia, quando o batelão aportará no dia 23 de maio de 2012 às 16 horas.

É ano eleitoral, mas os ribeirinhos já conhecem os políticos que dão atenção ao Vale, por isto vai a dica: Não adianta chegar como penetra distribuindo bonézinho e camiseta, é perda de tempo. Os beiradeiros, quilombolas, devotos e assemelhados são espertos e só dirigem suas preces para quem realmente merece.
E para quem fala mal ou escreve,  quando convém, sobre a cultura rondoniense é uma boa pedida, tirar um pouco a bunda da cadeira e andar algumas centenas de quilômetros em estrada de chão e voadeira, lendo Viagem ao Redor do Brasil, do João Severiano da Fonseca, irmão do ilustre Deodoro da Fonseca, para purificar a alma .

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Fátima Cleide vence prévias e será indicada candidata do PT à Prefeitura de Porto Velho, em Rondônia

Foi uma disputa acirrada, disputada até os últimos momentos de votação. Mas Fátima Cleide, a candidata mais preparada para manter a união dos simpatizantes e afiliados do Partido dos Trabalhadores, venceu a chapa de Cláudio Carvalho, apoiada pelo atual prefeito, por 526 a 490 votos no 2º turno das prévias do PT. Para a maioria dos petistas, a hora é de agregar os militantes para a campanha e buscar alianças com outros partidos para o pleito.

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Guajará-Mirim, em Rondônia : no aniversário da Pérola do Mamoré tem Mostra de Cinema

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A população de Guajará Mirim e o distrito do Yata poderão conferir filmes históricos e ambientais do acervo da Associação Curta Amazônia, nos dias 9 e 10 de abril. No dia 9, no distrito do Yata, a população poderá participar das sessões de filmes na Escola Estadual Eurico Gaspar Dutra, a partir das 17 horas, sendo contemplada com sessões de filmes até 21 h. Já no dia 10 de abril, no Auditório da Câmara de Vereadores, as sessões de filmes acontecem a partir das 17:00 h às 21:30 horas. Essa parceria cultural só foi possível graças ao esforço do ex-secretário de Cultura e Turismo da Pérola do Mamoré Dayan Saldanha junto aos dirigentes da entidade convidada, que de acordo com Dayan, “trazer bens culturais no aniversário do município, em tela a Mostra de Cinema, é de valor histórico e cultural para os guajaramirenses. Os filmes além de proporcionar entretenimento, traz conhecimento e discussões educativas as nossas crianças e comunidade nos filmes apresentados a população”. “Acreditamos no potencial turístico e cultural na fronteira, por isso estamos aqui novamente apresentando essa Mostra de Cinema em Guajará Mirim e no distrito do Yata, lugares históricos que compuseram o sítio ferroviário onde passou os trens da Madeira Mamoré”, finalizou a guajaramirense Golda Barros, produtora executiva da mostra.

fonte: Assessoria Curtamazônia

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Pátio da EFMM em ângulo diferente

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Deu na CBN : Força Nacional chega em Porto Velho para combater distúrbios nas usinas do Madeira

Escute o áudio completo da matéria  na CBN

 

 

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Salto Angel, a cachoeira mais alta do mundo

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Deu no G1 : 2.000 gravuras rupestres foram encontradas durante pesquisa arqueológica no rio Madeira

Leia a matéria completa no > G1 Natureza

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3º Curtamazônia recebe seus primeiros filmes de longa e curta metragem

Começam a chegar ao 3º Festival de Cinema Curta Amazônia os primeiros filmes que concorrem ao troféu “100 anos da Madeira Mamoré”. São filmes de curta-metragem e longa-metragem  filmes dirigido por consagrados diretores e, novos diretores que traduzem nas suas obras e no olhar cinematográfico as mais diversas expressões e formas da cultura brasileira. Os rondonienses poderão conferir em Porto Velho no 3º Curta Amazônia que acontece de 23 a 30 de junho e, no 2º Circuito de Exibição nos municípios de Candeias do Jamari, Cacoal e Guajará Mirim. Dentre os longas-metragens de ficção está o filme do Distrito Federal, “Protetor”, direção Cleuberth Choi, classificação livre. “O Carteiro”, direção Reginaldo Faria, 2011, 103 min, classificação 12 anos, RS. Na linha documental de longa-metragem, destacamos até o momento na mostra competitiva: “Mamomas prá Sempre”, de Claudio Kahns, doc, 2011, 83 min, SP. Outro longa documental inédito no Festival é: “No fundo nem tudo é memória”, de Carlos Segundo, doc, 2012, 75 min, livre, SP. Na categoria curta-metragem chegaram para a mostra competitiva 27 filmes de diversos gêneros: ficção, animação, documentário, experimental, se destacando os filmes de ficção com 17 filmes inscritos até o momento. São filmes vindos de diversos estadosbrasileiros: Goiás, Maranhão, Minas Gerais, São Paulo, Pernambuco, Espírito Santo, Santa Catarina, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Bahia, Distrito Federal, Paraná e Rondônia. Se você ainda não fez a inscrição de seu filme, as inscrições estão abertas até 20 de abril e podem ser feitas no site www.curtamazonia.com .

Fonte: Assessoria de Comunicação

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O inferno particular do bairro Ulisses Guimarães, em Porto Velho

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Começa em abril a 118ª Romaria da Irmandade do Senhor Divino Espírito Santo, no Vale do Guaporé

A 118ª Romaria do Senhor Divino Espírito Santo no Vale do Guaporé, na Amazônia terá início daqui a um mês, no dia 9 de abril de 2012, com a chegada do batelão na localidade de Surpresa, distrito de Guajará-Mirim. É uma festa planejada com um ano de antecedência.
A celebração, que envolve o Brasil e a Bolívia, é um Patrimônio Cultural Imaterial de Rondônia que está em processo de instrução para ser reconhecido como Patrimônio Brasileiro.
O Presidente da Irmandade do Divino, Dionísio Faustino espera uma atenção maior das autoridades para esta que é a maior celebração religiosa, cultural e folclórica do Vale do Guaporé :
– Aguardamos muita gente na chegada em Piso Firme, povoado da Bolívia, quando o batelão aportará no dia 23 de maio de 2012 às 16 horas.
Os ribeirinhos já conhecem os políticos que dão atenção ao Vale, por isto vai a dica: Não adianta chegar como penetra distribuindo bonézinho e camiseta, é perda de tempo. Os beiradeiros, quilombolas, devotos e assemelhados são espertos e só dirigem suas preces para quem realmente merece.
E para quem fala, e mal, quando convém, da cultura rondoniense é uma boa pedida, tirar um pouco a bunda da cadeira e andar algumas centenas de quilômetros em estrada de chão e voadeira, lendo Viagem ao Redor do Brasil, do João Severiano da Fonseca, irmão do ilustre Deodoro da Fonseca, para purificar a alma .

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Deu no G1:Acidente entre ônibus e carreta deixa 9 mortos e 24 feridos em Rondônia

Nove pessoas morreram e 24 ficaram feridas em um acidente envolvendo um ônibus e uma carreta na noite desta quarta-feira (7) na BR 364 no município de Ariquemes, a 200 km de Porto Velho. De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal, o ônibus fretado levava passageiros para a Bolívia. Por volta das 23h, a carreta, que vinha no sentido contrário, teria saído da pista. O ônibus bateu no baú da carreta. A relação das vítimas fatais, divulgadas pela PRF é a seguinte :

Ronaldo Paulino Alves, 45 anos
Nadir Antunes dos Reis, 49 anos
Maria Odilia Ferreira Souza, 57 anos
Maria Gomes Vieira, não informado
Maria das Graças Nascimento, 51 anos
Marcelino Francisco de Souza, 56 anos
José Anacleto Vieira, 56 anos
Jamiro Ferreira Lopes, 40 anos
Geni Barbosa Terlan, 59 anos

A notícia completa você lê no G1 .

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Movimento Pedágio Neles

O produtor de vídeo Lindenberg Macêdo, de Ji-Paraná/RO propõe um Movimento chamado Pedágio Neles. Segundo ele, privatizar é legal ,mas o pedágio seria só para veículos pesados, pois precisamos de uma BR 364 limpa e sem buracos. É um tema que serve para muitas reflexões afinal :

* Privatizar seria a solução ?

* Quem iria se interessar por uma rodovia com movimento relativamente fraco e distâncias enorme como a BR 364?

* Já pagamos um IPVA altíssimo para os veículos automotores, não importa se é motocicleta, carro ou caminhão.

* Os ônibus também são pesados

* O dinheiro para a restauração da BR 364 e outras acaba caindo no bolso de quem ?

* Porquê as balanças não estão funcionando nas rodovias ?

Enfim, um tema bem complexo. Vamos à discussão.

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Fim de tarde na BR 364

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