Arquivo do dia: 29/12/2012

A farsa do fim do mundo (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

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Preclaros, nem mesmo nos Maias se pode confiar, em tempos de domínio petralhístico. Em primeira mão, neste sítio combativo e anti comunista ateu, desvendamos mais esta conspiração, a ser comprovada pelos ilustres servidores da inteligência nacional, como nosso prestimoso Coronel Lalado e demais membros (ops) da forças semi armadas em consistência “frapê”. Em breve, mais esta tentativa conspurcante apocalíptica será publicada no semanário dos homens bons e consumidores do bom feno, acatadas pelo MP, com o apoio do osculador mor Beijo do Gordo II, antigo discípulo deste pobre padre que vos escreve.

Tudo foi minuciosamente planejado, desde o aparecimento do deus PAUAHTUN , famoso por ser cachaceiro, um verdadeiro pau d’agua (de onde deriva seu nome Maia). Segundo o Popol Vuh (escritura sagrada), com o apoio de outro meliante e pretendente ao trono que competia somente aos deuses bons, VUCUB CAQUIX, o arrogante, posteriormente condenado e enjaulado pelo transmorfo.

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Arte Contemporânea: sobre nossa dificuldade de pensar e fazer (via filosofia cinza)

Nossa experiência com a arte, seja como artistas ou como seus apreciadores depende de nossa compreensão da arte. A compreensão que é um campo amplo e aberto depende, por sua vez, de algo bem mais estreito: um conceito. O conceito é o eixo em torno do qual se situa nossa compreensão. É com conceitos que nos entendemos, que elaboramos nossa visão de mundo, das coisas, de nós mesmos. A compreensão da arte acontece, por exemplo, quando vemos um quadro, uma peça de teatro e, desde a delimitação do objeto que já temos previamente estabelecida em nosso contexto cultural, pensamos “isso é arte”. Aí podemos gostar dela ou não. O gosto não nasce sozinho, sem um conceito prévio que nos indica que podemos compreender, e que logo podemos aceitar o que vemos, ouvimos ou sentimos. Por outro lado, chamamos de arte contemporânea aquilo que vemos e que, todavia, não conseguimos delimitar muito bem. Se não a entendemos é que não temos um conceito preciso do que ela seja. Ela escapa aos nossos conceitos prévios e, por isso, nos perturba.

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