Arquivo do dia: 11/12/2012

Para-choque de blog

” As vezes, o sucesso na vida não vem de se ter uma mão boa, mas de se jogar bem com a mão ruim…”

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“Honestidade é um presente muito caro. Não espere isso de pessoas baratas.” ―Warren Buffett

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Sobre a Maternidade – entrevista (via filosofia cinza)

MLM precisa continuar!

E foi com essa recente e necessária afirmação acima, que a filósofa, professora, escritora, mãe, feminista e livre pensadora (não necessariamente nessa ordem e muito menos categoricamente), Marcia Tiburi, criou o Movimento pela Libertação das Mães – Manifesto Breve de um Movimento Sutil – ao qual, o “manhê” destrincha numa entrevista de cair de queixo (e eu nem sei se essa expressão existe)!

Uma reflexão nada sutil partindo do ponto de vista da maternidade, onde nada é breve, efêmero ou superficial, mas insistimos socialmente em tratar a questão sempre em tons do nada bom e velho mais do mesmo!

Eu quero parar prá pensar mais! Você também vem nessa?

Então reflete que nem espelho: Você dá as mãos à Elisabeth Badinter quando ela diz que a Maternidade é um mito?

Continue Lendo via filosofia cinza, o Blog da Márcia Tiburi

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A burrice desenhada (via blog da revista espaço acadêmico)

Por Eloésio Paulo,professor da Universidade Federal de Alfenas (MG) e autor do livro Os 10 pecados de Paulo Coelho.

A burrice, apesar de tantos negarem sua existência, existe de se pegar. João Guimarães Rosa, provavelmente sem essa intenção, evidencia no conto “O burrinho pedrês” a inadequação do substantivo, já que o dito ruminante, nessa narrativa, revela-se muito mais prudente e sagaz que o garboso cavalo no enfrentamento de uma enchente. Mas o uso do substantivo abstrato está de tal modo consagrado que não convém contrariar seu, por assim dizer, direito consuetudinário semântico. Fica aqui, portanto, “burrice” definindo a pouca inteligência em suas várias manifestações, com a devida ressalva à inteligência prática dos burros de quatro patas.

Por que se nega a burrice, em nome do que ela é negada? Há um certo discurso pseudo-democrático que, a propósito de repudiar todas as opressões, a começar pela do Logos (o qual, aliás, tem grande papel emancipador no início de qualquer vida intelectual), confunde liberdade com vale-tudo. Não devia ser bem essa a intenção dos iniciadores da desconstrução das “grandes narrativas”, mas o problema não importa aqui. O que importa é que eles eram muito bem alfabetizados em suas línguas maternas, ao contrário de boa parte dos que hoje se consideram seus seguidores. Em nome da produtividade intelectual, erroneamente medida apenas pelo critério das ciências naturais, justifica-se todo tipo de inacabamento formal e epistemológico. (Sim, isso foi um eufemismo.)

Há vários tipos de burrice. A primeira delas é o déficit intelectual propriamente dito, o qual não merece nenhum reparo, pois não tem remédio nem seu portador tem por ele qualquer responsabilidade. Existe uma burrice passional, muito difundida, que é a do cara que mata a mulher porque se descobre corno. E muitas, muitas outras! Vamos nos restringir à burrice tecnicamente chamada de ideologia, um tipo de auto-engano em que se misturam contingências psicológicas e desinformação. Nada impede que diversas burrices se sobreponham num caso concreto, mas aqui trataremos apenas desse tipo.

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