Arquivo do dia: 08/12/2012

Arena marca o início da mudança no velho futebol brasileiro (via Blog do Mario Marcos)

 

Não será apenas a inauguração do novo estádio do Grêmio, depois de 58 anos no Olímpico, nem uma simples mudança da Azenha para o bairro Humaitá. A partir deste sábado, o torcedor brasileiro – neste primeiro momento, o do Grêmio – começará a perceber a imensa diferença que sempre o separou do europeu. Vai entender por que jornalistas mais experientes insistiam que o futebol nacional, tantas vezes campeão, só atingiria a maioridade como espetáculo no momento em que passasse a considerar o torcedor, de fato e de direito, como cliente de um espetáculo – com direitos e deveres bem determinados e respeitados. Os clubes nunca ligaram muito para o conforto do torcedor. A Arena será o primeiro, mas em seguida o Brasil terá 12 novos (ou reformados) estádios, mais o futuro Parque Antárctica, do Palmeiras. Todos no padrão Fifa, ambientes que o sempre desrespeitado torcedor brasileiro nunca teve.

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100% intelectual, grande jornalista do bem segue revelando a verdade (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

Minhoca vermelha, desta vez sem chapéu

Minhoca vermelha, desta vez sem chapéu

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Vítima da mordaz perseguição comunista por falar a verdade, grande jornalista intelectual do semanário dos homens bons segue revelando a verdade sobre os personagens que ilustram o panteão marxista nacional. De nada adiantam as críticas infundadas da camarilha petista, nenhuma delas conseguirá calar sua voz sensata, ponderada e lúcida na luta contra as mazelas do esquerdismo satânico que assola o país desde a triste derrocada de FHC.

Comentário de T. Mello Rego 8 de dezembro de 2012 at 9:14

“Mestre, deveríamos fazer um protesto de desagravo ao nobre porcalista, digo jornalista em frente ao seu local de trabalho, pena que o chiqu… digo editora não tenha uma área adequada para tal evento. Mesmo assim enviemos nossos criados com faixas e cartazes, eles que aguentem o fedor!”

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“Nós todos somos um pouco loucos às vezes” – do filme Psicose

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“Estradas? Para onde estamos indo não precisamos de estradas” – do filme De Volta Para o Futuro

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‘Minha mãe sempre me disse que a vida é como uma caixa de chocolates, você nunca sabe o que vai encontrar” – Forrest Gump

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O comunismo ético e humanitário de Oscar Niemeyer (via leonardoBOFF.com)

Não tive muitos encontros com Oscar Niemeyer. Mas os que tive foram longos e densos. Que falaria um arquiteto com um teólogo senão sobre Deus, sobre religião, sobre a injustiça dos pobres e sobre o sentido da vida?
Nas nossas conversas, sentia alguém com uma profunda saudade de Deus. Invejava-me que, me tendo por inteligente (na opinião dele) ainda assim acreditava em Deus, coisa que ele não conseguia. Mas eu o tranquilizava ao dizer: o importante não é crer ou não crer em Deus. Mas viver com ética, amor, solidariedade e compaixão pelos que mais sofrem. Pois, na tarde da vida, o que conta mesmo são tais coisas. E nesse ponto ele estava muito bem colocado. Seu olhar se perdia ao longe, com leve brilho.
Impressionou-se sobremaneira, certa feita, quando lhe disse a frase de um teólogo medieval: “Se Deus existe como as coisas existem, então Deus não existe”. E ele retrucou: “mas que significa isso?” Eu respondi: “Deus não é um objeto que pode ser encontrado por ai; se assim fosse, ele seria uma parte do mundo e não Deus”. Mas então, perguntou ele: “que raio é esse Deus?” E eu, quase sussurrando, disse-lhe: “É uma espécie de Energia poderosa e amorosa que cria as condições para que as coisas possam existir; é mais ou menos como o olho: ele vê tudo mas não pode ver a si mesmo; ou como o pensamento: a força pela qual o pensamento pensa, não pode ser pensada”. E ele ficou pensativo. Mas continuou: “a teologia cristã diz isso?” Eu respondi: “diz mas tem vergonha de dizê-lo, porque então deveria antes calar que falar; e vive falando, especialmente os Papas”. Mas consolei-o com uma frase atribuída a Jorge Luis Borges, o grande argentino:”A teologia é uma ciência curiosa: nela tudo é verdadeiro, porque tudo é inventado”. Achou muita graça. Mais graça achou com uma bela trouvaille de um gari do Rio, o famoso “Gari Sorriso: “Deus é o vento e a lua; é a dinâmica do crescer; é aplaudir quem sobe e aparar quem desce”. Desconfio que Oscar não teria dificuldade de aceitar esse Deus tão humano e tão próximo a nós.

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