Para que as saias de Lucas continuem rodando (via Território de Maíra)

A vida pode ser supreendentemente cruel. Um dia você é convidado para ser árbitro de um campeonato de voleibol em Pernambuco e acha a ideia para lá de interessante. No outro, você está caminhando pela praia de Cabo de Santo Agostinho, olhando a Lua e as ondas do mar, pensando na tal competição, e é morto de uma maneira atroz, sem saber muito bem como nem o porquê. Seu corpo é encontrado todo ensanguentado, com sinais de espancamento, mas calaram sua voz para apontar os responsáveis. Levaram tudo que você vestia, menos a cueca.

Não, não é a vida que é cruel. São as pessoas.

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