Arquivo do mês: outubro 2012

A baleia mais solitária do mundo (via Ambientalistas em Rede)

Em 2004, o The New York Times escreveu um artigo sobre uma baleia que vagava sozinha por ter um problema que a diferenciava de todas as outras: sua “canção” estava fora da frequência natural, em 52Hz, muito mais alta que a vocalização da maioria das baleias (que normalmente vocalizam entre 15Hz e 20Hz, dependendo da espécie).

“Sua assinatura sonora é claramente a de uma baleia, mas nada como a ‘voz normal’ de uma baleia-azul ou qualquer uma das espécies maiores próximas” disse Mary Ann Daher, uma bióloga marinha da Instituto Oceanográfico de Woods Hole em Cape Cod. Cada um de seus chamados desesperados para se comunicar permanece sem resposta, pois é como se os outros indivíduos não pudessem ouvi-la.

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Lula é o grande derrotado em São Paulo (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

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O apedeuta-mór do PT sai dessas eleições como o grande derrotado, uma vez que sua força já se acabou e a única vitória duvidosa que conseguiu foi uma vitória  de pirro em São Paulo, que na verdade representa uma derrota pois durante todo o processo eleitoral ele não foi páreo para a  sagacidade ética de José Serra e não conseguiu se contrapor às grandes análises coerentes de Dora K., Eliane C. e Merval P.

Serra por sua vez sai desse pleito como o grande vencedor moral e certamente, seguindo o grande momento de lucidez atual dos tribunais maiores com a nova jurisprudência no combate aos usurpadores do poder, será declarado o verdadeiro eleito  pois de acordo com o critério qualitativo a ser adotado pelo Juízo Eleitoral, em detrimento do arcaico quantitativo, os seus votos foram os mais qualificados, superiores, oriundos de gente de bem, enquanto os votos de Haddad foram rotos, ignaros, das classes inferiores e não devem ser contados com o mesmo  peso. Isto posto não há como não declará-lo vencedor e único digno de ser diplomado alcaide da maior cidade do país. Perdemos a batalha mas não o Serra.

Leia Também > A tábua de salvação para nosso grande Almirante!

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“Gigantes de aço”, agressividade entre pai e filho

Por Erika de Souza Bueno

Quais os malefícios que os jogos violentos de videogame deixam na vida de uma criança? Por que não se pode tolerar que uma criança se envolva em um ambiente de luta, combates e ódio? O que pode acontecer a um menino que se empolga com a adrenalina ao se deliciar em cenas de violência explícita trazidas pelos jogos?

No filme “Gigantes de Aço”, Dakota Goyo dá vida a Max, um menino completamente envolvido pelos jogos de videogame. Max é o filho rejeitado de Charlie, personagem vivido por Hugh Jackman, responsável pela revolta que pode acometer qualquer família que almeja o melhor para seus filhos.

O menino protagoniza cenas que fazem o coração saltar ainda mais forte ao falar abertamente com seu pai, como se este estivesse em uma condição igual à dele. Não está. Charlie já viveu muito mais tempo que Max, já está cheio de marcas de uma vida de insucessos, que o deixam amargo e com pouquíssimos meios para contribuir de algum modo com o único filho.

Ao descer do carro de seus tios rumo ao encontro de seu pai, o menino Max já nos dá mostras de sua personalidade, pois interroga Charlie sobre o valor pelo qual fora vendido. O pai do garoto não viu nenhum problema em precificar a guarda do menino, deixando-a aos tios de Max. Não identificou nenhum “porém” em utilizar o dinheiro para adquirir mais um robô lutador.

De modo semelhante, também não levou em consideração o fato de que Max tinha acabado de perder sua mãe. Tampouco, Charlie não fez muita questão em dar a resposta que o filho queria, ou seja, o valor com que fora vendido. No decorrer do filme, incontáveis vezes somos surpreendidos pelo lado inconsequente de Charlie em relação ao menino.

Isso revolta. Porém, mais uma vez, o cinema nos dá recursos de abordagens em sala de aula, principalmente quando estamos em algum trabalho com a família de nossos alunos. No filme, o final é feliz, se é que podemos chamar assim um final que tem uma criança envolvida em cenas de tamanha agressividade. Contudo, na vida real, o final pode ser tenebroso, brutal, trágico e cruel.

O fato de os combates se darem entre robôs não colabora, de modo algum, para a diminuição da carga de violência. Enquanto as “latas” se amassam durante os numerosos combates que aparecem no filme, o caráter cruel e impiedoso das pessoas que os controlam aparece claramente.

Max, um menino de apenas 11 anos, não apenas presencia tudo isso, mas ele é participante ativo e responsável por levar o filme a um desfecho “feliz”. A comemoração, o olhar de carinho e cumplicidade entre um dos robôs e o menino, o abraço entre pai e filho…

Bom, nada disso parece compensar a angústia de termos visto uma criança desamparada pelo pai, acompanhando-o a tantos lugares inadequados à idade e aos direitos que deveriam ser assegurados a ela. Claro que esse desamparo foi aparentemente vencido, mas é só isso, tudo parece muito vago, sem bases sólidas e prematuro.

Como todo bom filme, “Gigantes de Aço” é capaz de nos deixar revoltados, ansiosos e com o desejo intenso de fazer mais pelas crianças com as quais hoje temos contato. Com nossos alunos, o filme é uma grande oportunidade de trabalho com a família de cada um deles.

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34 centavos (via QueroTePegarSóbrio)

Toda vez que eu danço pelada em casa lembro dos tempos da faculdade. E você, tem alguma coisa que nunca contou a um estranho? Eu já furtei um morto. Meti a mão no bolso dele. Tinha umas moedas e um telefone. Disquei o último número, disse que estava com saudade e que voltaria para casa em um dia. A mulher do outro lado ficou tão feliz que nem desconfiou da voz. No dia seguinte, voltei no lugar. Fiquei com aquilo na cabeça.

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Virgindade vendida (via Blog do Amarildo)

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Para-choque de blog

“Esses são os meus princípios mas se você não gosta deles, eu tenho outros”. (Grouxo Marx)

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Crise originária, “mensalão” e o Supremo Tribunal Federal (via leonardoBOFF.com)

Deve-se respeitar o veredito da Suprema Corta de Justiça da nação, pois representa um dos poderes supremos de um estado democrático de direito. Entretanto, tal fato, não isenta o cidadão de expressar interrogações e fazer suas críticas. Isso também pertence ao estado democrático de direito. O que vou externar neste artigo seguramente colherá a contradição de não poucos. Respeito a opinião divergente. Mas nem por isso deixarei, por razões de cidadania e de ética, de fazer algumas ponderações suscitadas não apenas por mim mas por notáveis analistas e juristas deste país, em vários meios de comunicação, especialmente, no Boletim Carta Maior entre outros. Mas vamos ao escrito.

Coloquemo-nos, por um momento, na pele dos Ministros e Ministras do Supremo Tribunal Federal.  Tiveram que se confrontar com um processo de 60 mil páginas: a Ação Penal 470, chamado também de “mensalão”. Enfrentaram uma tarefa hercúlea. Após leitura e meditação do volumoso acervo, impõe-se à Suprema Corte a primeira e desafiadora tarefa: formar convicção sobre a condenação ou não  dos incriminados e o tipo de pena a ser cominada. Mas quando se trata de tirar o dom mais precioso de um cidadão depois da vida – a liberdade – especialmente de políticos que ocupavam altos cargos de governo e que em suas biografias ostentam marcas de prisões, torturas e exílios por conta da reconquista da democracia, sequestrada pela ditadura militar, devem prevalecer rigorosamente a isenção e a independência; devem falar mais alto as provas nos autos que os meros indícios, ilações, a pressão da mídia e o jogo político. Para conferir ordem à argumentação fez-se mister criar uma narrativa coerente que, fundada nos autos, sustentasse uma decisão convincente e justa.

Aqui tem seu lugar a subjetividade que é o natural e inevitável momento ideológico, ligado à cosmovisão dos Ministros, à suas biografias, às relações sociais que nutrem e à sua leitura da política nacional. Isso é livre de crítica.

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