Arquivo do dia: 20/09/2012

6 mitos sobre os Feminismos( via Homens combatendo o Machismo)

 

1 – NÃO, feminismo não é o contrário de machismo. O termo usado para quando mulheres buscam ser melhores que e/ou oprimir e/ou menosprezar homens é FEMISMO (ou feminilismo, como alguns dizem). Sim, existem feministas femistas, mas a imensa maioria das feministas (e dos feministas) não é femista. Defender os direitos das mulheres não é sinônimo de defender que elas devam dominar os homens.

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Túnel do Tempo – Av Farqhuar, em Porto Velho

Final da década de 80, início dos anos 90.  Av. Farquhar.  Muitas ruas centrais de Porto Velho eram maltratadas, em certas vias proliferavam os focos de malária. Era uma cidade pequena, apesar de ser capital do Território Federal de Rondônia. A Av. 7 de Setembro tinha até mão dupla ! Em bairros mais tradicionais,como por exemplo o Caiari algumas construções ainda mantinham suas características originais. A seguir algumas casas foram derrubadas, depois foram feitos “puxadinhos”, colocadas caixas de ar condicionado, garagens, piso superior, vidro blindex, edículas. Os carros ainda tinham a placa amarela…

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Livros que ajudam a entender Rondônia – 14 – Inferno Verde

Alberto Rangel foi amigo de Euclides da Cunha desde o tempo de estudantes na Escola Militar da Praia Vermelha, onde, em novembro de 1888, assistiu, em formação, o ato de rebeldia de Euclides no famoso episódio do sabre. Quando em dezembro de 1904, o autor de “Os Sertões” chegou a Manaus chefiando a comissão de Reconhecimento do Alto Purus, foi recebido no cais por Rangel que lhe ofereceu para morada sua casa, a Vila Glicínia, a bucólica “Tebalda” com alpendre para a borda da mata amazônica.

Dos estudos dos dois escritores, surgiu o livro “Inferno Verde” de Alberto Rangel, publicado em 1908 com um longo e primoroso prefácio escrito por Euclides da Cunha; embora distantes, os dois amigos correspondiam-se regularmente; em 15 de agosto de 1909 quando Euclides foi assassinado, Alberto Rangel encontrava-se na França e só voltou ao Brasil em dezembro desse ano. Livro que se encontra ainda em sebos de Rio e São Paulo.

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