Arquivo do dia: 27/08/2012

Fundação Biblioteca Nacional lança edital do Prêmio Vivaleitura 2012

A iniciativa oferecerá um total de R$ 540.000 em dinheiro a instituições comprometidas com o fomento à mediação da leitura em todo o território nacional e a valorização do hábito de ler na conquista da cidadania plena.

O prêmio tem inscrições abertas até 19 de setembro e a cerimônia de premiação acontece em dezembro.

O Vivaleitura é dividido em três categorias. Em “Bibliotecas públicas, privadas e comunitárias”, concorrem experiências desenvolvidas em bibliotecas de acesso público sem ligação com instituições de ensino. Trabalhos realizados em colégios públicos e particulares sob responsabilidade de professores, diretores, bibliotecários ou coordenadores enquadram-se na categoria “Escolas públicas e privadas”. Bibliotecas ligadas a faculdades ou universidades juntam-se a ONGs, pessoas físicas e instituições sociais em “Sociedade”, categoria que avalia iniciativas formais ou informais executadas na área da leitura, por cidadãos vinculados às ONGs e instituições sociais.

A comissão selecionará 18 projetos finalistas a serem contemplados com diploma e troféu Vivaleitura.
Os seis vencedores de cada categoria receberão prêmios no valor de R$ 30 mil. Além disso, as iniciativas indicadas para a Menção Honrosa “José Mindlin” ganharão diploma e medalha.
As inscrições são gratuitas e poderão ser feitas via internet, pelo site www.premiovivaleitura.org.br, ou via postal, como carta registrada, com Aviso de Recebimento (AR) endereçado a PRÊMIO VIVALEITURA / Fundação Biblioteca Nacional, Av. Rio Branco, n° 219 – Centro, CEP 20040-008 Rio de Janeiro- RJ. Os trabalhos enviados pelos Correios deverão conter a ficha de inscrição que se encontra no site www.premiovivaleitura.org.br devidamente preenchida e anexada ao trabalho.Só serão aceitos os trabalhos com data de envio da documentação dentro do prazo estabelecido, sendo considerada a data de envio pela internet ou a postagem indicada pelo carimbo dos Correios, na data da expedição.

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O Anjo Exterminador -1962 (via Já Viu Esse ?)

Quem viu Meia-Noite em Paris e tem a memória boa deve lembrar-se que o personagem do Owen Wilson encontra o diretor Luis Buñuel em uma de suas viagens ao passado e sugere que ele faça um filme onde as pessoas não conseguem sair de uma casa após um jantar. Além da malandragem implícita, essa cena é engraçada e interessante porque o diretor, ao considerar a idéia, diz que ela “não faz o menor sentido”. Alguns anos depois desse momento que aconteceu só na mente fértil do Woody Allen, o diretor espanhol transformaria essa idéia no estranho O Anjo Exterminador e, apesar de ele mesmo dizer em entrevistas que não há um “sentido” para o roteiro, é possível sim perceber a tradicional crítica à burguesia de seus trabalhos durante a 1h28min de filme.

A história começa com os preparativos para um jantar em uma mansão. Os anfitriões prepararam uma noite repleta de comidas, música e conversa para seus convidados e observam enquanto os muitos empregados do local organizam os últimos detalhes. Os casais começam a chegar e a festa tem início. Estranhamente, um após o outro, os empregados começam a deixar a casa, uns para visitar parentes doentes, outros simplesmente porque não querem ficar ali. Os anfitriões se viram como podem para continuar servindo os convidados e o evento segue até que chega a hora de todos irem embora. É aí que tudo fica mais estranho ainda: indo contra todas as regras de etiqueta, nenhum dos convidados sente vontade de ir pra casa e todos dormem por lá mesmo. Na manhã seguinte, eles acordam e, mesmo que não haja nenhum tipo de impedimento físico ou material ninguém consegue deixar o local. Preso ali, o grupo enfrenta problemas comuns relacionados a confinamentos, como animosidades, falta de alimentos e de higiene e ausência de privacidade.

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O dia que Felipe Dylon assassinou minha adolescência (via Confraria Onanista)

Em outubro de 2004 eu tinha 14 anos. 14 anos de hormônios na mais fervorosa ebulição. Peço perdão pela grosseria que direi, mas é fundamental para entender o estado do Vinícius adolescente na época: até punheta vendo Friends eu já tinha batido, por pura sexualidade mal dirigida.Fica clara o quão fácil é me enquadrar no que chamam de juventude. Mesmo assim, completamente cego e obcecado com o sexo oposto, eu notei algo errado quando vi o Felipe Dylon no Beija Sapo MTV. Começa pelo programa: Daniela Cicarelli (lembram quando ela tirou no YouTube do ar no Brasi? Que momento) liderando pessoas em busca do amor, uma versão reciclada com toque de conto de fadas do Fica Comigo, esse sim um lindo projeto ao qual eu sempre respondia “fico sim, fico certo” quando a Fernanda Lima virava pra outra câmera e perguntava: e você, fica comigo? Mas o que me chocou mesmo veio ao fim do programa, quando o Felipinho escolheu a pretendente que mais o agradou e tascou-lhe um beijo de boate (aquele onde o rapaz aperta a cintura, entorta o pescoço e balbucia alguma coisa vergonhosa enquanto se aproxima dos lábios femininos). Até aí tudo bem, mesmo um pouco entristecido com a falta de romantismo do intérprete do hit Musa do Verão (mas não vou julgar, já fiz muito, muito mesmo, pior). O pavor veio depois.

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