Arquivo do dia: 16/08/2012

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Combatendo o comunismo com glamour (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

Amado Mestre e demais confrades.

Hoje eu tive minhas esperanças renovadas, enfim, descobri que nossos Estados Unidos do Brazil ainda tem jeito, estava eu navegando pela internet meio despreocupado (aliás totalmente despreocupado, afinal, torrar neurônios é coisa para pobre e funcionário público), quando vi uma matéria que me encheu de júbilo, e mostrou a força e inteligencia da mulher paulicéia.

Segundo a coluna de uma prestigiada mulher de bem e benz publicada no diário dos homens bons, um grupo de cidadãs comprometidas com a moral, os bons costumes e proprietárias de humildes moradias em Miami, avisou, que caso o Supremo Tribunal dos Bons deixe de fazer justiça, e não mande prender os condenados do mensalão, elas irão subir no scarpin , pintar suas alvas cútis e partir direto para o planalto central, munidas com suas criadas de vassouras e baldes, prontas a desalojar a camarilha vermelha que indevidamente ocupa o lugar reservado aos que moram nos Jardins.

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Comitê "Juntos pelo Direito à Paisagem" faz abaixo-assinado em prol do Parque dos Beradeiros, em Porto Velho

foto : B.Bertagna

foto : B.Bertagna

Na recente convenção Rio+20, os prefeitos das principais cidades do mundo apresentaram propostas, pactuaram investimentos e um cronograma de ações que vão contribuir com a melhoria da qualidade de vida em suas cidades e com a sustentabilidade do planeta. O fizeram por entenderem que o Homem mora nas cidades, nos municípios, e é ali que tem o dever de interferir em favor da construção de um ambiente melhor, para viver hoje e no futuro.
Confiantes de que este é o caminho, e aproveitando o ano do centenário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré que, junto com o Forte Príncipe da Beira, constituem os símbolos mais importantes da Nação Rondoniense, convidamos você para vir e trazer quantos puder, para salvar e preservar um outro grande símbolo da nossa identidade: a mata ciliar da margem esquerda do Rio Madeira que, de agora em diante, chamaremos de Parque dos Beradeiros.
Nova Iorque se orgulha do Central Park, Paris dos Campos Elísios, Rio de Janeiro do Jardim Botânico, da Mata da Tijuca e da Cinelândia, Belo Horizonte do Parque Municipal encravado no coração da cidade e Boa Vista do Parque Anuá com lago e praia. E nós? Que ambiente natural estamos deixando para lembrar nossa origem e para orgulhar nossos descendentes? Por estes exemplos e razões, queremos você, que ama por nascimento ou adoção esta terra, fazendo parte deste abaixo assinado em favor da criação e preservação do Parque dos Beradeiros na margem esquerda do Rio Madeira. Essa iniciativa é fundamental para garantir que aquela área de proteção permanente, de fato, permaneça lá, visto que com a construção da ponte na região da balsa, o acesso à margem esquerda do Rio Madeira ficará fácil. Por conta disso, já se anuncia e já se inicia uma grande especulação imobiliária. E a floresta, que teima em existir, está ameaçada de sucumbir. A ocupação daquela mata ciliar já existe. Mas esse processo tende a ser muito mais acelerado agora. O que se vislumbra é um prejuízo para esse patrimônio natural e para a cultura e a história de um povo. O pôr-do-sol mais lindo do mundo deixará de existir com a supressão da mata. A identidade cultural beradeira está ameaçada.Corremos o risco de não deixarmos esse legado aos nossos filhos.
O que se busca é mostrar a necessidade de garantir que o patrimônio paisagístico, que pertence a todos, não desapareça. Cabe às autoridades municipais, estaduais e federais tomarem as iniciativas legais para que isso aconteça. E a nós provocar, manifestar nossa vontade. O Parque dos Beradeiros será, portanto, uma reserva horizontal, do trecho que faz frente com o complexo da Estrada de Ferro Madeira Mamoré até, pelo menos, 2 km abaixo do local da ponte. O parque é um instrumento para valer como Área de Preservação Permanente (APP). Essa área seria dotada de infraestrutura para fiscalização e visitação por parte da população, com pistas de caminhada, academias ao ar livre, etc. O mais importante é que o Parque dos Beradeiros garantiria a não supressão da mata, o não desaparecimento desse patrimônio paisagístico, que tanto nos orgulha e que a todos encanta. Por todo o exposto, o convidamos para assinar o presente abaixo assinado.

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Patrimônio natural e o turismo sustentável

Por Júlio Serson

A propaganda oficial tem apresentado o Brasil ao mundo com lentes superlativas desde os anos 70. Nosso País possui a 5ª maior extensão territorial do Planeta, a maior faixa litorânea, assim como a maior reserva em biodiversidade (a floresta Amazônica), além de clima tropical e mais de uma dezena de localidades consideradas Patrimônio Mundial ou Natural da Humanidade, como as Cataratas do Iguaçu e o Pantanal. Recentemente, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada Patrimônio Mundial pela Unesco, na categoria paisagem cultural urbana. Sol e praia, ecoturismo e turismo de aventura representam os principais atrativos buscados pelo turismo de lazer dos estrangeiros no País. E o Rio de Janeiro está no destino de 27% deles.
Nesses 40 anos, o fluxo de turistas estrangeiros passou de pouco mais de duas centenas de milhares para quase 5,5 milhões em 2011. Mas se observarmos a receita cambial no mundo (US$ 852,4 bilhões), toda a América do Sul fica com uma parte muito pequena e movimenta volume de dinheiro menor que as ilhas caribenhas. Em 2009, foram US$ 18 bilhões contra US$ 22,4 bilhões, respectivamente. No País, apesar de o montante estar crescendo, este ficou em menos de um quarto em relação ao Caribe em 2009 – US$ 5,3 bilhões. É o caso de perguntarmos aonde temos falhado em nossas políticas na área do Turismo. Com tamanho potencial, parece que ainda não saímos do equivalente ao jardim da infância na definição de estratégias que sejam integradoras e capazes de promover o turismo de maneira competitiva e sustentável.
Para se ter uma ideia, estamos às vésperas dos dois mais importantes eventos esportivos do globo – a Copa Mundial de 2014 e as Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016 –, e o principal programa de revitalização da região costeira, o Projeto Orla (conduzido pelos Ministérios do Meio Ambiente e do Planejamento), criado há 12 anos, ainda não saiu da fase de interlocução com os municípios e do campo reivindicatório (por verbas e medidas). É um desperdício, pois o projeto introduz a perspectiva da sustentabilidade no desenvolvimento do potencial turístico dos municípios litorâneos, procurando convencer os agentes públicos e a sociedade a saírem da visão econômica unilateral e a desenharem ações integradas, que disciplinem o uso e a ocupação do espaço de forma a proteger o grande patrimônio local (e nacional), que reside nas praias.
É preciso definir os limites e tipos de ocupação e uso, a produção e destinação dos resíduos sólidos (especialmente do lixo), o abastecimento e tratamento de água, o tratamento de esgoto, a criação de equipamentos mais sustentáveis, a implantação de ciclofaixas, a criação de serviços de atendimento ao turista por meio da capacitação da mão de obra local, e, finalmente, disseminar uma cultura de valorização de todo este patrimônio. Somente através do compartilhamento da corresponsabilidade de todos os envolvidos com a localidade, e tendo nos governos estaduais e federal a adesão efetiva e o apoio indispensável em termos dos instrumentos legais, recursos físicos, financeiros e humanos necessários, programas como esse poderão resultar em conquistas concretas.
A perda do capital natural no País pode se tornar uma tragédia nacional em médio e longo prazo, não apenas pelos efeitos que irá causar sobre o clima, a economia e ao bem-estar humano, mas pela dilapidação de um potencial turístico privilegiado, mas ainda tratado de maneira displicente, desorganizada e pouco competitiva. Portanto, muitas são as razões que justificam abraçarmos a sustentabilidade como norte dos projetos da Nação. O Turismo agrega mais peso a essa visão, não apenas porque depende da sustentabilidade, como precisa ser sustentável para sua própria sobrevivência, buscando “eficiência econômica, justiça social e prudência ecológica”, tríade defendida por estudiosos brasileiros da área.

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