inarrável

Teve duas pessoas que me ensinaram muito quando trabalhei como repórter de polícia e cidades, anos atrás, no Agora SP.  Um foi o repórter fotográfico José Patrício, que me acompanhava madrugadas afora em delegacias e locais de homicídio. Com Patrício, puta velha do jornalismo, aprendi algo sobre as manhas da reportagem de rua: como falar com as pessoas, saber entrar e sair de um lugar, ter olhar para o que é válido numa notícia. O outro cara foi o André Caramante, que, como eu, era repórter. Ele me ensinou que jornalista pode fazer a coisa certa.

Quando alguém começa uma jornada profissional, logo aprende (ou se deixa convencer de) que as coisas não são em preto e branco. Que é preciso conviver com o cinza. Que não dá para levar as coisas a ferro e fogo. No jornalismo policial, esse aprendizado pode significar compactuar com uma porção de…

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