Arquivo do dia: 24/07/2012

Fátima defende mais educação de qualidade em Porto Velho

A ex-senadora mais votada de Porto Velho e candidata a prefeita Fátima Cleide (PT) afirmou na segunda-feira, 23, em entrevistas à emissoras de rádio e TV, que será prioridade em sua gestão a ampliação da rede pública de ensino, oferecendo um serviço de qualidade à população portovelhense. Quando o PT assumiu a Prefeitura Municipal a rede de ensino carecia de salas de aula.

“Dobramos o número de salas de aula de 400 para 920, inauguramos novas creches e escolas e hoje a rede municipal tem sido procurada por ser melhor do que a rede estadual”, disse Fátima.Em sua gestão, Fátima afirmou que vai avançar mais, construindo mais escolas, principalmente do ensino infantil. “Hoje atendemos 6% das crianças de 0 a 6 anos. Vamos fazer o maior esforço para atingir a nossa meta de atingir 50% destas crianças”.

Fátima e’ da’área e sabe do que ta’ falando.

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Leonardo Boff

 

Em momentos críticos da história, mais que os cientistas, são os filósofos chamados a opinar. Numa famosa palestra numa rádio bávara em maio de 1952 Martin Heidegger usou uma palavra chocante, mas que possui um sentido profundo:”a ciência não pensa; isso não é nenhum defeito mas uma vantagem”. A vantagem reside em apenas analisar  fatos, submetendo-os ao cálculo e tornando-os assim manipuláveis pela técnica. Escapa ao seu âmbito de interesse, a interrogação sobre o sentido dos fatos e do curso da história.

Se isso podia ser dito nos anos 50 do século passado, não seria responsável repeti-lo no tempo presente. Pois a ciência se desenvolveu numa direção que põe em cheque o sentido da razão e o destino de nossa civilização. Ou a ciência será feita com consciência e então incorporará uma dimensão ética, ou ela nos poderá destruir a todos. É o que nos alertam grandes nomes do…

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Amazônia em Cena continua a 1.000

Espetáculos de Dança e Teatro de Rua hoje na Arena Madeira Mamoré
 
Grupos de Porto Velho, Campo Grande e Porto Alegre se apresentam nesta terça no Festival Amazônia Encena na Rua.
 
O Festival, que começou no sábado, continua nesta terça com espetáculos de dança e teatro de rua. A primeira apresentação da noite é da Cia. Parceiros do Ritmo Quente, no estilo Forró, às 19h, e logo depois às 19h30 o grupo Teatral do SESI traz a peça “Amazônia e a Princesa da Mata”, com uma abordagem sobre a preservação ambiental, envolvendo crianças e adultos com personagens da mitologia amazônica.
 
O Grupo Manjericão, de Porto Alegre, que já esteve em Porto Velho nas edições passadas do Amazônia Encena na Rua, dessa vez traz o espetáculo “João Pé-de-Chinelo”, que mostra o universo de um papeleiro que vive nas ruas, praças e parques com seu carrinho catando papelão e outros materiais recicláveis, na busca de sobrevivência e sustento da família. Para fechar a noite, o Festival recebe pela primeira vez um grupo do Mato Grosso do Sul: Teatro Imaginário Maracangalha, com a peça “TEKOHA – Ritual de vida e morte do Deus pequeno”. O espetáculo Narra a trajetória do líder indígena Guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas.
 
Já o II Seminário Amazônico de Teatro de Rua discute hoje o tema “Artes Públicas”, numa Roda de Debates mediada pelo fundador do Grupo Tá na Rua,o renomado ator, diretor e teatrólogo Amir Haddad, do Rio de Janeiro, a partir das 15h.
 
 
Programação – Festival Amazônia Encena na Rua
 
Dia 24/07
 
19 horas – Forró – Cia. Parceiros do Ritmo Quente
Porto Velho – RO
 
19h30 – Amazônia e a Princesa da Mata – Grupo de Teatral do SESI
Porto Velho – RO
Traz para cena abordagem sobre a preservação ambiental, envolvendo crianças e adultos com personagens da mitologia amazônica. Músicas inéditas compõem a dramaturgia sonora. É um convite à reflexão e a mudança.
 
20h30 – João Pé-de-Chinelo – Grupo  Manjericão
Porto Alegre – RS
O espetáculo mostra o universo de João Pé-de-Chinelo, um papeleiro que vive nas ruas, praças e parques com seu carrinho catando papelão e outros materiais recicláveis, na busca de sobrevivência e sustento da família. João é mais um trabalhador fruto do êxodo rural que procura reagir com dignidade diante das mazelas dos grandes centros urbanos. O personagem apresenta sua casa e família ao público, narra histórias e aventuras vividas e sonha com dias melhores.
 
21h30 – TEKOHA – Ritual de vida e morte do Deus pequeno – Teatro Imaginário Maracangalha
Campo Grande – MS
O espetáculo Narra a trajetória do líder indígena Guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. “TEKOHA” refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura Guarani. É no TEKOHA que os Guaranis vivem o seu modo de ser.
 
 
Programação – II Seminário Amazônico de Teatro de Rua – Discutindo o teatro, o público e a cidade.
 
Roda 2 – Artes Públicas
Dia 24/07, das 15 às 17h
Mediador: Amir Haddad – RJ
 
 

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Mais vale um byte ou um por do sol ?

Por Beto Bertagna

Sinta mais o mundo ! E leia menos !  Ou melhor,  qualifique sua informação.

É muita porcaria , é muita coisa mal escrita, mal articulada, que não vai lhe servir prá nada ! Falta conteúdo, falta vivência e às vezes um pouquinho de educação.  Ética é uma palavra distante congelada dentro de um iceberg.

Faça um teste com um saite destes de fofocas políticas, esprema bastante e veja o que sobra de realmente relevante. Te aconselho, irmão, a lavar as mãos com creolina, no caso despoluir os olhos,coração e mente com 1/2 hora de um belo por do sol ou com a lua que insiste no meio das nuvens.

Até este bravo blog se vc achar que não lhe traz nada, nenhuma emoção mais recôndita, nenhuma informação importante, mande-o para as calendas do inferno, faça-o queimar na mármore fervente do belzebu.

É uma profusão de endereços virtuais, senhas, perfis, links, informações digitais de qualidade, outras tão idiotas parecendo escritas por quem acabou de sair do Mobral ( quá…. esta é antiga !).

O You Tube, o Orkut, o Facebook e o Twitter talvez não passem de modismos efêmeros, como tantos outros já houveram e haverão. ( Lembrei disto, há pouco, do modismo do rádio-amador Faixa Cidadão, o famoso PX da década de 80, talvez o nosso Twitter de hoje.)

Todo mundo perde tempo e , muitas vezes, fica com a cabeça embaralhada com o excesso de informação, perde o foco no trabalho, perde o foco no carinho, perde o foco na paixão, no amor, na família…

Não quer ficar de fora dos bate-papos virtuais mas mal cumprimenta a mulher quando chega em casa, isto se ainda tem mulher, se os filhos não embarcaram no mesmo delírio da loucura cotidiana.

Fazer um site é relativamente simples. Todo jornal  está direcionado para algum grupo político. Isto é normal, os grandes grupos editoriais explicitam sua posição em longos editoriais e os seguem quem quiser.  E no leque multifacetado do arco-íris midiático infelizmente também existe a cor marrom. Nesta coloração que lembra outras coisas, o $ite fala bem, ou então o $ite fala mal e isto pode mudar em questão de horas, quase sempre o tempo que demora a compensação bancária ou o depósito on-line.

Por isto, crie a sua meta , não seja refém dos outros e questione sempre as entrelinhas, ou até mesmo a veracidade das notícias. Em Rondônia temos excelentes profissionais, ótimos jornalistas que já labutaram  nos grandes jornais de SP, RJ, PR, RS e que se equiparam aos melhores do país. O problema é que a cultura digital tá virando um delicioso inferno, com mil fóruns, workshops, zilhões de blogs, redes sociais que parecem reunião de diretoria das empresas, onde vale mais fazer uma participação inteligente prá marcar o seu espaço como um cachorro mija no pneu ou no poste.

Sinceramente, blogueiros, tuiteiros, orkutzeiros ou o raio que o parta, acho que ainda  mais vale a boa idéia na cabeça e isto é uma coisa cada vez mais rara.

E se não for cineasta e não tiver a câmera na mão, como diria Glauber, vá olhar o por do sol do rio Madeira com olhos infantis ao lado da pessoa amada. Ou o Guaporé, o Mamoré, ou qualquer igarapé…

Só não sugiro jogar os notebooks, netbooks, laptops, Iphones e o escambau ( cheio de baterias de litio e niquel-cadmio, venenosas) no leito do rio prá não poluir ainda mais o nosso frágil ecossistema que ainda vai nos cobrar todas as nossas irresponsabilidades reais e virtuais.

Amemos, meninos e meninas, amemos o por do sol que ainda nos resta e nos recarrega as baterias mais do que qualquer tuitada propositalmente espirituosa…

Prefiro ainda um por do sol tímido e autêntico, recheado de nuvens insistentes e teimosas que deram prá infestar o céu de Rondônia  do que uma centena de bytes frios e teclados quase sempre por um aspirante a robô, escondido atrás de um monitor e se achando o dono da última Coca-Cola do deserto !

Quáááá !  Tenho dito !

(Crônica escrita num velho guardanapo,  por este modesto aspirante a blogueiro na Casa da Moeda, na Rua da Moeda no Recife/PE, escutando frevo autêntico tocado por uma orquestra de metais  e degustando uma , pasmem, “Norteña” uruguaia de litro, logo depois de ter dado um abraço caloroso no grande escritor Alberto Lins Caldas e conhecido a Cyane.  Isto que é globalização, cáspite ! E chega porque é a hora do galo.

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Túnel do Tempo : BR 429

Cena rural na BR 429, entre Seringueiras e São Francisco do Guaporé, Rondônia

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Fratres in Unum.com

Membro do Parlamento israelense rasga Bíblia e joga livro no lixo

Para Michael Ben-Ari, o presente seria ‘uma provocação da Igreja’

O Globo | JERUSALÉM — Ao receber uma Bíblia de presente, o membro do Parlamento israelense Michael Ben-Ari (da União Nacional) rasgou o Novo Testamento em pedaços e, em seguida, jogou o livro católico no lixo. De acordo com o site israelense NRG, os exemplares foram distribuídos aos 120 membros da Knesset por Victor Kalish, diretor-executivo de uma editora cristã especializada na distribuição de textos religiosos em Israel.

Kalish enviou as Bíblias juntamente com uma carta explicando que se tratava de uma nova edição com 90 mil referências. “Este é um precioso fruto da cooperação entre as Sagradas Escrituras e entre os crentes ao redor do mundo, que lança luz sobre o Antigo Testamento e ajuda a compreendê-lo”.

A reação causou alvoroço. De acordo com o site, Ben-Ari teria…

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inarrável

Teve duas pessoas que me ensinaram muito quando trabalhei como repórter de polícia e cidades, anos atrás, no Agora SP.  Um foi o repórter fotográfico José Patrício, que me acompanhava madrugadas afora em delegacias e locais de homicídio. Com Patrício, puta velha do jornalismo, aprendi algo sobre as manhas da reportagem de rua: como falar com as pessoas, saber entrar e sair de um lugar, ter olhar para o que é válido numa notícia. O outro cara foi o André Caramante, que, como eu, era repórter. Ele me ensinou que jornalista pode fazer a coisa certa.

Quando alguém começa uma jornada profissional, logo aprende (ou se deixa convencer de) que as coisas não são em preto e branco. Que é preciso conviver com o cinza. Que não dá para levar as coisas a ferro e fogo. No jornalismo policial, esse aprendizado pode significar compactuar com uma porção de…

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