Arquivo do dia: 11/07/2012

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ESPAÇO IMORAL

De Monterrey, México, para o mundo, as fotografias de Nydia Lilian são complexas, despertam sentimentos diversos e carregam em si um peculiar senso de profundez, calmaria e silêncio, por assim relativamente dizer.

Interessada na representatividade que uma paisagem pode ter quando capturada de ângulos ensaiados sob luz também planejada, as imagens da mexicana possuem em si um interessante e romântico sentido poético agregado, dados os objetos capturados, o diferenciado efeito de nuvens/fumaça presente nas imagens e as cores, meticulosamente agora transposta em um enigmático preto e branco.

Com apenas vinte e poucos anos e muito talento aplicado, fato é que os foto ensaios de Nydia Lilian já podem facilmente ser encontrados disponíveis pela web, onde a crítica virtual especializada tece elogios acerca dos mesmos, o que facilmente podemos comprovar como verdadeiro se nos permitirmos um contemplar mais sincero e sem preconceitos acerca das composições da dedicada fotógrafa.

Portfólio: nydialilian.com

Portfólio: 

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BLOG DO DELEGADO

Do Blog do Delegado

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ayres Britto, deferiu (9) pedido de liminar formulado pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, na Reclamação (RCL) 14145, suspendendo os concursos públicos abertos recentemente pela Polícia Federal para provimento dos cargos de escrivão, perito criminal e delegado, até que a União publique editais retificadores estabelecendo reserva de vagas aos deficientes físicos.

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Diz a Lenda – Vem a Maria Fumaça

Por Beto Ramos

Vem a Maria Fumaça.
Bailando sobre os trilhos.
Dormentes cheios de cor.
Bandeira do Brasil jogada ao vento.
Pátria amada em muitas cores.
A velha Maria Fumaça vai sendo movida pelos sonhos.
Máquinas fotográficas dispararam seus diafragmas e obturador.
Algumas lentes mostram a verdade.
Outras buscam a fantasia que vai ser levada pelo carnaval.
Vem a Maria Fumaça.
Centenária e cheia de magia.
Trilhos cheios de luz e trevas.
Os mundiças continuam sendo ignorados.
Cheios da energia do impacto, os passageiros já não chegam à estação.
Tu é leso é?
– Vai ter festa cheia de caraminguás dos milhões investidos.
Dentro do vagão, alguém pisou em fezes.
– O que tentaram fazer com o nosso patrimônio histórico?
Isso é coisa antiga.
Vovô já reclamava disso.
Gostaria de saber a contrapartida das fantasias levadas pelo carnaval.
“Abraçado a Porto Velho, conheci o rio Madeira…”.
Quando esta canção do conhecedor da nossa história e poeta do Tracoá chega aos meus ouvidos, nos olhos nascem lágrimas.
É de uma magia incomum.
Piui, piui olha o trem!
Gostaria de ouvir está canção no centenário da Estrada de Ferro Madeira Mamoré.
“Como era gostoso o balanço do trem, quando eu viajava junto com meu bem…”.
Está é do poeta dos barrancos de São Carlos.
Aquele que incomoda, mas, que é fundamental falando a verdade e colocando lenha na fogueira.
“Você precisa ver, para saber como é que andava o trem na Madeira Mamoré”.
Está canção na voz do Bubu, ilumina os trilhos até Guajará Mirim.
Gostaria de ver o Bubu iluminar o centenário, deixando os cabelos da gente todos arrupiados, arrupiado como diria Dom Lauro.
“Da Candelária eu vi o trem passar…”.
Ver o trem passar com o cheiro de café que nossas casas possuíam, assim como a do Mávilo.
Ouvir o Misteira com as pastoras exaltando em preto e amarelo o centenário.
“Porto Velho meu dengo…”.
Sentir a emoção do poeta da cidade, fazendo uma declaração de amor à cidade de Porto Velho.
Ver aquelas folhas feitas pela Lu Silva, serem levadas pelo vento na mais bela interpretação do Pirarublue.
Ouvir o Binho cantar e lembrar tantos lugares e tantas pessoas.
Ver o Mado encenar na praça, ao ar livre, sem fóruns, sem articulações, apenas fazendo a sua viagem teatral com o rosto pintado de todas as cores.
Ouvir o Baaribu, o Bado, Os Anjos da Madrugada e o Carimbó.
Tem o teatro de bonecos, a turma do teatro de rua.
O Anízio para fazer a abertura da comemoração.
Vem a Maria Fumaça.
Chegando à estação dos nossos sonhos.
Cem anos de história.
Cem anos de solidão.
O reboliço todo é apenas no ano do centenário.
E se não existissem as compensações da luz e das trevas?
A velha rotunda continuaria abrigando a sujeira e a delinquência. Vamos ver o dia amanhecer no complexo ferroviário com o apito do trem.
Vamos mostrar para o mundo que não fazemos apenas negócios. Vamos mostrar para o mundo que possuímos raízes profundas na cidade que começou a crescer a partir do rio Madeira.
Vamos levar para o palco todos os trabalhadores ainda vivos da velha Estrada de Ferro e homenageá-los por terem participado do surgimento e sepultamento, e quem sabe ver agora o ressurgimento deste patrimônio que é acima de tudo nosso.

Diz a lenda

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