Livros para entender Rondônia – Tudo que você precisa saber sobre Arqueologia (para nunca passar vergonha)

“Datando de 1953, Paul Bahn decidiu, em tempos remotos, fazer da arqueologia um meio de vida. Quando criança cavou buracos no jardins dos fundos de sua casa em Hull, encontrando fragmentos de cerâmica.Estes se revelaram imitação de cerâmica chinesa, e não romano antigo, mas a emoção da descoberta permaneceu intacta.

Mais tarde, estou arqueologia em Cambridge, obteve seu Ph.D., e adotou a aparência regulamentar dos arqueólogos (barba e roupas deselegantes), mas a despeito de semanas de desbravamento das selvas sul-americanas em busca de sítios perdidos, não conseguiu adquirir gosto nem por tabaco nem por álcool.

Passou a se dedicar como escritor freelance aos aspectos que considera mais interessantes na área, como dentes de cavalo e gravuras de genitálias (vide: Chocante:Cavalos atrelados no paleolítico ? ou Sem sexo por favor, somos aurignacianos).

O último livro de Paul Bahn, o profusamente ilustrado Imagens da Era Glacial, é altamente conceituado em certos círculos obscuros, e o público também gostou . Entre seus passatempos estão as sepulturas dos famosos, especialmente em Holywood, sobre as quais discorre ocasionalmente para pessoas que compartilham esse interesse mórbido. Infelizmente, seu Guia-Mapa Para os Túmulos das Estrelas, que costumam chamar de Cadáveres Célebres, está disponível somente nos EUA.

Felizmente todo este trabalho requer uma certa quantidade de pesquisa e viagem, que é o motivo pelo qual este livro não foi escrito num sítio arqueológico enlameado, mas numa praia em Figi. “

2 Comentários

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2 Respostas para “Livros para entender Rondônia – Tudo que você precisa saber sobre Arqueologia (para nunca passar vergonha)

  1. Que não era do Borges eu sabia, só não sabia que a autoria do poema é da Nadine Stair. Obrigado.

  2. Beto,

    “ O acaso só favorece a mente preparada ”

    — Louis Pasteur,

    O acaso vai me proteger
    Enquanto eu andar distraído
    O acaso vai me proteger
    Enquanto eu andar…(2x)
    Epitáfio Titãs

    (Há uma tese: plágio do poema Instantes – também, por sua vez, erroneamente atribuído ao Jorge Luís Borges, sendo a autora: Nadine Stair – http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=23876)

    Serendipidade então passou a ser usada para descrever aquela situação em que descobrimos ou encontramos alguma coisa enquanto estávamos procurando outra, mas para a qual já tínhamos que estar, digamos, preparados. Ou seja, precisamos ter pelo menos um pouco de conhecimento sobre o que “descobrimos” para que o feliz momento de serendipidade não passe por nós sem que sequer o notemos. (Quase a profecia auto-realizável de R.Merton)
    +++++++
    Não consigo deixar de vincular à Arqueologia ao acima. É um link instantâneo. É necessário muito preparo para que o ‘acaso’ o proteja/beneficie com uma descoberta!

    Gostei muito da ‘dica’. Parece ser um ‘livro-de-bolso’ e “for dummies” (p/leigos), ou seja, ideal para morar na minha bolsa.
    Livros são os melhores ‘círculos de proteção’, de todos os tempos: afastam os ‘indesejáveis’ e atraem os semelhantes, diferentemente dos seus ‘primos’ mais modernos, que só afastam…. (rs.rs.rs.)

    Fiquem Bem!
    (até a sereia alada do Avatar está lendo sobre “Tails” – vaidosamente exibindo um ‘tijolo’ no anelar – kkk)

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