Arquivo do dia: 04/07/2012

Já viu esse?

AVISO: Gostei muito de Prometheus e o considero, ao lado do Os Vingadores, como o melhor filme do ano. Se ainda estiver em cartaz em sua cidade, vá assistí-lo no cinema, vale muito a pena. Caso você ainda não tenha assistido e não goste de SPOILERS, não recomendo a leitura do texto: há certas coisas na história sobre as quais eu simplesmente PRECISO comentar e isso pode estragar algumas surpresas. Aviso dado, vamos então ao roteiro do tão comentado retorno do diretor Ridley Scott ao universo da ficção científica.

Quem assistiu o trailer do longa certamente deve lembrar-se que anunciavam-no como “Do diretor de Gladiadore Blade Runner“, anúncio esse que visa dois públicos distintos: o espectador de final de semana lembrará-se das lutas do General Maximus e os mais dedicados, além de saberem que a carreira do Harrison Ford não foi feita só de Star Warse

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Túnel do Tempo – 7 de setembro em Vila de Rondônia

Comemoração de 7 de setembro, em Vila de Rondônia, no local onde hoje é o Ginásio Gerivaldão. Ano 1977. foto : B. Bertagna

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A vida continua…mesmo sem Victor !

Para Théo, o torcedor-mirim da foto o ídolo agora é Marcelo Grohe

Para Théo, o torcedor-mirim da foto, o ídolo agora é Marcelo Grohe

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Para-choque de blog

“De tudo ficam três coisas: a certeza de que estamos sempre começando, a certeza de que precisamos continuar, a certeza de que seremos interrompidos antes de terminar. Fazer da interrupção um caminho novo. Fazer da queda um passo de dança, do medo uma escada, do sonho uma ponte, da procura um encontro.” Fernando Sabino

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Livros para entender Rondônia – Os Milton:cem anos de história nos seringais

“Com efeito, falar d´Os Milton começa a perder sentido, ao menos para eles. Quando souberam desta nova edição do livro, chegaram a me propor que o título do mesmo fosse alterado para os Kuntanawa, auto-designação étnica que assumiram enquanto descendentes deste povo. Argumentei que a alteração por eles proposta não seria conveniente, que o livro era um documento histórico e antropológico reconhecido e era uma herança da nossa parceria anterior. No livro, expliquei, o grupo contava sua história a partir do que, naquele momento mesmo em que me narravam suas vidas , avaliavam como relevante e constitutivo da sua trajetória e identidade. Mas o livro não pretendia uma determinação sobre o porvir da trajetória do grupo – e dos seus sentimentos de pertencimento. E nem isso seria jamais possível.”

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