Arquivo do dia: 03/07/2012

blog da Raquel Rolnik

O Comitê do Patrimônio Cultural da Unesco, órgão responsável por definir monumentos e sítios históricos como patrimônio da humanidade, acaba de reconhecer, neste domingo (1º), a paisagem cultural do Rio de Janeiro como patrimônio da humanidade.

Na candidatura apresentada à Unesco, o Iphan delimitou uma área  que vai de Copacabana, na zona sul, ao extremo oeste de Niterói, englobando  o maciço da Tijuca. Nesta área estão incluídos o Corcovado, o Pão de Açúcar, a Floresta da Tijuca, o Jardim Botânico, o Aterro do Flamengo e a totalidade da paisagem construída e natural desta região.

Apesar de não mencionadas especificamente, favelas cariocas históricas como a Santa Marta e a Babilônia estão incluídas neste perímetro, como parte do que o dossiê define como uma “complexa paisagem cultural produzida pela troca entre diferentes culturas associadas a um sítio natural original”.

É a primeira vez que se reconhece a forma como se construiu…

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Anotacões de um Cinéfilo

Algumas palavras sobre o post do Andre Barcinski sobre a decadência de cinema da última sexta-feira. Como alguém que acredita firmemente na ideia de que arte não passa por grandes evoluções ao longo do tempo (e definitivamente não no curto espaço de tempo que nossa pressa histórica tenta estabelecer como cheio de marcos) tanto o papo sobre grandes momentos como a  discussão decadentista me entendia um bom tanto. Simplesmente não é algo produtivo ou que me interesse.

Lembro-me sempre de uma entrevista com o ótimo crítico americano Dave Kehr, que começou a trabalhar em 72, em que ele mencionava que enquanto a grande mídia americana declarava que entravam num momento especial de cinema, a sua impressão pessoal era de que televisão havia destruído noções básicas de artesanato cinematográfico na maior parte da produção do período. O apocalipse de Kehr 40 anos depois parece bem excessivo, mas o mesmo vale para…

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Gente que encontrei por aí…Mônica Castro & Stella Oswaldo Cruz

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Regra 34

Quando pela primeira vez estive em Paraty, no começo dos anos 1980, a cidade era um grande set de filmagem. Bruno Barreto dirigia ali seu Gabriela, lançado em 83, com Marcello Mastroianni, Sônia Braga e Ricardo Petraglia.

Paraty, aliás, é umas das mais cinematográficas cidades brasileiras. Lá foram rodadas películas como Como Era Gostoso o Meu Francês (1971), A Moreninha (1971), O Beijo da Mulher Aranha (1985) e Ele, O Boto (1987), entre muitos outros.

Por que estou dizendo isso?

Porque faz trinta anos. Trinta anos!

Não é sempre que uma coisa faz trinta anos: só acontece a cada três décadas.

Eis que aqui estou mais uma vez, à espera do início da décima edição da FLIP, a Festa Literária Internacional de Paraty.

Vou tratar do assunto nos próximos dias. Para ir esquentando, veja abaixo os destques da programação oficial completa da Tenda dos Autores da FLIP 2012, fornecida…

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MESA DO BAR

Vocês já devem ter reparado que muitos atores, durante algum filme, são totalmente diferentes do que eles são na vida real, então resolvi pegar as melhores e mais incríveis transformações corporais já realizadas no cinema.

Veja você mesmo.

Jake Gyllenhaal

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Não podemos perder tempo com o que não presta…

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Para-choque de blog

“Os obstáculos são aquelas coisas terríveis que você vê quando desvia os olhos do seu objetivo.” (Henry Ford)

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