Arquivo do mês: julho 2012

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Aventar

Não sou um estudioso do orgasmo, porque há assuntos que não devem ser tratados nos livros. Para além disso, graças às palavras sábias de Duarte Marques percebi que a frequência de bibliotecas pode impedir-me de lidar com pessoas, expectativas e emoções, tudo coisas úteis para se atingir um orgasmo.

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Ambientalistas em rede

O fotógrafo japonês Karo Yuki criou um ensaio fotográfico capturando vagalumes com a exposição da câmera aberta, captando o rastro de suas luzes. Sensacional.

Fonte: Hypeness

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Conversa no Banheiro

Hoje à noite (29/7) quando acessei minha conta no Facebook, recebi um post do perfil “Malvinas Argentinas” no meu mural de notícias, informando sobre a censura de uma charge do cartunista Carlos Latuff. No conteúdo do post havia apenas a informação de que um desenho foi censurado, retirado do ar e teve o compartilhamento bloqueado pela empresa Facebook. Não existia a informação sobre quando isso aconteceu, em quais circunstâncias, qual foi o desenho supostamente censurado ou por quanto tempo o perfil da conta teria estado inativo.

Como sei (a partir de entrevistas que fiz com Carlos Latuff) que o chargista não possui perfil próprio na rede Facebook, eu decidi entrar em contato com ele para saber o que de fato teria acontecido e esclarecer o caso.

Novamente, Carlos Latuff, em conversa por telefone exatamente às 21h48 de hoje (29/7), afirmou não possuir qualquer conta na rede Facebook. O chargista…

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Bytes don't Bite!

Em qualquer profissão existem pessoas que fazem o conhecido “corpo mole”, alguns , inclusive,  se esforçam tanto na enrolação, que fica até difícil de percebermos, e acabam compensando sua pouca produtividade com grande esforço no “marketing pessoal” ou no “relacionamento” com os colegas.

As conseqüências das ações desse tipo de profissional nem sempre são imediatas ou graves, porém não há dúvida do custo e do prejuízo que essas atitudes podem ter no projeto e até mesmo na empresa.

Apesar desse tipo de profissional existir em todas as áreas e funções, no post de hoje, vamos focar em como reconhecer um testador desse tipo. Vamos apresentar algumas dicas para perceber quando um tester não está trabalhando como deveria, mas não se espante se você visualizar as mesmas características em outros profissionais.

Esse tipo de problema ainda ocorre, porque é fácil se safar sem realizar algum trabalho efetivo, e geralmente os líderes de equipe…

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Cátia Cernov

Certa madrugada de lua em eclipse, calendário incerto, talvez fosse Júpiter que projetasse aquela sombra…

Cátia Andréa Cernov de Oliveira é escritora experimental. Tem 43 anos, três filhos e mora em Porto Velho. Publicou seu primeiro texto pela Literatura Marginal Ato III, da revista Caros Amigos. Seus contos e poemas tem sido publicados de forma independente: ela mesmo escreve, edita, imprime e distribui em bancas de revistas, bares, livrarias e sebos. Segundo ela mesmo diz : “Mas… Quem irá habitar o espaço? Os homens sábios, evoluídos, razoáveis, ou os senhores da economia que obterão o monopólio das viagens espaciais ? ” Se cruzar por ela pelas ruas de Porto Velho, tenha certeza : ela não é um avatar.

Cátia Cernov, um universo em movimento

Solarium (Latim = Relógio) Antiga constelação, localizava-se entre Horologium, Hydrus e Dorado. Extinta no século XIX

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Túnel do Tempo : Praça de alimentação na EFMM, anos 80

Praça de alimentação da EFMM nos anos 80, em Porto Velho/RO

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Um gato na janela

Janela de um casarão remanescente da época áurea da borracha em Fortaleza do Abunã/RO e um gato. foto : B.Bertagna

Vejo a notícia, feliz, que finalmente será reeditado em português brasileiro o livro “O Mestre e Margarida”, de Mikhail Bulgakov.

Escrito às escondidas visto que tinha Stalin bafejando na sua nuca(e isto não é pouco comparado a nossos aprendizes de tiranos-tupiniquins-regionalistas e seus miquinhos amestrados ) o livro ficou censurado por muitas décadas. Diz a lenda, que a obra só se salvou porque a KGB tinha uma cópia, visto que Bulgakov, num acesso de loucura teria queimado os originais.

É o verdadeiro Fausto, travestido de Margarida, reeditando uma vida prá sempre, enquanto Moscou vira de pernas para o ar , ardendo em chamas com este diabo luxuriante, engraçado, gozador, fascinante  e poeta.

Teria tudo a ver com esta paranóica Porto Velho delirante dos dias de hoje, em que mais um ciclo econômico e social vem varrendo tudo feito um furacão?

” tudo prosegue normal até onde eu sei,
enquanto isso sera melhor cerveja que vem
leva essa traz mais uma põe na conta!
tô sem dinheiro tá valendo eu tô a pampa! ” Xis

Por que o gato ?  Leiam o livro e decifrarão…

Não fale mau di mim por que poço te encontrá na próssima iskina.

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Mundo Cão

Existem raças mais inteligentes que outras e, de acordo com Stanley Coren, a inteligência dos cães pode ser medida com relação à sua obediência e ao seu trabalho. Coren, que é autor do livro “A inteligência dos Cães” da editora Ediouro, dividiu os peludinhos em 6 grupos da seguinte maneira:

Siga O Mundo Cão no twitter

  • Graduação de 1 a 10 – Melhores cães em termos de inteligência e obediência para o trabalho.
  • Graduação de 11 a 26 – Excelentes cães de trabalho. Treinamentos de simples comandos assimilados após 5 a 15 repetições.
  • Graduação de 27 a 39 – Cães de trabalho acima da média. Assimilam o comando após 15 a 20 repetições.
  • Graduação de 40 a 54 – Obediência e trabalho intermediários. Assimilam um comando após 25 a 40 repetições.
  • Graduação de 55 a 69 – Capacidade de obediência e trabalho razoáveis. Assimilam um comando após 40 a 80…

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Simples, assim…

Texto e foto de Valéria del Cueto

Houve um tempo em que não era. Escrevia muito, escrevia sempre e ia liberando aos poucos as crônicas semanais de acordo com o astral da ocasião. Sexta a tarde, na Ponta do Leme, era pule 10 fartura da produção. O tempo passou e o que nunca acreditei ser possível, aconteceu: as crônicas que, pensava eu, teriam um caráter transitório, viraram um hábito de anos.
Já não sei quem nasceu primeiro: os textos ou o prazer de escrevê-los qual um ritual que, a princípio, era meio AA (Alcóolatras Anônimos). “Uma de cada vez”, dizia a cada nova publicação. Se funciona com o processo literário, é por que faz efeito para situações mais sérias e delicadas…
Não que não haja seriedade no que faço, ao escrever. Tanto há que depois de muitas luas a fome se juntou a vontade de comer e todos os meus queridos editores definiram o meu deadline, o limite para entrega do material, para a sexta-feira, às 15 horas, horário de Brasília.
Uma beleza e a certeza de que as mal traçadas linhas no caderninho nem terão tempo de secarem direito antes de serem digitadas para seu envio às prensas e sites.
Por isso, informo, estou aqui. Plena na praia da Ponta do Leme, sob um sol de rachar e uma ventania teimosa e enganosa.
Teimosa por descabelar o mar, adornar seu azul-esmeralda de carneirinhos brancos, obrigando as gaivotas a darem um duro danado para manter o rumo desejado, deixando os surfistas a verem os navios que esperam a maré alta para entrarem na Baia de Guanabara. Por que o mar, apesar de batido, cheio de correntezas e valas, está uma droga para os atletas, com ondas baixas disformes e mexidas.
Isso é o entorno, por que o contorno está um caos. Não há barreira nem peso que segure a canga, lotada da areia que passa – enlouquecida e desgovernada – levada pela ventania. Aquela que pinica nas partes do corpo em que bate, gruda e vai com a gente pra casa escondida nos cabelos, nos cantos da bolsa, do bolso do short, nas dobras da camiseta, no meio do livro, no caderninho…
Essa é a parte da teimosia. A do engano, além de tudo, pode ser dolorosa. Especialmente para os turistas desavisados e despreparados que não conhecem as manhas da praia em dias de viração. Eles, que de tão fortes provocam arrepios de frio, por que vem do sul, são os mesmos ventos que mascaram a força dos raios solares que estão tinindo no veranico de meio do ano. O resumo da ópera são as queimaduras inesperadas, aquelas que só descobrimos quando a água quente do chuveiro toca na pele castigada pelo sol inclemente.
Para fechar meu espaço literário dominical, duas observações. Uma nunca havia visto, outra, que fazia tempo não via.
A primeira, os grãos de areia abusados grudado na tinta da ponteira da caneta que estou usando que fazem falhas minha escrita praiana.
A segunda, as várias piscinas na beira da água, onde crianças se divertem e, protegidas pelos caprichos esculturais da maré baixa, não se incomodam com o desconfortável entorno provocado pela tempestade de areia que assola a minha Ponta, sob um sudeste poderoso. A ponto de tirar da paisagem a enorme bandeira brasileira que sempre tremula hasteada no Forte Duque de Caxias, no alto da Pedra do Leme. Sinal dos tempos, aviso dos dias que estão para chegar…
Agora peço licença, caro leitor, mas vou ali, até uma das piscinhas naturais, formadas pela maré, brincar de fazer castelos de areia e olhar o mundo sob o ponto de vista das crianças. Simples assim…
Por que hoje é sexta, estou na Ponta e a crônica já está misturada, só falta descansar para poder ir pro do forno.

…………………………..

*Valéria del Cueto é jornalista, cineasta e gestora de carnaval. Esta crônica faz parte da série “Ponta do Leme” do SEM FIM http://delcueto.multiply.com

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Mamalu, depois disso o (nosso) mundo nunca mais foi o mesmo….

Paulo Mindof, Joao Baleiro, Ivan Marques e eu… A sessao comecava invariavelmente com esta musica. O amplificador era um velho Gradiente comprado a prazo (na conta da tia Reny) na Imcosul. Os toca-discos Winco, apoiados numa prancha de madeira. E a festa rolava noite afora (ou a dentro !). Os panfletinhos , precursores dos modernos flyers, eram rodados em mimeógrafo a álcool e distribuídos no Padre Réus, no Odyla Gay da Fonseca e adjacências . Os discos, trazidos por comandantes da Varig, seguindo a parada da Bilboard.Ou então contrabandeados de Paso de Los Libres, Argentina. Quer melhor escola para o que chamam hoje de DJ ? Com 1.000 agradecimentos a Olyntho, Cristina, Marco,Mauro,Marcal, Márcia, Pirica, Katia, Anita, Nara, Leiteiro e a todos que nos agüentaram de alguma forma.

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A vida, o Universo e tudo mais

As pessoas nem sempre são terriveis. De vez em quando, podem até cometer alguns atos maravilhosos. A seguir, algumas fotos que vão lembrá-lo disso:

1 – Cristãos em Chicago que apareceram numa marcha do orgulho gay para pedirem desculpas pela homofobia na Igreja:

 Da esquerda para direita: “Nos desculpem por como os cristãos julgaram vocês”, “Nos desculpem por como os cristãos evitaram vocês”, “Me desculpem por como a igreja tratou vocês”, “Eu era um homofóbico cego pela bíblica, me desculpem!”

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A "abandonada" EFMM pela lente de Danilo Curado

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28/07/2012 · 08:49

A “abandonada” EFMM pela lente de Danilo Curado

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Para-choque de blog

“Cuidado com gente que não devolve os ataques que você lhe fez: nem ele perdoa, nem permite que você se perdoe.” Bernard Shaw

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Aventar

As aberturas dos Jogos Olímpicos foram sempre uma celebração de alguma coisa, nomeadamente do país que os organiza. Não há duvida que este ano foram uma celebração daquele sentido de Britishness. Do que é ser britânico. Estava, sinceramente, à espera de algo muito mais nacionalista com armadas espanholas e Henriques V. Mas afinal não. Os britânicos, espertos, celebraram o que têm de melhor. O humor, o fair play, a literatura, a fantasia, a diversidade. Sim, o Reino Unido que se mostra nestes Jogos não é o Reino Unido que o BNP (British National Party) gostaria que fosse. O que sópode ser uma coisa boa. É uma entidade que mais do que nunca celebra a junção entre o tradicional e o moderno. Entre o antigo e o novo. E mais nenhum país no mundo consegue fazê-lo com tanta mestria e com tanto sucesso, independentemente das tensões que surgem.

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* Luis Felipe Abreu

É hora de tirar a roupa preta do armário, porque o funeral é IMINENTE: Porto Alegre está agonizando. Na verdade, já começou a gangrenar.

Na última quinta-feira, a SMIC (Secretária Municipal de Produção, Indústria e Comércio) fechou 4 bares da cidade: o Café Moinhos, o Lord Lanches, o Gato Félix e, RUFEM OS TAMBORES, o Bambus. Sim, aquele lugar horrível que aprendemos a amar.

No caso dos três primeiros, a alegação foi de irregularidades no alvará. Já em relação ao Bambus, os motivos citados pela secretaria são diferentes, e significam um retrocesso político-social imenso: oficialmente, o bar foi fechado “por concentrar aglomeração excessiva de pessoas, brigas frequentes, algazarra e consumo de bebidas fora do local apropriado”.  São exatamente os mesmo motivos que levaram ao fechamento de praticamente todos os lugares da Cidade Baixa no ano passado.

Alguém mais está ouvindo essa voz? Aquela que grita HIGIENIZAÇÃO.

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blog da Raquel Rolnik

No último dia 18, a Capela de São Miguel Arcanjo, em São Miguel Paulista, zona leste de São Paulo, completou 390 anos. Trata-se da igreja mais antiga da cidade. Recentemente, a construção passou por um processo de restauração, iniciado em 2006, e ganhou um museu, que está em funcionamento desde 2010. O mais interessante, no entanto, é que neste processo foram redescobertas duas pinturas murais que estavam escondidas atrás dos altares.

Pesquisadores acreditam que estas pinturas sejam do século XVII e que estiveram cobertas pelos altares desde 1760. Agora, elas estão sendo restauradas, mas, após o restauro, que deverá ser concluído em novembro, elas deverão voltar para detrás dos altares. Depois disso, só será possível ver estas obras em reprodução fotográfica que ficará exposta no museu.

Reportagem publicada no portal do Estadão conta um pouco da história da Capela de São Miguel Paulista, construída pelos jesuítas numa aldeia indígena batizada inicialmente…

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Regra 34

Acho que demorou um pouco até que ficasse claro para nós o significado da palavra maconheiro. Por certo intuíamos ser um qualificativo pouco lisonjeiro, mas não alcançávamos exatamente a coisa. Até porque o termo era empregado quase sempre como sinônimo de vagabundo e, mais raro, sujo.

A gente morava em Monte Alto, no interior de São Paulo. Entre os meninos, havia basicamente dois tipos: os bonzinhos e os propensos a “descambar para o mundo das drogas”. As meninas não participavam. Elas eram boazinhas ou galinhas, como a Lubico, o caso mais grave da cidade.

Havia um ou dois cabeludos na praça fazendo pulseirinhas trançadas que eram sistematicamente chamados de maconheiros. Os maconheiros, quase sempre, eram cabeludos, tinha isso também. No caso daqueles, não pareciam realmente muito chegados a um banho. E, apesar de inofensivos, nós não ousávamos chegar perto deles.

Nós, os “remediados”, começamos a juntar os pontos e mais ou menos chegamos à conclusão de que maconheiro também tinha um pouco…

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Será que é preciso dizer mais alguma coisa?

Thats what she just said : All your armies, all your fighters All your tanks, and all your soldiers Against a boy holding a stone Standing there all alone In his eyes I see the sun In his smile I see the moon And I wonder, I only wonder Who is weak, and who is strong? Who is right, and who is wrong? And I wish, I only wish That the truth has a tongue….! ,

Isso é o que ela exatamente disse: Todos os seus exércitos, todos os seus lutadores Todos os seus tanques e todos os seus soldados contra um menino segurando uma pedra. Lá sozinho Nos seus olhos eu vejo o Sol, em seu sorriso eu vejo a Lua. E eu me pergunto, eu só pergunto quem é fraco, e que é forte? Quem está certo e quem está errado? E eu desejo, eu só desejo que a verdade tenha uma língua ….!

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Livros para entender Rondônia – Caiari, lendas, proto-história e história, de Emanuel Pontes Pinto

Emanuel Pontes Pinto, com o livro “Caiari”, envereda por rumos controversos e áridos no estuário do conhecimento, tentando avivar os vestígios deixados por navegantes antigos provindos da Asia Menor na região que o etnólogo Roquette Pinto denominou de Rondônia. Eles buscavam os tesouros acumulados, há mais de três mil anos, nas cabeceiras do Rio Caiari, conhecido atualmente “pelo nome português de Rio Madeira” .
É mais um mistério da Amazônia, exumado de noite do tempo por filólogos e pesquisadores, que caçaram nos desvãos do passado, as nossas tradições, mitos e lendas.

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Um Travesseiro Para Dois

Você sempre abaixa o olhar quando o beijo acaba enquanto eu coloco uma porção do seu cabelo atrás de uma de suas orelhas. Tímida, não fala nada, mas dá a deixa de que deseja um novo beijo quando coloca a mão na minha cintura. E aí a gente se abraça por longos segundos, sem falarmos nada. Me afasto de você, seguro seu rosto de modo que a gente se olhe nos olhos um do outro. Meu carinho vai para o seu rosto, abaixo dos seus olhos, com leves toques com o meu dedo polegar. Olho e toco cada célula do seu semblante. Faço desenhos.

Você deixa uma mão cair e vai até uma das minhas. Segura e entrelaça os dedos como se pedisse proteção ou como se afirmasse que ali você se sente segura. Então eu coloco minha outra mão no seu queixo e inclino meu rosto até o seu…

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ESPAÇO IMORAL

Transformação, distorção, recombinação, aumento de complexidade e fusões de diversos estilos, assim são caracterizadas as tatuagens do parlor belga, hoje residente em Berlin (DE), Jef Palumbo.

Interessado em diferentes e curiosas formas de preenchimento e pintura, as tatuagens de Palumbo destacam-se da maioria justamente por apresentarem de maneira tão incrível quanto curiosa uma profusão de estilos de pintura corporal que acabam por compor uma inovadora representação pop contemporânea, como por exemplo a técnica de pontilhismo  e a grafagem por spray.

Com um peculiar e inusitado portfólio on line disponível para apreciação, fato é que estilos como o de Jef Palumbo cada vez mais estão em destaque em feiras e workshops de tatuagem, visto que podemos sim caracterizar seu estilo de tatuagem como uma nova vertente em pintura corporal definitiva, naturalmente como deveria ser; a arte se reinventando nela mesmo em ciclos padronizados ou não de execução e composição.

Portfólio: facebook.com/jef.palumbo

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Ambientalistas em rede

O Ministério Público Federal entrou com ação cautelar contra a Norte Energia, responsável pela construção da hidrelétrica de Belo Monte, por descumprir as condicionantes impostas para obtenção da licença de instalação, dada pelo Ibama. O Ministério Público quer a suspensão da obra. O pedido foi protocolado ontem, segunda-feira (23), junto à Justiça de Belém. Por omissão na fiscalização do cumprimento das condicionantes, o Ibama também virou réu no processo.

Não é a primeira vez que a Norte Energia é punida ou contestada por não cumprir com acordos firmados na construção da usina. No ano passado, o Ministério Público pediu a suspensão da licença de instalação pelo mesmo motivo.

No mês passado, em plena realização da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, índios ocuparam um canteiro de obras de construção da barragem de Belo Monte, exigindo que a empresa mantenha sua palavra e implemente logo o Plano…

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Os links do Carlão

Carlos Reichembach mantinha o blog Olhos Livres com resenhas de filmes e a programação do Cine Comodoro, entre outras coisas. Num dos seus posts, ele publicou uma seleção de links para amantes do cinema. Como não sei como será a administração e a atualização do seu blog ( na verdade nem mesmo sei se ele continuará a existir) resolvi postar a relação de links do Carlão . Aí vai.

CATARSE – Uma nova forma de buscar parcerias, co-produção e mecenato.
http://catarse.me/pt

DOWNLOAD CULT – Filmes e discografias completas
http://www.downloadcult.com/

CHIADOS E CANUDOS – Análises acuradas e sem preconceitos
http://chiadosecanudos.blogspot.com/

CONFRARIA DE CINEMA – Informações e análises atualizadas semanalmente. De cinéfilos para cinéfilos.
http://www.confrariadecinema.com.br/

STREAMING DOWNLOAD BLOG – Compartilhamento de acervo.
http://www.streamingdownloadblog.com/

FILMOGRAFIA DO TATUADOR – Compartilhamento de acervo.
http://filmografiadotatuador.blogspot.com/

O COMPARTILHADOR – Compartilhamento de acervo.
http://compartilhandoeservindo.blogspot.com/

CONVERGÊNCIA CINÉFILA – Compartilhamento de acervo.
http://cinefilosconvergentes.blogspot.com/

WERNER HERZOG MOVIES – Compartilhamento de acervo.
http://wernerherzogfilms.blogspot.com/

CULTURA INSANA – Compartilhamento de acervo.
http://alobaalfa.blogspot.com/

SUPERSÔNICO A CARVÃO
http://supercarvao.blogspot.com/

RSFILMESBRASILEIROS – Compartilhamento de acervo.
http://rsfilmesbrasileiros.blogspot.com/

LA CAVERNE DES INTROUVABLES – Compartilhamento de acervo.- Site frances de filmes raros ou fora de catálogo –
http://lesintrouvables.blogspot.com/

CINEMA OF THE WORDS – Compartilhamento de acervo.
http://cinemaoftheworlds.blogspot.com/

DOCUMENTARY=REALITY – Compartilhamento de acervo.
http://documentary-reality.blogspot.com/

FILMDVDVHS BLOGSPOT – Compartilhamento de acervo.- Blog francês de filmes de ação raros.
http://filmdvdvhs.blogspot.com/2011_09_01_archive.html

HORREUR VHS COLLECTOR – Compartilhamento de acervo.- Blog francês de filmes de horror raros.
http://horreurvhscollector.blogspot.com/

OLDCINEPASSION – Compartilhamento de acervo.  Site francês voltado a clássicos do cinema.
http://www.oldcinepassion.com/

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No inverno, atenção redobrada à saúde respiratória

Por Valéria Martins

Com a chegada do inverno, em diversas regiões do país é possível notar o aumento no número de atendimentos em prontos-socorros decorrentes de queixas de problemas respiratórios. Gripes, resfriado, pneumonia, crises de asma e uma série de queixas tendem a se agravar nesta época do ano.

As baixas temperaturas e o tempo seco são os principais fatores. O frio, por deixar os ambientes fechados, com menor circulação de ar, favorecendo a transmissão destas doenças.

A umidade relativa do ar é outro fator que interfere diretamente no sistema respiratório. O ideal seria que fosse mantida entre 30% e 60%. Quando mais baixa, inúmeros sintomas começam a aparecer, como ressecamento do nariz e garganta, pele mais seca, sangramento nasal, irritação nos olhos, entre outros. O tempo seco e a falta de chuvas também dificultam a dispersão dos poluentes atmosféricos que ficam suspensos no ar, ressecando ainda mais as mucosas e favorecendo as crises de doenças respiratórias alérgicas, como a rinite e a asma.

Ao invés de esperar passivamente por um desconforto decorrente do inverno, é possível adotar algumas medidas simples de prevenção. Manter uma boa hidratação, tomar bastante água durante o dia, é um bom começo. A prática de atividade física também deve ser mantida, evitando os horários de baixa umidade do ar e cuidando para estar sempre bem agasalhado.

A casa e o ambiente de trabalho devem estar sempre limpos e ventilados, evitando aglomerações e pessoas infectadas. E se a gripe já te pegou, cuidado para não espalhar a doença por aí. Lave bem as mãos sempre que possível e use lenços descartáveis.

Outras importantes medidas preventivas envolvem a aplicação de vacina da gripe, especialmente para grupos de risco; tomar cuidado com aparelhos de ar-condicionado, que devem estar sempre com o filtro higienizado; e manter essencialmente uma boa alimentação.

Os umidificadores ultrassônicos, que umidificar ambientes, também podem ser uma boa alternativa, desde que utilizados corretamente. Estes aparelhos devem utilizar água destilada, que contém baixa concentração de minerais e conservam o aparelho. Alguns modelos mais modernos monitoram a umidade relativa do ar, ligando e desligando automaticamente para manter o nível ajustado. Os demais modelos devem permanecer ligados por somente duas a três horas antes de dormir.

Se ligados a noite inteira, podem levar à umidificação exagerada do ambiente, produzindo mofo em cortinas, tapetes e almofadas, que também ocasionam danos à saúde respiratória.

E por fim, o mais importante, e válido para todas as estações do ano, é evitar o tabagismo. Cuide bem dos seus pulmões, procure um médico em caso de dúvidas e respire aliviado o ano inteiro.

………………………………………………

Valéria Martins, médica pneumologista, membro da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia

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Estrada de Ferro Madeira Mamoré

Ferrovia pode renascer após 40 anos

Por Sergio Adeodato | Para o Valor, de Porto  Velho

Rio Mamoré dá caminho a barqueiros que remam até a cidade  gêmea de Guayaramerin, no lado boliviano da fronteira, que é uma zona de livre  comércio

Ao completar 100 anos, a lendária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré ressurge  das cinzas como centro de uma polêmica que envolve o futuro do desenvolvimento  econômico e da biodiversidade na isolada fronteira de Rondônia com a Bolívia. A  questão concentra-se no município de Guajará-Mirim, a 331 km de Porto Velho  (RO), onde os antigos trilhos foram engolidos pela mata desde a sua completa  desativação há 40 anos, e 93% do território está dentro de parques, terras  indígenas e outras áreas protegidas que restringem atividades produtivas, como o  agronegócio que movimenta a economia no restante do Estado.

No cenário de estagnação, o projeto de reativar um trecho da chamada  “Ferrovia…

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Aventar

Continuo a transcrever o Diário de Etty Hillesum para este espaço. Etty, uma escritora judia que morreu em Auschwitz em 1943.

Na quarta-feira 22 de Outubro de 1941,  poucos dias após ter iniciado a Batalha de Moscovo –  uma das mais importantes e mais longas da Segunda Guerra Mundial e em que morreu cerca de um milhão de pessoas – Etty, com 27 anos na altura, escreveu isto:

A vida não se apanha em meia dúzia de fórmulas. No final de contas é com isso que te ocupas constantemente e que te obriga a pensar de mais. Tentas capturar a vida em algumas fórmulas, mas tal não é possível, a vida tem infinitas nuances e não se deixa apanhar nem simplificar. Mas por isso mesmo, tu podes ser simples.

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Blog do Tarso

Andressa Mendonça, esposa do bicheiro Carlinhos Cachoeira, está indignada por ter perdido o posto de musa da CPI do Cachoeira, para Denise Leitão Rocha, advogada e assessora parlamentar do senador Ciro Nogueira (PP-PI), que teve um vídeo com cenas de sexo explícito vazado na internet, também chamada de Furacão da CPI. A Playboy preferiu Denise Rocha.

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Vida Simples

Por Letícia Bertagna

ajudar na redução de peso; repor nutrientes, vitaminas e sais minerais; diminuir o apetite, sistema imunológico, funções intestinais, anemia, fraqueza, azia, gastrite, regeneração celular; normalizar a digestão e a função intestinal; estimular o crescimento e a recuperação dos tecidos; reduzir o envelhecimento precoce e a degeneração orgânica; fortalecer o sistema imunológico; proteger contra agentes poluentes e tóxicos; promover a desintoxicação orgânica, auxiliar no tratamento de doenças degenerativas e estados de desnutrição; auxilia no restabelecimento da saúde da pele e nos tratamentos contra a obesidade; desintoxicar o sangue e regular a glicose; distúrbios digestivos; distúrbios cardiovasculares; melhor e maior atividade cerebral; tratamento e prevenção de anemia; ajudar na hipertensão; úlceras do estômago, duodeno e gastrites crônicas, balancear a bioquímica do sangue.

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Túnel do Tempo : velho cartão postal

Recebi este cartão postal  de alguns amigos que participaram do lendário Projeto Rondon. ( No 5º BEC ficava o Campus Avançado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS.  A propósito, aliás , por que não UFRO, em vez de UNIR ? ).

Ele, o cartão,  resistiu ao tempo, às mudanças, às traças e aos cupins. Era um cartão da Ambrosiana, acho que em parceria com a Foto Presidente. Vemos o Ypiranga em primeiro plano, mas não dá para precisar se já existia ou tinha acabado o Califa. Post especial para saudosistas.

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Para-choque de blog

“Pedras no caminho? Guardo todas, um dia vou construir um castelo” – Fernando Pessoa

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Fátima defende mais educação de qualidade em Porto Velho

A ex-senadora mais votada de Porto Velho e candidata a prefeita Fátima Cleide (PT) afirmou na segunda-feira, 23, em entrevistas à emissoras de rádio e TV, que será prioridade em sua gestão a ampliação da rede pública de ensino, oferecendo um serviço de qualidade à população portovelhense. Quando o PT assumiu a Prefeitura Municipal a rede de ensino carecia de salas de aula.

“Dobramos o número de salas de aula de 400 para 920, inauguramos novas creches e escolas e hoje a rede municipal tem sido procurada por ser melhor do que a rede estadual”, disse Fátima.Em sua gestão, Fátima afirmou que vai avançar mais, construindo mais escolas, principalmente do ensino infantil. “Hoje atendemos 6% das crianças de 0 a 6 anos. Vamos fazer o maior esforço para atingir a nossa meta de atingir 50% destas crianças”.

Fátima e’ da’área e sabe do que ta’ falando.

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Leonardo Boff

 

Em momentos críticos da história, mais que os cientistas, são os filósofos chamados a opinar. Numa famosa palestra numa rádio bávara em maio de 1952 Martin Heidegger usou uma palavra chocante, mas que possui um sentido profundo:”a ciência não pensa; isso não é nenhum defeito mas uma vantagem”. A vantagem reside em apenas analisar  fatos, submetendo-os ao cálculo e tornando-os assim manipuláveis pela técnica. Escapa ao seu âmbito de interesse, a interrogação sobre o sentido dos fatos e do curso da história.

Se isso podia ser dito nos anos 50 do século passado, não seria responsável repeti-lo no tempo presente. Pois a ciência se desenvolveu numa direção que põe em cheque o sentido da razão e o destino de nossa civilização. Ou a ciência será feita com consciência e então incorporará uma dimensão ética, ou ela nos poderá destruir a todos. É o que nos alertam grandes nomes do…

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Amazônia em Cena continua a 1.000

Espetáculos de Dança e Teatro de Rua hoje na Arena Madeira Mamoré
 
Grupos de Porto Velho, Campo Grande e Porto Alegre se apresentam nesta terça no Festival Amazônia Encena na Rua.
 
O Festival, que começou no sábado, continua nesta terça com espetáculos de dança e teatro de rua. A primeira apresentação da noite é da Cia. Parceiros do Ritmo Quente, no estilo Forró, às 19h, e logo depois às 19h30 o grupo Teatral do SESI traz a peça “Amazônia e a Princesa da Mata”, com uma abordagem sobre a preservação ambiental, envolvendo crianças e adultos com personagens da mitologia amazônica.
 
O Grupo Manjericão, de Porto Alegre, que já esteve em Porto Velho nas edições passadas do Amazônia Encena na Rua, dessa vez traz o espetáculo “João Pé-de-Chinelo”, que mostra o universo de um papeleiro que vive nas ruas, praças e parques com seu carrinho catando papelão e outros materiais recicláveis, na busca de sobrevivência e sustento da família. Para fechar a noite, o Festival recebe pela primeira vez um grupo do Mato Grosso do Sul: Teatro Imaginário Maracangalha, com a peça “TEKOHA – Ritual de vida e morte do Deus pequeno”. O espetáculo Narra a trajetória do líder indígena Guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas.
 
Já o II Seminário Amazônico de Teatro de Rua discute hoje o tema “Artes Públicas”, numa Roda de Debates mediada pelo fundador do Grupo Tá na Rua,o renomado ator, diretor e teatrólogo Amir Haddad, do Rio de Janeiro, a partir das 15h.
 
 
Programação – Festival Amazônia Encena na Rua
 
Dia 24/07
 
19 horas – Forró – Cia. Parceiros do Ritmo Quente
Porto Velho – RO
 
19h30 – Amazônia e a Princesa da Mata – Grupo de Teatral do SESI
Porto Velho – RO
Traz para cena abordagem sobre a preservação ambiental, envolvendo crianças e adultos com personagens da mitologia amazônica. Músicas inéditas compõem a dramaturgia sonora. É um convite à reflexão e a mudança.
 
20h30 – João Pé-de-Chinelo – Grupo  Manjericão
Porto Alegre – RS
O espetáculo mostra o universo de João Pé-de-Chinelo, um papeleiro que vive nas ruas, praças e parques com seu carrinho catando papelão e outros materiais recicláveis, na busca de sobrevivência e sustento da família. João é mais um trabalhador fruto do êxodo rural que procura reagir com dignidade diante das mazelas dos grandes centros urbanos. O personagem apresenta sua casa e família ao público, narra histórias e aventuras vividas e sonha com dias melhores.
 
21h30 – TEKOHA – Ritual de vida e morte do Deus pequeno – Teatro Imaginário Maracangalha
Campo Grande – MS
O espetáculo Narra a trajetória do líder indígena Guarani Marçal de Souza e sua resistência histórica na luta pela terra e direitos dos povos indígenas. “TEKOHA” refere-se à terra tradicional, ao espaço de pertencimento da cultura Guarani. É no TEKOHA que os Guaranis vivem o seu modo de ser.
 
 
Programação – II Seminário Amazônico de Teatro de Rua – Discutindo o teatro, o público e a cidade.
 
Roda 2 – Artes Públicas
Dia 24/07, das 15 às 17h
Mediador: Amir Haddad – RJ
 
 

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Mais vale um byte ou um por do sol ?

Por Beto Bertagna

Sinta mais o mundo ! E leia menos !  Ou melhor,  qualifique sua informação.

É muita porcaria , é muita coisa mal escrita, mal articulada, que não vai lhe servir prá nada ! Falta conteúdo, falta vivência e às vezes um pouquinho de educação.  Ética é uma palavra distante congelada dentro de um iceberg.

Faça um teste com um saite destes de fofocas políticas, esprema bastante e veja o que sobra de realmente relevante. Te aconselho, irmão, a lavar as mãos com creolina, no caso despoluir os olhos,coração e mente com 1/2 hora de um belo por do sol ou com a lua que insiste no meio das nuvens.

Até este bravo blog se vc achar que não lhe traz nada, nenhuma emoção mais recôndita, nenhuma informação importante, mande-o para as calendas do inferno, faça-o queimar na mármore fervente do belzebu.

É uma profusão de endereços virtuais, senhas, perfis, links, informações digitais de qualidade, outras tão idiotas parecendo escritas por quem acabou de sair do Mobral ( quá…. esta é antiga !).

O You Tube, o Orkut, o Facebook e o Twitter talvez não passem de modismos efêmeros, como tantos outros já houveram e haverão. ( Lembrei disto, há pouco, do modismo do rádio-amador Faixa Cidadão, o famoso PX da década de 80, talvez o nosso Twitter de hoje.)

Todo mundo perde tempo e , muitas vezes, fica com a cabeça embaralhada com o excesso de informação, perde o foco no trabalho, perde o foco no carinho, perde o foco na paixão, no amor, na família…

Não quer ficar de fora dos bate-papos virtuais mas mal cumprimenta a mulher quando chega em casa, isto se ainda tem mulher, se os filhos não embarcaram no mesmo delírio da loucura cotidiana.

Fazer um site é relativamente simples. Todo jornal  está direcionado para algum grupo político. Isto é normal, os grandes grupos editoriais explicitam sua posição em longos editoriais e os seguem quem quiser.  E no leque multifacetado do arco-íris midiático infelizmente também existe a cor marrom. Nesta coloração que lembra outras coisas, o $ite fala bem, ou então o $ite fala mal e isto pode mudar em questão de horas, quase sempre o tempo que demora a compensação bancária ou o depósito on-line.

Por isto, crie a sua meta , não seja refém dos outros e questione sempre as entrelinhas, ou até mesmo a veracidade das notícias. Em Rondônia temos excelentes profissionais, ótimos jornalistas que já labutaram  nos grandes jornais de SP, RJ, PR, RS e que se equiparam aos melhores do país. O problema é que a cultura digital tá virando um delicioso inferno, com mil fóruns, workshops, zilhões de blogs, redes sociais que parecem reunião de diretoria das empresas, onde vale mais fazer uma participação inteligente prá marcar o seu espaço como um cachorro mija no pneu ou no poste.

Sinceramente, blogueiros, tuiteiros, orkutzeiros ou o raio que o parta, acho que ainda  mais vale a boa idéia na cabeça e isto é uma coisa cada vez mais rara.

E se não for cineasta e não tiver a câmera na mão, como diria Glauber, vá olhar o por do sol do rio Madeira com olhos infantis ao lado da pessoa amada. Ou o Guaporé, o Mamoré, ou qualquer igarapé…

Só não sugiro jogar os notebooks, netbooks, laptops, Iphones e o escambau ( cheio de baterias de litio e niquel-cadmio, venenosas) no leito do rio prá não poluir ainda mais o nosso frágil ecossistema que ainda vai nos cobrar todas as nossas irresponsabilidades reais e virtuais.

Amemos, meninos e meninas, amemos o por do sol que ainda nos resta e nos recarrega as baterias mais do que qualquer tuitada propositalmente espirituosa…

Prefiro ainda um por do sol tímido e autêntico, recheado de nuvens insistentes e teimosas que deram prá infestar o céu de Rondônia  do que uma centena de bytes frios e teclados quase sempre por um aspirante a robô, escondido atrás de um monitor e se achando o dono da última Coca-Cola do deserto !

Quáááá !  Tenho dito !

(Crônica escrita num velho guardanapo,  por este modesto aspirante a blogueiro na Casa da Moeda, na Rua da Moeda no Recife/PE, escutando frevo autêntico tocado por uma orquestra de metais  e degustando uma , pasmem, “Norteña” uruguaia de litro, logo depois de ter dado um abraço caloroso no grande escritor Alberto Lins Caldas e conhecido a Cyane.  Isto que é globalização, cáspite ! E chega porque é a hora do galo.

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Túnel do Tempo : BR 429

Cena rural na BR 429, entre Seringueiras e São Francisco do Guaporé, Rondônia

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Fratres in Unum.com

Membro do Parlamento israelense rasga Bíblia e joga livro no lixo

Para Michael Ben-Ari, o presente seria ‘uma provocação da Igreja’

O Globo | JERUSALÉM — Ao receber uma Bíblia de presente, o membro do Parlamento israelense Michael Ben-Ari (da União Nacional) rasgou o Novo Testamento em pedaços e, em seguida, jogou o livro católico no lixo. De acordo com o site israelense NRG, os exemplares foram distribuídos aos 120 membros da Knesset por Victor Kalish, diretor-executivo de uma editora cristã especializada na distribuição de textos religiosos em Israel.

Kalish enviou as Bíblias juntamente com uma carta explicando que se tratava de uma nova edição com 90 mil referências. “Este é um precioso fruto da cooperação entre as Sagradas Escrituras e entre os crentes ao redor do mundo, que lança luz sobre o Antigo Testamento e ajuda a compreendê-lo”.

A reação causou alvoroço. De acordo com o site, Ben-Ari teria…

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inarrável

Teve duas pessoas que me ensinaram muito quando trabalhei como repórter de polícia e cidades, anos atrás, no Agora SP.  Um foi o repórter fotográfico José Patrício, que me acompanhava madrugadas afora em delegacias e locais de homicídio. Com Patrício, puta velha do jornalismo, aprendi algo sobre as manhas da reportagem de rua: como falar com as pessoas, saber entrar e sair de um lugar, ter olhar para o que é válido numa notícia. O outro cara foi o André Caramante, que, como eu, era repórter. Ele me ensinou que jornalista pode fazer a coisa certa.

Quando alguém começa uma jornada profissional, logo aprende (ou se deixa convencer de) que as coisas não são em preto e branco. Que é preciso conviver com o cinza. Que não dá para levar as coisas a ferro e fogo. No jornalismo policial, esse aprendizado pode significar compactuar com uma porção de…

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Faroeste urbano

Por Marli Gonçalves

Desvia! Olha para o lado! Para! Mãos para cima! Documentos! Cuidado com o portão! Passa tudo para cá!Olha a liquidação! O cara vai cair do andaime! Pápápá! Ratatá! Olha o buraco! Roubaram a tampa do bueiro! Boom! Eu disse para passar tudo-para-cá! Poin! Bibibibibibibi! Pare, olhe, compre! Oferta, somente hoje! Daqui a pouco teremos até duelos pelas ruas, porque gente sendo jogada na calçada por seguranças, para fora do saloon, isso já temos… Tente sair de casa e voltar, sem se aborrecer.

Nasci em plena área urbana, das mais movimentadas da Capital; pouco conheço da tranquila e bucólica vida fora disso e o que sei é meio fantasioso já que até explosão de caixas eletrônicos já chegou onde antes só havia o footing, o tédio e o coreto da praça. Também não dá para dizer que o problema – pelo menos esse – é nacional, já que o mundo todo está em pé de guerra, e a barbárie espalhada. Mas se não fizermos algo na linha do agir localmente, e logo, sei não.

As cidades parecem aqueles jogos de minas terrestres. Pisou em uma, Boom! Você não sabe se vai ou se fica. Se usa um vestidinho ou um colete à prova de bala. Se põe capacete ou chapéu. Se leva a bolsa ou um porrete. Se põe perfume ou joga spray de pimenta. E – cuidado! – se for usar o celular. Essa semana a polícia matou um à queima-roupa porque confundiu um celular (descarregado, não dava nem para fritar pipoca) com arma, e “porque ele estava com um negócio preto na mão”… Meninas, cuidado. Inclusive dentro do carro.

De forma geral, ninguém mais fala bom dia, obrigada, dá licença, olha na sua cara direito, responde de bom grado alguma pergunta. Se gentileza gera gentileza, imagine o que é capaz de nascer de um estado de espírito de confronto, inclusive de classes, que vem sendo proposto e incentivado nas nossas fuças. Está todo mundo devendo na praça, ou querendo comprar e não pode. Mas as ofertas chovem, e as necessidades também.

O trabalho anda escasso, periclitante, e quem tem, tem medo. A gente não quer ver bandido, mas se vê polícia sente pavor. Não sabemos mais o que é de verdade e que não é. Roubam-nos, de perto, de longe. Vai no restaurante, bar, padaria e pode ser arrastado. Até quando estamos em casa entram em nossos computadores e nos lesam. Bancos nos arrancam centavos, e somam bolinhas nos juros, e as companhias que nos servem os essenciais são essencialmente é muito descaradas. Quem mais se lembra dos meninos de rua que arrancavam cordões de ouro? Quem mais se lembra dos trombadinhas?

Como dizia, difícil é sair e voltar para casa no fim do dia sem ter tido pelo menos um aborrecimento, seja de carro, a pé, no metrô, trem ou avião. Ou no elevador, mesmo. Pisou no cocô. Ou no chiclete. Deu uma topada na pedra solta. O carro passou e jogou água do meio-fio. Torceu o pé no buraco. Foi atravessar e veio uma bicicleta na contramão ou aquele apressado do farol amarelo. Ficou esperando e o sinal de pedestre, aquele que você aperta o botãozinho várias vezes, não ficou verde. Ou ficou, por segundos. Corra, pessoa, corra! O guarda? Está lá anotando a placa de alguém, mas não daquele que quase te atropelou – ele prefere coisas menos, digamos, trabalhosas, tipo cinco minutos a mais da Zona Azul.

Fura fila. O portão da garagem abre ao contrário, na sua cabeça. Olha o cara varrendo o chão – e os seus pés – com água, com mangueira. O táxi passou. Vazio, mas não parou. Não, não mude de faixa senão os motoqueiros malucos podem promover um linchamento. Inferno esse bibibibi deles cortando as faixas. Já não bastassem os carros dos funkeiros que fazem questão que você os ouça, agora candidatos distribuem alto-falantes gritando seus nomes.

O cara está socando a mochila em você, aquele ser. Como tão bem lembrou Ruy Castro outro dia, todo mundo com mochila nas costas, e como elas fedem! Morrinha. Cheiro de chulé. Tenta passar pela direita, pela esquerda… Tem quem acredita que comprou a rua. Cuidado com o cachorro solto, que o dono pensa que não morde, e sempre pode ter uma primeira vez. O arremesso de bituca acesa não é mais só de cima. Mais comum ainda agora que todo mundo fuma nas portas ela atingir sua perna.

Segura sua onda. Calma. Quem te aporrinha pode ser da minoria, qualquer uma, que essa hora aparece para justificar, como se velhinhos, mulheres, crianças, pobres fossem imediatamente inocentes, anjos celestiais.

A vendedora trata com desdém quem entra na liquidação – a verdadeira queima, fogueira, que está havendo, para onde se olha, para ver se o dinheiro circula nas veias do país, que ora vai bem, ora se afoga na marolinha. E leva o dicionário! Sale, Off, winter off. Até 70%! Quando é que a gente vai entender que, se dá para dar desconto de 70%, a exploração era braba, e o melhor mesmo é esperar que eles nos atraiam com as plaquinhas.

Não ser enganado, não ser morto, não matar. Não cair, não dar uns petelecos por aí.

Não saia sem fazer o sinal da cruz, sem orar por São Jorge guerreiro. Não viva sem pensar que temos de mudar, em busca da civilização, e que isso pode levar gerações.

São Paulo, obstáculos olímpicos, 2012Marli Gonçalves é jornalista– Criada em megalópoles conurbadas, conturbadas e estressantes. 

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Caminheiros

O blog começa assim.

Um dia, moraremos em uma casa sobre um caminhão e o mundo será nosso quintal. Enquanto o estamos construindo, precisaremos da ajuda de vocês, em forma de sugestões e informações. Em troca, convidamos vocês a caminharem conosco em nossos relatos de viagens, passeios e nas imagens que fizemos. Senhores passageiros, bem-vindos a bordo!”

Os comandantes,Pasin e Rúbia Luz, estão pilotando um sonho que é , talvez, o de todos nós, criaturas livres deste planeta.

Vale a pena conferir a história, recheada por fotos belíssimas dos dois.

É como eles mesmo colocam no blog : “Quando uma criatura humana desperta para um grande sonho e sobre ele lança toda a força de sua alma, todo o universo conspira a seu favor.”

O endereço do blog é http://caminheiros-ro.blogspot.com.br .

Avante, caminheiros !

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