Arquivo do dia: 27/06/2012

blog da Revista Espaço Acadêmico

ZULEIKA DE PAULA BUENO*

Quando se fala em cinema, muitas vezes se considera como relevante apenas o caráter imagético dos filmes. Talvez resquícios das primeiras teorias do cinema, que o consideravam como uma arte iminentemente visual. Não foram poucos aqueles que recusaram a incorporação tecnológica do som à chamada sétima arte. No Brasil, os intelectuais do Chaplin Club, um dos primeiros movimentos organizados de cinefilia que se tem notícia por aqui, consideraram o cinema falado uma aberração. E por falar em Chaplin, o próprio foi um dos principais defensores do cinema silencioso em oposição à decadência do sonoro. Ou como cantava Noel Rosa há quase um século: “o cinema falado é o grande culpado da transformação…”

Teorias, paixões e oposições à parte, o fato é que a parceria entre música e cinema já fazia sucesso muito antes da tecnologia de incorporação da banda sonora no fotograma se consolidar…

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Atendendo a pedidos, resolvemos liberar o PDF completo do livro. Leia agora:

Psicodelia brasileira: um mergulho na geração bendita

São mais de 200 páginas de relatos, fotos, recortes e letras de músicas dos artistas que compuseram a tal cena psicodélica brasileira dos anos 60 em diante.

Apuramos e escrevemos este livro em 2007, como nosso trabalho de conclusão de curso na Faculdade Cásper Líbero. Foram mais de 60 entrevistas feitas em vários estados do país e de todas as maneiras possíveis. São dezenas e dezenas de fotos, recortes e depoimentos de pessoas que acreditaram no nosso trabalho.

O TCC foi aprovado com nota 10 pela banca avaliadora. Imprimimos pouquíssimas cópias do livro e pensamos muito (quase cinco anos) antes de disponibilizá-lo na web porque ele foi, afinal, apenas um trabalho acadêmico.

Mas, mesmo depois de todo esse tempo, ainda recebemos semanalmente pedidos de acesso à obra. Costumamos responder caso a…

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AnsiaMente

 

Por Carmen Guerreiro

 

É literalmente muito irritante como a palavra literalmente é comumente empregada no dia a dia, literalmente muitas vezes.

Se você é uma das pessoas que usam literalmente como sinônimo de “realmente”, de “muito”, de “mesmo”, de tudo o que é intenso e enfático, esse post é para você. E se você é um dos que está literalmente de saco cheio disso, esse post é para você saber que não está sozinho. Literalmente!

Ironias à parte, vamos espalhar a mensagem por aí, porque parece que não está sendo espalhada o suficiente:  literalmente é aquilo que diz respeito ao sentido literal, denotativo de uma palavra. E não o sentido figurado. Por isso, estar “literalmente de saco cheio” está mais próximo de ter uma hidrocele testicular do que de estar muito irritado.

O colega de trabalho Felipe Lobo criou um tumblr genial que reúne exemplos de como o…

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Gente que encontrei por aí… Renato Pitanga

Ele é um cara da pesada. Um virginiano que faz produção, escreve, é bom câmera e ainda é um puta locutor. Ultimamente dedicado à sua rádio Encanto do Rio FM, em Benjamin Constant, quase fronteira com Peru e Colômbia, pertinho de Tabatinga,  Renato Pitanga briga por suas convicções e opiniões fortes. O conheci em Porto Velho, quando dividimos várias produções, seja editando ou dirigindo algum documentário. Não tive o privilégio, no entanto, de fazer junto alguma campanha política, talvez sua especialidade, num tempo em que eu ainda fazia estas coisas. Pitanga, de dia produzia comerciais nas máquinas JVC de fita magnética da TV Allamanda e depois, com sua voz aveludada, embalava as noites da 94 FM, à base das cartucheiras, afinal não existia mp3 e suas facilidades(e bizarrices) do mundo moderno. Implantou uma nova filosofia na radiodifusão amazônica da época com um senso agudo de ética, que sempre é um artigo raro no jornalismo ensinado nestas faculdades toscas da vida. Nos encontramos vez que outra, coisa de 5 ,6 anos e sempre borbulha papos sobre nossos novos mirabolantes projetos, desfiados entre uma Original e outra junto com  as lembranças de um passado recente (década de 90), uma época feliz em Rondônia, de desafios e conquistas. E nos regozijamos por nunca perdermos de foco nossos ideais.

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