Arquivo do dia: 26/06/2012

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Para-choque de blog

” É estupidez esperar por resultados diferentes repetindo os mesmos hábitos todos os dias.”

O comentário da Norma : “Que boa lembrança o resgate dessa frase, Beto. Obrigada!

Ela virou – mexeu é atribuída a Jung e a outros. (alguns a consideram matéria do campo da psiquiatria; deve ser o termo “insanidade’ – Pisc*)

Ela é do Albert Einstein que disse ‘coisas’ – fora de sua área – geniais e desconcentantes ( tiéte? eu? – rs.). tipo:

Não há nada que seja maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes. (a da versão do Post)

Queridas crianças. Nós não devemos perguntar “o que é um animal?”, mas sim, “que coisa chamamos de animal?” Bem, chamamos de animal quando essa coisa tem certas características: alimenta-se, descende de pais semelhantes a ela, cresce sozinha e morre quando seu tempo se esgotou. É por isso que chamamos a minhoca, a galinha, o cachorro e o macaco de animais. E nós, humanos? Pensem nisso da maneira que eu propus anteriormente e então decidam por vocês mesmas se é uma coisa natural nós nos considerarmos animais.

Se as pessoas são boas só por temerem o castigo e almejarem uma recompensa, então realmente somos um grupo muito desprezível.

Não consigo conceber um Deus pessoal que influa diretamente sobre as ações dos indivíduos, ou que julgue diretamente criaturas por Ele criadas. Não posso fazer isto, apesar do fato de que a causalidade
mecanicista foi, até certo ponto, posta em dúvida pela ciência moderna. Minha religiosidade consiste em uma humilde admiração pelo espírito infinitamente superior que se revela no pouco que nós, com nossa fraca e transitória compreensão, podemos entender da realidade. A moral é da maior importância para nós, porém, não para Deus. [Sim, porque a moral é humana. O que é cósmico, eterno e imutável é a Ética.]

Não sei por que todos me adoram se ninguém entende minhas idéias.”

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As leis

Blog da Boitempo

Por Vladimir Safatle.*

Egito e Paraguai não têm muita coisa em comum, a não ser a fragilidade de suas democracias. Eis países que gostariam de se ver caminhando em direção à consolidação democrática, mas que descobrem como tal caminho pode ser atrapalhado, vejam só, pelas leis.

Certamente, uma afirmação dessa natureza será rapidamente contraposta pelos ditos defensores do Estado democrático de Direito.

Na verdade, tais defensores querem nos fazer acreditar que as leis que temos devem sempre ser respeitadas, sob o risco de entrarmos em situações de puro arbítrio nas quais o mais forte impõe sua vontade. Eles esquecem como, muitas vezes, criamos leis que visam permitir que grupos interfiram e fragilizem os processos democráticos. Ou seja, leis que são, na verdade, a mera expressão da vontade dos grupos sociais mais fortes.

Isso explica porque a democracia, muitas vezes, avança por meio da quebra das leis. Ela reconhece que ações…

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Túnel do Tempo : Balsa em Abunã/RO na década de 70

foto: IBGE dig

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Desenhando interações gestuais sem toque

Tá entendendo ou quer que desenhe ?

Arquitetura de Informação

Esse é para quem também está estudando interfaces controladas por movimentos do corpo (leia-se “Kinect e suas variantes”).

Quando as interfaces touch começaram a se popularizar nos smartphones, bibliotecas foram criadas para ajudar os Designers de Interação no processo de desenho dessas interfaces.

O mesmo vem acontecendo com as interações gestuais sem toque, ou “touch-free gestures“:

É claro que isso é só um aperitivo. Aqui neste artigo da UXmag tem mais uma porção de gestos diferentes.

O que torna as coisas um pouco mais complicadas para o Designer de Interação (e simples para as pessoas) é que elas podem combinar os gestos das mãos com breves instruções em voz. A “conversa” com a interface fica muito mais natural. Mas isso também faz com que o Designer precise prever muitos novos cenários em cada uma das telas.

O interessante é que a partir do momento em que as…

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Nesta terça tem filme sobre os povos Baniwa e Coripaco no 3º CurtAmazônia

A programação desta terça à noite, 26 de junho no 3º Curta Amazônia traz um filme convidado que retrata a luta e resistência de duas tribos no Amazonas. Imperdível, porque retrata pontos importantes na política públicas de resistência dos povos indígenas em relação as políticas adotadas pelo homem branco. No documentário “HIANHEKHETTI  Sabedoria Baniwa” com tempo de 21 min e finalizado em 2011, foi realizado em Tunuí Cachoeira, rio Içana, lideranças indígenas avaliam 20 anos de luta dos povos Baniwa e Coripaco. O que conquistaram e as mudanças que ocorreram na sua cultura. O momento atual exige reflexão para a retomada do movimento indígena rionegrino. Em março de 2011 a Assembléia Geral Baniwa e Coripaco debate as políticas públicas para a saúde e a  educação e  projetam uma nova estratégia política para o futuro do movimento.

“Vejo a importância deste vídeo tanto para quem não é indígena, para indígenas e principalmente para nós Baniwa e Coripaco. Fico feliz por esse registro tão importante para o momento da nossa história no Brasil. Vamos continuar lutando!!!” diz André Fernando Baniwa.

Com direção, roteiro e produção de Stella Oswaldo Cruz Penido, fotografia e som de Pauliran Freitas, montagem  de Alexandra Carias, trilha sonora original flautas Baniwa, apoio de Videosaude –  ICICT – Fiocruz, CABC – Coordenação de Associações Baniwa e Coripaco, o filme é uma realização da Casa de Oswaldo Cruz – Fiocruz.

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