Arquivo do dia: 25/06/2012

Fim de uma espécie : Morre "Solitário George", a última tartaruga gigante de Galápagos

Foto: GNP Direction / AP Photo

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O Solitário George, a última tartaruga gigante de sua espécie que habitava as ilhas Galápagos, morreu neste domingo(24) sem que se conseguisse a sua reprodução.  O único sobrevivente da espécie “Geochelone Abigdoni” tinha  mais de cem anos e foi encontrado sem vida no centro de criação de tartarugas terrestres da ilha Santa Cruz. O Parque Nacional Galápagos informou que fará um seminário internacional no próximo mês, em “homenagem” ao Solitário George. Na pauta, estratégias de manejo das populações de tartarugas ameaçadas de extinção.

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Fim de uma espécie : Morre “Solitário George”, a última tartaruga gigante de Galápagos

Foto: GNP Direction / AP Photo

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O Solitário George, a última tartaruga gigante de sua espécie que habitava as ilhas Galápagos, morreu neste domingo(24) sem que se conseguisse a sua reprodução.  O único sobrevivente da espécie “Geochelone Abigdoni” tinha  mais de cem anos e foi encontrado sem vida no centro de criação de tartarugas terrestres da ilha Santa Cruz. O Parque Nacional Galápagos informou que fará um seminário internacional no próximo mês, em “homenagem” ao Solitário George. Na pauta, estratégias de manejo das populações de tartarugas ameaçadas de extinção.

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bhumanas

Domingo de manhã, programação restritíssima na televisão: na tv a cabo, Polishop e suas escadas e máquinas de suco sem as quais não poderíamos viver; na tv aberta, leilão de boi, programa rural, telecurso e pastores evangélicos. Decido dar uma chance ao pastor. Ele está ao lado de estadunidense que segura uma Bíblia e discursa, ao que um intérprete traduz seu inglês para os telespectadores. O homem fala de maneira bastante veemente a respeito de uma tal “unção financeira” (pois é, que diabo é isso?) que virá, segundo ele, bem a calhar num contexto de crise econômica internacional. A aclamada unção impediria o desemprego dos ungidos, proporcionaria prosperidade em empreitadas de risco e, talvez com um pouco de adubo, faria crescer dinheiro em pé de goiaba.
Maaaaaas Deus é um sujeito ocupado, não tem como ungir a todos e, portanto, deve haver um critério de seleção dos ungidos. Eu espero…

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Todo o apoio ao Paraguai neste momento glorioso

Por 

Alvíssaras Mestre Harí e nobres confrades deste virtuosíssimo tabernáculo cibernético. Até que enfim São Serapião e o Beato Pinochet  compadeceram-se de nosso suplicio, após infindáveis noites de cilício, constritor escrotal e súplicas nossas preces foram atendidas.

Más isso não ocorreu neste imenso bananal chamado Estados Unidos do Brazil, e sim na nossa amada pátria irmã Dos Estados Unidos del Paraguay, onde uma vibrante democracia ressurgiu após anos de dominação comunista.

Enfim, nossos nobres confrade do País vizinho resolveram apear do poder um caudílho que escondia sob sua batina um mal encarnado e enervado, com o qual fustigava as donzelas daquela pátria gentil. A razão triunfou, e a multidão extasiada foi as ruas comemorar a revolução. Continue Lendo via Prof. Hariovaldo

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Para-choque de blog

“Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos”

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Diz a lenda – O próximo inverno

Por Beto Ramos, texto e foto

Os beradeiros descem as águas do rio, armados com a força e a pureza da floresta.

Canoas sem remos enfrentando corredeiras.

Sacos de farinha, macaxeira, lamparinas…

Águas barrentas não poderiam lhes segurar.

Choram curumins no barranco do rio, que vai se desfazendo como lágrimas.

Cuiantã que já cantou o açaí, agora possui o medo de nadar na correnteza sem amanhã.

Fortes banzeiros.

Os botos mergulham para o esquecimento.

A canoa vai naufragar.

O que fazer?

Diante do progresso, são náufragos.

Lutam desigualmente.

Alguns desejam uma paisagem cheia de negócios.

Não poderia ser assim.

A curva do rio tornou-se fria e sem a beleza de ontem.

O que existe são investimentos.

Criam paliçadas.

Barracos com mantas térmicas, onde habita a nossa incompreensão.

Alguém que entoava cânticos observa seus medonhos medos.

Chora diante da gigante parede de concreto formada pelos desafios do progresso.

Progresso que chegou sem nenhuma gratidão aos que sabem realmente da terra e do rio.

Eles sentem medo do próximo inverno.

Diz a lenda

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