Arquivo do dia: 20/06/2012

Caixa eletrônico resistente à dinamite

As empresas Diebold e a TecBan, administradora da rede Banco24Horas, apresentaram o ATM Seguro, um projeto de terminal eletrônico que custou US$ 1 milhão, e  em que a caixa onde fica o dinheiro não é destruída por explosões. Além disso, as notas são manchadas com uma  tinta que  não sai nem com água nem com solventes. Em um caixa tradicional, a porta do terminal sempre é a primeira a explodir e os ladrões conseguem acesso ao cofre onde está o dinheiro. Agora, as ondas são direcionadas para o topo do terminal. O cofre onde fica o dinheiro também é resistente a outras técnicas usadas pelos bandidos, como maçaricos e furadeiras. Para se ter uma idéia do tamanho do problema, o Brasil inteiro tem 180 mil caixas eletrônicos. Outro abacaxi a ser descascado  é que a tendência será a migração do crime para ações de outra natureza.

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Caixa eletrônico resistente à dinamite

As empresas Diebold e a TecBan, administradora da rede Banco24Horas, apresentaram o ATM Seguro, um projeto de terminal eletrônico que custou US$ 1 milhão, e  em que a caixa onde fica o dinheiro não é destruída por explosões. Além disso, as notas são manchadas com uma  tinta que  não sai nem com água nem com solventes. Em um caixa tradicional, a porta do terminal sempre é a primeira a explodir e os ladrões conseguem acesso ao cofre onde está o dinheiro. Agora, as ondas são direcionadas para o topo do terminal. O cofre onde fica o dinheiro também é resistente a outras técnicas usadas pelos bandidos, como maçaricos e furadeiras. Para se ter uma idéia do tamanho do problema, o Brasil inteiro tem 180 mil caixas eletrônicos. Outro abacaxi a ser descascado  é que a tendência será a migração do crime para ações de outra natureza.

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“… Mentira como terra!!!"

Por David Nogueira

Tem um adágio popular português que diz o seguinte: “Em época de guerra, mentira como terra”!! Sem muita reflexão, o dito parece bem apropriado para o momento político pelo qual estamos passando. São tantas as bravatas, ratadas, blefadas, fanfarrices, gabolices e estultices envolvendo o destino político de tantos incautos, cujo resultado, com certeza, tende a ser algo bem diferente do que no momento é apregoado. Haja paciência!!!

– Os fatos

Esta será uma campanha atípica. Vários candidatos majoritários, repetindo discursos manjados, semeiam sonhos e promessas como se semeia trigo em campo estéril. Jogam-se sementes em todas as direções na esperança de ver alguma germinar aqui ou ali. As negociações republicanas e nada republicanas caminham lado a lado nesse intrincado jogo pré-registro de chapa… é sempre assim. Há leilões absurdos e nativos vendendo um, dois, três ou quatro partidos de uma só vez… promoção de comercialização por atacado… uma recorrente tragédia para o processo.

– Nesse filme, existem mocinhos

Mas também há o pessoal sério que busca alternativas toleráveis nesse mangue institucionalizado. É esse o povo que definirá, de fato, os caminhos políticos das principais cidades. Quanto aos demais, serão a parte contaminada do processo político a ser extirpada e pulverizada com o andar da democracia. Estamos não muito perto de emplacar uma necessária reforma política, cuja amplitude, dentro do Congresso conservador que possuímos, ainda será bem limitada. Não obstante, será um começo importantíssimo na moralização da vida organizativa de nossos travessos meninos. Entretanto, ainda é um processo em lento curso.

 Quem fala no ouvido do rei?

Porto Velho, no frigir dos ovos, por exemplo, terá mais de cinco ou seis candidatos? Grupos econômicos fortes vão se aproximar de nomes pouco confiáveis de forma bem cautelosa. Há muita prudência no ar. Todos avaliam a chegada de dias complicados pela frente com o desaquecimento das grandes obras. Caso queiramos a continuação do virtuoso momento vivido por nós, a próxima gestão política precisará ter parcerias fortes, credibilidade reconhecida, influência comprovada, conhecimento e capacidade aglutinadora suficientemente robusta para fazer germinar a esperança de empresários e de cidadãos comuns de nossa “urbe”!

– Como a “mulher” Dilma vê a Amazônia?

Visto por esse ângulo, os nomes em discussão são poucos e de empolgação limitadíssima. Mas esse nome existe e parece consistente. Hoje (e no futuro), dependemos muito da interface privilegiada como o Governo Federal na complicadíssima disputa por recursos do Orçamento da União. São mais de 5,6 mil municípios gritando por “dindim”. Como fazer valer nossa voz em detrimento do restante do coro pedinte? A palavra chave sempre será “interlocução”. Nesse jogo, a história já comprovou o óbvio. Aquilo de maior valia, não é o que se pede, quanto se pede ou como se pede, mas sim “quem” pede!
Havendo juízo dos mais responsáveis, aventureiros não lograrão sucesso. Convenhamos, nossa capital não é mais um boteco de esquina nos cafundós da Amazônia! Olhando assim, acho que teremos esperança e salvação!

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“… Mentira como terra!!!”

Por David Nogueira

Tem um adágio popular português que diz o seguinte: “Em época de guerra, mentira como terra”!! Sem muita reflexão, o dito parece bem apropriado para o momento político pelo qual estamos passando. São tantas as bravatas, ratadas, blefadas, fanfarrices, gabolices e estultices envolvendo o destino político de tantos incautos, cujo resultado, com certeza, tende a ser algo bem diferente do que no momento é apregoado. Haja paciência!!!

– Os fatos

Esta será uma campanha atípica. Vários candidatos majoritários, repetindo discursos manjados, semeiam sonhos e promessas como se semeia trigo em campo estéril. Jogam-se sementes em todas as direções na esperança de ver alguma germinar aqui ou ali. As negociações republicanas e nada republicanas caminham lado a lado nesse intrincado jogo pré-registro de chapa… é sempre assim. Há leilões absurdos e nativos vendendo um, dois, três ou quatro partidos de uma só vez… promoção de comercialização por atacado… uma recorrente tragédia para o processo.

– Nesse filme, existem mocinhos

Mas também há o pessoal sério que busca alternativas toleráveis nesse mangue institucionalizado. É esse o povo que definirá, de fato, os caminhos políticos das principais cidades. Quanto aos demais, serão a parte contaminada do processo político a ser extirpada e pulverizada com o andar da democracia. Estamos não muito perto de emplacar uma necessária reforma política, cuja amplitude, dentro do Congresso conservador que possuímos, ainda será bem limitada. Não obstante, será um começo importantíssimo na moralização da vida organizativa de nossos travessos meninos. Entretanto, ainda é um processo em lento curso.

 Quem fala no ouvido do rei?

Porto Velho, no frigir dos ovos, por exemplo, terá mais de cinco ou seis candidatos? Grupos econômicos fortes vão se aproximar de nomes pouco confiáveis de forma bem cautelosa. Há muita prudência no ar. Todos avaliam a chegada de dias complicados pela frente com o desaquecimento das grandes obras. Caso queiramos a continuação do virtuoso momento vivido por nós, a próxima gestão política precisará ter parcerias fortes, credibilidade reconhecida, influência comprovada, conhecimento e capacidade aglutinadora suficientemente robusta para fazer germinar a esperança de empresários e de cidadãos comuns de nossa “urbe”!

– Como a “mulher” Dilma vê a Amazônia?

Visto por esse ângulo, os nomes em discussão são poucos e de empolgação limitadíssima. Mas esse nome existe e parece consistente. Hoje (e no futuro), dependemos muito da interface privilegiada como o Governo Federal na complicadíssima disputa por recursos do Orçamento da União. São mais de 5,6 mil municípios gritando por “dindim”. Como fazer valer nossa voz em detrimento do restante do coro pedinte? A palavra chave sempre será “interlocução”. Nesse jogo, a história já comprovou o óbvio. Aquilo de maior valia, não é o que se pede, quanto se pede ou como se pede, mas sim “quem” pede!
Havendo juízo dos mais responsáveis, aventureiros não lograrão sucesso. Convenhamos, nossa capital não é mais um boteco de esquina nos cafundós da Amazônia! Olhando assim, acho que teremos esperança e salvação!

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Pratique até aprender, ok ?

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Festcineamazônia leva cinema ao Vale do Guaporé, na fronteira do Brasil com a Bolívia

A equipe de pré-produção do Festcineamazônia Itinerante 2012 já está no Vale do Guaporé fazendo a divulgação da etapa que será realizada nos meses de junho e julho, percorrendo localidades na fronteira Brasil/Bolívia. As exibições são gratuitas e tem como objetivos integrar as comunidades através do cinema e vídeo, levando em discussão a temática ambiental.

Nesta etapa, o festival levará cinema e circo para brasileiros e bolivianos que vivem nas margens dos rios Guaporé e Mamoré. A região, marcada pelo isolamento, é um paraíso ecológico que precisa ser preservado, e pode ser desenvolvido com alternativas sustentáveis.

As exibições iniciam por Guajará-Mirim (Brasil), no dia 22 de junho, na Praça dos pioneiros. Depois segue a programação: Guayaramerin-BO (23 junho), Surpresa-BR (25 junho), Forte Príncipe da Beira-BR (27 junho), Buena Vista-BO (28 junho), Quilômbo de Santo Antônio do Guaporé-BR (30 junho), Versalles-BO (1º julho), Pedras Negras-BR (2 julho), Mateguá-BO (3 julho), Porto Rolim-BR (4 julho) e Pimenteiras-BR (6 julho). Todas as exibições serão as 19 horas.

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