Arquivo do dia: 05/06/2012

Revanchismo contra banco dos bons (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

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Confrades:

Nada mais falta:  Banco Cruzeiro do Sul sofre intervenção do governo da búlgara usurpadora!
Má gestão?  Desvio de fundos? Más práticas contábeis?
NÃO!!! Nánaninanão!!!  –   RETALIAÇÃO! TARDIA, MAS CERTAMENTE RETALIAÇÃO!
O Banco Central, insuflado pelo gorduroso e colesterótico comissário  das finanças do governo ilegítimo, tardou mas não falhou. Talvez saboreando o  flavor frio da vingança, atingiu a família controladora: Índio da Costa, lembram-se?
Nada mais nada menos que a família do candidato, em 2010,  a vice do Predestinado e Sempre Preparado, o Conde da Moóca, futuro Arcebispo de Guarulhos!
Nada mais há a ser dito!!
Que Santa Rita de Cássia livre o Brazil da vermelhidão eminente.

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Meu gato Fidel mandou dizer que…

ficou muito chateado ao descobrir que o juiz Siro Darlan andou distribuindo 100 camisas do Flamengo na aldeia Yanomani, em Roraima. Não que ele seja muito preocupado com aculturações, estas coisas, afinal ele é só um felino, mas é que “tinha que ser logo a do Flamengo ?” Ele também acha que começou a baixaria da briga entre Ronaldinho e o clube, e o anúncio da descoberta de alcool em exame de sangue do jogador é só o estopim de uma longa e midiática guerra de versões.

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Jornal Tabaré

O amigo e colaborador Alexandre Kumpinski indignou-se com o texto “Marcha das Vadias: liberdade feminina ou putaria?” do Mauro Ampessan publicado no portal Facool. Resolveu, então, escrever uma carta-resposta apresentando seu ponto de vista do texto e das reivindicações da Marcha das Vadias para tentar esclarecer algumas confusões e dúvidas que surgiram após a marcha. Leia abaixo:

Ao Mauro Ampessan, autor de “Marcha das Vadias: liberdade feminina ou putaria?” (publicado no dia 29/05/2012)

Li o teu texto e fiquei muito impressionado. Tanto que não consegui deixar de vir aqui te escrever essa carta aberta pra tentar te mostrar o quanto eu acho que é pura bobagem (das vergonhosas, até) o que tu andou escrevendo sobre o assunto.

Vou ter que fazer um esquema meio perguntas e respostas aqui pra conseguir comentar tudo. Vou destacar partes do teu texto pra tecer comentários a partir deles, ok? Vejamos:

MARCHA DAS VADIAS:…

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Começou… Barack Obama detona a ciberguerra contra o Irã

 Barack Obama é o primeiro cibercomandante-chefe dos Estados Unidos. Autorizou ataques com vírus informáticos que produziram estragos físicos como se fossem armas analógicas e não digitais nas instalações nucleares de Natanz, onde o Irã enriquece urânio. O vírus Stuxnet, cuja autoria os especialistas de segurança informática atribuíam a um Estado, muito possivelmente os Estados Unidos, resultou mesmo de uma operação norte-americana, coordenada diretamente pelo Presidente, afirma um livro do jornalista do New York Times David Sanger.

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Abreu

Texto e foto de Valéria del Cueto

Não me dê mais nenhum motivo pra ir embora. Os que estão postos são mais do que suficientes. O que vou contar pra vocês hoje pode parecer ficção, mas não é. Sabe quando você sabe que tudo pode não dar certo? É hoje! Não estou sendo pessimista, ao contrário. Me orgulho de conseguir manter a mente certa, a espinha reta (haja hidroginástica) e o coração (quase) tranquilo em meio as turbulências inerentes a atual e inevitável conjunção celeste.

Tentei. E – juro – sigo insistindo por que sou uma otimista por princípio. Sexta-feira. É hoje! Não vou dizer o dia, por que não pretendo datar essa anti-saga, mas basta fazer umas continhas pra você, leitor, descobrir a data exata.

O sol brilha, o tempo está firme, não há vento… Estou no meu Leme.

Tudo que pedi a Deus, menos um pouco. A parte de me dar a graça de poder escrever a crônica semanal no meu caderninho na praia vendo a rapaziada empenhada numa partida de futebol da areia, acompanhando o chuleado das pranchas sobre as ondas de um mar quase deserto, essa não alcancei. E olha que estou seca pra chegar ao paraíso da inspiração literária, pelo menos da minha.

Passei perto, bem perto… É sério!  Ganhei, mas não levei. Igualzinho ao meu Flamengo (mais uma dica pra datar essa crônica).

Acontece que, além de sexta-feira (aquela), é também mês de abril, que chamo de “abreu”, já que é aquele em que tudo dá, mesmo o que não plantamos nem desejamos para o pior inimigo: obras, problemas, transtornos, volta à realidade e assim por diante. É como se fosse um inferno astral adiantado.

Estranho? Mas sou estranha e essa característica astrológica nesse período do ano me persegue faz é tempo. Demorei pra detectar. Quando o fiz, passei a concentrar nessa época minhas piores tarefas. Já que é pra bater de frente que seja no sentido mais amplo e irrestrito das paradas duras cotidianas inevitáveis.

E, aí, nesse contexto, vem a obra! Por ela e para ela estou imobilizada, de castigo e sem saída. Tenho que ficar de babá, vendo o pedreiro e seu ajudante passar pra lá e pra cá enquanto cultivo e alimento minha alergia a tinta, verniz, massa corrida e pó. Mas isso é depois, daqui a pouquinho!

Hoje é só a data de entrega do material. Aquele que esperei em vão durante tooooda a manhã. O que chegou justamente no minuto em que, ciente de que meu tempo para “cronicar” estava se reduzindo e era hora do almoço, resolvi botar o pé na sensacional praia acima descrita. Não repararam a perfeição dos detalhes das delícias da minha Ponta do Leme, que só vi de longe?

Não tive nem a oportunidade de estender a canga. Quando acabei de estudar a vizinhança e a maré (hoje é dia de lua minguante) pra resolver onde me instalar o celular tocou anunciando que a entrega estava chegando no apartamento…

Voltei pra casa sabendo que ali morria a chance de escrevinhar na areia. Era agora. Ou nunca poderia juntar a fome de escrever com a vontade de respirar o ar do mar com o sol batendo nas minhas costas, ouvindo o barulho do mar. O deadline me pegaria pelo pé e, falhar, jamais!

Tive que trocar o paraíso pelo princípio do purgatório que me embalará nos próximos dias. Disse purgatório e sabe o porque? Por que no inferno dá tudo errado! No purgatório parece que vai dar tudo errado, mas as coisas, vagarosamente e como um caranguejo que caminha de lado, elas vão se movendo. Como já disse, é “Abreu”! Tempo de ter paciência e agradecer quando as coisas andam. Pra qualquer lugar.

Tá bom pra você? Pois faltou um detalhe: a lua hoje míngua, como eu, para depois…

*Valéria del Cueto é jornalista, cineasta e gestora de carnaval. Esta crônica faz parte da série “Ponta do Leme” do SEM FIM http://delcueto.multiply.com

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On the road : cinema com o pé na estrada na Cinemateca Brasileira

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Pegando carona no lançamento de Na estrada, novo longa-metragem de Walter Salles, adaptado do romance do escritor Jack Kerouac, a Cinemateca apresenta neste mês um ciclo de filmes dedicado aos road movies (filmes de estrada), gênero narrativo frequentemente associado ao cinema americano e ao universo da contracultura dos anos 1960, cujo marco fundamental é Sem destino, de Dennis Hopper. Ainda que seja uma das expressões mais genuínas da cultura americana, o road movie lançou-se para outras cinematografias, servindo aos mais diferentes propósitos estéticos e narrativos. É dentro deste espírito que a Cinemateca promove a mostra ON THE ROAD, reunindo desde clássicos como o longa de Hopper até uma série de produções brasileiras recentes. Filmes de Agnès Varda, Wim Wenders, David Lynch, Jean-Luc Godard, Manoel de Oliveira, Jim Jarmusch, Pablo Trapero, entre outros, compõem a programação ao lado de vários longas nacionais dos anos 2000, captando certa predileção do cinema brasileiro atual por esta forma narrativa. Obras como Diários de motocicleta, de Walter Salles, Cinema, aspirinas e urubus, de Marcelo Gomes,Viajo porque preciso, volto porque te amo, de Karim Aïnouz e Marcelo Gomes, Árido movie, de Lírio Ferreira, Estrada para Ythaca, de Guto Parente, Luiz Pretti, Pedro Diogenes, Ricardo Pretti, A última estrada da praia, de Fabiano de Souza, A fuga da Mulher Gorila, de Felipe Bragança e Marina Meliande, e Além da estrada, de Charly Braun, se apropriam do gênero de forma original, e dentro dos mais diferentes objetivos artísticos. A seleção de filmes brasileiros completa-se com os clássicos Iracema – uma transa amazônica, de Jorge Bodanzky e Orlando Senna, e Bye bye Brasil, de Carlos Diegues, e ainda inclui o raro O mentiroso, paródia ao gênero dirigida por Werner Schünemann no final dos anos 1980. Além da programação de longas, a Cinemateca também abre espaço para o curta-metragem. O projeto CURTA CINEMATECA exibe durante todo o mês curtas brasileiros inspirados pelos road movies.

CINEMATECA BRASILEIRA , Largo Senador Raul Cardoso, 207 próxima ao Metrô Vila Mariana Outras informações: (11) 3512-6111 (ramal 215) www.cinemateca.gov.br Ingressos: R$ 8,00 (inteira) / R$ 4,00 (meia-entrada) Maiores de 60 anos e estudantes do Ensino Fundamental e Médio de escolas públicas têm direito à entrada gratuita mediante a apresentação de documento.

Veja aqui em PDF a PROGRAMAÇÃO COMPLETA da Mostra On the Road

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Para-choque de blog

“As fronteiras da minha linguagem são as fronteiras do meu universo.” Ludwig Wittgenstein

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