Arquivo do dia: 02/06/2012

blog da Revista Espaço Acadêmico

por ALEXANDRE NODARI [1], EDUARDO STERZI [2], EDUARDO VIVEIROS DE CASTRO [3], IDELBER AVELAR [4], PABLO ORTELLADO [5], RICARDO LÍSIAS [6] e VERONICA STIGGER [7]

A liberdade de expressão moderna é indissociável da invenção da imprensa, ou seja, da possibilidade de reproduzir mecanicamente discursos e imagens, fazendo-os circular e durar para além daquele que os concebeu. A própria formação da esfera pública, bem como do ambiente de debate científico e universitário, está umbilicalmente conectada à generalização do acesso aos bens culturais. Sem a disseminação da diversidade e do confronto de opiniões e de teorias, a liberdade de expressão perde seu sopro vital e se torna mero diálogo de surdos, quando não monólogo dos poderosos.

A internet eleva ao máximo o potencial democrático da circulação do pensamento. E coloca, no centro do debate contemporâneo, o conflito entre uma visão formal-patrimonialista e outra material-comunitária da liberdade de…

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Cariocas são modernos

Por Norma de Andrade Cardoso

Eu desconhecia essa operação de guerra mineira de ir à Praia (meus amigos mineiros já se aclimataram – rs) e também pensava que os mineiros preferiam as praias do Espírito Santo. Enfim, se ajudar um ‘protocolo’, que os minhocas da terra (eu, inclusive, que sou da ‘gema’), meio que rola: 1) Só carioca toma mate com limão sem se preocupar de onde vem a água, inclusive as crianças; 2) Depois do mergulho: é de lei ficar em pé na beira da água para secar. Como se estivesse num coquetel; 3) Bater palmas para o por-do-sol virou coisa de gringo. (agora que todos fazem…perdeu o charme); 4) Cariocas não sacodem areia no meio das pessoas, não pisam na areia de chinelo e sempre levam a “bike” no ombro para tê-la por perto; 5) Carioca não dá bola para famoso. Finge que não vê; 6) Carioca não usa sunga fininha. Só turista européu; 7) Carioca amarra canga nas cadeiras alugadas. Não se senta no suor alheio. Por falar nisso, cangas são para deitar e vão nas sacolas e não enroladas nelas (pessoas). E tiram a roupa de pé antes de sentar. 8) Camarão só nas empadas. Cariocas tem fornecedores certos dos refri e das cervas e… acertam depois. As barracas são pontos de referência para encontros, assim como os quiosques; 9) Cariocas sempre pedem para o “vizinhos” dar uma olhadinha nas suas coisas quando vão mergulhar. 10) Quem surfa vai descalço. Para os demais sandálias de borracha. Saltos nem pensar! E nada de ficar de biquine no calcadão. Biquine só na areia. Ao contrário de quem não é do Rio, a carioca sabe separar o que é balneário e o que é cidade.

NR : Dona Norma, não resisti e tomei a liberdade. Fique bem !

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Achei muito divertida essa instalação do artista Gilles Barbier, ele retratou os pensamentos de um bêbado mal humorado. O que mais gostei é o fato de ter me lembrado muito desenho animado, com esse espiral de pensamentos com nuvens, bombas, corvos estrelas e etc. A instalação chama L’ivrogne, que significa “O Bêbado”, hehehe, adorei!!

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Felipe Colbert lança thriller policial "Ponto Cego"

Um acidente de carro que transforma a vida de um jovem casal é o ponto de partida desse thriller que vai mexer com os nervos e aguçar a curiosidade do leitor através de personagens sombrios. Um ano após o acidente que terminou com seu casamento, o repórter Daniel Sachs recebe um pedido de socorro de sua ex-mulher, a fotógrafa Nilla, escondido dentro de um objeto vindo do exterior. Tornando-se repórter investigativo sem querer, ele descobre que Nilla estava em Veneza, na Itália, realizando a cobertura fotográfica do show de Lorenzo Oro, um ilusionista cego de grande prestígio por toda Europa.  Seguro de que é o único que pode ajudá-la, o repórter decide ir atrás de sua ex-mulher para salvá-la e tentar corrigir o passado. Quando se dá conta, Daniel se envolve em uma investigação sobre o desaparecimento de outras mulheres e a produção de filmes snuff, que mostram mortes ou assassinatos reais apenas como forma de entretenimento. O que até então era lenda urbana, pode ser uma terrível realidade. Nesta obra, Felipe Colbert faz uso dos ingredientes que o inspiram a escrever: suspense, mistério e show business. Siga os pontos e descubra os segredos que o levarão a desvendar o Ponto Cego!

Sobre o autor: Carioca, Felipe Colbert atualmente vive na cidade de São Paulo com sua esposa e filho. Entusiasta por thrillers e literatura policial, é palestrante, especialista em estruturação de romances e um dos fundadores da República dos Escritores, com a proposta de promover a literatura nacional através do fortalecimento da classe dos autores e divulgação de suas obras. Seu primeiro thriller, A Entrevista Ininterrupta, foi lançado pela Editora Novo Século em 2008. Ponto Cego já foi publicado em Portugal, em novembro de 2011.

Para quem mora no Rio de Janeiro, o lançamento será hoje, sábado, dia 2 de junho na Saraiva Megastore do Shoping Center Tijuca, com noite de autógrafos às 19 hs.

Mais informações em: http://www.felipecolbert.com.br  &   República dos Escritores: http://republicadosescritores.com.br/

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Felipe Colbert lança thriller policial “Ponto Cego”

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Um acidente de carro que transforma a vida de um jovem casal é o ponto de partida desse thriller que vai mexer com os nervos e aguçar a curiosidade do leitor através de personagens sombrios. Um ano após o acidente que terminou com seu casamento, o repórter Daniel Sachs recebe um pedido de socorro de sua ex-mulher, a fotógrafa Nilla, escondido dentro de um objeto vindo do exterior. Tornando-se repórter investigativo sem querer, ele descobre que Nilla estava em Veneza, na Itália, realizando a cobertura fotográfica do show de Lorenzo Oro, um ilusionista cego de grande prestígio por toda Europa.  Seguro de que é o único que pode ajudá-la, o repórter decide ir atrás de sua ex-mulher para salvá-la e tentar corrigir o passado. Quando se dá conta, Daniel se envolve em uma investigação sobre o desaparecimento de outras mulheres e a produção de filmes snuff, que mostram mortes ou assassinatos reais apenas como forma de entretenimento. O que até então era lenda urbana, pode ser uma terrível realidade. Nesta obra, Felipe Colbert faz uso dos ingredientes que o inspiram a escrever: suspense, mistério e show business. Siga os pontos e descubra os segredos que o levarão a desvendar o Ponto Cego!

Sobre o autor: Carioca, Felipe Colbert atualmente vive na cidade de São Paulo com sua esposa e filho. Entusiasta por thrillers e literatura policial, é palestrante, especialista em estruturação de romances e um dos fundadores da República dos Escritores, com a proposta de promover a literatura nacional através do fortalecimento da classe dos autores e divulgação de suas obras. Seu primeiro thriller, A Entrevista Ininterrupta, foi lançado pela Editora Novo Século em 2008. Ponto Cego já foi publicado em Portugal, em novembro de 2011.

Para quem mora no Rio de Janeiro, o lançamento será hoje, sábado, dia 2 de junho na Saraiva Megastore do Shoping Center Tijuca, com noite de autógrafos às 19 hs.

Mais informações em: http://www.felipecolbert.com.br  &   República dos Escritores: http://republicadosescritores.com.br/

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Renzo Mora

Uma velha história: No século 19 a Igreja Católica perdeu grande parte de seus poderes em razão da Revolução Italiana. Como contrapartida, o Papa Pio IX ordenou ao Concílio Vaticano que passasse a doutrina da infalibilidade papal inquestionável. Paralelamente, ele recebeu 40 milhões de liras para administrar a seu bel prazer. E com isso veio o Banco do Vaticano.

Em 1968, autoridades do Vaticano contrataram Michele Sindona como um conselheiro financeiro, apesar de passado questionável de Sindona. Sindona era o principal responsável pelo afluxo maciço de dinheiro para o banco, que incluía a a lavagem de dinheiro da família mafiosa Gambino de heroína, proveniente da venda de heroína, levando uma comissão de 50%. 

Vale lembrar que a Igreja Católica é uma grande empresa religiosa e, ao mesmo tempo, econômico-financeira – como toda igreja de qualquer orientação religiosa. Não pode ser dirigida sem dinheiro, daí o bispo americano Paul Marcinkus, secretário…

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