Arquivo do mês: junho 2012

Moto Atacama : Acompanhe o dia-a-dia da Expedição Caribe Colombiano

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Leia também : Viagem pela Interoceânica até Machu Picchu. De moto, até de carro eu vou !

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Nem deu tempo para a despedida. Neste domingo, o goleiro titular do Grêmio será Marcelo Grohe. Victor, 28 anos, depois de 263 jogos pelo time, titular desde que chegou do Paulista, de Jundiaí, em 2008, foi negociado com o próprio Atlético por R$ 3,5 milhões, mais os direitos sobre o zagueiro-central Werley.

O negócio foi confirmado no início da noite de sexta, mas desde o início da semana o clube mineiro tentava a contratação. Inicialmente, o presidente Paulo Odone resistiu, mas aos poucos foi convencido. Victor mesmo passou a ser aliado dos mineiros, ao lembrar que recebeu uma boa proposta e, principalmente, a segurança de assinar por cinco temporadas.

O Grêmio pretende utilizar o dinheiro na contratação de um meia.

Parte da torcida vai lamentar porque Victor era um ídolo. Para certamente gostou porque há muito tempo queria a promoção de Marcelo Grohe.

E você, o que acha?

– O…

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Meu gato Fidel mandou dizer que …

é uma bobagem a importância exagerada que se dá aos marqueteiros de campanha política.

Todos surfam na tendência do eleitorado, sendo muito raro o caso em que um marqueteiro, quase sempre com fórmulas genéricas, fixas e desgastadas, consegue reverter uma tendência bem definida.

Aliás, diz Fidel, o mais comum é um marqueteiro jogar no ralo o trabalho político de anos a fio.

Fidel , além que quebrar a criptografia do meu PC  ,agora deu prá emitir opinião política.

É. Tenho que admitir.

Começou a temporada sazonal dos “luas pretas” !

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Tarefa escolar

Por Beto Bertagna, para Viviane Fernanda e Mariah

Vivica tem 8 anos. Chegou da escola com uma tarefa, entrevistar o pai.
-Pai, você lembra do dia que você foi mais feliz? A pergunta, armadilha infantil para uma outra muito mais complexa e quase , lembrando o Magri, irrespondível. Como se faz prá ser feliz ?

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Olhei com ternura para seus olhos bonitos e vi as fotos desbotadas de um tempo que nem me lembrava que ainda existia.

Como a gente vende a preço de banana a nossa juventude, às vezes se fazendo de escravo pelas mulheres, trocando as coisas importantes pelas insignificantes, dando dimensão ao que não presta, ao que não vale nada, abusando da timidez, da esperança… Quase parafraseando Santana e o texto atribuído a Jorge Luiz Borges na net, teria me atirado de vez nos vegetais e enterrado o sal e o açucar da alimentação. Em compensação teria confiado muito menos e amado muito mais , dedicando a eterna significação da vida a cultivar os amigos . Em suma, teria muito mais inimigos do que agora, pois bom alcool e companhia são coisas raras.

Esqueceria de vez a verborragia podre da classe política vagabunda e só a lembraria , no dia da eleição, para corrigir as faltas de acento e crase do caráter. Desconfiaria sempre de todos os poderes, menos o do amor. Leria menos notícias e sempre ao contrário , de cabeça prá baixo,  prá oxigenar o cérebro.

Me preocuparia menos com o dia de amanhã, iluminando a prosperidade dos sentimentos contra a pura racionalidade. O mendigo ajuda a alimentar o filho do fabricante de bengalas.

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Digo docemente a Vivica que ainda é muito cedo prá ela tratar destas coisas. Ela não entende direito mas obedece e liga o Cartoon Network.

Afinal só quem tem razão é Deus e , talvez, o Pernalonga.

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Igreja Católica continua perdendo força. Piauí é o Estado mais católico do Brasil e Rondônia, o mais evangélico.

A Igreja Católica continua perdendo força entre os brasileiros. Em apenas 50 anos os católicos passaram de 93,1% pra 64,6% da população. Pesquisa IBGE mostra que a queda na proporção de católicos foi acompanhada pelo crescimento dos evangélicos, que em 1960 eram apenas 4% da população e em 2010 alcançaram 22,2%. O IBGE dividiu os evangélicos em grupos: missão (luteranos, presbiterianos, metodistas, batistas, congregacionais, adventistas), pentecostais (Assembleia de Deus, Igreja do Evangelho Quadrangular, Igreja Universal do Reino de Deus, Maranata, Nova Vida) e igrejas evangélicas não determinadas. O número de pessoas sem religião também teve aumento expressivo, passando de 0,6% pra 8% nos mesmos cinquenta anos. Mais detalhes: Hoje a população de baixa renda prefere o LERO dos evangélicos. Piauí é o Estado mais católico do Brasil (85,1% da população do estado) e Rondônia, o mais evangélico (33,8%). Piauí é também o Estado com menor número de evangélicos , com o percentual de 9,7% . São 123 milhões de católicos no Brasil, 42 milhões de evangélicos e menos de 3 milhões que se dizem espíritas. 15 milhões já dizem não ter religião.

via Ipanema Expressa

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Curta Amazônia : poesia, música e filmes na Madeira-Mamoré, em Porto Velho

O 3º Festival de Cinema Curta Amazônia fará hoje (29) uma homenagem aos familiares do jornalista Nelson Townes de Castro, falecido no ano passado.  A partir dessa edição a melhor produção rondoniense do Festival  receberá o nome de Troféu Nelson Townes. Hoje também tem  documentários ( “Cinematógrafo brasileiro em Dresden” e “Oswaldo Cruz na Amazônia – a saga das vacinas”) dos cineastas Eduardo Thielen e Stella Oswaldo Cruz Penido . Os filmes foram  produzidos nos estados de Rondônia, Amazonas e Pará e tem imagens e fragmentos do acervo de Oswaldo Cruz, bisavô de Stlella, quando esteve realizando levantamentos e implantando ações de prevenções às doenças tropicais na época da construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré .

Após a exibição dos filmes haverá a cerimônia de premiação do Festival informando os vencedores dessa edição. E, encerrando essa primeira noite do Curta Amazônia na Praça Madeira Mamoré teremos a apresentação das bandas regionais “As Testemunhas” , banda composta por Giovani, Raoni, Nino, Gabi, Elias, Kátia, Eliseu e Edivaldo Viecili. A outra banda regional que se apresentará será a banda “Malcriados” , formada por Dinho Reis,  Tino Lôco Alves, Cláudio Jonhson, Saulo e Bode.

Banda Malcriados se apresenta hoje à noite, no Curta Amazônia (foto:Divulgação)

Banda Malcriados se apresenta hoje à noite, no Curta Amazônia (foto:Divulgação)

No sábado (30) haverá apresentação do Duo Pirarublue da Amazônia, o lançamento do documentário “Madeira Mamoré 100 anos depois – o sonho não acabou!” do diretor rondoniense Carlos Levy e a entrega dos vencedores do concurso de pintura ambiental , encerrando a programação com a projeção dos filmes vencedores de 2012.

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Turma do bem ( e da pesada !)

foto: Eduardo Thiellen

foto: Eduardo Thiellen

Da esquerda para a direita Stella Oswaldo Cruz, eu, Manoel Rodrigues Ferreira e Marcos Santilli. Agachado, Luiz Brito… ê turminha boa.

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O Dia D do meio ambiente urbano

Por Tadayuki Yoshimura

Expira em 2 de agosto próximo o prazo legal para que cada uma das 5.565 cidades brasileiras conclua e apresente o seu Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos. É o que prevê a Lei nº 12.305, de 2 de agosto de 2010, sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva,que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), cujos princípios mais importantes estabelecem o fim dos lixões em todo o País e sua substituição por aterros sanitários, a adoção da chamada logística reversa (uma corresponsabilidade de fabricantes/importadores, distribuidores e varejistas), a coleta seletiva, correta destinação, reaproveitamento e reciclagem do lixo.

Considerada a relevância dessa lei e o avanço que significará para o Brasil, é preocupante constatar o silêncio da grande maioria das cidades quanto à elaboração dos planos locais para a gestão dos resíduos sólidos, uma competência inalienável do poder público municipal. Será que todas já fizeram a decisiva lição de casa e estão aguardando a data certa para fazer o grande anúncio? Ou estariam apostando na velha prática brasileira de adiamento de decisões e providências, mesmo algumas de alto significado para toda a sociedade?

Casoprevaleça a segunda hipótese, a omissão pode ser um tiro no pé, pois o Ministério do Meio Ambiente já afirmou que o prazo não será prorrogado. E nem deveria,pois já não era sem tempo que o Brasil precisava adotar uma política avançada e eficaz para responder aos desafios relativos ao lixo urbano, um dos mais graves da civilização contemporânea.

Os Planos Municipais de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, segundo determina a Lei 12.305, devem ser compatíveis com a realidade local.  Trata-se de um projeto complexo e detalhado. Assim, os municípios que não iniciaram o trabalho há mais tempo dificilmente terão condições de fazer tudo às pressas, apenas para cumprir o prazo legal. As dificuldades começam no processo de capacitação dos profissionais. Não há condições de prepará-los do dia para a noite de modo que possam atuar de modo eficiente nesses planos.

A elaboração de cada projeto deve considerar três pilares essenciais: o operacional, que delineia as bases da coleta (inclusive seletiva), destinação, reaproveitamento e reciclagem; o econômico, voltado à viabilização do plano; e o jurídico, referente à decisão se sua implantação será feita por meio de  parceria público-privada, concessão à iniciativa particular ou recursos próprios da municipalidade. Ademais, a legislação faculta aos pequenos municípios, cuja dificuldade é maior em apresentar escala suficiente para viabilizar um modelo de negócio sustentável a longo prazo, a formação de consórcios intermunicipais e a elaboração de planos microrregionais.

Sejacomo for, os municípios têm a importante missão social de transformar suas práticas ambientais, e o prefeito é o principal agente dessa mudança. Assim, a Lei 12.305 deve ser vista, muito além de uma obrigação, como oportunidade de elevar as cidades a novos patamares na gestão de resíduos, com impacto direto na qualidade da vida de seus habitantes.

O Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos é, ainda, condição indispensável para que se tenha acesso aos  recursos da União destinados a empreendimentos e serviços relacionados à limpeza urbana e ao manejo de resíduos sólidos, bem como a benefícios, incentivos e financiamentos de organismos federais de crédito para fomento de tal atividade. Ou seja, os municípios que não entregarem o plano até 2 de agosto —  “Dia D do meio ambiente urbano nacional” — terão de arcar sozinhos com os custos de implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Muito mais do que a perda de recursos financeiros, o atraso na implantação desses planos seria muito nocivo ao habitat e às condições da vida dos brasileiros. Além disso, significaria um mau exemplo para a sociedade, cuja educação ambiental deve partir do poder público, de maneira que possamos avançar como nação verdadeiramente desenvolvida. Este, aliás, é um tema muito oportuno para as campanhas eleitorais deste ano, quando serão eleitos prefeitos e vereadores em todos os municípios brasileiros.

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Fundo Brasil apoia pela primeira vez projetos em Rondônia

O Fundo Brasil de Direitos Humanos divulgou hoje o resultado do processo de seleção do Edital 2012. Duas iniciativas propostas por organizações da sociedade civil de Rondônia foram contempladas. É a primeira vez que projetos do Estado foram contemplados. As atividades devem começar em agosto.

O Centro de Defesa da Criança e do Adolescente Maria dos Anjos – CDCA-RO está à frente do projeto  “Fortalecendo a luta por Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes em Rondônia”. A iniciativa prevê atividades de formação para militantes e dirigentes de organizações e movimentos sociais da infância, membros do fórum DCA, para uma atuação mais crítica e qualificada no Sistema de Garantia de Direitos -SGD.

Já o Instituto Madeira Vivo – IMV, com o projeto “Puxirun – Comunicação em defesa dos direitos socioambientais dos atingidos pelo complexo hidroelétrico do Rio Madeira”, dará continuidade ao Programa de Comunicação da Rede de entidades em Defesa da Vida na rádio Caiari  – AM 1430MHz (www.radiocaiari.com). O programa que vai ao ar aos domingos, das 9h às 10h30, tem denunciado violações de direitos socioambientais promovidos com a implantação do complexo hidrelétrico.

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Deu na Folha de S.Paulo : Adeptos da pesca encontram boa infraestrutura na região do rio Guaporé, em Rondônia

foto: Pedro Paulo Cardoso/Folhapress

foto: Pedro Paulo Cardoso/Folhapress

Imenso curso d’água que nasce na Chapada dos Parecis, ainda no Mato Grosso, o rio Guaporé é, após unir-se com o rio Mamoré, um dos formadores do rio Madeira -e tem, ao todo, quase 1.400 km de extensão. A região visitada pela Folha fica situada diante do parque nacional boliviano Noel Kempff Mercado (veja texto nesta página) e compreende as cidades brasileiras de Pimenteiras do Oeste e Cabixi, ambas no Estado de Rondônia e na margem direita de quem desce o rio Guaporé. Afeitas à aventura, ambas dispõem de infraestrutura para os adeptos da pesca esportiva e para a prática da modalidade “pesque-e-solte”. Para aqueles que vêm por Vilhena, o ecoturismo se destaca. Até a cidade de Vilhena, é possível ir de avião e seguir 180 km por via terrestre pelas estradas de Rondônia.

Veja a matéria completa na Folha de S.Paulo

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Deu no G1:Começa novo ciclo de vida para os quelônios do Rio Guaporé, em RO

Foto: Jácomo Antönio Mediote/Divulgação Ibama

Foto: Jácomo Antönio Mediote/Divulgação Ibama

O Projeto Quelônios do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) de Rondônia tem a meta de recuperar o estoque natural de quelônios no estado, principalmente tartarugas e tracajás. Desde o início do projeto, em 1976, a mudança foi significativa, em uma praia do Rio Guaporé em que desovavam 100 tartarugas e 83 tracajás no ano de 1983, no ano de 2010, desovaram de quatro a cinco mil fêmeas destas espécies.

Veja matéria completa no G1

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Você identificará vários deles, é só olhar em volta…

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blog da Revista Espaço Acadêmico

ZULEIKA DE PAULA BUENO*

Quando se fala em cinema, muitas vezes se considera como relevante apenas o caráter imagético dos filmes. Talvez resquícios das primeiras teorias do cinema, que o consideravam como uma arte iminentemente visual. Não foram poucos aqueles que recusaram a incorporação tecnológica do som à chamada sétima arte. No Brasil, os intelectuais do Chaplin Club, um dos primeiros movimentos organizados de cinefilia que se tem notícia por aqui, consideraram o cinema falado uma aberração. E por falar em Chaplin, o próprio foi um dos principais defensores do cinema silencioso em oposição à decadência do sonoro. Ou como cantava Noel Rosa há quase um século: “o cinema falado é o grande culpado da transformação…”

Teorias, paixões e oposições à parte, o fato é que a parceria entre música e cinema já fazia sucesso muito antes da tecnologia de incorporação da banda sonora no fotograma se consolidar…

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Atendendo a pedidos, resolvemos liberar o PDF completo do livro. Leia agora:

Psicodelia brasileira: um mergulho na geração bendita

São mais de 200 páginas de relatos, fotos, recortes e letras de músicas dos artistas que compuseram a tal cena psicodélica brasileira dos anos 60 em diante.

Apuramos e escrevemos este livro em 2007, como nosso trabalho de conclusão de curso na Faculdade Cásper Líbero. Foram mais de 60 entrevistas feitas em vários estados do país e de todas as maneiras possíveis. São dezenas e dezenas de fotos, recortes e depoimentos de pessoas que acreditaram no nosso trabalho.

O TCC foi aprovado com nota 10 pela banca avaliadora. Imprimimos pouquíssimas cópias do livro e pensamos muito (quase cinco anos) antes de disponibilizá-lo na web porque ele foi, afinal, apenas um trabalho acadêmico.

Mas, mesmo depois de todo esse tempo, ainda recebemos semanalmente pedidos de acesso à obra. Costumamos responder caso a…

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AnsiaMente

 

Por Carmen Guerreiro

 

É literalmente muito irritante como a palavra literalmente é comumente empregada no dia a dia, literalmente muitas vezes.

Se você é uma das pessoas que usam literalmente como sinônimo de “realmente”, de “muito”, de “mesmo”, de tudo o que é intenso e enfático, esse post é para você. E se você é um dos que está literalmente de saco cheio disso, esse post é para você saber que não está sozinho. Literalmente!

Ironias à parte, vamos espalhar a mensagem por aí, porque parece que não está sendo espalhada o suficiente:  literalmente é aquilo que diz respeito ao sentido literal, denotativo de uma palavra. E não o sentido figurado. Por isso, estar “literalmente de saco cheio” está mais próximo de ter uma hidrocele testicular do que de estar muito irritado.

O colega de trabalho Felipe Lobo criou um tumblr genial que reúne exemplos de como o…

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Gente que encontrei por aí… Renato Pitanga

Ele é um cara da pesada. Um virginiano que faz produção, escreve, é bom câmera e ainda é um puta locutor. Ultimamente dedicado à sua rádio Encanto do Rio FM, em Benjamin Constant, quase fronteira com Peru e Colômbia, pertinho de Tabatinga,  Renato Pitanga briga por suas convicções e opiniões fortes. O conheci em Porto Velho, quando dividimos várias produções, seja editando ou dirigindo algum documentário. Não tive o privilégio, no entanto, de fazer junto alguma campanha política, talvez sua especialidade, num tempo em que eu ainda fazia estas coisas. Pitanga, de dia produzia comerciais nas máquinas JVC de fita magnética da TV Allamanda e depois, com sua voz aveludada, embalava as noites da 94 FM, à base das cartucheiras, afinal não existia mp3 e suas facilidades(e bizarrices) do mundo moderno. Implantou uma nova filosofia na radiodifusão amazônica da época com um senso agudo de ética, que sempre é um artigo raro no jornalismo ensinado nestas faculdades toscas da vida. Nos encontramos vez que outra, coisa de 5 ,6 anos e sempre borbulha papos sobre nossos novos mirabolantes projetos, desfiados entre uma Original e outra junto com  as lembranças de um passado recente (década de 90), uma época feliz em Rondônia, de desafios e conquistas. E nos regozijamos por nunca perdermos de foco nossos ideais.

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Para-choque de blog

” É estupidez esperar por resultados diferentes repetindo os mesmos hábitos todos os dias.”

O comentário da Norma : “Que boa lembrança o resgate dessa frase, Beto. Obrigada!

Ela virou – mexeu é atribuída a Jung e a outros. (alguns a consideram matéria do campo da psiquiatria; deve ser o termo “insanidade’ – Pisc*)

Ela é do Albert Einstein que disse ‘coisas’ – fora de sua área – geniais e desconcentantes ( tiéte? eu? – rs.). tipo:

Não há nada que seja maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa dia após dia e esperar resultados diferentes. (a da versão do Post)

Queridas crianças. Nós não devemos perguntar “o que é um animal?”, mas sim, “que coisa chamamos de animal?” Bem, chamamos de animal quando essa coisa tem certas características: alimenta-se, descende de pais semelhantes a ela, cresce sozinha e morre quando seu tempo se esgotou. É por isso que chamamos a minhoca, a galinha, o cachorro e o macaco de animais. E nós, humanos? Pensem nisso da maneira que eu propus anteriormente e então decidam por vocês mesmas se é uma coisa natural nós nos considerarmos animais.

Se as pessoas são boas só por temerem o castigo e almejarem uma recompensa, então realmente somos um grupo muito desprezível.

Não consigo conceber um Deus pessoal que influa diretamente sobre as ações dos indivíduos, ou que julgue diretamente criaturas por Ele criadas. Não posso fazer isto, apesar do fato de que a causalidade
mecanicista foi, até certo ponto, posta em dúvida pela ciência moderna. Minha religiosidade consiste em uma humilde admiração pelo espírito infinitamente superior que se revela no pouco que nós, com nossa fraca e transitória compreensão, podemos entender da realidade. A moral é da maior importância para nós, porém, não para Deus. [Sim, porque a moral é humana. O que é cósmico, eterno e imutável é a Ética.]

Não sei por que todos me adoram se ninguém entende minhas idéias.”

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As leis

Blog da Boitempo

Por Vladimir Safatle.*

Egito e Paraguai não têm muita coisa em comum, a não ser a fragilidade de suas democracias. Eis países que gostariam de se ver caminhando em direção à consolidação democrática, mas que descobrem como tal caminho pode ser atrapalhado, vejam só, pelas leis.

Certamente, uma afirmação dessa natureza será rapidamente contraposta pelos ditos defensores do Estado democrático de Direito.

Na verdade, tais defensores querem nos fazer acreditar que as leis que temos devem sempre ser respeitadas, sob o risco de entrarmos em situações de puro arbítrio nas quais o mais forte impõe sua vontade. Eles esquecem como, muitas vezes, criamos leis que visam permitir que grupos interfiram e fragilizem os processos democráticos. Ou seja, leis que são, na verdade, a mera expressão da vontade dos grupos sociais mais fortes.

Isso explica porque a democracia, muitas vezes, avança por meio da quebra das leis. Ela reconhece que ações…

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Túnel do Tempo : Balsa em Abunã/RO na década de 70

foto: IBGE dig

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Desenhando interações gestuais sem toque

Tá entendendo ou quer que desenhe ?

Arquitetura de Informação

Esse é para quem também está estudando interfaces controladas por movimentos do corpo (leia-se “Kinect e suas variantes”).

Quando as interfaces touch começaram a se popularizar nos smartphones, bibliotecas foram criadas para ajudar os Designers de Interação no processo de desenho dessas interfaces.

O mesmo vem acontecendo com as interações gestuais sem toque, ou “touch-free gestures“:

É claro que isso é só um aperitivo. Aqui neste artigo da UXmag tem mais uma porção de gestos diferentes.

O que torna as coisas um pouco mais complicadas para o Designer de Interação (e simples para as pessoas) é que elas podem combinar os gestos das mãos com breves instruções em voz. A “conversa” com a interface fica muito mais natural. Mas isso também faz com que o Designer precise prever muitos novos cenários em cada uma das telas.

O interessante é que a partir do momento em que as…

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Nesta terça tem filme sobre os povos Baniwa e Coripaco no 3º CurtAmazônia

A programação desta terça à noite, 26 de junho no 3º Curta Amazônia traz um filme convidado que retrata a luta e resistência de duas tribos no Amazonas. Imperdível, porque retrata pontos importantes na política públicas de resistência dos povos indígenas em relação as políticas adotadas pelo homem branco. No documentário “HIANHEKHETTI  Sabedoria Baniwa” com tempo de 21 min e finalizado em 2011, foi realizado em Tunuí Cachoeira, rio Içana, lideranças indígenas avaliam 20 anos de luta dos povos Baniwa e Coripaco. O que conquistaram e as mudanças que ocorreram na sua cultura. O momento atual exige reflexão para a retomada do movimento indígena rionegrino. Em março de 2011 a Assembléia Geral Baniwa e Coripaco debate as políticas públicas para a saúde e a  educação e  projetam uma nova estratégia política para o futuro do movimento.

“Vejo a importância deste vídeo tanto para quem não é indígena, para indígenas e principalmente para nós Baniwa e Coripaco. Fico feliz por esse registro tão importante para o momento da nossa história no Brasil. Vamos continuar lutando!!!” diz André Fernando Baniwa.

Com direção, roteiro e produção de Stella Oswaldo Cruz Penido, fotografia e som de Pauliran Freitas, montagem  de Alexandra Carias, trilha sonora original flautas Baniwa, apoio de Videosaude –  ICICT – Fiocruz, CABC – Coordenação de Associações Baniwa e Coripaco, o filme é uma realização da Casa de Oswaldo Cruz – Fiocruz.

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Fim de uma espécie : Morre "Solitário George", a última tartaruga gigante de Galápagos

Foto: GNP Direction / AP Photo

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O Solitário George, a última tartaruga gigante de sua espécie que habitava as ilhas Galápagos, morreu neste domingo(24) sem que se conseguisse a sua reprodução.  O único sobrevivente da espécie “Geochelone Abigdoni” tinha  mais de cem anos e foi encontrado sem vida no centro de criação de tartarugas terrestres da ilha Santa Cruz. O Parque Nacional Galápagos informou que fará um seminário internacional no próximo mês, em “homenagem” ao Solitário George. Na pauta, estratégias de manejo das populações de tartarugas ameaçadas de extinção.

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Fim de uma espécie : Morre “Solitário George”, a última tartaruga gigante de Galápagos

Foto: GNP Direction / AP Photo

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O Solitário George, a última tartaruga gigante de sua espécie que habitava as ilhas Galápagos, morreu neste domingo(24) sem que se conseguisse a sua reprodução.  O único sobrevivente da espécie “Geochelone Abigdoni” tinha  mais de cem anos e foi encontrado sem vida no centro de criação de tartarugas terrestres da ilha Santa Cruz. O Parque Nacional Galápagos informou que fará um seminário internacional no próximo mês, em “homenagem” ao Solitário George. Na pauta, estratégias de manejo das populações de tartarugas ameaçadas de extinção.

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bhumanas

Domingo de manhã, programação restritíssima na televisão: na tv a cabo, Polishop e suas escadas e máquinas de suco sem as quais não poderíamos viver; na tv aberta, leilão de boi, programa rural, telecurso e pastores evangélicos. Decido dar uma chance ao pastor. Ele está ao lado de estadunidense que segura uma Bíblia e discursa, ao que um intérprete traduz seu inglês para os telespectadores. O homem fala de maneira bastante veemente a respeito de uma tal “unção financeira” (pois é, que diabo é isso?) que virá, segundo ele, bem a calhar num contexto de crise econômica internacional. A aclamada unção impediria o desemprego dos ungidos, proporcionaria prosperidade em empreitadas de risco e, talvez com um pouco de adubo, faria crescer dinheiro em pé de goiaba.
Maaaaaas Deus é um sujeito ocupado, não tem como ungir a todos e, portanto, deve haver um critério de seleção dos ungidos. Eu espero…

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Todo o apoio ao Paraguai neste momento glorioso

Por 

Alvíssaras Mestre Harí e nobres confrades deste virtuosíssimo tabernáculo cibernético. Até que enfim São Serapião e o Beato Pinochet  compadeceram-se de nosso suplicio, após infindáveis noites de cilício, constritor escrotal e súplicas nossas preces foram atendidas.

Más isso não ocorreu neste imenso bananal chamado Estados Unidos do Brazil, e sim na nossa amada pátria irmã Dos Estados Unidos del Paraguay, onde uma vibrante democracia ressurgiu após anos de dominação comunista.

Enfim, nossos nobres confrade do País vizinho resolveram apear do poder um caudílho que escondia sob sua batina um mal encarnado e enervado, com o qual fustigava as donzelas daquela pátria gentil. A razão triunfou, e a multidão extasiada foi as ruas comemorar a revolução. Continue Lendo via Prof. Hariovaldo

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Para-choque de blog

“Deus não escolhe os capacitados, mas capacita os escolhidos”

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Diz a lenda – O próximo inverno

Por Beto Ramos, texto e foto

Os beradeiros descem as águas do rio, armados com a força e a pureza da floresta.

Canoas sem remos enfrentando corredeiras.

Sacos de farinha, macaxeira, lamparinas…

Águas barrentas não poderiam lhes segurar.

Choram curumins no barranco do rio, que vai se desfazendo como lágrimas.

Cuiantã que já cantou o açaí, agora possui o medo de nadar na correnteza sem amanhã.

Fortes banzeiros.

Os botos mergulham para o esquecimento.

A canoa vai naufragar.

O que fazer?

Diante do progresso, são náufragos.

Lutam desigualmente.

Alguns desejam uma paisagem cheia de negócios.

Não poderia ser assim.

A curva do rio tornou-se fria e sem a beleza de ontem.

O que existe são investimentos.

Criam paliçadas.

Barracos com mantas térmicas, onde habita a nossa incompreensão.

Alguém que entoava cânticos observa seus medonhos medos.

Chora diante da gigante parede de concreto formada pelos desafios do progresso.

Progresso que chegou sem nenhuma gratidão aos que sabem realmente da terra e do rio.

Eles sentem medo do próximo inverno.

Diz a lenda

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Um Travesseiro Para Dois

(atenção: post especial para maiores de 18 anos!)

Até perceber o quanto ele me chamava a atenção, não estava muito me preocupando em ninguém, ter alguém, começar história, enfim, eu estava bem sozinha e na minha. É bom sair com as minhas amigas sem a preocupação de ter que dar satisfação pra alguém, essa liberdade me faz bem. Só que eu não mando no que eu sinto, né?

Na faculdade tem um garoto que faz um tempo que observo. Ele tem um jeito diferente, não sei bem explicar, não é o perfil de beleza que tipo minhas amigas gostam, mas o conjunto dele, especialmente o jeito dele, me chama muita a atenção. Nunca tive oportunidade pra gente conversar sobre alguma coisa. Já fucei nas redes sociais dele, aliás, tem um ótimo gosto, vi os amigos em comum, são poucos, ninguém a ponto de eu tentar fazer o link entre nós…

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blog da Revista Espaço Acadêmico

*Boa noite a todos e a todas, obrigada pelo convite. Quero começar fazendo duas colocações. A primeira, certamente você sabe, mas sou avó, como alguns colegas de colegial e faculdade. Nós [ela e Heleny Guariba] estudávamos juntas, ela que escolheu o meu namorado, com quem eu casei. Estive com ela na véspera do dia da prisão, foi a minha casa e tivemos uma longa conversa, fizemos planos, íamos nos ver no dia seguinte, mas eu não a vi mais. Entendo o que a Vera [Paiva] diz, levei muitos anos para enterrar, não podia admitir.

A segunda é de um outro colega meu, o [Luiz Roberto] Salinas, que não morreu na prisão, mas morreu por causa da prisão. Foi preso, torturado, e, na época, ele não fazia parte de nenhum movimento ou grupo, nada. Mas tinha feito muito antes, na altura de 64, e isso aconteceu no final dos anos…

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Blog do Washington Dourado

O Batalhão Escolar da Polícia Militar iniciou uma série de operações dentro das instituições de ensino do DF. É uma ação preventiva que tem o objetivo prevenir o uso de drogas e até o porte de armas dentro das escolas públicas. Como sempre, toda vez que este tipo de ação é promovida vem logo a polêmica:

É correto a realização de “batida” policial dentro da sala de aula?

.

CLIQUE AQUI e leia a matéria do Jornal de Brasília sobre este assunto.

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E este sábado começa com Pessoa

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“Africa: Essa Sou Eu” , na Casa de Cultura Ivan Marrocos , em Porto Velho

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“Sensibilizada ao ver o paradoxo existente num contexto povoado pela dor e pela alegria, que, mesmo não sendo sinônimos, caminham de mãos dadas em um continente com enorme diversidade e estilos culturais distintos, tocada pela dignidade e riqueza das cores do povo africano, que se contrapõem, em um mundo tão cheio de nada onde vivem, é que surgiu a ideia de fazer essa exposição.”  ( Maria Regina )

O ato criativo é solitário e solidário simultaneamente.Esta máxima está presente no trabalho de Maria Regina, ao proporcionarmos uma perspectiva singular do lugar onde não fomos, e se fomos não o vimos, e se vimos, por certo não na mesma perspectiva. Felizmente ela esteve lá, ou talvez ainda esteja.

Sua obra nos mostra a beleza do tempo presente com cara de passado remoto. A delicadeza das texturas feitas á mão comungam com o ideário do estado de natureza, do qual nos distanciamos. O contraste da cor e da não-cor estimula o olhar e o pensar: onde está a luz que refletia a cor? Mesmo sem cor reflete forma, e cheia de brilho, de vivacidade. Há alegria mesmo sem cor, mas a dramaticidade se apega juntamente. A escacez do árido da vida exposto em olhares profundos de quem tem o que dar, de quem é rico.

Para além da plasticidade, vemos que riqueza ultrapassa o que se pode comprar. Provoca tantas reflexões: por onde anda a beleza? Ela está dentro ou está fora? Está nos dois? No fora de onde e dentro de quem?

África: somos nós!   Tiziana Cocchieri , esteta

Faça download do folder completo em PDF da Exposição Maria Regina

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Bigodes nos gatos: um aliado nas travessuras

A preocupação em manter os animais de estimação sempre limpos e tosados é muito importante, porém alguns cuidados, principalmente com os gatos, devem ser tomados. Ao contrário do que muita gente imagina, o bigode é sim um aliado dos bichanos, conforme explica o médico veterinário e diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care, Dr. Marcelo Quinzani. “Jamais podemos tosar ou cortar os bigodes dos gatos, pois eles são essenciais para o seu bem-estar, equilíbrio, movimentação e orientação”, afirma.

Uma vez com bigodes danificados, os gatos podem ficar inseguros e ainda ter dificuldades para andar ou correr em linha reta. Se sentem desorientados, não conseguem andar no escuro e, em alguns casos, podem até cair. Saltar e subir em móveis, podem se tornar grandes desafios. Estudos apontam que a ausência do bigode nos gatos pode até ocasionar vômitos, talvez por desequilíbrio e ansiedade. “As terminações nervosas dos bigodes dos gatos são muito sensíveis ao toque e isso é muito importante para se guiarem no escuro. Quando há ausência dos bigodes, observarmos gatos com a face machucada devido às trombadas nos móveis e portas”, ressalta Dr. Marcelo.

Assim como os pelos, os bigodes voltam a crescer dentro de algumas semanasEles são feitos de queratina, o principal componente estrutural que compõe o cabelo e unhas dos humanos. “Os gatos também trocam de bigodes, assim como outros pelos do corpo. Por isso é comum encontrarmos alguns bigodes perdidos pela casa, mas fique atento, se começar a encontrar muitos deles, consulte um veterinário”, alerta o profissional que explica, já que a queda de bigodes pode indicar uma deficiência de vitaminas ou dermatopatias, mesmo para gatos com bigodes quebrados ou mais curtos.

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Rondônia : Documentarista e fotógrafo Luiz Brito detona no Facebook "associação" local que o acusou de "pirataria"

Abaixo está a cópia da denúncia feita pela dita associação que envolveu o documentarista Luiz Brito e o economista e historiador Anisio Gorayeb Filho, duas pessoas respeitadas na sociedade rondoniense.

Tudo porque ambos realizaram no início do ano uma exposição fotográfica sem fins lucrativos na Estrada de Ferro Madeira-Mamoré para alunos das escolas públicas de Porto Velho-Rondônia,  comemorando o centenário da ferrovia, onde foram exibidas fotos do fotógrafo americano Dana Merril e O.F. Souza.

Outras autoridades da área cultural de Rondônia como o Secretário de Estado da Cultura e Esportes – SECEL, Francisco Leilson Celestino de Souza Filho e o Presidente da Fundação Cultural Iaripuna, Altair dos Santos também foram tratadas de forma grosseira e chula, como se pode ver no documento abaixo.

Clique na imagem para ampliar

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E esta é a resposta da USP , negando que a dita associação possua qualquer direito autoral  sobre as fotos citadas da Exposição Trilhos e Sonhos, que em pleno ano do centenário da EFMM ninguém ainda viu . 

Luiz Brito publicou no seu perfil :

“Em anexo, apresentamos a solicitação via oficio do titular da Secel ao Museu Paulista da USP solicitando os esclarecimentos dos fatos, pois essa associação local que se intitula dona dos impressos cedidos para exposição pública em Rondônia, fez de uma certa forma precipitada uma ampla divulgação na imprensa rondoniense e apresentou denúncia formal no MP contra o fotógrafo Luiz Brito e autoridades da área cultural de Porto Velho, cobrando e denunciando como se ela fosse dona dos direitos autorais e patrimoniais.”

Veja mais em http://www.facebook.com/luiz.b.portovelho

Luiz Brito, um artista rondoniense respeitado no Brasil e no exterior

Luiz Brito, um artista rondoniense respeitado no Brasil e no exterior, já realizou diversas exposições fotográficas na Europa

Para entender a história

O fotógrafo e documentarista rondoniense Luiz Brito, autor de livros antológicos como “Revelando Porto Velho” e dos filmes “Taba , Querida Taba” e “Povo Amondawa” publicou nas redes sociais um desabafo com provas documentais contra um massacre moral a que foi submetido alguns meses atrás, juntamente com o economista e historiador Anisio Gorayeb Filho.

Brito, um ativista cultural conhecido e respeitado no Brasil e exterior foi denunciado no Ministério Público Estadual e na Polícia Federal por crime de pirataria por uma auto-intitulada associação de amigos , fato imediatamente divulgado por uns indigitados “trombadinhas” de um site sensacionalista local, pautados pela dita associação, e acostumados a chafurdar na lama.

Esta divulgação aumentou em proporção geométrica o dano do ataque à honra do fotógrafo, pela ampla expansão da notícia, causando um dano irreparável e de dificil dimensão à imagem de profissional correto que Luiz Brito goza no meio artístico e cultural de Rondônia e do Brasil . Idem em relação à Anisio Gorayeb, que já ocupou importantes cargos no Estado sempre com uma conduta ilibada.

Felizmente, a mentira tem perna curta. E agora Brito pretende devolver na mesma moeda os ataques e as denúncias feitas contra sua pessoa à Polícia Federal e ao MP. Uma ação por denunciação caluniosa, injúria, danos morais  e difamação vem pesada por aí contra quem assinou o famigerado documento da associação, contumaz autora de acusações vazias ,  e quem o divulgou de má-fé.

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Rondônia : Documentarista e fotógrafo Luiz Brito detona no Facebook “associação” local que o acusou de “pirataria”

Abaixo está a cópia da denúncia feita pela dita associação que envolveu o documentarista Luiz Brito e o economista e historiador Anisio Gorayeb Filho, duas pessoas respeitadas na sociedade rondoniense.

Tudo porque ambos realizaram no início do ano uma exposição fotográfica sem fins lucrativos na Estrada de Ferro Madeira-Mamoré para alunos das escolas públicas de Porto Velho-Rondônia,  comemorando o centenário da ferrovia, onde foram exibidas fotos do fotógrafo americano Dana Merril e O.F. Souza.

Outras autoridades da área cultural de Rondônia como o Secretário de Estado da Cultura e Esportes – SECEL, Francisco Leilson Celestino de Souza Filho e o Presidente da Fundação Cultural Iaripuna, Altair dos Santos também foram tratadas de forma grosseira e chula, como se pode ver no documento abaixo.

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E esta é a resposta da USP , negando que a dita associação possua qualquer direito autoral  sobre as fotos citadas da Exposição Trilhos e Sonhos, que em pleno ano do centenário da EFMM ninguém ainda viu . 

Luiz Brito publicou no seu perfil :

“Em anexo, apresentamos a solicitação via oficio do titular da Secel ao Museu Paulista da USP solicitando os esclarecimentos dos fatos, pois essa associação local que se intitula dona dos impressos cedidos para exposição pública em Rondônia, fez de uma certa forma precipitada uma ampla divulgação na imprensa rondoniense e apresentou denúncia formal no MP contra o fotógrafo Luiz Brito e autoridades da área cultural de Porto Velho, cobrando e denunciando como se ela fosse dona dos direitos autorais e patrimoniais.”

Veja mais em http://www.facebook.com/luiz.b.portovelho

Luiz Brito, um artista rondoniense respeitado no Brasil e no exterior

Luiz Brito, um artista rondoniense respeitado no Brasil e no exterior, já realizou diversas exposições fotográficas na Europa

Para entender a história

O fotógrafo e documentarista rondoniense Luiz Brito, autor de livros antológicos como “Revelando Porto Velho” e dos filmes “Taba , Querida Taba” e “Povo Amondawa” publicou nas redes sociais um desabafo com provas documentais contra um massacre moral a que foi submetido alguns meses atrás, juntamente com o economista e historiador Anisio Gorayeb Filho.

Brito, um ativista cultural conhecido e respeitado no Brasil e exterior foi denunciado no Ministério Público Estadual e na Polícia Federal por crime de pirataria por uma auto-intitulada associação de amigos , fato imediatamente divulgado por uns indigitados “trombadinhas” de um site sensacionalista local, pautados pela dita associação, e acostumados a chafurdar na lama.

Esta divulgação aumentou em proporção geométrica o dano do ataque à honra do fotógrafo, pela ampla expansão da notícia, causando um dano irreparável e de dificil dimensão à imagem de profissional correto que Luiz Brito goza no meio artístico e cultural de Rondônia e do Brasil . Idem em relação à Anisio Gorayeb, que já ocupou importantes cargos no Estado sempre com uma conduta ilibada.

Felizmente, a mentira tem perna curta. E agora Brito pretende devolver na mesma moeda os ataques e as denúncias feitas contra sua pessoa à Polícia Federal e ao MP. Uma ação por denunciação caluniosa, injúria, danos morais  e difamação vem pesada por aí contra quem assinou o famigerado documento da associação, contumaz autora de acusações vazias ,  e quem o divulgou de má-fé.

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território de maíra

(post curto, mas grosso)

Gabriela, novela das 23h da Rede Globo, tem apenas dois capítulos, mas já dá mostras claras do que era a opressão às mulheres no início do século XX, época em que o folhetim se passa. O mérito, claro, é de Jorge Amado, cuja obra baseia esta ficção televisiva. E o demérito, da realidade que inspirou seu livro.

Mulher forçada a ter relação sexual com o marido sem qualquer direito ao próprio prazer. Mulher que é negociada em casamento. Mulher que foi abusada quando criança. Mulher que não pode dar sua opinião porque simplesmente não é considerada um ser pensante. Mulher objeto. Mulher que tem que ser virgem para ter valor.

Todas elas estão em Gabriela. E todas elas eram reais.

Será que, em certa medida, não continuam sendo? Ou vai me dizer que todas as mulheres estão livres de seus pudores e são bem…

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Essa bolacha eu sei quem fez !

Te amo, Lê !

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Exéquias por um ex-Homem Bom paulistano (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

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Estimados prosélitos de Hariovaldo e Arautos de São Serapião,

Tivemos notícias de que uma das maiores lideranças políticas que os Homens Bons paulistanos já produziram na Capital bandeirante foi cooptado pelo candidato do Mefisto da Terra das empadinhas humanas. Uma verdadeira punhalada nos corações puros e castos de nossa Metrópole.

Dr. Paulo foi um grande realizador e um mestre na arte de fazer obras que seriam sempre entregues, porém com um valor agregado acrescido nas despesas totais. Coisa de contabilidade, os senhores sabem.

Depois dele, os homens bons mantiveram a Prefeitura sempre em boas mãos, e pode-se dizer que os últimos eleitos ( após a desastrada experiência com a Martaxa) executaram à risca os preceitos de Dr. Paulo, no que tange a obras e preços. Bons alunos tiveram um bom Mestre.
Pois bem. No alvorecer de sua vitoriosa e competente carreira política, Dr. Paulo tinha tudo para sair pela porta da frente, ainda que inevitavelmente derrotado seria pela invencível candidatura Serra.

Continue Lendo via Prof. Hariovaldo

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Longas e curtas-metragens concorrem no 3º Curta Amazônia

São filmes brasileiros e portugueses que concorrem ao troféu “100 anos da Madeira Mamoré”, competição acirradíssima nessa edição do Festival, pois são bons filmes de longas e curtas-metragens que o público rondoniense poderá assistir a partir do dia 23 até o dia 28 de junho no Sesc Esplanada e escolher através do voto o seu melhor filme da sessão competitiva na sessão noturna.

Os longas de ficção da competitiva são “Na quadrada das águas perdidas” de Wagner Miranda e Marcos Carvalho de Pernambuco, “O Carteiro” de Reginaldo Farias do Rio Grande do Sul, “O homem mau dorme bem”, de Geraldo Moraes da Bahia, a produção portuguesa “O D-Fensor de Pardilhó 2 – o D-fensor Recarregado”, de Diogo Carvalho, “Fluídos”, de Alexandre Carvalho, de São Paulo.

Já na categoria de longas documentários da sessão competitiva são os seguintes filmes “Mamomas prá Sempre”, de Claudio Kahns de São Paulo, “TRUKS”, de João Inácio do Distrito Federal, “Bruta aventura em versos”, de Letícia Simões, do Rio de Janeiro, “Caetana o filme”, de Andréa Ferraz e Lívia Falcão de Pernambuco, “São Miguel do Gostoso”,  Eugênio Puppo de São Paulo, “ECOhabitat – Sustentabilidade em ação”, de Paulo Perez de São Paulo, “O rochedo e a estrela”, de Kátia Mesel de Pernambuco.

Na categoria de curtas-metragens da competitiva são os seguintes filmes e clipes “Em Candeias”, Giovani de Toledo, clipe, RO, “Bio Consume”, Maxwell Duarte, anim, curta, CE, “O macaco e o rabo”, direção coletiva dos alunos da disciplina Animação digital (Núcleo de Design – UFPE/CAA), anim, curta, PE, “A ponte”, Joaquim Haickel, anim, curta, MA, “A fantástica vida de Baffus Bagus”, Alexander S. Buck, fic, curta, ES, “Lápis de cor”, Alice Gomes, fic, curta, RJ, “A varinha mágica”, de Ramon Faria, anim, curta, MG, “Cadê meu rango”, de George Munari Damiani, anim, curta, SP, “22”, de Diego Lisboa, exp, curta, BA, “Sendai”, de Claudia Nunes e Erico Rassi, exp, curta, GO,  “Nômades urbanos”, de Ari Santos, Adson Queiroz e Viviane Tavares, doc, curta, AM, “A maior praia do mundo – O homem e a natureza”,  de Pena Cabreira, doc, curta, RS,  “Norte Nordeste me veste”, de Vras 77, SP,“Tembíara”, de Jackson Abacatu, anim, curta, MG, “Dez bonequinhos pedreiros de dezenove e noventa e nove”, André Miranda e Gui Campos, exp, curta, DF, “Além da infância”, Luci Orttega, exp, curta, PR, “Disque Quilombola”, de David Reeks, doc, curta, SP, “Um gato sem nome”, de Carlos Cruz, anim, curta, Portugal, “Uma vida de dança em companhia”, de Jardel Augusto Lemos, doc, curta,RJ, “1111”, de M.F. Costa e Silva, fic, curta, Portugal, “Faltam duas quadras”, de Jarleo Barbosa, fic, curta, GO, “Hooji”, Marcello Quintela e Boynard, fic, curta, RJ, “Marcas D´água”, de Thais Rodrigues, GO,  “Homem Ilha”, de Daniela Camila, ES, “Linear”, de Amir Admoni, SP, “Vide Verso”, de Cristian de Ciancio, SC, “O relógio de Tomás”, Cláudio Sá, anim, curta, Portugal, “O Ogro”, Márcio Jr e Márcia Deretti, anim, curta, GO, “Eu, Zumbi: coisas de bar ou passa a régua e traz a conta”, Alexander S. Buck, exp, curta, ES, “Finais”, Rafael Jardim, exp, curta, BA, “Exilados”, Ana Paula Teixeira, doc, curta, CE,  “Biliu, o maior carrego do Brasil”, Lau Barboza, doc, curta, PB, “Filmes bons são sobre o amor”, Roberto Oliveira, fic, curta, SP, “El Apocalipsis Cohibido em Forma de Bien Vestida”, Roberto de Brito, fic, curta, PE, “Ressaca”, de Mabel Lopes, SP; “Raízes e Asas”,de Luis Felipe Pimenta; “Velho Mundo”, de Armando Fonseca, SP; “Zero”, de Sacha Bali, RJ, “Vizinha suicídio”, de Rafael Jardim, clipe, BA,  “Luz Câmera Animação”, de Giovanna Belico Guimarães, anim, curta, MG, “Conto do vento”, de Cláudio Jordão e Nelson Martins, anim, curta, Portugal, “Pequena alma terna flutuante”, de André Constantin, doc, curta, RS,“Pelos traços de Poty”, Karla Nascimento, doc, curta, PR, “Rezou à família e foi ao Cinema”, de Cacau Farias, doc, curta, SE, “Matzeiva Juliano Mer-Khamis”, de Silvio Tendler, doc, curta, RJ, “Pode Piorar”, João Tenório, fic, curta, SP, “Não deixe Joana só”, Cecília Engels, fic, curta, SP,

“Um dia daqueles”, de José Rodolfo e Caio Pereira, fic, curta, RS, “Sorria, amor (você está sendo filmada)”, de Pedro Murad, fic, curta, RJ, “O guitarrista do telhado”, de Guto Bozzetti, anim, curta, RS,

“Cães marinheiros”, de Joana Toste, anim, curta, Portugal, “Entre margens”, de Odivar Filho e Liliane Oliveira, doc, curta, AP, “Toda qualidade de bicho”, de Angela Gomes e Cezar Moraes, doc, curta, PA,  “O Brasil de Pero Vaz Caminha”, de Bruno Laet, doc, curta, RJ, “O tesouro perdido de Mad”, de Marivaldo Souza do Lago, fic, curta, RO, “Raiz forte”, de Marcos Pasquim, fic, curta, RJ, “É uma vez”, Ludielma Laurentino, fic, curta, GO, “Os lados da rua”, Diego Zon, fic, curta, ES.

Mais informações você encontra no site oficial do Festival www.curtamazonia.com.

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Caixa eletrônico resistente à dinamite

As empresas Diebold e a TecBan, administradora da rede Banco24Horas, apresentaram o ATM Seguro, um projeto de terminal eletrônico que custou US$ 1 milhão, e  em que a caixa onde fica o dinheiro não é destruída por explosões. Além disso, as notas são manchadas com uma  tinta que  não sai nem com água nem com solventes. Em um caixa tradicional, a porta do terminal sempre é a primeira a explodir e os ladrões conseguem acesso ao cofre onde está o dinheiro. Agora, as ondas são direcionadas para o topo do terminal. O cofre onde fica o dinheiro também é resistente a outras técnicas usadas pelos bandidos, como maçaricos e furadeiras. Para se ter uma idéia do tamanho do problema, o Brasil inteiro tem 180 mil caixas eletrônicos. Outro abacaxi a ser descascado  é que a tendência será a migração do crime para ações de outra natureza.

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Caixa eletrônico resistente à dinamite

As empresas Diebold e a TecBan, administradora da rede Banco24Horas, apresentaram o ATM Seguro, um projeto de terminal eletrônico que custou US$ 1 milhão, e  em que a caixa onde fica o dinheiro não é destruída por explosões. Além disso, as notas são manchadas com uma  tinta que  não sai nem com água nem com solventes. Em um caixa tradicional, a porta do terminal sempre é a primeira a explodir e os ladrões conseguem acesso ao cofre onde está o dinheiro. Agora, as ondas são direcionadas para o topo do terminal. O cofre onde fica o dinheiro também é resistente a outras técnicas usadas pelos bandidos, como maçaricos e furadeiras. Para se ter uma idéia do tamanho do problema, o Brasil inteiro tem 180 mil caixas eletrônicos. Outro abacaxi a ser descascado  é que a tendência será a migração do crime para ações de outra natureza.

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“… Mentira como terra!!!"

Por David Nogueira

Tem um adágio popular português que diz o seguinte: “Em época de guerra, mentira como terra”!! Sem muita reflexão, o dito parece bem apropriado para o momento político pelo qual estamos passando. São tantas as bravatas, ratadas, blefadas, fanfarrices, gabolices e estultices envolvendo o destino político de tantos incautos, cujo resultado, com certeza, tende a ser algo bem diferente do que no momento é apregoado. Haja paciência!!!

– Os fatos

Esta será uma campanha atípica. Vários candidatos majoritários, repetindo discursos manjados, semeiam sonhos e promessas como se semeia trigo em campo estéril. Jogam-se sementes em todas as direções na esperança de ver alguma germinar aqui ou ali. As negociações republicanas e nada republicanas caminham lado a lado nesse intrincado jogo pré-registro de chapa… é sempre assim. Há leilões absurdos e nativos vendendo um, dois, três ou quatro partidos de uma só vez… promoção de comercialização por atacado… uma recorrente tragédia para o processo.

– Nesse filme, existem mocinhos

Mas também há o pessoal sério que busca alternativas toleráveis nesse mangue institucionalizado. É esse o povo que definirá, de fato, os caminhos políticos das principais cidades. Quanto aos demais, serão a parte contaminada do processo político a ser extirpada e pulverizada com o andar da democracia. Estamos não muito perto de emplacar uma necessária reforma política, cuja amplitude, dentro do Congresso conservador que possuímos, ainda será bem limitada. Não obstante, será um começo importantíssimo na moralização da vida organizativa de nossos travessos meninos. Entretanto, ainda é um processo em lento curso.

 Quem fala no ouvido do rei?

Porto Velho, no frigir dos ovos, por exemplo, terá mais de cinco ou seis candidatos? Grupos econômicos fortes vão se aproximar de nomes pouco confiáveis de forma bem cautelosa. Há muita prudência no ar. Todos avaliam a chegada de dias complicados pela frente com o desaquecimento das grandes obras. Caso queiramos a continuação do virtuoso momento vivido por nós, a próxima gestão política precisará ter parcerias fortes, credibilidade reconhecida, influência comprovada, conhecimento e capacidade aglutinadora suficientemente robusta para fazer germinar a esperança de empresários e de cidadãos comuns de nossa “urbe”!

– Como a “mulher” Dilma vê a Amazônia?

Visto por esse ângulo, os nomes em discussão são poucos e de empolgação limitadíssima. Mas esse nome existe e parece consistente. Hoje (e no futuro), dependemos muito da interface privilegiada como o Governo Federal na complicadíssima disputa por recursos do Orçamento da União. São mais de 5,6 mil municípios gritando por “dindim”. Como fazer valer nossa voz em detrimento do restante do coro pedinte? A palavra chave sempre será “interlocução”. Nesse jogo, a história já comprovou o óbvio. Aquilo de maior valia, não é o que se pede, quanto se pede ou como se pede, mas sim “quem” pede!
Havendo juízo dos mais responsáveis, aventureiros não lograrão sucesso. Convenhamos, nossa capital não é mais um boteco de esquina nos cafundós da Amazônia! Olhando assim, acho que teremos esperança e salvação!

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“… Mentira como terra!!!”

Por David Nogueira

Tem um adágio popular português que diz o seguinte: “Em época de guerra, mentira como terra”!! Sem muita reflexão, o dito parece bem apropriado para o momento político pelo qual estamos passando. São tantas as bravatas, ratadas, blefadas, fanfarrices, gabolices e estultices envolvendo o destino político de tantos incautos, cujo resultado, com certeza, tende a ser algo bem diferente do que no momento é apregoado. Haja paciência!!!

– Os fatos

Esta será uma campanha atípica. Vários candidatos majoritários, repetindo discursos manjados, semeiam sonhos e promessas como se semeia trigo em campo estéril. Jogam-se sementes em todas as direções na esperança de ver alguma germinar aqui ou ali. As negociações republicanas e nada republicanas caminham lado a lado nesse intrincado jogo pré-registro de chapa… é sempre assim. Há leilões absurdos e nativos vendendo um, dois, três ou quatro partidos de uma só vez… promoção de comercialização por atacado… uma recorrente tragédia para o processo.

– Nesse filme, existem mocinhos

Mas também há o pessoal sério que busca alternativas toleráveis nesse mangue institucionalizado. É esse o povo que definirá, de fato, os caminhos políticos das principais cidades. Quanto aos demais, serão a parte contaminada do processo político a ser extirpada e pulverizada com o andar da democracia. Estamos não muito perto de emplacar uma necessária reforma política, cuja amplitude, dentro do Congresso conservador que possuímos, ainda será bem limitada. Não obstante, será um começo importantíssimo na moralização da vida organizativa de nossos travessos meninos. Entretanto, ainda é um processo em lento curso.

 Quem fala no ouvido do rei?

Porto Velho, no frigir dos ovos, por exemplo, terá mais de cinco ou seis candidatos? Grupos econômicos fortes vão se aproximar de nomes pouco confiáveis de forma bem cautelosa. Há muita prudência no ar. Todos avaliam a chegada de dias complicados pela frente com o desaquecimento das grandes obras. Caso queiramos a continuação do virtuoso momento vivido por nós, a próxima gestão política precisará ter parcerias fortes, credibilidade reconhecida, influência comprovada, conhecimento e capacidade aglutinadora suficientemente robusta para fazer germinar a esperança de empresários e de cidadãos comuns de nossa “urbe”!

– Como a “mulher” Dilma vê a Amazônia?

Visto por esse ângulo, os nomes em discussão são poucos e de empolgação limitadíssima. Mas esse nome existe e parece consistente. Hoje (e no futuro), dependemos muito da interface privilegiada como o Governo Federal na complicadíssima disputa por recursos do Orçamento da União. São mais de 5,6 mil municípios gritando por “dindim”. Como fazer valer nossa voz em detrimento do restante do coro pedinte? A palavra chave sempre será “interlocução”. Nesse jogo, a história já comprovou o óbvio. Aquilo de maior valia, não é o que se pede, quanto se pede ou como se pede, mas sim “quem” pede!
Havendo juízo dos mais responsáveis, aventureiros não lograrão sucesso. Convenhamos, nossa capital não é mais um boteco de esquina nos cafundós da Amazônia! Olhando assim, acho que teremos esperança e salvação!

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Pratique até aprender, ok ?

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