Arquivo do mês: maio 2012

Motociclistas em risco: "Linha Chilena" 5 x mais cortante vira febre entre soltadores de pipa de Porto Velho

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Por Beto Bertagna

Uma mania dos jovens cariocas que gostam de soltar pipa acabou invadindo Porto Velho, a capital de Rondônia, no noroeste do Brasil. Na cidade com cerca de 500 mil habitantes, o uso do cerol na brincadeira de soltar pipas sempre vitaminou as estatísticas de acidentes com motociclistas, quase sempre causando lesões na altura do pescoço. Mas o que era ruim tende a piorar, pois  os portovelhenses começam a abandonar o uso do cerol tradicional, feito de cola e vidro moído, em detrimento da “linha chilena” , que corta pelo menos 5 vezes mais. Feita de quartzo moído e óxido de alumínio o produto pode ser adquirido com facilidade via internet. Uma rápida busca em sites como o Mercado Livre leva o consumidor a ofertas de linha chilena com carretel de 1000 jardas, por R$ 25,00 mais o frete. “Aproveite a oportunidade e seja o Rei das Pipas onde mora.” diz a propaganda das linhas. 1000 jardas equivale a 914 metros. O risco de um acidente é cada vez maior pois com o advento das usinas e a melhoria do poder aquisitivo da população, o número de emplacamento de motos na cidade vem batendo sucessivos recordes, segundo o Detran/RO. A “linha chilena”  é considerada perigosíssima pelos motociclistas. “Andar sem antenas de proteção está virando suicídio em Porto Velho” , diz um motociclista que não quer se identificar. ” As vias da cidade estão virando verdadeiras  armadilhas”.

foto: B.Bertagna

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Motociclistas em risco: “Linha Chilena” 5 x mais cortante vira febre entre soltadores de pipa de Porto Velho

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Por Beto Bertagna

Uma mania dos jovens cariocas que gostam de soltar pipa acabou invadindo Porto Velho, a capital de Rondônia, no noroeste do Brasil. Na cidade com cerca de 500 mil habitantes, o uso do cerol na brincadeira de soltar pipas sempre vitaminou as estatísticas de acidentes com motociclistas, quase sempre causando lesões na altura do pescoço. Mas o que era ruim tende a piorar, pois  os portovelhenses começam a abandonar o uso do cerol tradicional, feito de cola e vidro moído, em detrimento da “linha chilena” , que corta pelo menos 5 vezes mais. Feita de quartzo moído e óxido de alumínio o produto pode ser adquirido com facilidade via internet. Uma rápida busca em sites como o Mercado Livre leva o consumidor a ofertas de linha chilena com carretel de 1000 jardas, por R$ 25,00 mais o frete. “Aproveite a oportunidade e seja o Rei das Pipas onde mora.” diz a propaganda das linhas. 1000 jardas equivale a 914 metros. O risco de um acidente é cada vez maior pois com o advento das usinas e a melhoria do poder aquisitivo da população, o número de emplacamento de motos na cidade vem batendo sucessivos recordes, segundo o Detran/RO. A “linha chilena”  é considerada perigosíssima pelos motociclistas. “Andar sem antenas de proteção está virando suicídio em Porto Velho” , diz um motociclista que não quer se identificar. ” As vias da cidade estão virando verdadeiras  armadilhas”.

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Aos poucos, a futura Arena começa a tomar a forma que o torcedor do Grêmio praticamente decorou de tanto olhar as maquetes divulgadas pelo clube. As fotos aéreas, registradas esta semana, mostram bem o andamento das obras.

O estádio já está praticamente todo circundado pelas rampas de acesso e boa parte dos anéis estão preenchidos pelo piso das arquibancadas, que depois de pronta acomodarão 60 mil pessoas.

A Arena, que vai substituir o Olímpico, será inaugurada na primeira semana de dezembro deste ano. Depois, começará a transferência definitiva do clube até que o Olímpico seja entregue para a construtora.

O estádio será parte de um complexo que inclui edifícios e estabelecimentos comerciais. À direita, na foto superior, você pode ver as rampas de acesso a Porto Alegre e à autoestrada da futura Estrada do Parque.

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Sr. Bob recebe a Medalha Presidencial da Liberdade de Barack Obama

foto : midiamax.com/AP

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O sr. Robert Zimmerman, 70 anos recebeu do Presidente dos EUA, Barack Obama a principal condecoração civil dos Estados Unidos da América, a Medalha Presidencial da Liberdade. Para o Pres. Obama, os homenageados causaram um impacto incrível na sociedade com suas palavras, canções e ações. Condecorados anteriores incluem o ex-secretário de Estado Henry Kissinger; o líder sul-africano Nelson Mandela; e o ativista de direitos civis dos EUA Martin Luther King. O sr. Robert , ou simplesmente Bob Dylan, com 50 anos de carreira, ainda é associado ao movimento da canção de protesto da década de 60, com os clássicos como “Like a Rolling Stone”, “A Hard Rain’s A-Gonna Fall” e “Desolation Row”.

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blog da Raquel Rolnik

Sábado passado, o Correio da Cidadania publicou artigo do professor João Whitaker, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, sobre a cidade de São Paulo. Confiram abaixo.

São Paulo vai morrer

As cidades também morrem. Há meio século, o lema de São Paulo era “a cidade não pode parar”. Hoje, nosso slogan deveria ser “São Paulo não pode morrer”. Porém, parece que fazemos todo o possível para apressar uma morte anunciada. Pior, o que acontece em São Paulo tornou-se infelizmente um modelo de urbanismo que se reproduz país afora. A seguir esse padrão de urbanização, em médio prazo estaremos frente a um verdadeiro genocídio das cidades brasileiras.

Enquanto muitas cidades no mundo apostam no fim do automóvel, por seu impacto ambiental baseado no individualismo, e reinvestem no transporte público, mais racional e menos impactante, São Paulo continua a promover o privilégio exclusivo dos carros. Ao fazer novas faixas para…

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ESPAÇO IMORAL

Interessado na interação do nu humano, o ambiente a sua volta e a sinergia entre corpos em seu estado natural e formas construídas, o fotógrafo norte americano Spencer Tunick é um dos precursores nesta temática tão interessante, genial e estranha, por assim dizer, visto que embora o nu já seja objeto de arte a séculos, desta perspectiva aérea trata-se de algo tão novo quanto curioso.

Na reflexiva dicotomia entre o nu público e o anonimato essencial pertinente às imagens, Spencer Tunick é enfático ao tratar de seus ensaios dizendo que sua busca não é pelo erotismo ou qualquer outra característica que remeta ao sexo, ainda que muitas vezes isto seja praticamente impossível de não ser alcançado, e sim a metamorfose natural do corpo humano com o espaço a sua volta, onde um passa a fazer parte do outro das formas mais curiosas possíveis.

Com um vasto portfólio on-line disponível para…

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Regra 34

Mailer recebeu a encomenda de escrever o prefácio de um livro de fotografias de Marilyn Monroe. Era para ser um texto de 10 mil palavras, mas ele rapidamente chegou a 25 mil. Passou a mão no telefone e disse ao agente que a editora deveria se preparar para um livro inteiro.

Pois este é o livro que a Record acaba de republicar no Brasil, infelizmente sem as magníficas fotos da edição original (1973). Polêmico como todo livro de Mailer. No capítulo final, ele sugere que Marilyn teria sido assassinada por agentes da CIA, por causa de seu suposto affair com Robert F. Kennedy.

Publiquei abaixo um vídeo legal que fala sobre o dia em que foi convidado a beber na casa de Marilyn, então casada com Arthur Miller, seu conhecido. Quando Mailer chegou acompanhado de sua mulher Adele Morales foi logo informado pelo anfitrião de que Marilyn tinha saído…

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G1 Rondônia estréia dia 1º de junho

Time de profissionais do G1 : Larissa Matarésio, Flaviane Azambuja e Dyenes Chaves.

Time de profissionais do G1 : Larissa Matarésio, Flaviane Azambuja e Dyenes Chaves.

Com um quadro de mais de 10 jornalistas atuando em várias editorias, estréia no dia 1º de junho o G1 Rondônia. Com redação e base tecnológica em Porto Velho, a equipe  composta por Alessandra Curado, Larissa Matarésio, Flaviane Azambuja , Dyenes Chaves e outros(as) já está trabalhando em diversas pautas, e certamente qualificará a informação levada ao público do Estado e do Brasil.  É uma oxigenação no jornalismo caripuna, terreno antes ocupado apenas pelos sites locais e  que remete aos velhos tempos em que havia correspondentes dos grandes jornalões do centro-sul-sudeste  aqui no Estado. Clique e confira o site G1 Rondônia.

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Dilma abandona o governo e expulsa a família do Alvorada (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

By 

Dilnona

O mundo se debate em uma crise cujo final poucos se atrevem a prever, tão difíceis são as circunstâncias que cercam a ação dos comunobolchevistas por todo o mundo do papa Ratzinger.

Na Espanha de nosso inolvidável e democrata General Francisco Franco, a ação lulopetista deixa sem emprego mais de 25% da população jovem. Na Grécia de nosso não menos elogiável George Papadopoulos, a coisa está de tal ordem que Demóstenes não reconhece Cachoeiródopos. Nos Esteites, o morenino do Norte está à beira da expulsão da White House a pontapés no traseiro pelo neocomunista da FIFA, o tal Mickey Roomney. Enfim a coisa tá braba pra todo mundo que não é adepto da KGB e nem recebe os petrodólares do índio boliviano.

Pois não é que aqui, nestes perdidos Estados Unidos do Brazil que teve a ousadia de desdenhar do mais preparado em favor do golpe antidemocrático da Usurpadora Búlgara, a Presidente da República deixa seus afazeres para cuidar de um criaturinha minúscula no Palácio do Planalto expulsando daquela repartição sua filha e seu genro em ato insano de clara impiedade e antinepotismo!!!

E isso acontece exatamente quando o comunista napolitanao, o tal de Guido Mantega, começa a tentar perverter e cooptar nossos empresários com acenos de benesses de redução de impostos, tudo com ajuda do coronel comunista venezuelano Hugo Chávez – que ainda não se proclamou general não se sabe bem por que – evitando trazer ao Brazil a nossa esperada crise internacional dos mais caros princípios neoliberais.

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Refrigerante no saquinho : quer coisa mais rondoniense ?

foto : B. Bertagna

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Ostra Coisa

Longe da misandria e da histeria, a Marcha das Vadias em Brasília mostrou que uma cidade de mulheres mais simpáticas só depende do respeito dos homens

Os pelos pretos e delicados sobre a barriga branca e macia me fizeram pensar nas aulas de Ciência da 6ª série. O professor dizia que a Linha Alba – este caminho peludo que temos até a virilha – era exclusiva dos homens e aparecia durante a puberdade. Pois lá estava ela numa barriga que ostentava um feto de 11 semanas e um protesto pelo direito ao aborto escrito com batom.

Podia ter Marcha das Vadias todo dia em Brasília. Muito mais mulheres bonitas e simpáticas que em qualquer festa de qualquer boate playboy. Mesmo gritando a plenos pulmões por uma América Latina feminista, não havia ali a histeria e a misandria que o senso comum apregoa tão tacanhamente à utopia das amazonas.

Acredite: as…

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O que podemos esperar da Rio+20?

Por Carmen Varela 

Em junho deste ano ocorrerá, no Rio de Janeiro, a Conferência do Clima, organizada pela ONU (Organização das Nações Unidas), mais conhecida como Rio+20. Essa conferência ocorrerá 20 anos depois da ECO-92. O evento reunirá representantes de governo de 193 países e o tema principal que será discutido será o da promoção de uma economia verde, tentando definir um objetivo comum de desenvolvimento pelos diversos países para as próximas décadas.

Mesmo antes de começar, a conferência tem sido alvo de grandes polêmicas na mídia. Enquanto os responsáveis pela organização do evento defendem que tanto os empresários como as questões econômicas e sociais devem ser incluídos na discussão, em função dos efeitos da crise financeira internacional, a queda no PIB (Produto Interno Bruto) em alguns países europeus, as evidências do desaquecimento da economia mundial e do desemprego, outros especialistas e economistas do mundo todo alegam que a ONU e a organização brasileira do evento estão desviando a atenção do debate dos problemas ambientais, que mostram, cada vez mais, evidências científicas de piora.

De acordo com os críticos, o que os organizadores da conferência estão querendo defender é que as inovações tecnológicas que vêm ocorrendo são capazes por si só de resolver os problemas ambientais atuais. Há realmente evidências de grandes evoluções na área da economia verde, mas também sinais de ocorrência de uma degradação ambiental cada vez maior. Ricardo Abramovay, em seu artigo na Folha de São Paulo de março deste ano, diz que um estudo da KPMG demonstrou que, no ano de 2011, cada dólar do PIB global foi conquistado com uma redução de 21% das emissões de gases efeito estufa e 23% a menos de utilização de recursos, comparados a dados de 1990. Apesar da redução das emissões por dólar de PIB, houve aumento da produção e do consumo mundial e, como resultado desse aumento, houve uma elevação de 39% das emissões de gases que causam o aquecimento global e de 41% na extração de recursos naturais.

A Convenção do Clima foi assinada durante a Conferência da ECO-92, mas foi o lançamento do documentário de Al Gore, “Uma Verdade Inconveniente” , no final do ano de 2006 e a publicação do quarto relatório do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) sobre mudanças climáticas, intitulado “Novos Cenários Climáticos”, no início de 2007, que despertaram novamente a discussão sobre o aquecimento global e seus possíveis efeitos para as várias partes do planeta. O relatório do IPCC era bastante pessimista e foi publicado num período em que várias partes do mundo passavam por catástrofes naturais como enchentes, furacões, secas, etc. Apesar de alguns cientistas contestarem o relatório do IPCC, juntamente com o documentário de Al Gore ele reacendeu a discussão na mídia e a população, de todas as classes sociais, começou a se preocupar e a discutir o problema do aquecimento global. Em função disso, tanto o IPCC como Al Gore dividiram o Prêmio Nobel da Paz de 2007.

A partir daí, a população começou a exigir mudanças nos processos produtivos das empresas e, estas, independentemente da existência ou não de exigências de políticas regulatórias dos países em que se instalaram, por pressões sociais, começaram a introduzir mudanças em seus processos produtivos. O problema é que a crise financeira internacional se agravou em 2008 e parte das pessoas que se preocupavam com o aquecimento e suas evidências, passaram a se preocupar em garantir seu emprego. As empresas, por sua vez, passaram a se preocupar em cortar custos.

Os efeitos da crise econômica continuam, principalmente em alguns países europeus. Hoje já se discute até a permanência ou não de alguns países como a Grécia na zona do euro. É nesse cenário que vai ocorrer a Rio+20, em que do famoso tripé da sustentabilidade – os pilares econômico, social e ambiental – atualmente, os pilares que mais preocupam os governantes são os dois primeiros, apesar das evidências de deterioração do cenário ambiental.

Vários especialistas acreditam que as discussões da Rio+20 desencadearão um retrocesso e uma cortina de fumaça em relação à discussão principal que deveria permear o evento, que seria a redução dos padrões de consumo global. A preocupação é que, em função da crise nos países europeus, a ênfase na discussão dos pilares econômico e social ofusquem o pilar ambiental na mesa de debates da Rio+20. Só nos resta torcer para que eles estejam equivocados.

Carmen Varela é professora do curso de graduação e pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Administração do Centro Universitário da FEI (Fundação Educacional Inaciana)

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Cine Anima nas terras de Mestre Vitalino

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O Cine Anima realizou mais uma etapa no Circuito do Festival Pernambuco Nação Cultural patrocinado pela Sec. de Cultura/Fundarpe PE em Caruaru,  terra do Mestre Vitalino, considerada pela UNESCO o maior Centro de Arte Figurativa das Américas. Sua feira é Patrimônio Imaterial do país e o projeto aconteceu no Alto do Moura,berço dos principais artesãos de bonecos de barro e foi ministrada para os artesãos da comunidade. O Cine Anima  percorre diversas etapas do Circuito Nação Cultural com oficinas na temática de Luiz Gonzaga o Rei do Baião e irá desaguar no lançamento do filme A VOLTA DA ASA BRANCA na última etapa no final do ano em Exú. Veja mais no blog http://pontocinemadeanimacao.blogspot.com/ . Ações  do Lula Gonzaga !

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FOTOS DA ARENA DO GRÊMIO

Boteco dos Boleiros

Algumas fotos da arena do Grêmio que está com cerca de 73% concluída,

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Leonardo Boff

 

Muniz Sodré, professor titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, é alguém que sabe muito. Mas o singular nele é que, como poucos, pensa sobre o que sabe. Fruto de seu pensar é um livro notável que acaba de sair: Reinventando a educação: diversidade, descolonização  e redes  (Vozes 2012).

Nesse livro procura enfrentar os desafios colocados à pedagogia e à educação que se derivam dos vários tipos de saberes, das novas tecnologias e das transformações processadas pelo capitalismo. Tudo isso a partir de nosso lugar social que é o Hemisfério Sul, um dia colonizado e que está passando por um instigante processo de neodescolonização e de um  enfrentamento com o debilitado neoeurocentrismo hoje devastado pela crise do Euro.

Muniz Sodré analisa as várias correntes da pedagogia e da educação desde a paideia  grega até o mercado mundial da educação que  representa uma crassa concepção da educação…

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Ambientalistas em rede

Uma câmera acoplada a um robô submarino da Petrobras, que fazia exploração de rotina no campo petrolífero de Cascade, no Golfo do México, litoral dos Estados Unidos, flagrou uma estranha criatura gigantesca, nadando tranquilamente a cerca de 2.500 metros de profundidade.

 

A imagem já rodou a web e está intrigando os internautas. Só no YouTube, o vídeo já foi visto mais de 5 milhões de vezes.

Mas engana-se quem logo apostou se tratar de uma criatura extra-terrestre. Especialistas acreditam que o animal, na verdade, seja uma medusa gigante, do gênero Deepstaria, que vive sempre em águas profundas e é muito rara de ser encontrada. Uma das características desse invertebrado é a exposição, fora de seu corpo, do aparelho digestivo.

Fonte: Extra.com

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blog da Revista Espaço Acadêmico

ANTONIO OZAÍ DA SILVA*

Um método perigoso (A Dangerous Method) inspira-se no livro A most dangerous method, de John Kerr, adaptado para o cinema por Christopher Hampton, roteirista consagrado com o Oscar de Melhor Roteiro do filme Ligações Perigosas. Antes de A Dangerous Method, Hampton adaptou o livro de John Kerr para os palcos na peça The Talking Cure.

É um filme recente e há várias resenhas críticas disponíveis na internet escritas por críticos e especialistas. Não é o meu caso, não sou crítico de cinema e pouco sei sobre psicanálise. Sou muito mais um diletante, cuja curiosidade foi aguçada pelo filme (por exemplo, despertou-me o desejo de ler as biografias de Freud e Jung e a obra citada acima). Não obstante, destaco três aspectos que considero principais. Primeiro, o fato de Um método perigoso mostrar, nos limites da arte cinematográfica, as tensas…

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À procura do "Trem das Selvas"

O produtor e jornalista Carlos Gaspar durante vários anos foi repórter da revista O Cruzeiro e dos Diários Associados. No final dos anos 1950, idealizou o projeto denominado A Grande Jornada, uma série de documentários sobre o Brasil, então em fase de ampliação de suas fronteiras econômicas e culturais. Sob o patrocínio da Vasp, o projeto, tido como a primeira série de documentários na TV brasileira, em três anos produziu mais de uma centena de filmes em 16 mm (PB). Durante este período, Carlos Gaspar e sua equipe percorreram boa parte do interior do país, registrando imagens de um Brasil ainda não devassado.É dele o filme “Trem das Selvas”, de 1962 que mostra a lendária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Já procurei este filme em cinematecas, museus, associações, cineclubes, em tudo que é lugar. Quem souber o paradeiro de alguma cópia (pode ser em 16 mm) deste filme de Carlos Gaspar, por gentileza, dê um toque aí.

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À procura do “Trem das Selvas”

O produtor e jornalista Carlos Gaspar durante vários anos foi repórter da revista O Cruzeiro e dos Diários Associados. No final dos anos 1950, idealizou o projeto denominado A Grande Jornada, uma série de documentários sobre o Brasil, então em fase de ampliação de suas fronteiras econômicas e culturais. Sob o patrocínio da Vasp, o projeto, tido como a primeira série de documentários na TV brasileira, em três anos produziu mais de uma centena de filmes em 16 mm (PB). Durante este período, Carlos Gaspar e sua equipe percorreram boa parte do interior do país, registrando imagens de um Brasil ainda não devassado.É dele o filme “Trem das Selvas”, de 1962 que mostra a lendária Estrada de Ferro Madeira-Mamoré. Já procurei este filme em cinematecas, museus, associações, cineclubes, em tudo que é lugar. Quem souber o paradeiro de alguma cópia (pode ser em 16 mm) deste filme de Carlos Gaspar, por gentileza, dê um toque aí.

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quatro tradições

Este texto vem na baliza dos recentes acontecimentos aventados pela discussão do vídeo “Chororô na delegacia: acusado de estupro alega inocência:  produzido pelo programa “Brasil Urgente Bahia” e reprisado nacionalmente pela emissora Band. Nele uma repórter que deveria estar ali pra entrevistar um preso, vai além do seu papel como jornalista e comete inúmeros crimes e violações a direitos humanos constitucionalmente garantidos, humilhando o réu em sua origem social humilde e falta de instrução (em vários momentos ela se ri do acusado não saber pronunciar “próstata”, falando “prostra”), chegando mesmo em alguns momentos ao absurdo de acusá-lo de ter cometido alguns crimes. A postura dessa jornalista e da rede que vinculou ela ao ar causaram indignação generalizada tanto da população, de quem se preocupa com o tema e até mesmo da própria classe profissional que ela se vincula.

Nossa intenção é fazer uma análise do ponto de vista da sociologia jurídica…

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Gabriel-Santos.com

Só pra você entender melhor, tudo começou aqui:

Se você já achava que este aspirante a blogueiro era meio lesado das idéias e só estava dando mais uma oportunidade pra ele… bem, acredito que você não vai passar desta: Por que raios, um blogueiro que só tem a internet como veículo de comunicação para suas asneiras, decide ficar… 1 mês sem internet?

Sempre vi pessoas fazendo “Jejum” de várias coisas (entre aspas, pois isto NÃO é jejum de verdade). Um amigo já tentou por 3 vezes ficar 1 mês sem Coca-Cola, em vão. Outro, tentou não ouvir um determinado tipo de música. Minha esposa, uma vez, decidiu ficar 30 dias sem comer pão – Deus, como foi dificil. Eu sei que você está pensando que deixaria de tomar estas ações pelo tempo que quisesse e sem maiores transtornos, mas isso é porque você provavelmente nunca tenha tentado. Tire da sua…

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Gente que encontrei por aí… Ricardo Leite

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BLOG DO RONALDO

O Brasil amanheceu comovido nesta segunda-feira. O depoimento de Xuxa ao Fantástico deu ao programa recorde de audiência e sensibilizou muita gente. Em qualquer página da web, encontramos algum tipo comentário sobre a entrevista. Claro, o assunto que mais tocou o público foi o fato de a apresentadora global ter sido vítima de abuso sexual na infância e na adolescência.

Semelhante a todos que gostam de Xuxa, ou têm o mínimo de humanidade, também fiquei triste pelo drama vivido pela ex-modelo. A violência sofrida, como ela admite, está gravada na memória e ainda a influência, atingindo principalmente sua autoestima.

Entretanto, não vou discutir o depoimento corajoso de Xuxa. Vou na contramão, como tenho me proposto a fazer por aqui.

Ressalto que, o que ela fez em rede nacional, foi um ato digno. Nunca precisaria se expor. Mas fez isso pelas causas que defende, pelo que acredita. E só…

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O Brasil amanheceu comovido nesta segunda-feira. O depoimento de Xuxa ao Fantástico deu ao programa recorde de audiência e sensibilizou muita gente. Em qualquer página da web, encontramos algum tipo comentário sobre a entrevista. Claro, o assunto que mais tocou o público foi o fato de a apresentadora global ter sido vítima de abuso sexual na infância e na adolescência.

Semelhante a todos que gostam de Xuxa, ou têm o mínimo de humanidade, também fiquei triste pelo drama vivido pela ex-modelo. A violência sofrida, como ela admite, está gravada na memória e ainda a influência, atingindo principalmente sua autoestima.

Entretanto, não vou discutir o depoimento corajoso de Xuxa. Vou na contramão, como tenho me proposto a fazer por aqui.

Ressalto que, o que ela fez em rede nacional, foi um ato digno. Nunca precisaria se expor. Mas fez isso pelas causas que defende, pelo que acredita. E só…

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As capas rejeitadas pela revista The New Yorker

Regra 34

Para cada capa que a New Yorker põe nas bancas há dezenas de idéias, esboços e desenhos descartados.

Desde 1993, quando tornou-se editora de arte da New Yorker,  Françoise Mouly colecionou na parede de seu escritório muitas das capas rejeitadas — principalmente as mais escandalosas. Agora Mouly, que  é casada com o quadrinista Art Spiegelman, reuniu as peças num belo livro intitulado Blown Covers.

Veja mais capas aqui:

http://www.guardian.co.uk/media/gallery/2012/apr/29/covers-the-new-yorker-rejected

 

Leia também:

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O fantasma de Paulo Francis

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Coração LiberalCapítulo 3

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Coração Liberal Capítulo 6

A pupila e o mestre, por Ian McEwan

São Paulo, túmulo do rock e da literatura

O efeito “Quero Ser John Malkovich” dos blogs

Você é…

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Farol, Mentor e Guia dos Homens de Bens finalmente reconhecido (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

Após anos e anos assistindo aquele apedeuta propagador do mal receber títulos, homenagens e prêmios espúrios adquiridos com dinheiro desviado dos impostos escorchantes que somos obrigados a pagar, de dólares de origem castrista trazidos nas cuecas por robôs e insetos mensaleiros,  sempre nos fazendo passar vergonha, faz-se enfim justiça ao maior de todos os brazileiros, tão evoluído que poderia ser até um cidadão do North, com a importantíssima premiação da biblioteca dos congressistas north-americanos, gente d’elite esclarecida, falante do idioma bretão, patronos do estado mínimo, da punição militar exemplar aos desobedientes as boas orientações de Washington e do criacionismo cristão que tudo explica. Continue Lendo via Prof. Hariovaldo

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Carlos Alberto Garbi

Participei do julgamento de um caso diferente há algum tempo (23.02.2010) e que desejo compartilhar com os leitores. Constava no processo que fora adquirido um pequeno animal de estimação, uma cachorrinho “Maltês”, que nos primeiros dias revelou uma deficiência. Ele tinha apenas um dos “testículos” e o “defeito” poderia prejudicar a sua saúde e de sua prole. O adquirente pretendia desfazer a compra do animal, porque visava a reprodução, e pediu em juízo a restituição do dinheiro que pagou. Consequentemente, o animal seria restituído ao vendedor-fornecedor, como efeito da rescisão do contrato. Sucede que a causa chegou ao Tribunal depois de alguns anos do negócio. Então suscitei um novo problema, não discutido no processo, referente à presumida relação afetiva que deveria existir entre o adquirente e o animal. Qual seria então o destino do cachorrinho ? O meu voto cuidou desta questão e defendeu uma solução que, reconheço, não tem…

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Dalton Trevisan ganha o prêmio Camões 2012

 O vencedor da edição de 2012 do Prêmio Camões é o escritor Dalton Trevisan.  Nascido em 1925 em Curitiba, Dalton Jérson Trevisan é um autor enigmático conhecido por seus relatos, em particular “O vampiro de Curitiba” (1965). O brasileiro, que completa, dia 14 de junho, 86 anos, foi premiado pela sua “dedicação ao fazer literário”, disse o escritor Silviano Santiago, membro do júri. Trevisan é autor de livros como “Vozes do Retrato – Quinze Histórias de Mentiras e Verdades” (1998), “O Maníaco do Olho Verde” (2008), “Violetas e Pavões” (2009), “Desgracida” (2010) e “O Anão e a Ninfeta” (2011) são algumas das suas obras. “O Vampiro de Curitiba” (1965) é uma das suas obras mais conhecida. O Prêmio Camões, instituído em 1988 e concedido sem interrupção há 24 anos, foi criado para intensificar e complementar as relações culturais entre Brasil e Portugal e conta com a adesão de outros Estados da Comunidade de Países da Língua Portuguesa (CPLP). O valor do prêmio é de 100 mil euros, pagos conjuntamente e em partes iguais pelos governos de Brasil e Portugal. O júri tem mandato de dois anos e é composto por seis pessoas: dois representantes do Brasil, dois de Portugal e dois de outros países onde o português seja a língua oficial.  Nesta 24ª edição, participam do júri os brasileiros Alcir Pécora e Silviano Santiago; os portugueses Abel Barros Baptista e Rosa Maria Martelo; o moçambicano João Paulo Borges Coelho e a angolana Ana Paula Tavares. A Fundação Biblioteca Nacional (FBN), vinculada do Ministério da Cultura (MinC), é a responsável pela parte brasileira do Prêmio, trabalho que inclui a indicação de membros do júri e o pagamento do premiado. Em Portugal, a mesma função é realizada pela Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas, subordinada à Secretaria de Estado da Cultura. O júri se reúne alternadamente, a cada ano, em Portugal ou Brasil.

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Simpática e honesta lanchonete em Natal / RN

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5º Encuentro Internacional de Motoviajeros en el Fin del Mundo 2012

Nos dias 23, 24 e 25 de novembro de 2012 acontece em Ushuaia, Argentina o clássico e famoso Encuentro Internacional de Motoviajeros en el fin de mundo. Este encontro acontece todos os anos e une motociclistas de todas as partes do mundo durante um evento que dura 3 dias. Shows de rock, turismo patagônico, adrenalina e emoção fazem parte da aventura. Não esquecer que para chegar lá tem que entrar e sair do Chile , por isto a moto tem que estar no nome do condutor ou ter uma autorização por escrito com firma reconhecida em cartório, além dos seguros tradicionais (Carta Verde,etc,etc). Nesta épóca do ano, as temperaturas oscilam entre 0 e 15 º e chove bastante. Mais informações no link http://www.latitud54sur.com.ar/motoencuentro.html que disponibiliza inclusive uma tabela de distâncias prevendo o problema da falta de combustível. Voilá pegar uns km de rípio, companheiro!

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Túnel do Tempo : Porto Velho, anos 60

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Fidel & Pandora

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Senado aprova cobertura de quimioterapia oral por planos de saúde

O Senado aprovou nesta quinta-feira(17) o Projeto de Lei de autoria da senadora Ana Amélia Lemos (PP-RS), que determina o tratamento quimioterápico via oral com a cobertura dos planos de saúde. No caso dos planos que cobrem a internação hospitalar, o projeto obriga ainda a cobertura da quimioterapia ambulatorial e domiciliar, de radioterapia e da hemoterapia.
O objetivo, segundo a senadora Ana Amélia, é garantir a continuidade da assistência prestada durante a internação. Atualmente, sem a cobertura pelos planos de saúde, boa parte dos pacientes e de seus custos são transferidos para o Sistema Único de Saúde (SUS).
O Projeto de Lei foi votado em caráter terminativo na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) e segue para apreciação da Câmara dos Deputados. Uma vez aprovado pela Câmara e sancionada pela presidente Dilma, a nova lei entra em vigor após 180 dias da data de publicação no Diário Oficial da União.
O diretor da ABHH (Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia), Dr. Angelo Maiolino, vê com otimismo a aprovação do projeto, especialmente para os casos de mieloma múltiplo, que necessitam de diferentes combinações de medicamentos orais. “Em diferentes situações, os medicamentos bortezomibe, lenalidomida, dexametasona e ciclofosfamida demonstraram resultados mais eficazes com maior taxa de resposta e impacto em termos de sobrevida e qualidade de vida para os pacientes do que a monoterapia”.
Lentidão da ANVISA – Mesmo sendo aprovada em 75 países, uma das drogas utilizadas para o tratamento de mieloma, a lenalidomida, aguarda há cerca de quatro anos o registro pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). “Enquanto novas drogas estão sendo usadas em todo o mundo em benefício dos pacientes com mieloma, os pacientes brasileiros não têm acesso àquelas já consagradas para o tratamento deste câncer”, explica o Dr. Maiolino.
A falta do registro da lenalidomida no Brasil representa riscos, alerta o médico. “Principalmente após uma recaída. Sem essa alternativa terapêutica você tira a chance do paciente viver mais e melhor”, diz o especialista.
Ele destaca outros benefícios para o pacientes: não provoca dormência em mãos e pés, com muito menos constipação, sonolência e fadiga. O uso é oral, ou seja, não é necessário ir até a clínica ou hospital para ser medicado. O Dr. Maiolino comenta que “não existe a menor dúvida de que as novas drogas como bortezomibe e lenalidomida mudaram a realidade do mieloma múltiplo no mundo“.
O mieloma múltiplo é a segunda doença oncohematológica em incidência no mundo. Segundo a Fundação Internacional do Mieloma (IMF, em inglês), há mais de 700 mil novos casos por ano. Só nos Estados Unidos surgem 21 mil casos por ano. No Brasil, não há estatísticas exatas, mas o especialista calcula 10 mil novos casos/ano. Segundo ele, atualmente, são cerca de 30 mil pacientes em tratamento no Brasil, sendo que 80% deles têm mais de 60 anos de idade.

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Para-choque de blog

“Liberdade é pouco. O que eu desejo ainda não tem nome.”  Clarice Lispector

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Pano prá manga, prá lençol, prá lenço, prá …

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Diz a lenda – Águas do Madeira

Por Beto Ramos

Madeira.
Madeira.
Veio dos Andes as tuas riquezas, tuas águas preciosas.
Águas barrentas misturadas ao suor do caboclo.
Remos e peixes perdidos nas barragens que mudaram o teu leito.
Canoa virada, na margem tão triste.
Madeira.
Madeira.
Curva do rio na paisagem cheia de concreto.
Perdem-se nos cem anos a lembrança da fumaça do trem.
A Maria Fumaça está mergulhada no fundo do teu leito.
As estrelas verde oliva fizeram-te cemitério de máquinas.
Madeira.
Madeira.
A fome do progresso fez-te engolir o marco de Rondon.
Descendo o rio apenas banzeiro.
Troncos de árvores centenárias ficarão apenas na lembrança.
Madeira.
Madeira.
O monstro de concreto fez a piracema parar.
Peixes perdidos, na mudança do ciclo da natureza.
O barranco foi engolido, levando tudo.
Os caboclos esperneiam.
Mudam de lugar.
Madeira.
Madeira.
Restam as palavras.
Restam as fotografias dos dias em que pesquei nas tuas cachoeiras.
Santo Antônio do Madeira.
Teotônio.
Vai Madeira, segue teu destino.
Leva nas tuas águas as nossas lembranças.
Segues desbarrancando a nossa história.
Transformaram tuas águas no monstro do impacto.
Amanhã muitos esquecerão.
Mas, quem tomou banho nas tuas margens e ficou com a perna tuira, jamais vai esquecer a poesia do teu silêncio.
– Ei poeta, olha o boto!
– O que rima com mandi?
– Sílvio, será que São Carlos vai alagar?
– Tatá, será que o desbarrancamento vai engolir Calama?
Madeira.
Madeira.
– E o mastro de São Sebastião?
Compensação, só às boas lembranças das pescarias e do campeonato de pesca.
Lá vem o pintado.
Tem surubim.
Pacu de senhora.
Piau da cabeça gorda.
Jandiá e jatuarana.
Esconde bem a garrafa de cachaça, que é pra mãe não ver.
Faz o fogo entre a s pedras.
Cachoeira não existe mais.
Madeira.
Madeira.
Quem te viu com o Leopoldo Peres, se assusta com os fora de estrada que modificaram o teu caminho.
Existe meia dúzia que manda por ai, que nunca pescou, mergulhou ou parou para observar as tuas belezas.
São estes que destroem.
São insensíveis, investem em outras paragens além das tuas águas que são doces.
Madeira.
Madeira.

Diz a lenda

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Coccinelle, 1ª vaginoplastia da era das celebridades

Regra 34

Coccinelle (1931—2006), atriz e cantora, foi uma celebridade nacional na França.

De certa forma, foi também a primeira famosa a fazer uma cirurgia de mudança de sexo.

Nasceu em Paris como Jacques Charles Dufresnoy e adotou o nome artístico Coccinelle (“Joaninha”, em francês) em 1953, quando estreou no palco do Chez Madame Arthur. Mais tarde, apresentou-se em clubes famosos como o Le Carrousel de Paris.

Em 1958, viajou para Casablanca para fazer uma vaginoplastia com o doutor Georges Burou. Além do enrome sucesso como performer, abraçou a causa dos transgêneros e fundou a ONG “Devenir Femme”.

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Leia também:

O fantasma de Paulo Francis

Coração Liberal Capítulo 1

Coração Liberal Capítulo 2

Coração LiberalCapítulo 3

Coração LiberalCapitulo 4

Coração Liberal Capítulo 5

Coração Liberal Capítulo 6

A pupila e o mestre, por Ian McEwan

São Paulo, túmulo do rock e da literatura

O efeito “Quero Ser John Malkovich” dos blogs

Pai da violinista chinesa nua…

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Regra 34

Lili St. Cyr, atriz burlesca, stripper, chegou a Hollywood. Teve um papel na versão cinematográfica do livro de Norman Mailer, The Naked and the Dead (1958), em que faz ‘Jersey Lili ‘, stripper da boate em Honolulu e namorada de um soldado.

Olha isso

Quando St. Cyr se retirou do palco, começou um negócio de lingerie, o “World Undie de Lili St. Cyr”. É a matriz de Bettie Page e de tudo o que veio depois. Morreu em 1999, não deixou filhos.

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Compreenda para ser compreendido

Por Erika de Souza Bueno

Verdades e inverdades fazem parte do nosso dia a dia e, ao que parece, o estabelecimento de características únicas que possam nos identificar está se tornando cada vez mais difícil. Por exemplo, diante do mau humor do chefe, somos compreensivos, pois ele, quem sabe, não está numa fase boa. Ao recebermos uma bronca do nosso superior lá no trabalho, ficamos quietos, fingimos não ter sido conosco, deixamos passar.

Quando somos injustiçados pelo coordenador, falamos a ele com toda a educação e profissionalismo. Se formos incompreendidos na empresa em que estamos empregados, acabamos até desenvolvendo dores estomacais diante das pressões que nos sobrecarregam.

Contudo, diante de qualquer deslize de um vendedor, de um garçom ou de qualquer trabalhador que julgamos inferior à nossa escala no mercado de trabalho, as coisas perdem totalmente essas características. Assim como uma máscara que cai e demonstra a face desnuda de quem se protegia atrás dela, mostramos, às vezes, diante de qualquer pessoa que esteja em situação de desvantagem em relação a nós, importantes aspectos do nosso jeito de ser.

Algumas vezes, nem parecemos mais as mesmas pessoas, somos ousados e, cheio de razão e direitos, falamos como se fôssemos os donos da verdade, sem nos atentar de que estamos, infelizmente, agindo de uma forma pela qual que não gostaríamos de ser tratados.

Fechamos os olhos e não perdoamos, em hipótese alguma, o fato de o garçom ter demorado um pouco mais para nos atender, o fato de a vendedora de sapatos não sorrir enquanto nos atende, o fato de, por um acaso, a resposta de alguma atendente ter sido um pouco ríspida. São fatos, é verdade, mas que não justificam nossa intolerância, uma vez que não somos assim com pessoas que ocupam graus mais elevados na escala social.

Caso estejamos agindo assim, do que reclamamos quando não somos compreendidos pelos nossos superiores? Por que, então, nos queixamos de a vida e o nosso trabalho não pararem para conseguirmos, pelo menos, secar as lágrimas causadas por uma dolorosa perda? Queremos, por um acaso, que a vida seja injusta a ponto de nos tratar bem quando nós tratamos de modo ríspido e intolerante alguém que fere qualquer direito que julgamos ter?

Por que será que não consideramos a dor que causamos num atendente quando o denunciamos ao seu superior, quando aquilo que nos feriu significa tão pouco? Por que somos insensíveis a ponto de achar que o garçom não tem direito de estar num dia não muito bom quando, na verdade, queremos ser compreendidos em nossas dores? Quem sabe seja porque gostamos mesmo é de ter nosso ego massageado, queremos ser tratados como reis e rainhas. Afinal, trabalhamos duramente para isso.

Por isso, talvez, é que a vida tem sido tão dura para muitas pessoas, pois elas, muitas vezes, foram duras e insensíveis com tantas outras. É hora de quebrar esse círculo de dor, de romper com hábitos impensados, de considerar os outros como queremos ser considerados.

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Túnel do Tempo : em 1990 as dragas "apoitavam" na beira da EFMM


Não havia ordem e ninguém coibia o uso indiscriminado do pátio da EFMM pelos “dragueiros”.1990

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Túnel do Tempo : em 1990 as dragas “apoitavam” na beira da EFMM


Não havia ordem e ninguém coibia o uso indiscriminado do pátio da EFMM pelos “dragueiros”.1990

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Biologia Evolutiva

Estou digitando esta pequena nota num teclado QWERTY. Se você não sabe o que é um teclado QWERTY, olhe para o teclado do seu computador ou notebook e veja a sequência de teclas no canto superior esquerdo, a partir da tecla Tab (se você estiver na França a sequência será AZERTY, mas duvido muito que algum leitor deste blog esteja na França…). Essa sequência de teclas tem uma razão de ser, e remonta a uma época bem anterior à emergência da computação doméstica nas décadas de 70 e 80. Na verdade, remonta às primeiras máquinas de escrever, em que os tipos pressionavam uma fita de tinta contra o papel. A sequência QWERTY foi cuidadosamente criada, tendo em vista as letras mais comumente usadas, para reduzir ao máximo a possibilidade de os tipos engancharem uns nos outros durante a digitação. Acontece que não existem mais tipos móveis, digitamos em teclados que…

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