Arquivo do dia: 15/04/2012

Leonardo Boff

Segundo a Transparência Internacional, o Brasil comparece como um dos países mais corruptos do mundo. Sobre 91 analisados, ocupa o 69% lugar. Aqui ela é histórica, foi naturalizada, vale dizer, considerada com um dado natural, é atacada só posteriormente quando já ocorreu e tiver atingido  muitos milhões de reais e goza de ampla impunidade.

Os dados são estarrecedores: segundo a Fiesp (Federação das Indústrias de São Paulo) anualmente ela representa 84.5 bilhões de reais. Se esse montante fosse aplicado na saúde subiriam em 89% o número de leitos nos hospitais; se na educação, poder-se-iam abrir 16 milhões de novas vagas nas escolas; se na construção civil,  poder-se-iam construir 1,5 milhões de casas.

Só estes dados denunciam a gravidade do crime contra a sociedade que a corrupção representa. Se vivessem na China muitos corruptos acabariam na forca por crime contra a economia popular. Todos os dias, mais e mais fatos são…

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blog da Revista Espaço Acadêmico

In Memoriam

PAULO MEKSENAS*

As palavras professor e profissão são próximas em seus significados. A primeira designa o sujeito que professa, isto é, aquele que diz a verdadepublicamente. E a verdade é qualquer fato; fenômeno ou interação em conformidade com o real; significa expor corretamente; representar fielmente por princípios lógicos. Assim, o professor é aquele que torna público – socializa – algum conhecimento. A segundapalavra designa uma ocupação ou atividade especializada e voltada ao ato de professar.

Toda profissão afirma uma identidade e esta, por sua vez, “não é um dado adquirido, não é uma propriedade, não é um produto. A identidade é um lugar de lutas e de conflitos, é um espaço em construção de maneiras de ser e de estar na profissão. Por isso, é mais adequado falar em processo identitário, realçando a mesma dinâmica que caracteriza a maneira como cada um…

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Secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura lamenta morte de Paulo Cezar Saraceni

NOTA DE PESAR
Lamento profundamente o falecimento do cineasta Paulo Cezar Saraceni.
Um dos fundadores do Cinema Novo, o diretor carioca destacou-se desde sua estreia no mundo cinematográfico com o curta-metragem “Arraial do Cabo” (1959), que ganhou sete prêmios.
Esteve acompanhado de nomes como Glauber Rocha, Nelson Pereira dos Santos e Cacá Diegues  durante sua trajetória profissional, recebendo diversos prêmios entre eles o de Melhor Filme para A casa assassinada (1970), no Festival de Brasília, e Prêmio Especial Júri, no Festival de Cinema Brasileiro em Miami, por O viajante (1998).
Os seus mais de 50 anos de carreira, que reuniu 13 filmes, devem ficar eternizados no cinema brasileiro.
Ao lamentar sua perda, transmito à família do cineasta, aos amigos e à toda a comunidade do cinema, meu sentimento de sincera solidariedade.

Ana Paula Dourado Santana
Secretária do Audiovisual do Ministério da Cultura

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