Arquivo do dia: 06/04/2012

Regra 34

Foi um deus nos acuda quando a fotógrafa Jill Greenberg exibiu as imagens da exposição End Times, em 2006.

Para conseguir as incríveis fotos das crianças chorando, Jill deu um pirulito a cada uma e depois tomou delas.

Abriram o bué e os chatos vieram com uma história de “abuso infantil”.

Jill saiu-se muito, dizendo que todos tiveram seus pirulitos de volta trinta segundos depois do clique. E terminou dizendo que a choradeira toda, na verdade, é uma crítica social e política.

Que tal? Tire suas conclusões vendo todas as fotos aqui

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Leonardo Boff

Para os cristãos a Sexta-feira Santa celebra a Paixão do Filho do Homem. Ele não morreu. Foi morto em consequência de uma prática libertadora dos oprimidos e de uma mensagem que revelava Deus como “Paizinho”(Abba) de infinita bondade e de ilimitada misericórdia que incluía a todos até “os ingratos e maus”. Antes de ser executado na cruz, foi submetido a todo tipo de tortura. Segundo alguns intérpretes sofreu até abuso sexual.

Como referem os relatos do Novo Testamento, usando palavras do profeta Isaias, “foi considerado a escória da humanidade, o homem das dores, pessoa da qual se desvia o rosto, desprezível e sem valor, tido como castigado, humilhado e ferido por Deus; mas ele, justo e servo sofredor, se ofereceu livremente para ficar junto aos malfeitores, tomando sobre si crimes e intercedendo por todos nós”.

Desceu até o inferno da solidão humana, gritando nos extertores da cruz: “Meu Deus, meu…

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Túnel do Tempo : EFMM nos anos 70

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Violência no futebol

Por Célio Pezza

Infelizmente vemos com freqüência cenas de extrema violência por parte de indivíduos que se intitulam torcedores de um ou outro time de futebol, em especial durante jogos considerados clássicos nas grandes cidades. Esta semana, durante um jogo entre Palmeiras e Corinthians na cidade de São Paulo, assistimos a mais um deplorável espetáculo que teve como desfecho duas mortes e diversas pessoas em estado grave. As imagens na TV mostraram centenas de pessoas armadas com pedaços de pau, canos e armas de fogo, se batendo contra outras, pelo único motivo de serem torcedores de times rivais.

A polícia, impotente e sem a menor chance de conter a onda de ódio que se espalhou pelas ruas, tentava controlar sem sucesso aquela horda de bárbaros. Após a carnificina, aqueles loucos simplesmente entraram no estádio do Pacaembu e foram assistir ao jogo como se nada tivesse acontecido. Como explicar o ocorrido? Como justificar tamanha violência ligada a um espetáculo de futebol, criado para o lazer e diversão?

A única explicação é que o Homem se transformou numa bomba, armada e sempre prestes a explodir. Quando está só, este instinto assassino é bloqueado mais facilmente e o indivíduo suporta sem explodir e mostrar sua verdadeira face; quando se reúne em um grupo maior, como é o caso das torcidas, em especial as uniformizadas, existe o incentivo coletivo e sua parte sombria e assassina vem à tona. É como um lobo da mesma matilha, que quando um deles uiva dando o comando para atacar, todos os outros vão sem pensar. Nesta hora, o aparentemente pacato cidadão se transforma na besta raivosa, como no conto do médico e o monstro. Toda a sua frustração como ser humano, toda sua raiva contra tudo aquilo que o incomoda diariamente, subitamente vem à tona e ele se torna uma verdadeira fera. Parte da humanidade está dando mostras diárias de uma queda brutal e, no fundo, estamos nos acostumando a ela. Esta é a verdade.

Antigamente, quando acontecia um acidente com vítima no trânsito, era uma comoção geral; agora, quem está ao lado pragueja devido ao congestionamento, sem se importar com a vítima. Antigamente as pessoas iam a um estádio de futebol para passar o tempo, torcer pelo seu time e apreciar um esporte. Agora, muitos vão para brigar e extravasar suas frustrações em cima de outro ser humano. No caminho do estádio, matam e desviam dos mortos, sem dar nenhuma importância à vida.

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