Arquivo do dia: 19/03/2012

1776 : a Lei que ninguém conhecia

Ana Aranda, jornalista respeitada e admirada pela defesa da cultura amazônica jogou luz no debate sobre o nosso patrimônio histórico. Aranda com a imparcialidade que sempre a caracterizou e sem a despreocupação de “desagradar” algum poderoso, estarreceu os seus leitores com informação responsável ao esclarecer sobre a famigerada lei que fragilizou ainda mais a defesa da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré e seu acervo. A lei 1776 , de 10 de agosto de 2007 é de uma precisão cirúrgica, e dificilmente foi criada pelos deputados que a apresentaram, pois a sua redação exige conhecimentos técnicos complexos e como se vê, é de um oportunismo e cinismo ímpar. Mais irônica só se fosse publicada no dia 1º de agosto.

Dia a matéria da Ana Aranda :

“Gloriosa Madeira-Mamoré – Na apresentação do projeto de lei aos demais deputados, os deputados Neodi Carlos e Alex Testoni alegaram a necessidade de alterar o tombamento “de uma pequena parte da gloriosa Estrada de Ferro Madeira-Mamoré [que] deverá ser atingida pela construção das usinas, fazendo-se necessário, portanto, com o apoio dos Pares, aprovarmos o incluso projeto de lei, que preserva o tombamento desse verdadeiro símbolo rondoniense e nacional, mas altera a área de tombamento. Isso garantirá a união de dois valores essenciais a Rondônia, a preservação de nossa história e o desenvolvimento econômico de nosso Estado”.

Seria interessante ouvir as versões dos próprios deputados signatários, dos secretários da SECEL na época e do ex-governador Ivo Cassol. Leia aqui (ou faça download) o Proj. Lei 091 / 07  e a  LEI 1776-2007 RO .  Vale ler a matéria completa no site Amazônia da Gente

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Versão "eu não te odeio"

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rsurgente

 É notável a quantidade de falácias e preconceitos que vêm sendo esgrimidos em público contra a decisão de retirar os crucifixos das salas do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul. Olhando para alguns dos artigos publicados recentemente, especialmente no jornal Zero Hora, fica difícil saber o que está incomodando mais o conservadorismo católico gaúcho e seus porta-vozes mais ou menos envergonhados: se a decisão pela retirada dos crucifixos ou o fato dela ter resultado de uma iniciativa da Liga Brasileira das Lésbicas e de outras entidades de defesa dos direitos de homossexuais.

O ex-senador Paulo Brossard não escondeu seu, digamos, desconforto. Em artigo intitulado Tempos Apocalípticos (ZH – 12/03/2012), Brossard critica a decisão “atendendo postulação de ONG representante de opção sexual minoritária”. No artigo, isso é dito logo após o ex-senador revelar que a filha, Magda, advertiu-o de que “estamos a viver tempos do Apocalipse sem nos…

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Gente que encontrei por ai… Edgley

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