Arquivo do dia: 08/03/2012

Deu no G1:Acidente entre ônibus e carreta deixa 9 mortos e 24 feridos em Rondônia

Nove pessoas morreram e 24 ficaram feridas em um acidente envolvendo um ônibus e uma carreta na noite desta quarta-feira (7) na BR 364 no município de Ariquemes, a 200 km de Porto Velho. De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal, o ônibus fretado levava passageiros para a Bolívia. Por volta das 23h, a carreta, que vinha no sentido contrário, teria saído da pista. O ônibus bateu no baú da carreta. A relação das vítimas fatais, divulgadas pela PRF é a seguinte :

Ronaldo Paulino Alves, 45 anos
Nadir Antunes dos Reis, 49 anos
Maria Odilia Ferreira Souza, 57 anos
Maria Gomes Vieira, não informado
Maria das Graças Nascimento, 51 anos
Marcelino Francisco de Souza, 56 anos
José Anacleto Vieira, 56 anos
Jamiro Ferreira Lopes, 40 anos
Geni Barbosa Terlan, 59 anos

A notícia completa você lê no G1 .

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Nós, as novas mulheres

Por Marli Gonçalves

Muito prazer, se ainda não nos percebeu. Mas nós nos apresentamos todos os dias bem diante de seus olhos. Temos todas as idades e fazemos de tudo um pouco, porque não há mais tempo nem de parar para discutir, ficar de bate boca com quem ainda não entendeu que a igualdade já é; só falta criar mais raízes.

É. Conseguimos. Nós ainda surpreendemos a galera quando aparecemos desbravando algum campo de batalha e quartel general masculino que porventura resista, mas já caducando, por aí. Não é por querermos nos gabar, mas convenhamos: em muito pouco tempo, poucas décadas, depois que obtivemos mais ar para respirar, avançamos, demos passos gigantescos com os nossos saltos altos ou rasteirinhas, com nossas qualidades e implicâncias e – por que não dizer? – algumas poucas, pouquíssimas, fraquezas e deficiências. A gente pode tudo e tem mesmo é de ficar bem prosa.

Fomos fortes, atravessamos os preconceitos, e ainda morremos, ou somos assassinadas, e comemos o pão que o diabo amassa todos os dias com o rabo. Mas conseguimos. Chegamos lá; e lá; e lá, também. Governamos, mandamos, dirigimos, destruímos, lideramos, lutamos, descobrimos véus e arrombamos portas antes fortificadas com cercas elétricas.

Nada mais natural, de natureza, naturalidade, que já estejamos até nascendo meio diferentes, mais firmes, mais confiantes, como vemos todas as menininhas por aí esbanjando a alegria e as diferenças da alma feminina, nossa essência. Tudo já é mais precoce, mais livre, sem vetos.

Há quem diga que o mundo ficou bem melhor. Pode ser. Mas nós também damos muito “defeito”, principalmente quando nos espelhamos e buscamos imitar os comportamentos do tal alfa masculino. Aí nada combina.

Hoje já assustamos com nossa presença maciça no mercado de trabalho, na colaboração com inteligência, e no uso cotidiano de nossas grandes armas, além da beleza intrínseca, claro! Somos generosas, intuitivas, até decorativas. Fazemos o mundo mais bonito e às vezes penso até se não é esse o detalhe que faz com que tantos homens até se operem para chegar “lá” mais jeitosos. Cada vez mais, também, mulheres amam outras mulheres, livremente, e já estamos nas ruas, andando de mãos dadas, sem precisar apresentar desculpas. Somos mais do que comadres.

Somos diferentes mesmo. Adoramos novidades, trocar a cor de nossas roupas e cabelos. As que podem, capricham. Cortam aqui, ali, aspiram de um lado, injetam de outro. Temos até agora o que chamo, mas na boa, de Nova Raça – um ramo da espécie feminina, que tem um bundão e um pernão maiores do que os dos jogadores de futebol, esporte onde, aliás adentramos o gramado com glórias e martas absolutas. Quase assustadoras diante dos mirrados homens, essa nova raça foi vista agora mesmo, abundantemente, nas escolas de samba; estão nos reality shows e onde tiver um funk para dançar “chão, chão, chão”. Tanquinho só no abdômen – o tempo é gasto em levantar pesos, cuidar dos glúteos, algumas até exageradamente, essas popozudas que povoam sonhos, mas que bem poucos têm condições de encarar.

Estamos todas nós nas capas e fotos das revistas, inclusive nas econômicas e especializadas em mais do que ensinar como ser mulherzinha.

A lata de água na cabeça ficou para trás. O corpo malemolente moldado nas vielas e ladeiras também. Mas o rebolado, de alguma forma, aumentou. Independência traz maiores necessidades.

Nós, as novas mulheres. Mulher que tem homem. Mulher que tem mulher. Mulher que tem amantes. Mulher que quer viver sozinha. Mulher que tem filhos só seus, e até com o sêmen de desconhecidos – e os homens sempre se acharam necessários para tal. Mulher que, mesmo sozinha, adota e amamenta filhos de outras mulheres. Mulher que não quer filho, mas ama gatos, cachorros ou livros. Mulher que tem brinquedinhos vibratórios na gaveta, e alguns de verdade. Mulheres que amam demais, de menos. Que se jogam do céu em paraquedas, e pilotam aviões ou motos e bicicletas. Ou ônibus, caminhões. Que venham os motores e as rebimbocas e parafusetas. Mulheres que pagam por acompanhantes momentâneos, para conversar, dançar ou amar.

Somos mesmo demais! Nossos banheiros têm mais shampoos e cremes e se você não sabe por causa de quê, respondo. É simples: porque alternamos. Hoje podemos mudar de ideia. Amamos sapatos porque eles levam nossos pés longe, como rodinhas, ou as asas de Mercúrio, e nossos olhos gostam de vê-los se movimentando. Amamos bolsas porque nelas carregamos muitos de nossos segredos, um pouco de nossa casa, primeiros socorros. Talvez até a foto do amor na carteira. As chaves que abrem as portas que atravessamos, ou as que trancam e protegem nossos tesouros.

Gostamos de brilhos. Nossos armários têm mais coisas do que a que podemos usar. Faz parte. A gente nunca sabe bem qual personagem será o do dia, e é para isso que existe a criatividade de juntar peças, como fazemos com a vida, quebra-cabeças. O palco é a vida. Somos todas artistas.

Somos invejadas por essas nossas capacidades, até por outras mulheres que demoraram a perceber as mudanças que foram tão rápidas, e que muitas até hoje ou não entendem, ou dizem por aí que não as queriam. Não foi fácil; não é fácil, não será. Mas aconteceram e nasceu a Nova Mulher. Muito prazer – inclusive uma das coisas que gostamos – em conhecer.

Por isso, sorria, aplauda. Venham comemorar com a gente o Dia da Mulher, mas, por favor, sem falar besteiras ou piadinhas bobas. É o dia que marca nosso orgulho. Deixa ele aí no calendário. Marque um círculo em sua volta, como se fosse tabelinha de menstruação, essa coisa tão feminina. Podia até ser feriado, porque por ele, para conseguir tudo isso, muitas de nós morreram.

Para mantê-lo, ainda morrem.

São Paulo, março de 2012, bom mesmo seria ver tudo cor de rosa.(*) Marli Gonçalves é jornalista. 

Acha e vê que toda mulher quando amada é linda, sempre, nem que seja apenas nos fugazes instantes posteriores, quando apenas sorri.

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Gente que eu encontrei por aí… Olintho Jr

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Conquistas de Mulher

Por Erika de Souza Bueno 

Que suas conquistas sejam capazes de promover a paz em seu coração e nos corações de todas as pessoas que convivem com você.
Que não faça mau uso de sua liberdade, pois, por ela, muitas outras mulheres lutaram sem se deixarem desfalecer.
Que seja defensora da vida de qualquer pessoa e esteja sempre disposta a lutar pelo bem delas.
Que seja amorosa e saiba doar-se para trabalhar em favor de quem precisa de seu apoio.
Que seus dias sejam úteis para trabalhar na construção de caminhos retos, de modo que, ao chegar a escuridão da noite, você tenha como se guiar por eles.
Que haja força em suas mãos para ajudar a criança se levantar de um tombo e que haja abrigo em seu coração para mantê-la em pé.
Que entenda a beleza não apenas no tão limitado aspecto físico e que haja brilho em seus olhos mesmo se estiver sem maquiagem.
Que compreenda os aplausos como apenas uma das formas de ser valorizada e que não viva em função deles.
Que sua imagem não seja descaracterizada por palavras grosseiras que não compreendam sua capacidade de ergue-se de qualquer lugar que você esteja.
Que não se deixe cegar pelos encantos de novelas, mas que esteja firme em propósitos saudáveis, os quais são aprendidos e compreendidos em Deus.
Que tenha tempo para si e para os outros e que saiba conquistar sua plenitude como filha, mãe, esposa e profissional.
Que sua vida não se resuma em provar algo a alguém antes de comprovar em si mesma sua capacidade de vencer os mais diversos obstáculos.
Que não haja impedimentos para promover a paz nos ambientes frequentados por você e sua família.
Que, ao chegar a sua casa, haja descanso e contentamento mesmo se ela não for luxuosa e repleta de objetos caros.
Que seus brilhos não sejam apenas resultados de joias, mas que sejam o reflexo do que você realmente é.
Enfim, mulher, tome fôlego e reaja a tudo o que se transformou em símbolo de liberdade feminina, mas que não traz paz ao seu coração.
Seja, assim, feliz em sua plenitude, não transformando seus dias em meros acontecimentos, mas em fatos que vão compor seu futuro e o futuro de nossas filhas.

Feliz Dia da Mulher!

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lagartavirapupa

Li esse texto, achei perfeito e resolvi traduzir para compartilhar com vocês. Muitas pessoas querem introduzir o assunto “crianças com necessidades especiais” com os filhos, para estimular a aceitação à diversidade, e não sabem como fazê-lo. Aqui vão várias dicas muito úteis!

O que ensinar a seus filhos sobre crianças especiais

Por Ellen Seidman, do blog “Love That Max

Eu cresci sem conhecer nenhuma outra criança com necessidades especiais além do Adam, um visitante frequente do resort ao qual nossas famílias iam todos os verões. Ele tinha deficiência cognitiva. As crianças zombavam dele. Fico envergonhada de admitir que eu zombei também; meus pais não faziam idéia. Eles eram pais maravilhosos, mas nunca pensaram em ter uma conversa comigo sobre crianças com necessidades especiais.

E, então, eu tive meu filho Max; ele teve um AVC no nascimento que levou à paralisia cerebral. De repente, eu tinha uma criança para…

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