Arquivo do dia: 11/02/2012

Morre a cantora americana Whitney Houston, afogada na banheira

De acordo com o site TMZ, a cantora americana Whitney Houston, de 48 anos,  morreu na tarde deste sábado, no Hotel Beverly Hilton, em Beverly Hills, estado da California.  O corpo de Whitney foi encontrado em seu quarto no hotel por um membro de sua equipe. Os paramédicos foram chamados e tentaram reanimar a cantora, que não respondeu e foi declarada morta às 15h55. O corpo de Whitney foi retirado por um veículo de investigação criminal. A cantora iria participar da festa pré-Grammy do produtor Clive Davis, que aconteceria na noite deste sábado em Beverly Hills.

Veja aqui a aparição da cantora numa festa relacionada ao Grammy em Hollywood, que pode ter sido a última aparição pública da artista. Houston, mesmo que brevemente, tomou o microfone e cantou com o cantor R & B Kelly Price.

Houston deixa uma filha, Bobbi Kristina, do casamento com Bobby Brown que durou ​​de 1992 a 2007. A investigação inicial da polícia americana aponta afogamento como hipótese da morte de Whitney Houston, 48, de acordo com informações do site “TMZ“.  O corpo da cantora foi encontrado na banheira de uma suíte do quarto andar do hotel Beverly Hilton ontem, sábado,11.  Ela pode ter tomado o medicamento Xanax (indicado para depressão e ansiedade) que misturado com álcool pode ter causado uma sedação grave, o que poderia levá-la a dormir na banheira.

O princípio ativo do Xanax é o Alprazolam, é um fármaco utilizado em distúrbios da ansiedade e em crises de agorafobia. É um medicamento de tarja preta no Brasil. Trata-se de benzodiazepina que reduz a ansiedade moderada e ansiedade associada a depressão. Também possui propriedades sedativas, hipnóticas, anticonvulsionantes e de relaxamento muscular

” Se um dia quiser chorar…me chame.Não prometo que te farei sorrir…Mas eu posso chorar com você.Se um dia você quiser fugir não hesite em me chamar…Não prometo que irei pedir pra você parar…mas eu posso fugir com você.Se um dia você não quiser dar ouvidos a ninguém, me chame…Eu prometo ficar bem quietinho.Mas se um dia você me chamar e não receber resposta…venha depressa…talvez eu precise de você! ” 

O último autógrafo na saída da boate True Hollywood, em Los Angeles, na madrugada de quinta.

O último autógrafo na saída da boate True Hollywood, em Los Angeles, na madrugada de quinta.

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Tantas Páginas

Fundada em Lisboa, em 2009, a Oficina do Cego, «associação sem fins lucrativos que desenvolve trabalho no domínio das artes gráficas», afirmou-se rapidamente como um colectivo empenhado na prática e na pedagogia da impressão e auto-edição. Combinando técnicas de hoje com técnicas de ontem, recuperando artes gráficas que o progresso e o fetichismo das tecnologias de impressão deitaram supostamente para o caixote do lixo da História e cruzando-as com sensibilidades gráficas muito diversas, a Oficina do Cego ofereceu um modelo de relação com a História, o património, a criação e o mercado no qual não custa ver uma lição alternativa ao actual pensamento único (bem patente no facto de o colectivo se ter recusado a individualizar os seus membros nesta entrevista). Em todo o caso, trate-se de técnicas d’antanho ou de hoje, a Oficina do Cego é uma aula viva do culto da materialidade dos suportes tipográficos tradicionais –…

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território de maíra

Quando alguém quer criticar uma mulher, dizer que ela é “mal-amada” é a saída mais fácil. Foi isso que fez o bispo de Assis (SP), dom José Benedito Simão, ao tentar desqualificar a nomeação de Eleonora Menicucci como ministra das Mulheres.

Ontem, em entrevista a um jornal de São Paulo, o membro da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) ainda afirmou que a nova ministra é “infeliz e irresponsável”. Ao invés de debater o posicionamento da Igreja católica sobre o aborto, absolutamente oposto ao de Eleonora, parte-se para ataques pessoais que beiram o ridículo de uma criança de 7 anos dizendo “você é feia e boba” para outra coleguinha.

Mas com um baita preconceito de gênero por trás.

(Isso, claro, sem comentar o fato lamentável de a imprensa considerar legítimo e digno de fonte um argumento desses)

Utilizar a expressão “mal-amada” (ou “mal-comida”, na versão chula) significa partir do…

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under construction

Storyville era o famoso bairro da luz vermelha de New Orleans, também conhecido como The District, foi criado para que a prostituição na cidade ficasse restrita a somente uma área. A profissão era regulamentada e a prefeitura chegava a organizar uma espécie de catálogo falando sobre as casas, preços e sobre  “produtos e serviços” oferecidos.

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Cachorro Grande novo na área : "Baixo Augusta"

Por Luiz Cesar Pimentel

O sexto album da banda gaúcha Cachorro Grande (“Baixo Augusta”) está liberado para download no site Trama . A Cachorro Grande gosta de fazer viagens no tempo. Já foram mods à medula no início de carreira, assim como tão Beatles quanto Stones nestes 12 anos de banda. Já flertaram com cada uma das décadas roqueiras desde 50 em “Todos os Tempos” (de 2007). E neste sexto disco de estúdio, Baixo Augusta, dá para traçar um fio condutor, que começa no Exile on Main Street, dos Rolling Stones, em 1972, e vai até Entertainment, do Gang of Four, de 1979.
Dados os gostos de Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Rodolfo Krieger (baixo), Gabriel Azambuja (bateria) e Pedro Pelotas (bateria), poderia bem ser qualquer Stone. Mas Baixo Augusta tem aquele quê rasgado da assinatura mais forte de Keith Richards do que de Mick Jagger. Como a obra-prima de 72.
Dados os gostos de Beto, Gross, Rodolfo, Gabriel e Pedro, poderia bem ser linha do tempo que segue por Primal Scream, Supergrass e Kasabian. Mas Baixo Augusta tem aquele bom gosto da batida no peito, do teclado synth e das linhas de baixo da gangue de quatro seminal do pós punk.  E dentro dessa áurea faixa dos anos 70, ainda sobra para um rock de arena traçar costuras na receita.
O tum-tum-tá da bateria de Gabriel acompanha o riff pesado e os brados de “Não Entendo, Não Aguento”, que abre o trabalho.
“Difícil de Segurar” sustenta tudo o que foi posto acima de característica stoniana no disco com o (talvez) melhor timbre de guitarras gravado este ano no país.
Os cachorros dão uma guinada de 180º em “Tudo Vai Mudar”, canção de Beto, Gross e Rodolfo, um quase synth-pop-rock de batidão de bateria e a linha de baixo em primeiro plano. O pós punk segue dominando na música que dá nome ao disco.

Aliás, aqui vale abrir um parêntese para explicação do nome quase piada interna paulistana ao trabalho dos gaúchos.
(A região mais próxima ao centro da famosa rua Augusta teve nos anos recentes a mudança de área dominada pela prostituição a região das casas noturnas alternativas mais descoladas da cidade. Os integrantes da banda moraram na região e o rock dançante é a trilha sonora dessa área da cidade. Fecho parêntese.)
O clima synth, mas agora embalado em hard rock, volta em “Só Você que Não”, música de autoria de Beto com Gabriel.
Já a assinatura de Gross vem na belíssima balada, num clima 60´s byrdiano, “Corda Bamba”. Você pensa que, dado o clima George Harrison, a seguinte, “Volta Pro Mesmo Lugar”, igualmente leva o crédito do guitarrista, mas a levada indiana é composta pelo baixista Rodolfo.
“Fantasma do Natal Passado” é mais uma balada sessentista, psicodélica e voltada aos Mutantes, agora composta p elo vocalista. O baixista Rodolfo também assina o hard rock dance-psicodélico “Surreal”.
O disco entra na reta final, com uma Power balada, “Cinema, e (mais) um rock blueseiro stoniano, “Mundo Diferente”. São as duas canções mais longas do disco.
Aí você conta o tempo (43 minutos), o número de faixas (11), vê a distribuição das mesmas e percebe que lá na frente os desgraçados já pensaram em seis pro lado A de um vinil e as cinco últimas para o Lado B. E você espera pelo vinil, que é o formato mais justo para um trabalho tão rico quanto atemporal como esse – contrariando tudo o que foi posto no início deste texto.
E você por acaso não estava esperando distorção (mesmo que) em um texto da Cachorro Grande?

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Cachorro Grande novo na área : “Baixo Augusta”

Por Luiz Cesar Pimentel

O sexto album da banda gaúcha Cachorro Grande (“Baixo Augusta”) está liberado para download no site Trama . A Cachorro Grande gosta de fazer viagens no tempo. Já foram mods à medula no início de carreira, assim como tão Beatles quanto Stones nestes 12 anos de banda. Já flertaram com cada uma das décadas roqueiras desde 50 em “Todos os Tempos” (de 2007). E neste sexto disco de estúdio, Baixo Augusta, dá para traçar um fio condutor, que começa no Exile on Main Street, dos Rolling Stones, em 1972, e vai até Entertainment, do Gang of Four, de 1979.
Dados os gostos de Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Rodolfo Krieger (baixo), Gabriel Azambuja (bateria) e Pedro Pelotas (bateria), poderia bem ser qualquer Stone. Mas Baixo Augusta tem aquele quê rasgado da assinatura mais forte de Keith Richards do que de Mick Jagger. Como a obra-prima de 72.
Dados os gostos de Beto, Gross, Rodolfo, Gabriel e Pedro, poderia bem ser linha do tempo que segue por Primal Scream, Supergrass e Kasabian. Mas Baixo Augusta tem aquele bom gosto da batida no peito, do teclado synth e das linhas de baixo da gangue de quatro seminal do pós punk.  E dentro dessa áurea faixa dos anos 70, ainda sobra para um rock de arena traçar costuras na receita.
O tum-tum-tá da bateria de Gabriel acompanha o riff pesado e os brados de “Não Entendo, Não Aguento”, que abre o trabalho.
“Difícil de Segurar” sustenta tudo o que foi posto acima de característica stoniana no disco com o (talvez) melhor timbre de guitarras gravado este ano no país.
Os cachorros dão uma guinada de 180º em “Tudo Vai Mudar”, canção de Beto, Gross e Rodolfo, um quase synth-pop-rock de batidão de bateria e a linha de baixo em primeiro plano. O pós punk segue dominando na música que dá nome ao disco.

Aliás, aqui vale abrir um parêntese para explicação do nome quase piada interna paulistana ao trabalho dos gaúchos.
(A região mais próxima ao centro da famosa rua Augusta teve nos anos recentes a mudança de área dominada pela prostituição a região das casas noturnas alternativas mais descoladas da cidade. Os integrantes da banda moraram na região e o rock dançante é a trilha sonora dessa área da cidade. Fecho parêntese.)
O clima synth, mas agora embalado em hard rock, volta em “Só Você que Não”, música de autoria de Beto com Gabriel.
Já a assinatura de Gross vem na belíssima balada, num clima 60´s byrdiano, “Corda Bamba”. Você pensa que, dado o clima George Harrison, a seguinte, “Volta Pro Mesmo Lugar”, igualmente leva o crédito do guitarrista, mas a levada indiana é composta pelo baixista Rodolfo.
“Fantasma do Natal Passado” é mais uma balada sessentista, psicodélica e voltada aos Mutantes, agora composta p elo vocalista. O baixista Rodolfo também assina o hard rock dance-psicodélico “Surreal”.
O disco entra na reta final, com uma Power balada, “Cinema, e (mais) um rock blueseiro stoniano, “Mundo Diferente”. São as duas canções mais longas do disco.
Aí você conta o tempo (43 minutos), o número de faixas (11), vê a distribuição das mesmas e percebe que lá na frente os desgraçados já pensaram em seis pro lado A de um vinil e as cinco últimas para o Lado B. E você espera pelo vinil, que é o formato mais justo para um trabalho tão rico quanto atemporal como esse – contrariando tudo o que foi posto no início deste texto.
E você por acaso não estava esperando distorção (mesmo que) em um texto da Cachorro Grande?

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