Arquivo do dia: 27/12/2011

CRÔNICA – VOANDO COM TOLSTÓI

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Vem aí… Dakar 2012 !

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Cineamazônia Itinerante 2011

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Nova Califórnia foi a última localidade da região de Ponta do Abunã a receber esta etapa do Festcineamazônia Itinerante. Após oito dias de estrada e sete apresentações, a população da última sessão recebeu com alegria as apresentações do festival. Além de filmes e vídeos, o festival levou artes circenses para agraciar o público.

Na quadra da escola municipal Maria Jacira Feitosa de Carvalho, em Nova Califórnia, havia pessoas de todas as idades, mas principalmente crianças e adolescentes. Bebês, como Breno, 1 ano, Lavaene, 2 meses, a Antonio Saturnino Silva, 64 anos, antigo soldado da borracha, ou Odacir Barros, 62, migrante sulista, e muitos jovens, como Eliane, 13, e João Marcos, 15. Para a vice-diretora da escola, Ana Cristina Azevedo da Silva, 34 anos, “os alunos amam mesmo o festival, e pensavam: será que vão vir esse ano?”. Segundo Ana Cristina, “quando estão em aula, os alunos fazem trabalhos sobre os filmes que viram, e o festival mobiliza a comunidade.”

A sessão ocorreu no dia 22 de dezembro, 23 anos depois do assassinato de Chico Mendes. Fernanda Kopanakis, organizadora do festival, afirmou: “Chico Mendes deixa uma mensagem: a gente só vai viver se manter a floresta e as árvores em pé, precisamos sobreviver com a floresta, com menos violência no campo e menos devastação.”

Nova Califórnia é a sede do projeto RECA (Reflorestamento Econômico Consorciado e Adensado), que auxilia os extrativistas a coletar frutos da floresta e industrializá-los. Vários integrantes estavam presentes, e se emocionaram com a projeção do filme Soldados da Borracha. Alguns extrativistas alegam que, com a violência no campo em razão do conflito fundiário muitos não estão podendo coletar castanhas durante a época da chuva. E outros, como Antonio Saturnino Silva, comentou emocionado: “era assim mesmo a nossa vida no seringal, era muito triste”, diz.

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A eterna diva sueca: solitária, na cadeira de rodas, pobre…

“Estou um pouco só, mas não lamento. Amei, chorei, enlouqueci de felicidade. Venci e perdi”, declarou a atriz, de 80 anos, em entrevista ao jornal italiano “Corriere della Sera“. Anita lembrou que Fellini adorava seu “jeito de andar” e como, durante a gravação do filme que a tornou famosa, “passeou pela Fontana de Trevi de cima para baixo sem tropeçar”.Para a atriz, “A Doce Vita” não era um grande filme: “Essa ideia só existe por causa dessa cena enlouquecedora em que estávamos Marcello (Mastroianni, o protagonista do filme) e eu. Mais eu, na verdade, do que ele”, considerou.

“Fellini era um gênio. Nunca entendi qual foi o verdadeiro motivo que o levou a me escolher para ser protagonista de “A Doce Vida”. Lia o coração dos atores e os dirigia como se fossem borboletas”, indicou a atriz. Anita Ekberg relembrou também sua vida sentimental, especialmente seu romance com o industrial Gianni Agnelli, dono do grupo automobilístico Fiat, mas admitiu que não gostava de “listar as propostas de casamento que recebia”.

A atriz, símbolo sexual dos anos 60 graças ao filme de Fellini, se casou duas vezes, uma com o ator inglês Anthony Steel, entre 1956 e 1959, e a outra com o ator americano Rick Van Nutter, de 1963 a 1975. E recebeu ainda proposta do diretor Dino Risi, que sempre rejeitou: “Risi queria ter algo comigo, mas nunca houve nada entre nós”, garantiu. “Fui muito bonita, eu sei”, destacou. 

Limitada a uma cadeira de rodas, a sueca vive em um asilo perto de Roma. Anita Ekberg pediu ajuda financeira à fundação do cineasta Fellini.A atriz sueca , ícone do cinema e que em setembro completou 80 anos, empobreceu a ponto de ter que pedir ajuda financeira à fundação do célebre cineasta italiano Federico Fellini.
“Não é elegante dizê-lo, mas a senhora Ekberg sofre de uma verdadeira falta de liquidez”, disse ao jornal Massimo Morais, um administrador nomeado pela Justiça e que pediu em nome da atriz os subsídios de emergência da Fundação Fellini.
“A fundação ainda não respondeu, mas eu conto com a solidariedade dos benfeitores, que queiram ajudar, mesmo modestamente, uma grande atriz que merece”, disse.Limitada a uma cadeira de rodas desde que quebrou o fêmur em uma queda, Ekberg teve que deixar sua casa depois de um incêndio provocado por ladrões. Além de alguns vizinhos e dos serviços sociais, a diva recebe poucas visitas e passa o tempo escrevendo suas memórias. “Os dias são infinitamente longos”, disse ao jornal Il Corriere della Sera.

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