Arquivo do dia: 05/10/2011

"Maçã" de luto : morreu Steve Jobs, fundador da Apple

Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos de idade, o empresário Steven Paul Jobs, o homem das 317  patentes , criador da Apple, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPad, o iPhone e o iPad.

Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos era “simplesmente funciona” (em inglês, “it just works”), impacto que foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.

Jobs apesar da luta contra o câncer desde 2004 que o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, também lutou contra a falência da empresa no final da década de 90.  A genialidade de Steve Jobs a transformou na maior empresa de tecnologia do planeta ( e segundo a bolsa de New York desta fatídica quarta feira, na maior empresa do planeta em valor. Após um transplante de fígado , viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg.  O jornal New York Times publicou em sua edição digital desta noite um infográfico com as principais patentes de Jobs.

NR : Na nossa equipe temos alguns “applemaníacos” ligadíssimos, razão pela qual o blog foi um dos primeiros a noticiar o “reboot” de Jobs para algum outro plano.

Veja também : O passado suicida da Apple

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“Maçã” de luto : morreu Steve Jobs, fundador da Apple

Morreu nesta quarta-feira (5) aos 56 anos de idade, o empresário Steven Paul Jobs, o homem das 317  patentes , criador da Apple, do estúdio de animação Pixar e pai de produtos como o Macintosh, o iPad, o iPhone e o iPad.

Idolatrado pelos consumidores de seus produtos e por boa parte dos funcionários da empresa que fundou em uma garagem no Vale do Silício, na Califórnia, e ajudou a transformar na maior companhia de capital aberto do mundo em valor de mercado, Jobs foi um dos maiores defensores da popularização da tecnologia. Acreditava que computadores e gadgets deveriam ser fáceis o suficiente para ser operados por qualquer pessoa, como gostava de repetir em um de seus bordões prediletos era “simplesmente funciona” (em inglês, “it just works”), impacto que foi além de sua companhia e ajudou a puxar a evolução de produtos como o Windows, da Microsoft.

Jobs apesar da luta contra o câncer desde 2004 que o deixou fisicamente debilitado nos anos de maior sucesso comercial da Apple, também lutou contra a falência da empresa no final da década de 90.  A genialidade de Steve Jobs a transformou na maior empresa de tecnologia do planeta ( e segundo a bolsa de New York desta fatídica quarta feira, na maior empresa do planeta em valor. Após um transplante de fígado , viu seu obituário publicado acidentalmente em veículos importantes como a Bloomberg.  O jornal New York Times publicou em sua edição digital desta noite um infográfico com as principais patentes de Jobs.

NR : Na nossa equipe temos alguns “applemaníacos” ligadíssimos, razão pela qual o blog foi um dos primeiros a noticiar o “reboot” de Jobs para algum outro plano.

Veja também : O passado suicida da Apple

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Minos, de Alberto Lins Caldas


Por João José de Melo Franco

Diz-se que Minos, quando morreu, o lendário rei que deu à antiga civilização cretense a qualidade de seu nome, a cultura minóica (séc. XV a.C.), desceu ao mundo subterrâneo, onde tornou-se um dos juízes dos mortos, que se apresentavam diante dele e eram encaminhados para determinados círculos do Inferno, segundo a falta mais grave que tinham cometido em vida. Assim ele é vivamente retratado por Dante Alighieri, no Canto V, no Inferno da Divina Comédia. E este também é o Minos de Alberto Lins Caldas, contudo, e surpreendentemente, o juiz dos mortos por ele referido, está, como o poeta, em um inferno invertido, não mais nos subterrâneos, mas entre nós, e à beiramar. Por estar entre os vivos, o Minos de Alberto, adquire uma amplitude humana, não apenas o rei lendário e o juiz dos mortos, mas também o criador de labirintos, o homem entre homens, o homem diante da natureza e do pensar, o criador de touros, o homem diante da brutalidade do existir, tão bem representada pela imagem do Minotauro. Este Minos de Alberto Lins Caldas é a ampliação do mito, por ele usado como ponto de partida para uma profunda re-visão da vida. Não é livro fácil de se ler, pois que nos chama à reflexão, que tantas vezes falta aos homens nos dias atuais, e vem provar o quanto a poesia ainda é um fundamento civilizatório indispensável, pois é mais que necessária aos que, como eu, ainda são capazes de se deixar tocar pela beleza e pelas profundidades do espírito humano. Não encontramos comparativos significativos nos versos de Minos, pois a poesia de Alberto é para lá de singular, não só pelo tônus grave, pelas metáforas que evocam outras, como algo que não encontra seu fim em si, mas também pelo modo como ele a escreve, suprimindo acentos, cortando palavras e entremeando-as com pontos, como a nos dizer que tudo é fim e nada é fim, nem mesmo a morte, que ele frequentemente devolve à vida. Encontramos, aqui e ali, algo que semelha a Klebnikov, a Maiakoviski, a Baudelaire e a Mallarmé, mas o fato é que nada disso nos revela algo sobre esta poesia, que vem a público já completamente madura, e nos mostra um poeta com voz e rosto próprios. Finalmente, Alberto Lins Caldas estreia sua poesia em livro. Acredito que os leitores desses poemas também poderão dizer: finalmente e definitivamente!

Serviço:

MINOS
Poemas
Autor: ALBERTO LINS CALDAS
ISBN: 9788578230883
Editora: Ibis Libris
Cidade: Rio de Janeiro
Páginas: 102
Acabamento: Brochura
Ano: 2011
Preço: R$ 30,00

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