Arquivo do dia: 09/09/2011

Deu na Época Web : Boato sobre a morte de Steve Jobs enlouquece o Twitter (via Bombou na Web)

Um engano? O perfil do Twitter do programa What’s Trending, da respeitável rede de TV americana CBS, publicou um tweet sobre a morte de Steve Jobs. Logo depois, outro tweet desfez a confusão, pedindo desculpas pela informação anterior, “totalmente sem confirmação”, segundo o próprio What’s Trending. As desculpas estão abaixo.O problema é que os 11 mil seguidores do perfil ficaram loucos com a notícia, e começaram a dar RT. Logo, todo mundo passou a se perguntar se era verdade.
O site Gizmodo, um dos primeiros a noticiar o provável engano da CBS, e o Gawker, outro site de tecnologia, resolveram jogar álcool no fogo e aumentaram o poder do boato. O Gawker publicou: “Nós e nossos amigos do Gizmodo estamos começando a suspeitar que realmente há alguma coisa nesse rumor”.
Até agora, porém, nenhuma apuração séria a respeito. Nós, também, estamos indo atrás de novidades. Por enquanto, podemos ficar com o confiabilíssimo site “Is Steve Jobs Dead?” (“Steve Jobs Morreu?”).

via Bombou na Web

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Projeto Cinco e Meia apresenta o show "O Canto Beradeiro", em Porto Velho

O Projeto Cinco e Meia apresenta nesta sexta-feira (09), às 18h30, na praça da Madeira-Mamoré, o show ‘O Canto Beradeiro’ da dupla ‘Pirarublue’, formada pelos músicos Sandro Bacelar e Gioconda. A apresentação terá uma participação especial de Augusto Silveira e vai incluir uma homenagem ao Laio e à Nega, dois grandes artistas que nos deixaram precocemente, mas deixaram uma contribuição importante para a música regional em Rondônia. “Vamos interpretar a música ‘Aceiro’, que eles compuseram juntos e lembra um momento importante da carreira dos dois”, explica Sandro.

‘O Canto Beradeiro’ é um show  formado por  músicas regionais que têm grande identificação com o público local. A produção do trabalho reflete a atuação e o acúmulo de experiência de mais de uma década da dupla ‘Pirarublue’, em Porto Velho e fora de Rondônia, principalmente em Campos do Jordão (RJ). Sandro gravou seu primeiro trabalho – um compacto simples, em 1982, e o Pirarublue lançou seu primeiro CD em julho de 2000.

A apresentação desta sexta-feira contará com os músicos: Bado (violão), Eric Almeida (teclados e flauta transversal), Cleyton Esquerdinha (contrabaixo), Cleiton Lyra (percussão) e Júnior Lopes (bateria). A produção é de Sandro Bacelar e Almira Lopes e a Lu Silva assina o figurino.

O Projeto Cinco e Meia reiniciou seus trabalhos neste ano com o patrocínio da Secretaria Estadual de Cultura, Esporte e Lazer (Secel e apoio da Fundação Municipal de Cultura Iaripuna. “Temos shows quinzenais agendados até o final de dezembro, com grandes artistas de Porto Velho. O trabalho está sendo apresentado em parceria com o projeto “Acordes na Praça’, voltado para a música instrumental, com a participação de professores da Escola Municipal de Música Jorge Andrade. Além de apresentações em Porto Velho, estão previstos shows em Guajará-Mirim e Nova Mamoré”, informa o produtor do Cinco e Meia, Bubu Johnson.

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Projeto Cinco e Meia apresenta o show “O Canto Beradeiro”, em Porto Velho

O Projeto Cinco e Meia apresenta nesta sexta-feira (09), às 18h30, na praça da Madeira-Mamoré, o show ‘O Canto Beradeiro’ da dupla ‘Pirarublue’, formada pelos músicos Sandro Bacelar e Gioconda. A apresentação terá uma participação especial de Augusto Silveira e vai incluir uma homenagem ao Laio e à Nega, dois grandes artistas que nos deixaram precocemente, mas deixaram uma contribuição importante para a música regional em Rondônia. “Vamos interpretar a música ‘Aceiro’, que eles compuseram juntos e lembra um momento importante da carreira dos dois”, explica Sandro.

‘O Canto Beradeiro’ é um show  formado por  músicas regionais que têm grande identificação com o público local. A produção do trabalho reflete a atuação e o acúmulo de experiência de mais de uma década da dupla ‘Pirarublue’, em Porto Velho e fora de Rondônia, principalmente em Campos do Jordão (RJ). Sandro gravou seu primeiro trabalho – um compacto simples, em 1982, e o Pirarublue lançou seu primeiro CD em julho de 2000.

A apresentação desta sexta-feira contará com os músicos: Bado (violão), Eric Almeida (teclados e flauta transversal), Cleyton Esquerdinha (contrabaixo), Cleiton Lyra (percussão) e Júnior Lopes (bateria). A produção é de Sandro Bacelar e Almira Lopes e a Lu Silva assina o figurino.

O Projeto Cinco e Meia reiniciou seus trabalhos neste ano com o patrocínio da Secretaria Estadual de Cultura, Esporte e Lazer (Secel e apoio da Fundação Municipal de Cultura Iaripuna. “Temos shows quinzenais agendados até o final de dezembro, com grandes artistas de Porto Velho. O trabalho está sendo apresentado em parceria com o projeto “Acordes na Praça’, voltado para a música instrumental, com a participação de professores da Escola Municipal de Música Jorge Andrade. Além de apresentações em Porto Velho, estão previstos shows em Guajará-Mirim e Nova Mamoré”, informa o produtor do Cinco e Meia, Bubu Johnson.

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O banho na terra de Napoleão, Voltaire e Zidane

Por Antonio Coelho Bezerra de Farias Filho

Estatísticas da França são tão confiáveis quanto seus perfumes, sabe-se que apenas metade dos franceses toma banho diariamente. Banho? Um banho seco, a bem da verdade. Se eles usam toalha? Sim, aquela pequena, de rosto. Dou o nariz a torcer, os franceses se lavam – atrás das orelhas, nas axilas e partes pudendas.

Como os franceses tomariam banho se na França não há chuveiros, mas somente duchas em forma de telefone? Se algo eles fazem por prazer é comer. Pudera, basta sentir o cheiro do queijo. Não é à toa que o personagem Asterix faz tanto sucesso por lá, o gaulês defende a aldeia contra a invasão do Império do Banho.

Os livros de história registram que Luís XIII tomou seu primeiro banho aos sete anos e a banheira que Luís XIV mandou instalar no palácio de Versalhes foi transformada em fonte de jardim por falta de uso. Se os reis não tomavam banho, o que dizer dos plebeus?

No filme O Último Tango em Paris, Maria Schneider deitou-se numa banheira. Mas os franceses terão de admitir: o que marcou não foi o uso do sabonete, e sim o da manteiga por Marlon Brando.

É fato, o banho nunca esteve com essa bola toda na terra de Napoleão, Voltaire e Zidane. Ah, Zidane… Na final da Copa de 98, quando você levantou os braços naquele escanteio, nossa zaga nem se mexeu. O importante é que vencemos no consumo de sabonete, nós somos os campeões mundiais em número de banhos por dia, a taça do banho é nossa!

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Para-choque de blog

“Me procurei a vida inteira e não me achei, pelo que fui salvo.” Manoel de Barros

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