Arquivo do dia: 28/07/2011

Oba! Mais um Anima Mundi! (via FalaCultura)

Já consagrado como um dos principais eventos audiovisuais no calendário brasileiro, e depois de bem sucedida passagem pelo Rio de Janeiro, o 19º Anima Mundi desembarca em São Paulo. Confira os principais destaques e programe-se! Paulistanos (os pequenos e os crescidinhos) já podem respirar aliviados: finalmente, o Anima Mundi chegou à cidade. Dos 1300 filmes de 80 países diferentes inscritos, foram selecionados para integrar as mostras principais 421 filmes de 44 países diferentes – sendo 77 produções nacionais. Entre as que o público vai poder desfrutar, produções da França, Reino Unido, Rússia e mesmo dos improváveis Letônia e Mônaco, por exemplo.… Read More via FalaCultura

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Porto Velho ganhará 6 km de ciclovias

Por Joel Elias

Incentivar uma alternativa de transporte econômico, ecologicamente correto e saudável. Essa é a intenção do prefeito Roberto Sobrinho com a construção de ciclovias na cidade. São seis quilômetros de ciclovias que estão sendo construídos nas laterais das avenidas Vieira Caúla e Mamoré, na zona leste de Porto Velho. São 2,9 mil metros na Mamoré e 3,2 mil metros na Caúla. As duas ciclovias serão interligadas.A ciclovia é uma dentre várias opções técnicas de segurança de trânsito para melhoria da vida dos condutores e difere da faixa de ciclista por ser delimitada por um canteiro que a separa da pista de rolamento.  De acordo com Silvana Cavol, secretária-adjunta da Secretária Municipal de Projetos e Obras Especiais (Sempre), a pista da ciclovia terá largura de dois metros e será revestida com piso intertravado com a colocação de bloquetes.

Foto: Frank Néry

Silvana Cavol adiantou que piso intervalado são peças modulares de concreto com diversas formas e espessuras, que, dispostas em conjunto, criam grandes áreas de superfície pavimentada de belíssimo efeito estético e é uma solução inteligente para obras viárias, passeios, calçadas, praças, ciclovias, estacionamentos, entre outros. Possui vida útil longa, baixa manutenção e não requer mão-de-obra especializada para aplicação. Dispensa contrapiso, rejunte e auxilia na drenagem das águas das chuvas. Classificado como um tipo de pavimento semi-rígido, o pavimento intertravado com blocos pré-moldados de concreto permite ainda a execução de reparos sem deixar marcas. Outra vantagem, é que o piso intervalado dispensa despesas com operações de tapa-buracos, recapeamento e selagens de trincas, comuns em outros tipos de pavimentos.

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Ainda o fundamentalismo (via Leonardo Boff)

O ato terrorista perpetrado na Noruega de forma calculada por um extremista norueguês de 32 anos, trouxe novamente à baila a questão do fundamentalismo. Os governos ocidentais e a mídia induziram a opinião pública mundial a associar o fundamentalismo e o terrorismo quase que exclusivamente a setores radicais do Islamismo. Barack Obama dos USA e David Cameron do Reino Unido se apressaram em solidarizar-se com governo da Noruega e reforçaram a idéia de dar batalha mortal ao terrorismo, no pressuposto de que seria um ato da Al Qaeda. Preconceito. Desta vez era um nativo, branco, de olhos azuis, com nivel superior e cristão, embora o The New York Times o apresente “sem qualidades e fácil de se esquecer”. … Read More via Leonardo Boff

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Três Vivas ao Capitão !

Por Antônio Serpa do Amaral Filho

O advogado Hugo Evangelista apresentará no próximo dia 29, sexta-feira, na tenda da Escola de Samba Asfaltão, a obra literária que discorre sobre a vida de um famoso militar que serviu numa caserna fronteiriça onde Rondônia foi Mato Grosso, cuja carreira, vida e obra têm uma porção no quintal do verdadeiro e outro tanto no terreiro do folclórico – como o próprio escriba reconhece.Com 210 páginas, o livro chegará às mãos do público com selos de publicação da Schoba e também da Editora da Universidade Federal de Rondônia – Edufro. Sintomaticamente, através da mãe de santo que é a literatura, o espírito de um certo capitão-do-mato desce ao planeta Terra para conviver num cenário rico em facetas fantásticas e contraditórias, como são as que hoje formatam a Porto Velho contemporânea, onde um projeto racional de desenvolvimento submete o povo a um ritmo de vida irracional e catastrófico. Diz o rondoniaovivo que, só no último fim de semana ( 22 a 24), o Hospital de Pronto Socorro João Paulo Segundo registrou 410 atendimentos, dos quais 86 decorrentes de acidentes de trânsito, com vários mortos – enquanto os governantes do Município e do Estado ficam ali na praça dando milho aos pombos.Num estilo essencialmente narrativo e biográfico, o autor revela com traque jo e riqueza de detalhes as muitas facetas de um velho Chefe de Polícia da cidade de Guajará-Mirim, que recebeu por nome batismal a alcunha de Manoel Alípio, figura popular que ganhou fama e patente naqueles beiradões e por suas muitas proezas reais e surreais acabou ficando para a história e para a mitologia local como o emblemático sargento do Batalhão de Caçadores da Polícia Militar de Mato Grosso, mais tarde oficial daquela força pública.Como já disse na orelha da obra, vamos combinar: o que chamamos realidade é na verdade uma salada mista do que é realmente histórico com o que é transparentemente irreal, vivente de uma outra dimensão além-homem. O real, portanto, nessa equação, é junção bidimensional do que realmente é com aquilo que deveria ter sido, ou parece ter sido, ou dizem ter sido.Assim é a lendária figura de um propalado sergipano sangue bom que habitou os sertões de Guajará-Mirim e há muito tempo povoa o imaginário da gente Guaporé. Dizem ter sido um paladino da justiça, um cavaleiro andante, ou um Dom Quixote do viver correto e dos valores morais inexpugnáveis. Fez coisas que até Deus duvida. Seu nome de guerra: Capitão Alípio – um personagem do nosso realismo fantástico, literalmente fantástico, onde o mito e o real coexistem da unidade do mesmo ser, como cara e coroa de uma única entidade simbológica.
Talhado na fornalha do sol abrasador do Sergipe, o controvertido e lendário personagem de Hugo Evangelista, embora tenha nascido para muitos de nós nas animadas conversas dos mais velhos, na Porto Velho de antigamente, ele nasceu biologicamente lá pras bandas da cidade de Capela, nos idos sergipanos do final do século 19, nos conta o autor, como querendo justificar, de plano, que realmente o Capitão Alípio tem um pé na sala da verdade e outro na cozinha do folclore. Nem tão histórico que pareça desenxabido e nem tão mitológico que pareça conversa pra boi dormir. Eis o desafio da obra: apresentar para o mundo a pessoa do famoso Delegado de Fronteira sem abrir mão das facetas que o tornaram conhecido em todos os quadrantes da civilização rondoniense, revelando conteúdos, paisagens e performances sociais que ultrapassam as cercanias do mundo do personagem e presenteiam o leitor com uma aquarela guache de cores e tons sociológicos, como se fosse uma aula informal sobre a composição geral daquela sociedade em que viveu o polêmico militar. Se com Érico Veríssimo o Rio Grande do Sul tem o seu Capitão Rodrigo, nós, com a pena sensível e arguta de Hugo Evangelista, temos o nosso Capitão Alípio, Oficial de Milícia que, embora tenha assento e registro nos alfarrábios castrenses, cavalga ainda hoje com desenvoltura nos prados indomáveis da nossa imaginação. Pelo sim, pelo não – três vivas ao Capitão!

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Gente que encontrei por aí…Giuliano Viecili, em Candeias do Jamari

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Idec alerta : projeto de lei ameaça liberdade de internautas

O projeto de lei 84/99, que tramita em caráter de urgência, limitará significativamente a liberdade dos consumidores na internet, além de ameaçar sua privacidade, alertou o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor). O instituto entende que a proposta, conhecida como PL Azeredo, vai limitar a privacidade dos cidadãos, uma vez que instaura o monitoramento integral de suas ações na rede. A medida vai também permitir que os provedores de internet coletem e guardem os dados pessoais sem regulação prévia. O projeto de lei, que ficou conhecido como ‘AI-5 da internet’, fazendo referência ao ato que restringiu direitos civis na época da ditadura militar, mostra-se polêmico, sobretudo, por limitar a disseminação de informações na rede.Resumidamente, o Idec observa que as punições para crimes cometidos na rede acabam esbarrando em ações cotidianas dos consumidores, como o compartilhamento de conteúdos, a transferência de músicas já compradas de um CD para um computador ou outros dispositivos eletrônicos e o desbloqueio de aparelhos celulares. A preocupação do instituto  aumenta na medida em que a possível aprovação do projeto se aproxima. Como tramita em caráter de urgência, pode ser votado assim que a Câmara voltar do recesso parlamentar. O Idec reivindica que o projeto seja colocado na Comissão de Direitos do Consumidor, permitindo tanto o debate aberto quanto a revisão da proposta, antes que ela seja colocada em votação. Adicionalmente, o instituto observa que, antes da aprovação de qualquer projeto sobre crimes na internet, é preciso antes criar um marco civil sobre o tema. “O PL prevê que os provedores de internet, que já retêm as informações sobre os históricos de navegação dos consumidores na rede, ganhem poder de polícia e passem a monitorar os usuários”, afirma o advogado do Idec, Guilherme Varella.

via Infomoney

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