Arquivo do dia: 11/07/2011

Um soldado jamais abandona a trincheira (via Prof. Hariovaldo Almeida Prado)

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Mais uma vez , nosso líder e mais preparado do brasileiros , o presidente de carteirinha Dom José Serra , vem a público denunciar os desmandos do governo da búlgara fantochuda .
Na qualidade de supremo presidente do conselho dos homens bons do partido da massa cheirosa , nosso magnânimo líder , redigiu um libelo que denuncia as infâmias cometidas pelos ptelhos nos últimos 8 anos e meio . Assuntos aos quais , nós hariovaldianos já estamos cansados de saber , más que a choldra deslumbrada com seus carros 1.0 e o saguão dos aeroportos insiste em não ver .  Continue Lendo via Prof. Hariovaldo Almeida Prado

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História e folclore : caminhos que se entrecruzam

Acontece entre 11 e 15 de julho de 2011 o XV Congresso Brasileiro de Folclore. Durante esses dias, aproximadamente uma centena de pesquisadores de todo o Brasil se encontrarão em São José dos Campos para discutir a partir do eixo temático História e Folclore: caminhos que se entrecruzam. Se você se interessa pelo assunto, tem aqui uma excelente oportunidade de aprender. Além de ouvir e debater com figuras importantes nas mesas-redondas e painéis, participar ativamente de grupos de trabalho, oficinas e vivências, os congressistas poderão conhecer São José dos Campos, no Vale do Paraíba, e vivenciar um pouco da riqueza do Estado de São Paulo no evento que acontece paralelamente no mesmo local, o Revelando São Paulo – um festival de cultura tradicional paulista.

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Nós, os traços (via Boteco do Arantes)

Nós, os traços A essa altura do campeonato, a entrevista de Ricardo Teixeira à revista piauí já caiu no mundo. Muito se falou, muito se leu e debateu sobre o tema. Gente mais experiente e calejada do que eu com a CBF – como os colegas Mauro Cezar Pereira e Paulo Calçade – já escreveram e comentaram sobre os absurdos que o dono do futebol brasileiro disse, com a arrogância de sempre e a certeza irritante da impunidade. … Read More via Boteco do Arantes

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Agua da torneira (via Tira da Cabeça)

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Do mural de Alberto Lins Caldas

‎*
● digo no ouvido dele ●
● sentindo cheiro de sangue ●
● “!escuta bem” e ●

● longe o mar e ●
● bem depois ●
● inda mais distante ●

● aquilo q falo vendo escorrer ●
● vermelho sobre a pedra o q ●
● jorra da cabeça “!terra minha” ●

● sei q não ri sei q escuta ●
● depois enterro na areia ●
● molhada o corpo q ●

● agora treme e se ergue ●
● elevando os braços em pe ●
● como se buscassem a cabeça e ●

● gira os olhos ●
● encontrando meu olhos ●
● digo “!agora é tarde” e vejo os ●

● dele se abrirem mais e a ●
● boca travada os dentes se ●
● mordendo de odio a lingua ●

● sem nada poder dizer e ●
● ele vai fechando as palpebras ●
● porisso digo rapido “!adeus” ●
*

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O "complexo Deus" da modernidade (via Leonardo Boff)

A crise atual não é apenas de escassez crescente de recursos e de serviços naturais. É fundamentalmente a crise de um tipo de civilização que colocou o ser humano como “senhor e dono” da natureza (Descartes). Esta, para ele, é sem espírito e sem propósito e por isso pode fazer com ela o que quiser.

Segundo o fundador do paradigma moderno da tecnociência, Francis Bacon, cabe ao ser humano torturá-la, como o fazem os esbirros da Inquisição, até que ela entregue todos os seus segredos. Desta atitude se derivou uma relação de agressão e de verdadeira guerra contra a natureza selvagem que devia ser dominada e “civilizada”. Surgiu também a projeção arrogante do ser humano como o “Deus” que tudo domina e organiza.

Continue Lendo via Leonardo Boff

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O “complexo Deus” da modernidade (via Leonardo Boff)

A crise atual não é apenas de escassez crescente de recursos e de serviços naturais. É fundamentalmente a crise de um tipo de civilização que colocou o ser humano como “senhor e dono” da natureza (Descartes). Esta, para ele, é sem espírito e sem propósito e por isso pode fazer com ela o que quiser.

Segundo o fundador do paradigma moderno da tecnociência, Francis Bacon, cabe ao ser humano torturá-la, como o fazem os esbirros da Inquisição, até que ela entregue todos os seus segredos. Desta atitude se derivou uma relação de agressão e de verdadeira guerra contra a natureza selvagem que devia ser dominada e “civilizada”. Surgiu também a projeção arrogante do ser humano como o “Deus” que tudo domina e organiza.

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