Arquivo do dia: 25/06/2011

Sessão "A vingança dos filmes B!" (via Cinema Ex Machina)

Sobrevivendo às margens do cinema mainstream, as produções independentes de baixo orçamento, além das óbvias dificuldades financeiras de realização, sempre lutaram contra um sistema de distribuição dominado por monopólios, e por vezes com a incompreensão de um público acostumado a uma estética cinematográfica culturalmente imposta pelos grandes estúdios.  … Leia Mais via Cinema Ex Machina

Deixe um comentário

Arquivado em Efêmeras Divagações

Sessão “A vingança dos filmes B!” (via Cinema Ex Machina)

Sobrevivendo às margens do cinema mainstream, as produções independentes de baixo orçamento, além das óbvias dificuldades financeiras de realização, sempre lutaram contra um sistema de distribuição dominado por monopólios, e por vezes com a incompreensão de um público acostumado a uma estética cinematográfica culturalmente imposta pelos grandes estúdios.  … Leia Mais via Cinema Ex Machina

Deixe um comentário

Arquivado em Efêmeras Divagações

Trânsito, irracionalidade e silêncio oficial

Por Marcelo Rocha*
 
A brutalidade irracional do trânsito de São Paulo fez mais uma vítima. Um dos principais executivos da indústria paulista, que teria todos os meios a sua disposição para se deslocar apenas de carro, ou até mesmo de helicóptero, como fazem tantos empresários desta cidade, foi assassinado sobre uma bicicleta. Em uma cidade como a nossa, em que o trânsito mata 50 ciclistas por ano, não surpreende mais esse descaso com a vida. Diariamente, veículos ocupados caprichosamente apenas por seu condutor travam uma batalha covarde com pedestres e ciclistas. Sentados dentro de suas armaduras, cada vez maiores e ameaçadoras, investem contra seres humanos desarmados, em faróis, entradas de estacionamentos de shoppings, portas de escolas e tantos outros locais onde se exibe infinita estupidez. E o pior: julgam ter direito a todo o espaço disponível da cidade; afinal, a cidade foi e continua sendo cada vez mais alterada em favor deles. Ruas se alargam, calçadas se estreitam, árvores são derrubadas: tudo pelo bem dos veículos que precisam transitar por uma cidade que, sem se preocupar com o transporte coletivo – pelo menos com o de qualidade -, investe em mais ruas, avenidas e extinção da vida.
É curioso observar como os motoristas acreditam ser natural avançar contra os cidadãos em faróis abertos ou fechados, faixas de pedestres ou simplesmente para se divertirem diante de pessoas que não têm à sua disposição um monte de lata de uma tonelada. É como se tivessem um direito divino sobre as vias da cidade, onde pedestres são obstáculos que não podem atrapalhar o livre fluxo dos carros.
Prefeito após prefeito, nada tem sido feito para alterar esse quadro. Ciclovias não existem, ou existem como piada. Alguém já observou como têm crescido as ciclovias de São Paulo? Faria Lima, Berrini, JK, Hélio Pelegrino… Será que o morador dessas regiões deixará o carro em casa para se deslocar para o trabalho de bicicleta? As ciclovias só podem ser utilizadas por algumas horas aos domingos nessas regiões nobres da cidade porque obviamente o morador do Itaim realmente precisa de carro para se deslocar até seu trabalho na Paulista ou nos Jardins, percurso que poderia fazer a pé em 20 minutos, dando grande contribuição para a sua saúde e a da cidade.
Uma ciclovia desse tipo não serve ao trabalhador comum; serve ao lazer do paulistano dessas regiões.
Acompanhando cidades como Paris, que adotou a bicicleta como uma alternativa para percursos curtos, os bicicletários paulistanos limitam-se aos 45 km de ciclovias de São Paulo. Já Bogotá, na Colômbia, tem 121 km.
Sempre que tragédias como essa acontecem em nossa cidade, autoridades mandam flores, dão apoio à família e lançam palavras que se diluem em um mar de promessas. Até que se concretizem, quantos ciclistas não chegarão a seu destino?
* Presidente da Associação Horizontes (www.ah.org.br), entidade sem fins lucrativos que visa promover sustentabilidade, cidadania, inclusão social e geração de trabalho e renda por meio da educação

Deixe um comentário

Arquivado em Delírio Cotidiano

Para-choque de blog

“A sorte sorrí para os corajosos”

Deixe um comentário

Arquivado em Para-choque de Blog

As 100 coisas mais nojentas do planeta

De besouros que comem esterco a larvas que devoram carne; de filhotes de aves que esguicham vômito a pepinos gosmentos; de cogumelos fétidos a plantas repugnantes que podem devorar até um camundongo, o mundo natural está repleto de seres vivos realmente asquerosos. É claro que muitos deles são nojentos só para nós – afinal de contas, todos eles simplesmente procuram apenas sobreviver, como todo ser vivo na Terra. Acontece que, para isso, muitas espécies – incluindo os seres humanos! – tiveram que desenvolver alguns hábitos que são verdadeiramente muito nojentos… Um livro de Anna Claybourne , autora de vários livros sobre o mundo natural destinados a jovens leitores, incluindo 100 coisas mais perigosas do planetaUsborne Internet-Linked Encyclopedia of Planet Earth,Extreme Earth,Weird Wildlife: PlantsKiller Creatures: Tiger e muitos mais. A Editora é a Zastras e o preço sugerido é de R$ 39,00 .

Deixe um comentário

Arquivado em Delírio Cotidiano