Arquivo do dia: 11/06/2011

Animação chilena concorre no 2º Curtamazônia

Fotograma de "A Fábula da Corrupção", direção de Lisandro Santos, 8 min, 2010, RS.

Concorrendo na categoria Animação, com produção em 35mm e duração de 17 min 40 seg, direção de Tomás Weiss de Santiago/Chile, o filme “Paraíso Terrenal” conta a história de um homem que percorre uma cidade cinza, mas enquanto espera o ônibus, observa um cartaz que convida a ele para um mundo melhor. Você pode conferir esse filme e outras animações nas sessões do Festival Popular que acontece de 1 a 7 de agosto em Porto Velho ,capital de Rondônia.

Veja os 27 filmes inscritos na categoria Animação Nacional e Internacional :

1) “Feira da Fantasia”, direção Talvanes Moura, 10 min 25 seg,
2011, CE.
2) “Nonato Azul”, direção Cleuberth Choi,  4 min 30 seg, DF.
3) “Mocó Jack”, direção Luiz Botosso e Thiago Veiga, 12 min, 2007,
GO.
4) “Tamanduá Bandeira”, direção Ricardo de Podestá, 8 min, 2011,
MG.
5) “Eu venci”, direção Thiago Herbert,  2 min 40 seg, 2010, MG.
6) “O casamento da Ararinha-Azul”, cap. 01, direção Marcelo Branco, 4 min 30 seg, 2011, MG.
7) “Eu queria ser um monstro”, direção Marão,  8 min, RJ.
8) “1 ano, 6 meses e alguns dias”, direção Márcio Nogueira,  2 min
58 seg, 2010, RJ.
9) “Meus pais são super-heróis”, direção Márcio Nogueira, 8 min 49
seg, 2011, RJ.
10) “Bailarino e o bonde”, direção Rogério Nunes, 10 min 20seg,
2009, SP.
11) “Traz outro amigo também”, direção Frederico Cabral, 15 min 30
seg, 2010,  RS.
12) “A fábula da corrupção”, direção Lisandro Santos, 8 min, 2010,
RS.
13) “Doce turminha e a corda da viola”, direção Eduardo Drachinski,
1 min, 2011, SC.
14) “Turminha da vida”, direção Eduardo Drachinski,  5 min 30 seg,
2011, SC.
15) “Os Hai-Kais do príncipe”, direção Maurício Squarisi, 13 min,
2009, SP.
16) “O Divino, de repente”, direção Fábio Yamaji, animação-documentário, 6
min 20 seg, SP.
17) “Tempestade”, direção Cesar Cabral,10 min, 2010, SP.
18) “Rái Sossaith”, direção Thomate,  10 min, 2011, SP.
19) “Buba e o aquecimento global”, direção Eduardo Takao Nakamura,
1 min, 2010, SP.
20) “Remoto controle remoto”, direção Bruno Bask, 2 min 34 seg,
2011, SP.
21)”O diário da Terra”, direção Diogo Viegas, 1 min 12 seg, 2010,
RJ.
22) “O segredo de Nina”, direção Lancast Mota,  7 min 10 seg, 2010,
RS.
23) “I-Juca Pirama”, direção Elvis Kleber e Ítalo Cajueiro,  15
min, 2010, DF.
24) “Esaú, o catador de histórias”, direção André Dias Araújo,10
min, 2011, CE.
25)  “Xurume”, direção Everton Rodrigues, 2011, SP.
26) “Céu, inferno e outras partes do corpo”, direção Rodrigo John,
7 min 33 seg, 2011, RS.
27) “Paraíso Terrenal”, direção Tomás Weiss,  17 min 40 seg, 2010,
Santiago – Chile.

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Gente que encontrei por aí… Luiz Brito

foto: B.Bertagna

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Carta aberta aos comediantes brasileiros (via Psiquiatria e Sociedade)

 

Caros comediantes brasileiros,

Analisar o humor é como dissecar um sapo, poucas pessoas se interessam e no final o sapo morre, disse o escritor E.B.White. Tudo bem, mas sem querer ensinar o padre a rezar a missa, acho que a ciência poderia ajudar vocês a evitarem alguns problemas judiciais sem perder – muito – a graça.

Tenho visto nos últimos tempos algumas polêmicas envolvendo piadas feitas por vocês. Isso acontece – vocês sabem – porque alguns temas são mais sensíveis do que outros, e não adianta reclamar do patrulhamento do politicamente correto, porque os tabus sempre existiram e vão continuar a existir. Por mais que a graça para uns dependa muitas vezes da desgraça de outros (Groucho Marx dizia que um comediante amador acha engraçado vestir um ator de velhinha e jogá-lo escada abaixo, mas um profissional sabe que isso só tem graça se for feito com uma velhinha de verdade) a arte do insulto consiste em dosar essa agressividade inerente ao humor.

Hoje em dia uma teoria que está na moda postula que as coisas são engraçadas quando provocam violações benignas. Primeiro porque desde Aristóteles o cômico está associado à agressão ou alguma outra forma de violação; segundo, e aparentemente contraditório, porque a graça também depende da percepção de certa segurança, garantindo a inocência da brincadeira. Assim, a teoria da violação benigna propõe que essas duas condições devam ser satisfeitas ao mesmo tempo. Para que a agressividade seja percebida como inocente – e portanto engraçada em vez de ofensiva – ao menos uma das seguintes condições deve ser preenchidas: 1) a regra violada deve ser contraditória com outra regra, que fica preservada, gerando uma contradição; 2) a regra violada é fraca, pouco importante para as pessoas; ou 3) a violação é psicologicamente distante do público. Essas características tornam a violação mais “aceitável”, garantindo que as pessoas se divirtam mais do que se enraiveçam.

Fica mais fácil de entender o porquê dos recentes protestos contra os senhores, não é mesmo? Fazer piada com estupro só teria graça talvez se a vítima fosse a Cleópatra ou a Mona Lisa, psicologicamente muito distantes das pessoas (afinal, comédia é tragédia mais tempo, como se diz). E pela imensidão do sofrimento causado, o holocausto só poderia eventualmente ser tema de piada para uma civilização alienígena.

Caros comediantes, despeço-me lembrando que o bobo da corte era o único que podia dizer certas verdades a respeito do rei e do reino, porque o fazia na forma de piada. Assim, desejo que vocês continuem sendo os bobos da corte modernos, mas que não se esqueçam que se ele errasse na mão e ofendesse o rei, acabava no calabouço ou sem cabeça.

Saudações.… Read More via Psiquiatria e Sociedade

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Arena: Arquitetura – por Ledy Valporto Leal / Projetodesign (via Grêmio 21)

Sobreposição de formas concede dinamismo a arena Em meio à profusão de estádios para a Copa do Mundo de 2014, um que não será sede dos jogos oficiais está em construção, no bairro de Humaitá, em Porto Alegre. É o Grêmio Arena, iniciativa do tradicional clube gaúcho Grêmio Football Porto Alegrense, com o propósito de criar um complexo multifuncional com espaços para a prática desportiva e a realização de eventos. … Read More via GRÊMIO 21

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