Arquivo do dia: 29/05/2011

56 milhões de novas cédulas do real estão em circulação no país

Por Kelly Oliveira, da Agência Brasil

As novas notas de R$ 50 e R$ 100 já começam a fazer parte do dia a dia dos brasileiros quando vão aos bancos e caixas eletrônicos e fazem compras. Segundo dados do Banco Central (BC), referentes ao último dia 26, estão em circulação 41,024 milhões dessas cédulas com valor de face de R$ 50 e 15,291 milhões, de R$ 100. As novas notas de R$ 100 e R$ 50 começaram a circular no dia 13 dezembro do ano passado.

No total, são 56,315 milhões de notas da segunda família do real (R$ 50 e R$ 100) em circulação no país. Como a substituição das cédulas é feita gradualmente, de acordo com o desgaste das da primeira família, as notas antigas ainda vão predominar por algum tempo: circulam no país 1,292 bilhão de notas da primeira família, com valor de face de R$ 50 e 356,107 milhões de R$ 100. As notas de R$ 50, tanto as antigas como as novas, duram em média três anos e oito meses. No caso das de R$ 100, a durabilidade média é cinco anos.

Nos caixas eletrônicos, as novas notas também estarão acessíveis aos poucos. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), a adaptação dos caixas eletrônicos para liberar as notas depende da estratégia de cada instituição. A adaptação é necessária, porque as novas cédulas têm tamanhos maiores: as de R$ 100 têm 15,6 centímetros (cm) por 7 cm e as de R$ 50,14,9 cm por 7 cm.

A Caixa, por exemplo, informou que está seguindo o cronograma estabelecido pelo BC para adaptação de 60% dos equipamentos de autoatendimento até outubro deste ano. O Banco do Brasil (BB) espera adaptar 3,643 mil terminais até o final de junho. Até setembro deste ano, a adaptação estará feita em 9 mil terminais do BB.

A secretária Gisele Ramos, de 27 anos, diz que, até agora, recebeu poucas informações sobre as novas notas. “Não vi muita notícia sobre isso. Quando recebi a primeira [cédula], até estranhei, pois não sabia que havia mudado.”

Já o motorista de táxi Antonio Araújo, de 44 anos, conta que recebe constantemente as novas notas de R$ 50, mas prefere guardar, em vez de repassar como troco para os clientes. “Eu tenho todas as novas notas que recebi guardadas. Não gosto de usá-las no dia a dia por causa do tamanho, que acaba atrapalhando.”

A estudante Joana Macedo, de 22 anos, gostou da aparência das novas notas: “estão mais bonitas, e o material me pareceu mais resistente que o das demais. Elas não amassam tão facilmente.”

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Polícia identifica suspeito de matar líder camponês em Rondônia – Cúpula da Polícia Civil anuncia prisão de Ozéas Vicente

Secretaria de Segurança Pública distribuiu a foto de Ozeas Vicente, o principal suspeito do crime

Por Luana Lourenço, da Agência Brasil

A Polícia Civil de Rondônia identificou o suspeito de matar o líder camponês Adelino Ramos, o Dinho. O crime ocorreu na última sexta-feira (27) em Vista Alegre do Abunã, distrito de Porto Velho. Segundo a Polícia, o agricultor Ozeas Vicente foi quem atirou em Dinho. A polícia ainda apura a participação de outras pessoas no crime. O camponês estava na rua quando foi atingido por seis tiros. Ele chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos. Equipes de Porto Velho estão em busca do acusado. Policiais dos estados do Acre e do Amazonas também estão mobilizados para tentar prender Vicente. A Polícia Civil informou que já prepara o pedido de prisão temporária caso o investigado não seja encontrado a tempo do flagrante. Dinho era líder do Movimento Camponês Corumbiara, e vinha sendo ameaçado de morte por denunciar a ação de madeireiros na divisa dos estados do Acre, Amazonas e de Rondônia.

A cúpula da Polícia Civil de Rondônia anunciou na manhã desta segunda (30)  a prisão de  Ozéas Vicente, acusado do assassinato do líder camponês, Adelino Ramos, o Dinho. Ozéas Vicente se entregou, na companhia de um advogado, e será conduzido para Porto Velho.

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Código Florestal: a luta entre a razão e a morte (via RS Urgente)


Por Marco Weissheimer
O debate em torno da proposta de mudança do Código Florestal expôs, mais uma vez, a gigantesca ignorância de lideranças políticas e econômicas da nossa sociedade que se consideram seres racionais e esclarecidos. Essa ignorância, como se viu, espalha-se por boa parte do espectro político com ramificações à direita e à esquerda. A argumentação utilizada por esses setores começa sempre afirmando, é claro, a importância de proteger o meio ambiente, para, logo em seguida colocar um senão: não podemos ser radicais nesta questão, precisamos gerar renda e emprego, desenvolver o país, etc. e tal. É curioso e mesmo paradoxal que essa argumentação apele para um bom senso mítico que seria sempre o resultado de uma média matemática entre dois extremos. Você quer 2, ele quer 10, logo o bom senso nos diz para dar 6. Esse cálculo infantil pode funcionar para muitas coisas, mas certamente não serve para buscar respostas à destruição ambiental do planeta que não cessa de aumentar.   Continue Lendo via RS Urgente

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Para-choque de blog

“Perto dos bregas de hoje, Agepê era um Villa-Lobos”

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Vacas sociológicas (via Ciências Sociais)

O que cada sociólogo (e/ou filósofo e/ou antropólogo e/ou desempregado funcional) tem a dizer sobre o fato de você, hipoteticamente apenas, veja bem, possuir uma vaca? Marx: Você tem uma vaca. Se ela se recusar a dar leite é uma miserável vaca burguesa exploradora da mais-valia leiteira. Pode tirar o couro, repartir com os companheiros e comer. Durkheim: Sua sociedade tem uma vaca. Você não importa. … Read More via Ciências Sociais

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Desinformação e desrespeito na mídia brasileira (via Nossa Língua Brasileira (NLB))

Desinformação e desrespeito na mídia brasileira Por alguma razão escondida dentro de cada um de nós que escrevemos esse texto tivemos como escolha profissional o ensino de língua (materna ou estrangeira). Por algum motivo desconhecido, resolvemos abraçar uma das profissões mais mal pagas do nosso país. Não quisemos nos tornar médicos, advogados ou jornalistas. Quisemos virar professores. E para fazê-lo, tivemos que estudar.  … Continue Lendo via Nossa Língua Brasileira (NLB)

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