Arquivo do mês: maio 2011

Boato da net : Sean Kingston morre aos 21 anos. Mentira, ele está na UTI

     Leia também Sean Kingston planeja gravar novo album, após o acidente

O jamaicano foi atingido por um Jet Ski. Segundo boatos publicados na net, a prima de Sean Kingston, muito ligada á familia, Sean Kingston teria morrido ás 17h36 da tarde desta segunda-feira. Autoridades da Flórida informaram que Kingston e uma passageira do sexo feminino ficaram feridos quando o jet ski colidiu com a ponte de Palm Island por volta das 18h do domingo (horário local). … Read More via PORTAL RBC&SleXD | Televisão,Famosos,Bastidores da TV,Real Times,Notícia e Muito mais   Leia também Sean Kingston planeja gravar novo album, após o acidente  

Sean Kingston : após acidente de jet ski cantor quer lançar novo álbum: http://t.co/PorowoR

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D.R. com a churrasqueira

Ela andava triste comigo. Disse que eu só dava valor para nossa relação quando estava bêbado, rodeado de amigos. Reclamou que a gente nunca mais tinha feito nada sozinhos, só nós dois. Que eu nunca mais tinha tocado violão pra ela. Que a gente nunca mais tinha passado um final de semana despretensioso, jogando papo fora, sem compromisso com festa, algazarra. Concordei. Há muito tempo que já não sou mais aquele companheiro aplicado, que passava horas juntos, fazendo planos para o nosso futuro. Me senti mal por isso. Resolvi me redimir. Tirei a tarde de domingo para ficarmos juntinhos. Conversamos futilidades, comemos juntos e fizemos as pazes. Pedi desculpas por ter deixado que a rotina maluca de trabalho atrapalhasse meu empenho como parceiro. Ela ficou feliz, disse que amou o domingo e que já posso voltar a chamar meus amigos pra fazer farra. Ufa. … Veja Mais em Raspa Raspa

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Para-choque de blog

“Para o peixinho do aquario quem troca a água é Deus.”

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Festival Internacional de Filmes de Florestas da ONU é destaque na Conferência sobre o Ano Internacional das Florestas

Em celebração ao Ano Internacional das Florestas 2011 (AIF), o Instituto Humanitare (entidade ligada à ONU e que visa aproximar as Nações Unidas da sociedade civil) realiza no próximo dia 03 de junho, no Clube Hebraica, em São Paulo, Conferência sobre o tema. Entre as ações desenvolvidas especialmente para o AIF e que serão destaque no evento está o lançamento no Brasil do Festival Internacional de Filmes de Florestas. O evento terá a presença de Lisa Samford, Diretora Mundial do Festival – contratada exclusiva pelas Nações Unidas – e contará com a exibição dos trailers dos filmes vencedores.

O Festival foi organizado pelo Fórum das Nações Unidas sobre Florestas, em colaboração com o Jackson Hole Wildlife Film Festival. Mais de 160 filmes foram apresentados aos júris dos 192 países participantes durante o lançamento do Ano Internacional das Florestas, em fevereiro deste ano, na sede das Nações Unidas, em Nova York (EUA). Os vencedores, provenientes de cerca de 30 países, foram divididos em seis categorias: ‘Esta é Minha Floresta’, ‘Florestas Vivas’, ‘Problemas e Soluções’, ‘Floresta Herói’, ‘360º Todas as Coisas da Floresta’ e Curtas.

“Criamos o Festival para que qualquer pessoa, em qualquer país, pudesse participar. Nós recebemos muitos filmes e foi difícil escolher os melhores. No total, 60 pessoas participaram do comitê julgador e cada uma delas assistiu aos filmes participantes. O processo de escolha dos vencedores levou dois meses”, contou Lisa Samford. A diretora deixou sua carreira no jornalismo para se tornar uma premiada documentarista, especializada em projetos de expedição em lugares difíceis e remotos. Trabalhando em emissoras como Discovery e National Geographic, ela já cruzou cinco continentes para a realização de diferentes projetos. Desde 2002, Samford é Diretora-Executiva do internacionalmente famoso Jackson Hole Wildlife Film Festival.

O objetivo do projeto é ressaltar a importância das florestas, a sua relação com as pessoas e o planeta que vivemos, assim como inspirar a responsabilidade pessoal em busca de um futuro sustentável. Agora, os traillers dos filmes serão apresentados na Conferência e poderão ser vistos na íntegra na Cinemateca Brasileira, nos dias 04 e 05 de junho, com entrada gratuita.

Para assistir aos trailers dos filmes finalistas acesse:
http://jhfestival.org/forestfestival/finalisttrailers.htm

Para conferir as sinopses e programação da mostra acesse:
http://www.humanitare.org/florestas/mostra-filmes.asp

Confira a Programação da Conferência do ‘Ano Internacional da Floresta’:

13h30 -Abertura Oficial
Ato Simbólico pelas Florestas
Dotação do Embaixador do Ano Internacional das Florestas no Brasil
Conferência Internacional “Florestas: tão longe ou tão perto?”
Conferencista Master
Jan McAlpine – Diretora da Divisão das Nações Unidas para as Florestas e Chefe do Secretariado do Fórum das Nações Unidas sobre Florestas (UNFFF)

16h45 -Painel Corporativo “Consequências e Soluções. O que as empresas estão fazendo para proteger as Florestas?”
16h45 – Encontro de blogueiros “A importância da mídia e das redes sociais na conscientização da preservação das Florestas e do Planeta” (programação paralela)
18h00 -Lançamento U.N. Forest Wall e Abertura do Festival Internacional de Filmes de Florestas da ONU
19h00 -Lançamento do Projeto MudaRock

SERVIÇO:
Data: 03 de junho – das 12h00 às 19h00
Local: Clube Hebraica – Rua Hungria, 1.000 – Jardim Paulistano – São Paulo
Telefones: (11) 3035-2163

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Projeto de reflorestamento Curupira ganha apoio da Fundação Banco do Brasil

Por Ana Aranda

O presidente do Sindicato da Micro e Pequena Indústria (Simpi) de Rondônia, Leonardo Sobral, apresentou ao presidente da Fundação Banco do Brasil (FBB), Jorge Streit, o Projeto de Recriação da Floresta Curupira, que visa o aproveitamento de áreas degradadas com o plantio de árvores, por pequenos agricultores de Rondônia, para comercialização da madeira no mercado futuro. “O Curupira é um projeto que oferece condições de utilização para milhares de hectares de terra que foram desmatadas e viraram capoeiras na Amazônia e ao mesmo tempo dá uma opção de renda para os pequenos agricultores e viabiliza a produção de madeira certificada, que tem grande rentabilidade e procura tanto no Brasil como no exterior”, disse Streit.

O Curupira prevê o plantio da espécie Teca, que tem um rápido crescimento. O agricultor incluído no projeto recebe recursos e assistência técnica para plantar as árvores e quando da comercialização ou fechamento de contrato  com investidores receberá  50 euros mensais (cerca de R$ 115.00) por hectare plantado,  para manter o cultivo até a hora da derrubada, durante um período de 25  anos, sendo que no final do processo ele tem direito à comercialização de 50% das árvores plantadas. O Simpi, por meio da sua diretoria de comércio internacional, fará o trabalho de comercialização do projeto no  mercado de investidores (externo e interno), que    prevê a  excelente rentabilidade de até 8% ao mês.

“Este é um jogo de ganha-ganha. Ganha Rondônia porque terá uma alternativa para a utilização de milhares de hectares de áreas ociosas. Ganha o agricultor, com o acesso a uma fonte de renda mensal, e ganha o meio ambiente porque o pequeno produtor que tem produção e renda não precisa desmatar para sobreviver. Por outro lado, com a valorização da madeira, o  empresário tem uma fonte certa de lucros. É bom salientar que os 50% da plantação concedidos ao agricultor a cada oito anos representam uma aposentadoria e garantia de renda para a sua família”, considera Leonardo Sobral.

Presente ao encontro de apresentação do projeto ao presidente da FBB, o secretário-adjunto de Meio Ambiente, Josenildo Nascimento, demonstrou grande interesse na expansão do Curupira em Rondônia e disse que o levará ao conhecimento do governador Confúcio Moura. Também participaram da reunião, o engenheiro florestal Osvaldo Pittaluga e o doutor em desenvolvimento sustentado e professor Sílvio Persivo, que trabalham na implementação do Curupira, além do presidente do Sindicato de Madereiros de Jaru, Wagner José de Araújo.

O Curupira está implantado hoje em duas  propriedades em Rondônia. Uma delas conta com o financiamento de um empresário francês da indústria de tênis Taygra, Alexandre Salaun, que apostou na ideia, entusiasmado com a possibilidade de investir em um produto ambientamente e socialmente sustentável, portanto com grande aceitação no mercado, e que ao mesmo tempo oferece alta produtividade.

O Instituto Curupira, criado para gerir o projeto, cuida da certificação da madeira produzida e, para garantir o caráter social do projeto, cada agricultor fica encarregado pelo cultivo de um hectare de terra. O preço do plantio de um hectare é de aproximadamente R$ 4 mil. O projeto tem como parceiros, o Sebrae, Indústria Taygra, IICC – International Industrial & Commercial Cooperative. Inc, CREDC, Iron & Minerals International Cooperative, Inc, Amazon Business Export eDevelopments & Estates United, Inc:Para maiores informações sobre o projeto acesse o site http://www.amazoniarainforest.net.

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Morte de "Dinho" intensifica Operação Arco de Fogo na Amazônia

Presidente em exercício Michel Temer durante reunião para tratar sobre os conflitos agrários na Amazônia. Foto: Aluizio Assis/Vice-Presidencia.

Presidente em exercício Michel Temer durante reunião para tratar sobre os conflitos agrários na Amazônia. Foto: Aluizio Assis/Vice-Presidencia.

Por Yara Aquino , da Agência Brasil

Para conter a violência em regiões de conflitos agrários, o governo federal irá criar um grupo de trabalho interministerial para acompanhar a investigação dos assassinatos de agricultores ocorridos na semana passada e acelerar ações de regularização fundiária e desenvolvimento sustentável nessas áreas.  As medidas foram anunciadas hoje (30) após reunião coordenada pelo presidente em exercício Michel Temer com integrantes de vários ministérios. O encontro foi motivado pela morte de quatro agricultores nos estados do Pará e de Rondônia. Também estão sendo instalados dois escritórios de regularização fundiária no estado do Amazonas. “Entendemos que as providências anunciadas hoje são uma resposta aos óbitos. Não aceitamos e vamos recrudescer a fiscalização e investigação e fortalecer as ações para desenvolvimento sustentável na região”, afirmou o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence. O governo federal quer ainda atuar de forma conjunta com os governadores dos estados do Pará, Amazonas e Rondônia que serão chamados para uma reunião com o grupo de trabalho. “Essa investigação é de competência do governo estadual, mas podemos ajudar em apoio com sistema de inteligência para maior investigação e vamos delimitar o tamanho da atuação da Polícia Federal, da Força Nacional de Segurança e Polícia Rodoviária Federal”, disse o secretário executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto. Segundo Barreto, também será intensificada a Operação Arco de Fogo criada em 2008 para coibir ações de extração ilegal de madeira na região da Amazônia e também os delitos relacionados a esse crime ambiental. “Será intensificada no sentido de conter os cortes de madeira ilegal que é a causa desse tipo de violência que se estabeleceu na região”, disse. Sobre a possibilidade de garantir proteção às pessoas que vivem sob ameaça de morte em função de conflitos agrários, o secretário executivo do Ministério da Justiça informou que os casos serão estudados caso a caso e que a lista da Comissão Pastoral da Terra com nomes de ameaçados será entregue ao grupo de trabalho. O ministro Afonso Florence negou que o governo tenha demorado para atuar nas áreas de conflitos agrários existentes no país. “Antes dos óbitos, a presidenta Dilma [Rousseff] já havia determinado a liberação de todo recurso financeiro previsto no orçamento de 2011 para aquisição de terras.” Ele informou que foi publicado hoje (30) no Diário Oficial da União um decreto para liberação de verbas de diárias para pessoal da área de fiscalização. A ação sugerida pelo secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, Roberto Vizentin, de criar uma área sob Limitação Administrativa Provisória para ação integrada entre governos da União e estados será estudada e discutida em reuniões posteriores, de acordo com os ministros.

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Morte de “Dinho” intensifica Operação Arco de Fogo na Amazônia

Presidente em exercício Michel Temer durante reunião para tratar sobre os conflitos agrários na Amazônia. Foto: Aluizio Assis/Vice-Presidencia.

Presidente em exercício Michel Temer durante reunião para tratar sobre os conflitos agrários na Amazônia. Foto: Aluizio Assis/Vice-Presidencia.

Por Yara Aquino , da Agência Brasil

Para conter a violência em regiões de conflitos agrários, o governo federal irá criar um grupo de trabalho interministerial para acompanhar a investigação dos assassinatos de agricultores ocorridos na semana passada e acelerar ações de regularização fundiária e desenvolvimento sustentável nessas áreas.  As medidas foram anunciadas hoje (30) após reunião coordenada pelo presidente em exercício Michel Temer com integrantes de vários ministérios. O encontro foi motivado pela morte de quatro agricultores nos estados do Pará e de Rondônia. Também estão sendo instalados dois escritórios de regularização fundiária no estado do Amazonas. “Entendemos que as providências anunciadas hoje são uma resposta aos óbitos. Não aceitamos e vamos recrudescer a fiscalização e investigação e fortalecer as ações para desenvolvimento sustentável na região”, afirmou o ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence. O governo federal quer ainda atuar de forma conjunta com os governadores dos estados do Pará, Amazonas e Rondônia que serão chamados para uma reunião com o grupo de trabalho. “Essa investigação é de competência do governo estadual, mas podemos ajudar em apoio com sistema de inteligência para maior investigação e vamos delimitar o tamanho da atuação da Polícia Federal, da Força Nacional de Segurança e Polícia Rodoviária Federal”, disse o secretário executivo do Ministério da Justiça, Luiz Paulo Barreto. Segundo Barreto, também será intensificada a Operação Arco de Fogo criada em 2008 para coibir ações de extração ilegal de madeira na região da Amazônia e também os delitos relacionados a esse crime ambiental. “Será intensificada no sentido de conter os cortes de madeira ilegal que é a causa desse tipo de violência que se estabeleceu na região”, disse. Sobre a possibilidade de garantir proteção às pessoas que vivem sob ameaça de morte em função de conflitos agrários, o secretário executivo do Ministério da Justiça informou que os casos serão estudados caso a caso e que a lista da Comissão Pastoral da Terra com nomes de ameaçados será entregue ao grupo de trabalho. O ministro Afonso Florence negou que o governo tenha demorado para atuar nas áreas de conflitos agrários existentes no país. “Antes dos óbitos, a presidenta Dilma [Rousseff] já havia determinado a liberação de todo recurso financeiro previsto no orçamento de 2011 para aquisição de terras.” Ele informou que foi publicado hoje (30) no Diário Oficial da União um decreto para liberação de verbas de diárias para pessoal da área de fiscalização. A ação sugerida pelo secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente, Roberto Vizentin, de criar uma área sob Limitação Administrativa Provisória para ação integrada entre governos da União e estados será estudada e discutida em reuniões posteriores, de acordo com os ministros.

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