Arquivo do dia: 07/01/2011

Exonerados do Governo Cassol/Cahula : Lista Completa

O DOE – Diário Oficial do Estado que circulou no dia 3 de janeiro , em sua primeira edição de 2011, publicou a íntegra dos dispensados dos Cargos em Comissão , nomeados no Governo Cassol e mantidos no Governo Cahula, seu vice. Também nesta edição, os primeiros nomeados do Governo ConfúcioConfira aqui, em arquivo PDF, as 96 páginas com  a Lista Completa

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Belo Monte : Lobão diz que licença sai até fevereiro

foto : Marcello Casal Jr/ABr
Por Sabrina Craide, da Agência Brasil , com foto de Marcello Casal Jr
A licença de instalação (LI) para o canteiro de obras da UHE de Belo Monte, no Rio Xingu (PA), deve sair até a primeira quinzena de fevereiro. Segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, a licença para toda a obra deve ser concedida uma semana depois. “Estávamos receosos de que houvesse um atraso maior e isso implicaria em perder um ano na construção da usina”, afirmou. Segundo o ministro, atualmente existem cerca de 30 pendências de obras de hidrelétrica e linhas de transmissão que aguardam licenciamento ambiental. Mas ele disse que a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, garantiu que não haverá mais atrasos que prejudiquem obras no setor elétrico. “Vamos começar a viver um mundo novo no que diz respeito às licenças ambientais”, comemorou. Lobão lembrou que o consumo de energia no Brasil está crescendo a cada ano e por isso o país precisa cada vez mais investir no setor, com planejamento. Segundo ele, em 20 anos o país terá que dobrar o estoque de energia que tem hoje. No ano passado, o consumo de energia no Brasil cresceu 8,3%, ou seja, acima do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que está estimado em 7,3%. De acordo com o ministro, as usinas nucleares são uma opção para aumentar a geração de energia no país. Ele disse que ainda este ano o governo deve decidir sobre a construção de quatro novas usinas: duas no Nordeste e mais duas na Região Sudeste. Também deve ser realizado neste ano pelo menos um leilão para a contratação de energia eólica e possivelmente um exclusivo para energia proveniente de biomassa.

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Motorista tenta desviar de cobra sucuri. Acidente na BR 364 mata cinco, em Rondônia

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Um grave acidente ocorrido na BR 364, sentido Porto Velho – Acre, na altura do distrito de Abunã, a cerca de 250 km da capital de Rondônia, Porto Velho nesta quinta-feira (6) vitimou cinco pessoas que tripulavam um Honda Civic.  Duas vítimas moravam em São Paulo e estavam passando as férias com familiares em Rondônia.  Segundo depoimentos colhidos por moradores do distrito e informações da Assessoria de Comunicação Social da Polícia Rodoviária Federal, o automóvel teria tentado desviar de uma cobra sucuri que atravessava a pista e acabou batendo numa carreta que transportava refrigerantes. Com o impacto os dois veículos se incendiaram e explodiram. O motorista da carreta – Carlos Eduardo Guimarães da Silva, 27, e o ajudante, Ademil Moreira Borges, 38 conseguiram escapar quebrando o vidro de trás da cabine .  Os corpos carbonizados das pessoas que viajavam no Honda Civic foram encaminhados para o IML da capital. A cobra atropelada(uma sucuri, que é vivípara e gesta seus filhotes por aproximadamente 240 dias, tendo de 20 a 40 filhotes por cria) teria expelido os seus filhotes que estavam sendo gestados  no leito da BR.   O acidente ocorreu nas proximidades da balsa que faz a travessia do rio Madeira, para a cidade de Rio Branco, no Acre. A região é cercada de pântanos e pequenas lagoas que se formam ao lado do leito da estrada, habitat perfeito para a  Sucuri-verde  (Eunectes murinus), que vive na Amazônia e em alagados na região do cerrado.

Translado e velório em SP

Seguiu às 3h da madrugada desse sábado (8) no voo 1373 da Gol para São Paulo, onde serão velados e sepultados os corpos do servidor aposentado do TRT da 14ª Região, Jairo Barreto de Oliveira, sua esposa Sane Tanaka de Oliveira e o filho Jeferson Tanaka de Oliveira, que morreram carbonizados no acidente , A filha Jaqueline Tanaka de Oliveira disse ao Serviço de Assistência Social do TRT em Porto Velho, onde veio fazer o reconhecimento das vítimas  que seu irmão Jeferson e a namorada Tatiana, mortos no acidente, ainda comemoravam a aprovação no exame de ordem da  OAB/Seccional de São Paulo.  Outra vítima do acidente é o jovem Maikon, amigo da família que acabara de viajar a passeio a Cobija, na fronteira boliviana com o Acre, de onde retornavam no momento do acidente.

Com Ascom/DPRF-RO

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Dormentes

Por Elizeu Braga


Tanto tempo passou

corpo levantou o olhar e

espiou o pátio da estrada de ferro

viu o rio

O ouvido: tapá-lo

pra guarda o apito da maquina

A chiadeira da lembrança lancinante que cospe fumaça

Lambendo os trilhos e dormentes

La vem! La vem!

A maquina no novo tempo

Recebendo crianças

Enfumaçando saudades e lembranças dos que partiram

Tapa os ouvidos que o trem vai apitar

Bate coração do velho vagão 18

Tapa o ouvido

O trem apita

Apita

Mas não sai do lugar

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Novo governo, novas esperanças

Por Rômulo de Andrade Faria *

A educação, ao lado da saúde, encabeça a lista de prioridades da presidente Dilma Rousseff. É uma nova esperança para tantos pais preocupados em dar a seus filhos uma sólida base cultural. O Brasil obteve – nos últimos anos – consideráveis avanços econômicos. O desemprego nas maiores regiões metropolitanas recuou para 5,7% (dados de novembro do IBGE), o menor em oito anos. As pessoas estão ganhando mais e comprando mais.

Tudo isso é maravilhoso e se deve ao esforço de estimular o crescimento econômico com distribuição da renda. Mas nem tudo está feito e o país ainda tem um longo caminho a percorrer. Ainda há cerca de 18 milhões de brasileiros vivendo na pobreza, as filas em busca de um médico ainda são longas nos postos de saúde e hospitais públicos e as estatísticas sobre a qualidade de ensino e aprendizado de nossas crianças não são nada animadoras.

Os especialistas já alertam que, se não houver pesados investimentos em educação, o Brasil correrá o risco de se tornar uma potência de semiletrados – o que é muito grave – pois todos nós sabemos que um país somente conquista um lugar de destaque se for capaz de gerar conhecimento e tecnologia, se tiver bons professores e se o ensino apresentar uma boa qualidade em todas as faixas etárias, da pré-escola à universidade.

Durante a campanha eleitoral, a presidente Dilma, entre tantas outras promessas, anunciou que vai aumentar os investimentos públicos em educação para 7% do Produto Interno Bruto, que hoje está na casa dos 5%. Prometeu erradicar o analfabetismo, construir seis mil creches e pré-escolas e investir na qualificação dos professores, criando condições por meio de um piso salarial nacional para que todos tenham ao menos um curso universitário.

A qualificação dos professores, junto à melhoria da gestão escolar, é uma das grandes prioridades do Plano Nacional de Educação para a próxima década (2011-2020), lançado recentemente pelo governo. Este é o caminho, por exemplo, já trilhado por mais de uma dezena de prefeituras do Estado de São Paulo, que em parceria com a empresa Vitae Futurekids, especializada na implantação de soluções educacionais, desenvolvem Programas de Formações Continuadas para os educadores das redes municipais de ensino, fomentando a qualidade do ensino dos municípios e obtendo excelentes resultados.

A preocupação do PNE é que a educação não seja apenas quantitativa, mas qualitativa. E isso não depende apenas de investimento, mas de um professor estimulado, qualificado e bem pago. O Índice de Desenvolvimento da Educação (Ideb) – criado em 2007 para avaliar o desempenho dos alunos – vem apontando avanços, mas ainda escancara enormes diferenças entre a escola privada e pública quando se trata de ensino fundamental.

Os estudos em geral apontam enormes contradições em nossa educação. O número de estudantes cresce, seja no ensino fundamental, médio ou superior, mas não conseguimos formar mão de obra qualificada e direcionada para as necessidades do país. Daí o desemprego e a desilusão de muitos jovens, que não foram bem orientados na escolha de sua profissão. A própria evasão escolar, em índices elevados no ensino médio, comprova a falta de motivação de nossos estudantes.

Enfim, se quisermos construir um país realmente desenvolvido, todos nós – governo, educadores e pais – deveremos dar as mãos. Sem empenho constante e diário – o governo federal, os Estados e os municípios fazendo sua parte; os professores buscando qualificação e trabalhando com empenho; e os pais acompanhando a vida escolar de seus filhos – não há PNE que resolva. Que o ano de 2011 marque o início de um grande abraço ao nosso sistema de ensino.

Orientador Educacional dos programas de Línguas Estrangeiras da Vitae Futurekids; articulista das colunas de Ensino de Línguas, Cinema na Escola e Educação Inclusiva, do Portal Planeta Educação

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Cota de tela : mais filmes nacionais nos cinemas

O decreto que estabelece a Cota de Tela e determina a diversidade mínima de títulos brasileiros a serem exibidos por cada cinema do País em 2011, foi publicado no Diário Oficial da União, no último dia 31 de dezembro.  A Cota de Tela é um instrumento regulatório adotado em diversos países para promover o aumento da competitividade e a auto sustentabilidade da indústria cinematográfica nacional.   Os números da Cota de Tela para 2011 foram fixados pelo Ministério da Cultura e pela Presidência da República a partir de estudos técnicos feitos pela Agência Nacional do Cinema (ANCINE), após a realização de audiências com entidades representativas de produtores, exibidores e distribuidores da indústria cinematográfica.  Ao longo de 2011, dependendo do número de salas de exibição do complexo, os cinemas terão que exibir, no mínimo, entre 3 e 14 filmes nacionais diferentes.  Já o período mínimo de exibição de filmes nacionais neste ano foi fixado em 28 dias para cinemas de uma sala. A Cota de Tela varia conforme a quantidade de salas de cada complexo, e esse número pode extrapolar 60 dias. A “reserva de dias” é maior para complexos de 6 ou 7 salas, modelo predominante no mercado brasileiro atual. Desta forma, um complexo de sete salas, por exemplo, terá que dedicar 63 dias de sua programação a, pelo menos, 9 filmes nacionais diferentes.

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